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regras para condominio

Prestes a realizar o sonho da casa própria? Confira dicas para fazer um bom negócio

 Com o crédito aquecido, muitas pessoas estão conseguindo trocar o aluguel pela parcela da casa própria e outras estão realizando o sonho de se mudar para um imóvel maior e mais confortável.

E, para quem não quer errar na escolha da propriedade, diversos fatores devem ser considerados e analisados com calma, como a localização do imóvel. Em primeiro lugar, a BM Sua Casa indica que a pessoa se certifique de que se trata de uma zona residencial e de que não existem estabelecimentos barulhentos, que possam perturbar a sua tranqüilidade.

Além disso, visitar o imóvel em diferentes horários, para conhecer a real situação da localização, verificar se há infra-estrutura e serviços adequados no bairro, como escola, transporte, padaria, farmácia, supermercado etc e informar-se na Prefeitura se está prevista a construção de viadutos, túneis ou avenidas na região também são dicas valiosas.

Regras gerais Segundo a empresa, ainda é preciso verificar se a escritura, mediante a qual o vendedor adquiriu a propriedade do imóvel, está registrada no Cartório de Registro de Imóveis correspondente. Ou seja, os dados do registro devem constar na matrícula do imóvel.

Quem não quer ter prejuízos também deve conferir as taxas de registro da documentação e quem deverá pagá-las e não efetuar pagamentos antecipados, sem firmar um compromisso de compra e venda que especifique o valor que está sendo pago e condicione o resto do pagamento à aprovação da documentação.

Outra dica importante é pedir uma cópia da minuta do contrato, para que uma pessoa de sua confiança verifique suas cláusulas. E, se o imóvel sofreu ampliações de áreas, verifique se estas estão devidamente regularizadas na Prefeitura Municipal local e no Cartório de Registro de Imóveis correspondentes. Lembre-se de que a área do terreno e a construída constantes no IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) devem ser equivalentes às registradas no Cartório de Registro de Imóveis.

Imóveis na planta Para os que pretendem comprar um imóvel na planta, a BM Sua Casa recomenda verificar se a planta do empreendimento está aprovada na Prefeitura; informar-se sobre a construtora e incorporadora, pedindo currículos e/ou visitando obras já realizadas; ler o memorial descritivo da obra, no qual estão especificados materiais e padrão de acabamento; e preferir financiar na condição de “preço fechado”, na qual só o valor previsto em contrato pode ser cobrado e a entrega tem data determinada.

Ainda é preciso exigir o número da incorporação e o registro no cartório de imóveis, para se certificar de que o terreno foi realmente adquirido. Em alguns casos, de acordo com a empresa, a comercialização é iniciada, quando existe apenas a intenção da compra do terreno.

E, se o contrato prevê um período de carência, além da data prevista para a entrega do imóvel, confira se são dias corridos ou dias úteis. Certifique-se ainda de que a contagem de tempo para a entrega do imóvel não está vinculada ao início das obras. Nesse caso, não há garantias sobre a data de entrega.

Imóveis prontos A fim de evitar prejuízos futuros, antes de optar por imóvel já pronto, confira o valor do condomínio, verifique as condições gerais do imóvel e do prédio e peça uma cópia da convenção do condomínio, para ver se concorda com as normas especificadas.

Converse também com o zelador ou síndico, para saber como é feita a manutenção e qual é o estado de conservação do prédio. Verifique se o vendedor está em dia com os pagamentos de imposto predial, água/esgoto/gás, energia elétrica e condomínio. No caso de condomínio, veja se está constituído e registrado no Cartório de Registro de Imóveis.

Segundo a BM Sua Casa, dê preferência a imóveis que não tenham as janelas dos quartos voltadas para as ruas de tráfego intenso, observe a ventilação dos cômodos, abrindo portas e janelas, e, no caso de prédios, certifique-se de que seus móveis caberão no elevador. Por fim, antes de se decidir por uma reforma total, consulte um arquiteto, para saber se é viável.

Fonte: MSN

A arte de viver em apartamentos

Moradores, síndicos, adolescentes e cães convivendo em paz. Parece um sonho? Com um pouco de bom senso e elegância é possível…

Antes de pensar em mudar para seu novo apartamento, lembre de consultar as regras do condomínio. Você vai ter que segui-las

“As pessoas são muito difíceis”, sentencia o síndico profissional Renato Daniel Tichauer. Para ele, a origem da maioria dos problemas de convivência em prédios e condomínios é complexa e difícil de mudar da noite para o dia. Bom senso e bons modos ainda são a receita básica para evitar dores de cabeça que podem até virar onerosos processos judiciais.

As principais reclamações de moradores de apartamentos
Barulho, desrespeito com funcionários, estacionamento impróprio na garagem, animais de estimação mal-educados, convivência com crianças e adolescentes na área de lazer são as principais reclamações da maioria dos moradores.

“As pessoas não entendem que morar em condomínio é dividir a propriedade”, lembra Roseli Schwartz, autora de “Revolucionando o Condomínio”, da editora Saraiva. “Respeito pelo o outro é fundamental”, reforça.

Para que serve um síndico?

Tichauer, que trabalha há dez anos como síndico – cargo que ainda não é reconhecido como profissão – hoje cuida de cinco condomínios das mais diversas classes. “Os problemas se repetem”, constata o economista, de 56 anos, que “sabe um pouco de cada coisa”, tem muito jogo de cintura, “sempre” cumpre as regras, já recebeu ameaça de morte de um morador e teve de intervir em uma tentativa de suicídio. Sua estratégia para administrar conflitos: conversar primeiro, notificar depois e multar apenas em último caso.

“O síndico é um facilitador social. Tem que ser uma pessoa com perfil conciliatório”, afirma o advogado Alexandre Macedo Marques, diretor de ensino da Assosíndicos (Associação dos Síndicos de Condomínios Residenciais e Comerciais de São Paulo).

Sem estatuto e regras claras não é possível viver em paz
Antes mesmo de uma reclamação chegar ao síndico, no entanto, o ideal é que os envolvidos tentem conversar e, nessa hora, as normas do prédio são o melhor guia para evitar brigas.

“Um condomínio bem administrado tem um estatuto detalhado que deve ser conhecido e obedecido por todos”, ensina a consultora de etiqueta Ligia Marques, autora de “Etiqueta e Marketing Pessoal”, “Etiqueta 3.0” entre outros.

O apartamento de cima está com vazamento e tem goteira no seu? O cachorro do 302 late muito à noite? O lixo da vizinha ficou no corredor do andar? Essas situações têm como ser gerenciadas com a ajuda do estatuto do prédio e de doses generosas de diálogo. Às vezes, a goteira é só um entupimento sem maiores consequências, o animal de estimação pode estar sem exercício físico e/ou precisando de um pouco mais de atenção e a vizinha é moradora nova e não sabia onde colocar o lixo.

Política de boa vizinhança
“Não é à toa que política de boa vizinhança tem esse nome. Para viver bem em um prédio é fundamental que existam políticas claras e regras bem definidas. Ao mesmo tempo, essa convivência é um tremendo exercício de flexibilização”, avisa a especialista em etiqueta Cláudia Matarazzo, autora de “Etiqueta sem frescuras”, da editora Planeta.

Deveria ser simples, não é? Para algumas pessoas, no entanto, não é. Roseli conta o caso de uma moradora que foi parar na Justiça por causa de uma goteira. O pinga-pinga constante, decorrente de um problema no apartamento de cima, começou a deixá-la perturbada, a ponto de ter que tomar medicamento para dormir. O problema era trivial, a troca da junta do ralo do banheiro já resolveria o transtorno, mas a moradora do apartamento com vazamento recusava-se a permitir a entrada no local. Depois de comprovar judicialmente os custos que teve com tratamentos psiquiátricos, pediu indenização por danos morais e ganhou a causa. “Uma coisa que era simples de resolver virou uma problema enorme totalmente sem necessidade”, diz Roseli.

Confira os 20 conselhos básicos para viver em paz num apartamento, segundo os especialistas consultados para a reportagem:

Para começo de conversa, cumprimente sempre seus vizinhos. Seja simpático e gentil. Isso não custa nada e vai garantir sua boa imagem perante todos;

Antes de comprar ou alugar um imóvel, conheça as regras que regem o condomínio. Lembre-se que ainda que você não concorde com algumas delas, terá que obedecê-las porque elas foram decididas pela maioria;

Frequente as reuniões de condomínio por mais chatas que possam parecer, pois é lá que os assuntos de interesse de todos são discutidos e votados. Quem não comparece fica sem condição de discutir depois;

Evite comentar fatos da vida alheia com qualquer pessoa. Fofocas geram discussões e brigas;

Respeite os empregados do condomínio e o trabalho que eles fazem. Jamais solicite trabalhos particulares em horário de serviço no condomínio;

Barulho só até às dez da noite e depois das oito da manhã. Nesse intervalo, respeite o silêncio;

Se fizer uma festa em seu apartamento e houver barulho, comunique o síndico e os vizinhos com antecedência e lembre-se de compensar a paciência dos vizinhos de alguma forma, como presenteando-os com docinhos ou flores, por exemplo;

Evite andar de salto dentro do apartamento, sobretudo se o isolamento acústico do prédio não for lá essas coisas;

Trafegue com animais e compras somente pelo elevador de serviço. Animais, sempre que possível, devem permanecer no colo, você nunca sabe quem tem pavor de bichos. Caso perceba que a pessoa que entrou no elevador tem medo, segure ainda mais firme seu animal e procure tranquilizar o vizinho;

Se, ao contrário, for você que está entrando no elevador com o cachorro e já tiver algum morador, é gentil perguntar antes se a pessoa se incomoda com a presença do animal;

Jardins, playground e áreas comuns não são quintal de cachorro. Passeios com animais devem ser feitos na rua e, é claro, saquinho na mão para recolher as fezes do bichinho;

Não caia na armadilha de entrar em discussões com vizinhos. Diante de qualquer provocação mantenha-se calmo e comunique o fato ao síndico, que deverá tomar providencias;

Jamais, em hipótese alguma, chame a empregada da vizinha para trabalhar na sua casa;

Faça uma lista com os nomes das pessoas para deixar na portaria quando for usar o salão de festas. Deixe o local como o encontrou após a festa: vazio e com as coisas no lugar. A limpeza fica por sua conta;

Atente para que a decoração do seu hall de entrada não incomode o vizinho (se for um hall comum). Idealmente, é sempre melhor tentar fazer alguma coisa em conjunto. Convidar para um cafezinho e sondar as preferências do outro costuma funcionar;

Sempre devolva o carrinho de compras do prédio ao local em que fica disponível a outros condôminos

Não circule em trajes de banho pelo prédio. Use canga ou equivalente;

Não segure a porta do elevador enquanto conversa;

Quando dois carros se encontram, o que está entrando na garagem tem a preferência;

Estacione dentro de sua faixa na garagem e não use a vaga como depósito.

 

Fonte: IG

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