Notícias Dia Interna

Anuncie aqui

Não deixe a corrupção chegar no seu condomínio: participe das assembleias!

 A rotina cada vez mais atribulada dos moradores dificulta o acompanhamento das contas e das ações desenvolvidas pelos síndicos nos condomínios.

Pensando nisso, a Associação dos Condomínios Garantidos do Brasil (ACGB/Vida Urbana), recomenda a participação de condôminos e moradores em assembleias como uma das formas mais efetivas de manter o condomínio livre da corrupção, tendo em vista que uma das atribuições obrigatórias dos síndicos é convocar, ao menos anualmente, uma assembleia ordinária para realizar a prestação de contas de toda a gestão anual.

A diretora do Viva o Condomínio, Karla Pluchiennik Moreira, acredita que um dos motivos da falta de probidade decorre da omissão dos próprios condôminos, que têm o direito e o dever de participar das reuniões cujos resultados afetarão de alguma forma a vida de todos os moradores. Karla ainda ressalta que o acompanhamento não se restringe apenas à conduta do síndico: “É preciso ter cautela ao selecionar fornecedores e prestadores de serviço em geral. Os moradores também precisam ser conscientes quanto ao cumprimento das normas. O síndico que conta com a colaboração e a participação dos residentes certamente realiza uma gestão muito mais eficaz”.

A ACGB/Vida Urbana buscará apoiar e divulgar conteúdos relevantes com dicas e sugestões de ações que ajudem a manter os condomínios do Brasil livres da corrupção.

E o pontapé inicial não poderia ter sido melhor

No intuito de iniciar a busca por conteúdo, acompanhamos a palestra proferida pelo professor e historiador Leandro Karnal, na sede da Justiça Federal de Curitiba, no dia 22 de novembro de 2017.

Não deixe a corrupção chegar no seu condomínio: participe das assembleias!

 

Ao abordar um tema histórico, porém muito atual no cenário nacional, Karnal elencou alguns tópicos para mostrar como a corrupção se tornou endêmica na nossa sociedade: “a herança portuguesa, a composição demográfica, o gosto pela hermenêutica, a incapacidade de trocar a cordialidade buarquiana pela neutralidade e a mancha da escravidão”.

Embora, por vezes, tamanha a reincidência de corrupção no nosso país possa criar um sentimento de desestímulo ao seu combate, Karnal lembra que é a partir de pequenas ações, que posteriormente se tornam grandes, que as coisas começam a mudar: “o uso do cinto de segurança, e o uso mais racional da água são exemplos”, ponderou.

Esperamos que os próximos conteúdos sejam de extrema valia para moradores, síndicos, administradores e demais interessados na prevenção da corrupção dentro dos condomínios.

 

Por: Guilherme de Paula Pires


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *