normas de condominio

O que levar em conta na hora de contratar um porteiro

O porteiro é uma das figuras mais importantes em um condomínio, pois é o principal responsável pela segurança dos moradores e funcionários. Muitas vezes, para economizar tempo e dinheiro, os síndicos contratam pessoas próximas ou sem qualquer experiência para exercer a função. Esta atitude, no entanto, é perigosa e deve ser evitada para garantir a integridade de todos que vivem no local.

Para contratar um bom porteiro é recomendável contar com o auxílio de uma empresa de recrutamento ou de terceirização de serviços. Há ainda a opção de fazer a contratação de maneira autônoma, sendo que em todos os casos é necessário recolher o máximo de informações possíveis, entre tempo de atuação e integridade da empresa, além de referências trabalhistas e antecedentes criminais do candidato.

Também é importante exigir que o profissional tenha curso de porteiro, de modo que ele esteja preparado para lidar com questões cotidianas, como receber correspondências e autorizar a entrada de visitantes, e com imprevistos, como incêndios e assaltos.

Com relação às características comportamentais, o bom porteiro deve ser educado, cordial, reservado, atencioso, responsável e pró-ativo.

 

Fonte: Garante Floriano

Segurança: Ações integradas garantem sistema mais eficaz

Além da infraestrutura física e do investimento em tecnologia, é preciso buscar procedimentos e hábitos mais cautelosos para proteger os condomínios da onda de arrastões.

Entre os principais motivos que levam uma pessoa a optar pela habitação em condomínios fechados, quer sejam verticais ou horizontais, estão o conforto, a tranquilidade e a proteção. Mas o panorama atual da criminalidade bate de frente com tais expectativas, deixando-as num estado de vulnerabilidade. O número de arrastões em condomínios verticais de São Paulo explodiu em 2012. A Secretaria da Segurança Pública registrou ao longo do primeiro semestre do ano mais arrastões do que em todo o ano de 2011. Quais seriam, então, as falhas que colocam por água abaixo a tão almejada segurança, antes vista como um dos maiores benefícios para quem mora em condomínios?

Segundo o consultor de segurança Adalberto Santos, as falhas mais comuns estão na deficiência do sistema organizacional do condomínio, no comportamento dos moradores e também no treinamento dos profissionais que atuam no local, sejam porteiros ou vigilantes. “Principalmente na conduta de usuários”, ressalta. Para Wagner Pradella, síndico profissional há 14 anos, 80% dos condomínios de São Paulo estão mal administrados. “No geral, os síndicos estão mal informados, mal instruídos, e isso implica no nível de segurança do condomínio, bem como em moradores desatenciosos”, argumenta.

O controle de acesso (entrada e saída) funciona como um chamariz para os criminosos. “Os funcionários acabam abrindo os portões na hora errada e para a pessoa errada”, aponta José Elias de Godoy, Oficial da Polícia Militar de São Paulo, consultor e instrutor de segurança, além de autor de livros na área. Em cerca de 90% das ocorrências em condomínios os bandidos têm acesso pelas entradas principais, de acordo com José Elias, e a maior estratégia deles é a utilização de disfarces ou abordagem próxima à portaria para levar o morador para dentro. Godoy comenta que em 82% dos casos as quadrilhas invadem os prédios entre 18h e 6h, período quando todos chegam ou saem para trabalhar.

É preciso redobrar a atenção também com as empresas terceirizadas que prestam serviços. Especialistas afirmam que um dos fatores que eleva a insegurança condominial é atuar com funcionários sem treinamento, que desconheçam as normas do local. “Hoje a maioria dos condomínios trabalha com serviços terceirizados pela vantagem do custo e benefício e também pela substituição imediata de funcionários”, observa Pradella, mas é preciso atenção ao perfil do profissional.

Não existe uma receita ideal para proteger os condomínios contra os crimes, cada um tem suas particularidades. Não obstante, independente do porte do local, deve-se adotar uma cultura de segurança que vise medidas rígidas e investimentos na conscientização de todos os funcionários e moradores. “Os equipamentos eletrônicos complementam e ajudam a monitorar os procedimentos adotados”, acrescenta o consultor Elias Godoy.

FERRAMENTAS AUXILIARES

Há pouco tempo atrás, as câmeras do circuito de CFTV tinham a função de inibir uma ação criminosa, ou seja, exerciam um papel mais preventivo, pois se entendia que o ladrão temia ser filmado. Hoje, entretanto, esses equipamentos entraram como recurso para o próprio campo investigativo. “A tecnologia atual traz a cada dia excelentes e inúmeras contribuições nesse sentido: câmeras, circuito de CFTV, alarmes, controles de acesso através de sistema digital etc.”, afirma o consultor Adalberto Santos.

A tendência daqui para frente é integrar todos os processos, aponta, por sua vez, Rodrigo Machado, responsável pelo departamento de projetos de uma empresa especializada em sistemas de segurança, instalada na Vila Maria, zona Norte de São Paulo. “Hoje o CFTV 100% digital possibilita a integração paulatina das câmeras aos sensores de presença e perímetro, às catracas, alarmes etc.” Porém, “se não houver profissionais habilitados não adianta investir em tecnologia”, pondera o consultor Adalberto Santos. Segundo ele, as ferramentas se tornam ineficazes se o usuário não tiver consciência e controle sobre os riscos.

Administrado pelo síndico e morador Pradella, o Condomínio George Bizet, situado no bairro da Aclimação, zona sul da cidade, com uma torre, 90 apartamentos e cerca de 300 moradores, possui um sistema de segurança que acopla CFTV, alarmes, cerca elétrica, 35 câmeras e monitoramento 24 horas, realizado por uma empresa terceirizada. Mas toda a aparelhagem não é o bastante: o síndico tem o hábito de reciclar os profissionais da linha de frente a cada três meses e também faz parte de sua rotina de trabalho buscar informações na Delegacia da Divisão de Crimes Contra o Patrimônio do Deic (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado). “É importante o síndico se informar sobre as ocorrências e depois repassar aos porteiros os cuidados necessários”, diz Pradella.

O Condomínio Living Club, que envolve quatro torres, 400 unidades e cerca de 1.200 moradores na Vila Leopoldina, zona Oeste de São Paulo, adotou um sistema de segurança por “sensibilidade”. Entregue há quatro anos apenas com um sensor de barreira infravermelho, o condomínio já possui hoje oitenta câmeras e ainda estão sendo instaladas outras dezesseis. “Todas estão posicionadas de forma a acompanhar o morador e o visitante desde a portaria até o apartamento”, afirma o síndico Waldir Berger. Além de ser monitorado por ronda interna diurna e noturna, o local dispõe de sistema digital para identificar pedestres e carros. “O condômino é identificado através de um sistema digital de biometria.” E para maior segurança no acesso de carros, utiliza-se o sistema de “tags”, “que possibilita ao funcionário fazer a triagem de cada veículo, por meio de leitura interativa de uma bateria, etiqueta ou cartão, e visualizar a fotografia do morador que está no cadastro de determinado veículo”, detalha o síndico.

Entretanto, para uma segurança mais eficaz, todo esse aparato tecnológico não é autossuficiente. Berger comenta que, constantemente, organiza reuniões com a supervisão da empresa terceirizada para fazer os ajustes e, de vez em quando, costuma dar uma incerta, ou seja, arma situações para testar a eficiência dos sistemas e dos profissionais de segurança do condomínio. “Os síndicos e os zeladores são as únicas pessoas que podem saber sobre essa incerta”, recomenda àqueles que pretendem executá-la.

PREVENÇÃO COM PLANEJAMENTO

Berger implantou todo o sistema de segurança do Condomínio Living Club ao longo de três anos, a cada ciclo anual concluía uma parte do projeto. Ele recomenda a um síndico que queira mudar ou implantar um sistema, que faça um planejamento do investimento. Primeiro, pontua Berger, “o síndico deve estabelecer o valor do investimento que está ao alcance do condomínio e depois fazer um estudo preciso da segurança no local: verificar tipos de equipamentos, necessidade ou não de rondas internas e ainda o perfil e a quantidade de profissionais aptos para lidar com tal sistema”. Na empresa onde Rodrigo Machado atua como responsável pelo departamento de projetos, o sistema pode ser complementado de forma modular e progredido aos poucos, conforme a necessidade e as condições financeiras do cliente. Para legitimar o projeto, os especialistas indicam contratar uma empresa de consultoria para realizar o diagnóstico do condomínio. Machado aconselha solicitar um consultor que tenha olhar crítico na parte de segurança, aquele que seja capaz de identificar as áreas vulneráveis do local.

No que diz respeito à escolha da empresa, tudo o que envolve segurança é sempre recomendável fechar negócio com companhias padrão tipo “A”, que trazem na bagagem boas referências de outros condomínios, de acordo com Berger. “É importante a empresa oferecer profissionais habilitados e reciclados periodicamente, bem como um serviço de 24 horas de monitoramento a distância.”

Contudo, a essência para o planejamento do sistema deve ser o despertar da cultura de segurança entre os moradores do condomínio. “Sem estratégia a segurança fica dispersa, o que contribui para que os criminosos encontrem as brechas para agir”, costuma indicar o consultor Santos.

COMO PROMOVER A CULTURA DA SEGURANÇA

Todos os usuários do condomínio assumem um papel importante no processo de segurança, mas, para o consultor Santos, o morador é o sujeito principal. O Oficial Elias Godoy compartilha a mesma opinião: “os condôminos são os mais interessados pela segurança e, portanto, devem estar engajados e obedecer tudo o que diz respeito à sua proteção”. É fundamental que os moradores adotem hábitos precisos como: “prestar atenção ao que acontece no entorno do condomínio ao entrar e sair, tomar cuidado com correspondências, bem como não comentar sobre a vida pessoal com os empregados do apartamento e profissionais do condomínio”, detalha o síndico Pradella.

Para ajustar o comportamento dos usuários, a comunicação deve ser abundante: emitir circulares com conteúdos que sirvam de alerta para garantir a proteção de todos e também produzir uma cartilha com normas que tratem de um bom e rígido controle de acesso. Além de abordar questões de ordem comportamental nas dependências do condomínio, o consultor Santos complementa que é importante a cartilha expor informações que transcendam os muros e orientem moradores e funcionários quanto às suas condutas também fora do local.

NORMAS DO CONDOMÍNIO: COMO FAZER

“Não existe qualquer legislação específica para condomínio no tocante à segurança, ou seja, algo que o obrigue a fazer ou deixar de fazer”, ratifica Cristiano De Souza Oliveira, advogado e consultor jurídico. Cada condomínio possui suas particularidades que devem ser respeitadas, por isso, argumenta, “as regras de segurança são sempre de bom senso e devem ir ao encontro do comportamento da coletividade”. Para o síndico se prevenir de acusações de omissão em relação à segurança, o advogado aconselha sempre levar todas as normas e sugestões à assembleia para a aprovação e ainda registrar o que foi decidido, visto que, conforme a Lei 4.591/64, ele pode ser responsabilizado civil e criminalmente pelos acontecimentos.

ACESSO COM MANDADO JUDICIAL

Não é permitida a entrada de policiais em condomínios sem mandado judicial, segundo Adalberto Santos, consultor de segurança. “Salvo socorros emergenciais, como situações de flagrante delito”, completa o Oficial Godoy. Caso haja o mandado, ou mesmo em circunstâncias de emergência, o consultor afirma que é prudente e de direto solicitar a identificação funcional dos executores e, na medida do possível, acompanhá-los durante a permanência no local. Antes de liberar o acesso, para maior proteção, os especialistas também aconselham ligar para a polícia e confirmar a ordem e ainda avisar a central externa de monitoramento.

Fonte: Direcional Condomínios

Condomínios horizontais

BID aponta que áreas fechadas e com mais segurança valem mais. Condomínios fechados são mais seguros e têm valorização no mercado

Para Adalberto Santos, as pessoas são fundamentais para segurança dos condomínios

Versões horizontais possuem geografia que viabiliza ainda mais a segurança dos moradores. Um estudo sobre segurança e valorização imobiliária pulgado em janeiro deste ano pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) revelou que os imóveis de áreas metropolitanas do Brasil com maior sensação de segurança são mais valorizados.

Para especialistas, a situação se repete também no interior, onde os locais com índices de segurança mais elevados são aqueles constituídos por condomínios fechados (verticais ou horizontais), ocupados por uma população com mais recursos financeiros.

Em Uberlândia, novos empreendimentos habitacionais com projetos mais elaborados de segurança condominial têm surgido, como é o caso do loteamento de alto-padrão Cyrela Landscape Uberlândia, na zonal sul da cidade.

O projeto de segurança a ser aplicado no empreendimento em questão contemplará as fases iniciais do empreendimento e prevê acompanhamento dos primeiros cinco anos de funcionamento, o que o torna diferente em relação aos demais residenciais. Serão feitos estudos de risco no local durante e depois da construção dos imóveis, para que a associação de moradores consiga desenvolver uma auto-gestão sobre a segurança do local. O modelo é utilizado nas regiões metropolitanas do Brasil e em países da Europa e Estados Unidos.

De acordo com o consultor de segurança corporativa e de condomínios da empresa de consultoria em segurança Sigmacon, Adalberto Santos, o aumento na criminalidade e consequentemente a sensação de insegurança em determinadas regiões das cidades são os responsáveis pela valorização financeira e segurança dos residenciais fechados.

“Condomínios e ambientes devidamente controlados acabam se tornando a melhor opção para morar com um nível de risco bem menor”, afirmou. Para o consultor, os loteamentos horizontais trazem um melhor nível de segurança por força da geografia.

Ainda segundo Adalberto, para conferir mais segurança aos condomínios, os sistemas de segurança devem ser formados por tecnologias de prevenção, como câmeras, portarias e guardas humanos de plantão 24 horas. “A participação dos moradores também é fundamental, eles devem ter consciência do risco e adotar um comportamento seguro, para que possamos lograr êxito no projeto e maximizar a proteção de toda a comunidade”, completa o consultor de segurança.

Fonte:  Farol Comunitário

Os custos pela reforma

Foto: Ilustração

Unidades em condomínios requerem autorização

Reformas podem ser feitas tanto em imóveis próprios quanto em imóveis alugados, em escala menor. Sabe-se, no entanto, que as grandes reformas são de responsabilidade do proprietário, mas o locatário, se entrar em acordo com o locador, pode transformar o imóvel em um ambiente a seu gosto. No caso das unidades (casa ou apartamento) em condomínios verticais ou horizontais, antes de começar a reforma é preciso a autorização dos responsáveis pela administração condominial e da prefeitura.

Se a obra ampliar a área da unidade é preciso estar preparado, porque o valor do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) vai aumentar, afirmou o dono de uma administradora e diretor de condomínios, na cidade do Rio de Janeiro, Carlos Samuel Freitas. Ele ressaltou que nos condomínios, as obras devem seguir o padrão definido na convenção e regulamento condominiais, que geralmente impedem a mudança da cor e forma da fachada externas.

Samuel Freitas citou a Lei do Inquilinato (8.245/1991), onde os serviços de manutenção são de responsabilidade do inquilino e as reformas estruturais ficam a cargo dos proprietários. “Os inquilinos têm obrigação apenas de cobrir as despesas rotineiras, como funcionários, água e luz, já os donos devem investir nas melhorias que aumentam o valor do imóvel, como, por exemplo, uma reforma”, afirmou o gestor, que também é advogado.

Inquilinos 

Sobre reparos na casa ou apartamento, ele disse que o inquilino só deve arcar com despesas da manutenção. Qualquer tipo de reforma que exija pintura na fachada do prédio, indenizações trabalhistas de época anterior à ocupação, obras de decoração e paisagismo em áreas comuns etc., não são despesas do locatário. “Se surgir um problema de entupimento, por exemplo, o inquilino deve arcar com as despesas do conserto – porém, se o encanamento tiver de ser trocado, quem tem que arcar com os custos é o locador”, garantiu Samuel Freitas.

O gestor observou que nada impede que o inquilino entre em acordo com o proprietário para realização de pequenas reformas, deixando o imóvel mais a seu gosto, “mas são situações específicas”, declarou.

Orçamentos

Ao planejar o novo visual da residência, o número de reformas parece não acabar nunca. A maior questão desse momento é inserir o custo das mudanças em um limite financeiro aceitável e ainda conseguir bons resultados. Ciente disso, o grande segredo para que qualquer reforma seja econômica e eficiente, segundo o diretor de condomínios, “é fazer um planejamento detalhado e definido, com orçamentos programados, e estabelecer uma relação interessante entre custo e benefício”, afirmou.

Para Freitas, a reforma valoriza o imóvel, e aproveitar a dica dos profissionais que trabalham nela diariamente é um jeito bom de obter conhecimento sobre quais materiais comprar.

“Certamente, eles conhecem mais de construção e sabem da diversidade de preços e produtos melhor do que o proprietário da obra. Pequenos detalhes que não devem ser esquecidos durante a reforma e que, se forem mal feitos podem custar mais e dar dor de cabeça no futuro, são o acabamento, as tintas, o rejunte, os pisos, a elétrica e hidráulica e as tomadas – “nunca são o suficiente”, comentou o dono da administradora.

Na visão de Freitas, outro ponto importante a se pensar é a data em que a reforma vai ser feita. Sendo proprietário ou inquilino, o gestor de condomínios sugeriu que, “no primeiro semestre encontra-se mais disponibilidade dos profissionais para execução de obras e, com isso, os valores costumam ser mais baixos. No segundo semestre, os custos se levam e a mão de obra fica mais cara, pois muitas pessoas querem reformar a casa para as festas de fim de ano”, concluiu o empresário.

Fonte: Folha do Condomínio

Unificar serviços com condomínios vizinhos pode ser alternativa para baixar custos

Para a síndica Joana Jacobina, decisão de juntar os condomínios deve ser tomada em assembleia (Eduardo de Almeida / RA Stúdio)

A fim de dividir despesas e diminuir o valor do condomínio, há casos em que é cogitada a ideia de unir condomínios vizinhos para que haja uma única contratação de serviços diversos. Assim, caberia a apenas uma empresa de segurança e limpeza, por exemplo, a tarefa de atender a mais de um prédio. Essa hipótese é possível, mas é preciso observar algumas especificações legais.

De acordo com a síndica profissional Joana Jacobina, a Lei 4.591/64 (que dispõe sobre condomínios) e o Código Civil não proíbem essa iniciativa. “Todavia, deve-se analisar se essa união tem o objetivo de constituição de um único e novo condomínio ou apenas a diminuição de custos ordinários e extraordinários”, observa.

A primeira hipótese, de formação de um único e novo condomínio, é um pouco mais complexa, segundo a síndica profissional. “De acordo com o Código Civil, tanto o solo quanto a estrutura do prédio, o telhado, a rede geral de distribuição de água, esgoto, gás e eletricidade, a calefação e refrigeração centrais, bem como as demais partes comuns de um condomínio, inclusive o acesso ao logradouro público, são utilizados em comum pelos condôminos, não podendo ser alienados separadamente ou divididos”, justifica.

Além disso, a síndica lembra que um condomínio é instituído por uma convenção, documentada em cartório de registro de imóveis. “Nela, consta a discriminação e a individualização das unidades de propriedade exclusiva, estremadas umas das outras e das partes comuns e a determinação da fração ideal atribuída a cada unidade, relativamente ao terreno e às partes comuns”, acrescenta.

Assim, a união de condomínios visando à constituição de um novo deverá trazer todas essas modificações. “Incluindo, aí as repercussões na Receita Federal e na prefeitura, como um novo CNPJ e nova rede de distribuição de água, esgoto, gás, eletricidade etc.. Lembrando ainda que essa nova constituição deve ser decidida em assembleia, com a aprovação da unanimidade dos condôminos dos antigos condomínios, em analogia ao artigo 1.343 do Código Civil”, diz Joana.

Já a união de condomínios visando apenas à redução de despesas, como a contratação de uma única empresa de segurança e limpeza para atender a todos, é bem mais fácil e vem sendo realizada atualmente por muitos condomínios, como informa Joana. “Nessa hipótese, os condomínios permanecem autônomos, se unindo apenas para proporcionar uma melhoria nos custos e diminuindo assim o próprio valor do condomínio.”

Nesse caso, a única mudança é na contratação dos serviços, tendo em vista que a empresa de segurança, limpeza ou manutenção, por exemplo, passa a ser contratada pelos dois condomínios. “O contrato é assinado por ambos, mas as responsabilidades permanecem individuais e distintas, diminuindo apenas os custos com aquela contratação, uma vez que há mais pessoas para contribuir com as despesas”, diz Joana.

A síndica profissional recomenda que, nesse caso, a decisão de união dos condomínios seja tomada em assembleia. “E, ainda, para uma maior segurança, seja assinado contrato de parceria entre os condomínios, para formalizar o acordo”, orienta.

Fonte: Lugar Certo

Síndico Vira Funcionário

Síndico pode ser porteiro? A pergunta foi formulada por condômina de edifício residencial em Curitiba, no qual, depois de ser eleito, o síndico nomeou-se porteiro do edifício, cumprindo horário da função e recebendo o salário que estipulou.

O fato não é original, já que temos conhecimento de que certos síndicos procuram exercer atribuições que não são suas, seja para economizar as verbas do edifício, seja para aumentar sua própria renda. Aliás, não são poucas as pessoas que se candidatam ao cargo de síndico visando unicamente sua remuneração.

De volta à pergunta. Do ponto de vista legal, nada impede que o porteiro seja eleito síndico do condomínio, sem abdicar de sua condição profissional, passando a receber duas remunerações, uma de natureza salarial, pela função de porteiro, e outra de natureza não-salarial, pela gestão administrativa. Note bem: é o porteiro que foi eleito síndico pelos condôminos.

Diferente situação foi apresentada no início. Após ser eleito síndico, este, sem autorização expressa da assembléia, usando de seus poderes legais de admitir e demitir funcionários, contrata-se como porteiro, fixa seu próprio salário, registra-se ou não em carteira, e passa a exercer a função paralelamente ao cargo de síndico. Seu pensamento talvez tenha sido: ora, se o porteiro pode ser síndico, por que o síndico também não pode ser porteiro?

Moralidade

A questão é complexa. Legalmente não há regra proibitiva expressa, mas há normas de conduta que devem ser consideradas na interpretação do caso. A Lei do Condomínio (4.591/64), ainda em vigor, ao fixar as atribuições do síndico, prescreve que “Compete ao síndico: a) representar, ativa e passivamente, o condomínio, em juízo ou fora dele, e praticar os atos de defesa dos interesses comuns, nos limites das atribuições conferidas por esta lei ou pela convenção; II – exercer a administração interna da edificação ou do conjunto de edificações, no que respeita à sua vigilância, moralidade e segurança, bem como os serviços que interessam a todos os moradores;” (art. 22, § 1o).

Façamos uma singela pergunta: ao passar a exercer a função de síndico, sem autorização expressa dos condôminos, fixando seu próprio salário, agiu o síndico na melhor “defesa dos interesses comuns” (alínea a) e respeitou a “moralidade” (alínea b) que lhe compete vigiar internamente no edifício? Se ao leitor não espanta a atitude do síndico, então a resposta é positiva: sim, síndico também pode ser porteiro. Mas, se considera desonrosa ou imoral, o resultado só pode ser outro.

No caso concreto, entendemos que o síndico poderia ser funcionário do condomínio, desde que presentes três requisitos fundamentais: 1. que seja expressamente autorizado por assembléia geral dos condôminos (o item deverá constar da pauta), 2. que seu salário como porteiro seja fixado pela assembléia e 3. que sua carteira seja assinada pelo presidente do conselho consultivo, por especial autorização da assembléia, coibindo-se o síndico de efetuar qualquer anotação.

Mesmo assim, é recomendável evitar esse tipo de duplicidade funcional. Da maneira como funciona nossa Justiça do Trabalho, não será de estranhar que, em eventual reclamatória, a Justiça mande incorporar a remuneração do síndico como salário do porteiro, o que resultará em prejuízo vultoso ao condomínio.

*Luiz Fernando de Queiroz 

Porteiro e as qualidades que deve ter

Função de suma importância para a segurança do edifício. É o responsável pelo monitoramento do controle de acesso de pessoas, mercadorias e veículos. Funcionário uniformizado, treinado e habilitado para exercer as funções de recepção com foco em segurança. QUALIDADES DO BOM PORTEIRO:

- ATENÇÃO: qualquer descuido pode facilitar a invasão do condomínio
– RESPONSABILIDADE: a segurança dos moradores e demais funcionários dependem diretamente de sua atuação.
– PONTUALIDADE: o respeito ao colega de trabalho começa com o respeito aos horários
– ASSIDUIDADE
– AUTO CONTROLE: atuar com profissionalismo é não perder a calma e a razão
– AUTO CONFIANÇA: geralmente o trabalho do porteiro é solitário. Na maioria das vezes terá que tomar decisões sozinho. Mas nada impede que na dúvida, o porteiro peça orientação a seu superior hierárquico
– RELACIONAMENTO HUMANO: lidar com pessoas de diferentes níveis sociais e intelectuais, essa é a função diária do Porteiro. Portanto, ele terá que saber se relacionar com todas elas

» Portanto, o Porteiro deve:

- Falar pouco, somente o necessário
– Ouvir com atenção e não esquecer de sempre anotar todas as informações
– Desconfiar sempre de pessoas que falam muito, principalmente aquelas que fazem perguntas dirigidas as questões de segurança do condomínio ou referente à vida dos moradores
– Jamais comentar assuntos referentes a seu serviço e nunca passar informações internas do prédio em público, com pessoas estranhas ao ambiente de trabalho, familiares e amigos, namoradas (os) e porteiros de outros prédios
– Não permitir que pessoas estranhas ao condomínio tomem ciência das normas de procedimentos internos e dos equipamentos de segurança existentes.

Fonte: Tudo sobre segurança

Por que o Porteiro não deve sair da guarita?

A permanência do porteiro no interior da guarita é de suma importância para a segurança da portaria. A película de controle solar e segurança(insulfilm) colocada nos vidros da portaria colabora com a segurança, visto que permite que o porteiro até mesmo vá ao sanitário sem que ninguém note sua ausência momentânea, não impedindo que ele continue observando o que se passa porque ninguém o vê do lado de fora.

Para isso a portaria tem que ser mantida com todos os vidros fechados, dispor de sanitário e, se mesmo assim, o porteiro necessitar ausentar-se, deve haver alguém disponível para ficar no seu lugar. Caso algum marginal esteja sondando o prédio e perceba que existem momentos em que a portaria fica abandonada, será um atrativo a mais para que ele tente um assalto.
Por que o porteiro não deve sair da guarita?
Outro detalhe importante é que o porteiro não tem que sair da portaria para atender quaisquer visitantes ou moradores que irão entrar no condomínio. Sempre deve ser utilizado o porteiro eletrônico. Caso esteja quebrado, deve ser reparado de forma rápida, sendo considerado como serviço urgente.

O síndico precisa realizar a manutenção adequada dos portões de pedestres e de veículos a fim de impedir que hajam motivos justificados para o porteiro sair da guarita. Quando um morador ou visitante tiver que transportar algo para dentro do prédio não é obrigação ajudá-lo no transporte, visto que pode ser um artifício utilizado justamente para afastá-lo da portaria. Eventualmente, o porteiro pode acionar o zelador ou algum funcionário para ajudar no transporte, mas nunca deverá abandonar a portaria para isso.

O condomínio que não dispuser de sanitário junto à portaria, deve planejar a sua construção para impedir mais um motivo que justifique a saída da guarita. A exemplo do transporte de objetos que pode fazer com que o porteiro saia da guarita, todo morador que entra deve fechar o portão para que o porteiro não tenha que sair da portaria para realizar essa tarefa. Todos os momentos que a portaria estiver abandonada ou que o porteiro esteja próximo do portão, que geralmente é vazado, estará se propiciando um aumento de risco de assalto, visto que o porteiro poderá ser rendido por um marginal e iniciar-se um roubo ao condomínio.

Fonte: Tudo sobre segurança

Com dedicação, seriedade e pulso firme, síndicas mulheres trazem excelentes resultados para a administração de condomínios

“SÓ PODIA SER MULHER!” A frase, tão comum de ser ouvida no trânsito, com tratamento pejorativo às mulheres motoristas, também vale para a administração de condomínios. Porém, nos edifícios a frase é dita com sentido totalmente inverso: prédios com síndicas mulheres costumam ter excelentes resultados em suas gestões. Não há pesquisas que comprovem tal fato. Mas o que se percebe é que as mulheres são mais detalhistas e dedicadas. O resultado são condomínios com manutenção impecável e administração enxuta, com caixas saudáveis.

“Nós, mulheres, somos multitarefa. Sabemos gerir trabalho, filhos, casa, prédio. Já um homem síndico não tem tempo de resolver tudo, pois não consegue fazer tantas coisas ao mesmo tempo”, acredita a síndica Denise Sahyun Levy, reeleita em dezembro para a segunda gestão do Edifício Cascata, um prédio com 28 apartamentos e construído há 40 anos. Denise faz questão de frisar que recebeu um condomínio cheio de problemas mas que tem atuado em equipe. Diga-se de passagem, formada em sua grande maioria por mulheres. A síndica divide todas as tarefas com a subsíndica Claudia Sugai. O conselho é composto por duas mulheres e um homem. Outras moradoras também participam, seja auxiliando na compra da decoração de Natal ou orientando o trabalho de jardinagem. “Acredito que as mulheres gostam mais de participar e de palpitar. Sempre estão dispostas a fazer alguma coisa”, conta Denise.

A equipe iniciou a transformação do condomínio trocando todos os prestadores de serviços e refazendo contratos. “Tínhamos caixa negativo, o prédio não tinha conta bancária própria. Além disso, muitas coisas eram feitas sem consulta à assembleia. Aliás, obras decididas não eram realizadas e obras não decididas em assembleia eram feitas. Tínhamos rateio todos os meses e no final do ano vinha aquela conta enorme do 13º salário”, lembra a síndica. A folha de pagamento extremamente alta onerava ainda mais o condomínio: só o zelador custava R$ 3 mil por mês ao prédio, comenta Denise. No mês em que assumiu, a nova gestão baixou o condomínio e instituiu um fundo de obras. A equipe começou com pequenas melhorias, já que não havia caixa, e muita economia para pagar as demissões dos funcionários. “Adotamos procedimentos que podem parecer bobagem, mas foi com as pequenas economias que geramos um caixa. Por exemplo, compramos o vale transporte direto da SPTrans, sem intermediários. Hoje temos dinheiro para fazer a impermeabilização do térreo”, diz.

Apesar do sucesso, Denise recorda que o início não foi fácil. “Escutei muito deboche de moradores mais velhos, dizendo que não receberiam ordens de gente mais jovem. Hoje, a maioria percebe que o prédio está bem cuidado, com funcionários treinados”, constata. Ao lado da batalha por sanar as finanças do condomínio, a equipe não deixou de dar um toque feminino ao prédio. No Dia da Mães, promovem uma festa no salão e convidam todos os condôminos. Uma moradora oferece uma oficina de scrapbooking às mulheres presentes. Cada uma traz um presente e organizam também um bingo animado.

Outra síndica que não abre mão de cuidar dos detalhes do condomínio e da boa convivência entre os moradores é Ana Josefa Severino Pereira, do Condomínio Piazza di Toscana. Síndica desde que o prédio foi entregue pela construtora, há quatro anos, seus eventos já são tradição no condomínio. No ano passado, o Dia da Mulher foi comemorado com aulas de ioga, dança do ventre, alongamento e palestra com uma moradora nutricionista. Tudo regado a um farto café da manhã, comprado com o dinheiro arrecadado com a reciclagem. Para este ano, foi programado um desfile de modas. Quatro moradoras se dispuseram a servir de modelos para as roupas vendidas por outra condômina.

Ao lado das festas, Ana não relaxa da manutenção do condomínio. Acabou de reformar os banheiros do salão de festas e do espaço gourmet. “Pintamos as paredes com tinta lavável, colocamos saia nas pias para esconder o sifão, trocamos as torneiras, colocamos persianas de bambu nas janelas e adesivos decorativos nas paredes. Sempre que faço melhorias tiro fotos dos ambientes antes e depois e os moradores aprovam”, diz. Nos dois espaços Ana colocou TVs de 32 polegadas. Para o espaço gourmet, comprou pratos, talheres e copos de vidro. Em busca do melhor preço, a síndica buscou os utensílios no bairro do Pari, tradicional por vender esse tipo de material.

Dedicada ao condomínio, com cinco torres e 168 apartamentos, Ana comenta que já enfrentou preconceito por ser mulher e síndica. “Os homens são machistas. As mulheres são quem mais elogia meu trabalho. No início, eu me acabava quando recebia uma crítica. Hoje, tiro de letra”, afirma a síndica, que já foi chamada de “menina” por um morador. “Sou muito cuidadosa com o meu trabalho no condomínio. Além da minha formação como engenheira civil, tenho experiência: já são 10 anos como síndica”, aponta. Dois meses depois de casada, no primeiro prédio em que morou, Ana se elegeu síndica. Lembra que, tempos depois, recém-chegada da maternidade, trocava idéias com o engenheiro que cuidava da reforma da churrasqueira pelo terraço. Mas, o pior pedaço de ser síndica, acredita Ana, é a perda de privacidade. O marido chegou a exigir: ou ele, ou o condomínio, já que no Piazza ela era solicitada constantemente pelo interfone. “Hoje, os contatos com os moradores são feitos por e-mail ou através de funcionários. É difícil conciliar tudo, casa, crianças, condomínio. Mas, adoro o que faço e pretendo continuar”, atesta.

A paixão de Ana pelo condomínio contagiou até a família. Sua irmã, Ana Maria Severino, é síndica há poucos meses, desde que se mudou para o recém-entregue Edifício Valencia, com 96 apartamentos. Na assembleia de instituição do condomínio Ana Maria se elegeu síndica: “Gosto de cuidar e de lidar com as pessoas. Quero que o zelador sempre me passe os comentários dos moradores. É bom ouvir sugestões. Condomínio novo é uma fase difícil, com muitos itens para comprar. Agora estamos orçando os equipamentos de segurança.” Ana é arquiteta e admite que não é fácil dar conta de tantas tarefas: trabalho, casa, condomínio e os dois filhos pequenos, de três e um ano. Mas, ela sempre dá um jeitinho. Tanto que na reunião de condomínio em que se elegeu ela foi acompanhada dos dois pequenos, sem nenhum transtorno.

Mulheres em outra fase da vida, com filhos crescidos e independentes, também costumam dar ótimas síndicas. Eliana Romano, síndica do Condomínio Pátio Ibérico, tem três filhos, de 26, 22 e 19 anos. Síndica há quatro anos, ela admite que no início o marido estranhou a dedicação de Eliana ao condomínio. “Depois, ele se acostumou com minha nova rotina. De manhã cuido das tarefas domésticas e todos os dias à tarde fico no escritório do condomínio. Gosto do que faço”, considera. Enfrentar as dificuldades sem medo é uma das características de Eliana. Quando assumiu, o prédio, construído há oito anos, não tinha muro, só um alambrado. Exigiu da construtora e conseguiu o muro. “Em quatro anos tivemos quatro síndicos homens. Eles não tinham tempo para se dedicar e pediam para sair. Acredito que uma mulher tem muito mais jogo de cintura para assumir um condomínio”, diz. Com sete blocos e 160 apartamentos, o condomínio tem uma grande população de crianças e jovens. Também na convivência com essa faixa de moradores Eliana é bem sucedida. “Converso muito com eles. Só chamo os pais se eles não me derem retorno positivo. Com os adolescentes, cedi o salão de festas para eles conversarem e jogarem baralho nas sextas feiras à noite. Eles não estragam nada nem fazem sujeira. Também, combinei que se eles sujarem terão que limpar na minha frente”, conta. Mas, para Eliana, sua vitória mais importante foi a retirada do lixão que ficava em frente ao condomínio. “Fui à luta e ia pessoalmente à Subprefeitura de São Miguel pedir a retirada do lixão. Hoje, o espaço é uma praça com bancos e campo de futebol, inaugurada pelo prefeito Kassab. Consegui também com a Ilume a iluminação da rua. Sabe como é mulher, com insistência, consegui o que queria”, atesta.

Síndica de um condomínio com perfil totalmente diferente, o Edifício Cap Saint Martin, com apenas 17 apartamentos, Maria da Graça Prestes D’Ávila resume o que faz das mulheres síndicas tão especiais: “As mulheres estão acostumadas a administrar suas casas. Levo o condomínio como se fosse minha própria casa, quero tudo em ordem.” Graça acabou de restaurar a fachada e de reformar a calçada e, como em todas as obras, fez questão ela mesma de vistoriar tudo. “Quem me incentivou a ser síndica foi uma amiga, Isaura, que está na função há 18 anos. Quando falo que sou síndica muitas pessoas ficam horrorizadas. Mas digo que em primeiro lugar o síndico deve gostar do que faz. Eu gosto muito, e se dá para fazer alguma coisa pelo prédio eu não espero, faço ontem”, finaliza.

Fonte: Direcional Condomínios

O PORTAL VIVA O CONDOMÍNIO deseja um Feliz dia internacional da MULHER!

Perfil do síndico

No RS, mulheres correspondem a 38% do contingente, diz empresa.

Mulheres são 38% dos síndicos no Rio Grande do Sul, aponta pesquisa

A maior parte dos síndicos ainda é formada por homens, mas mulheres já são 38% do total no Rio Grande do Sul. É o que revela um levantamento feito em agosto e que traça o perfil desse profissional no Estado.

A pesquisa foi feita pela administradora condominial Auxiliadora Predial com base em 2.000 condomínios e se restringiu ao Estado por ser aquele em que a empresa tem atuação mais forte.

Segundo Marcelo Borba, gerente comercial e de condomínios Auxiliadora Predial, o que mais lhe chamou foi o número de mulheres e solteiros entre os síndicos.

“Sinto no dia a dia que a participação feminina vem crescendo. Toda vez que há mudança de síndico vejo mais mulheres assumindo o cargo.”

Outro dado revelado pelo levantamento é que 2% dos condomínios são administrados por pessoa jurídica.

Em relação ao estado civil dos síndicos, os casados são maioria e respondem por 54% do total. O índice de solteiros é de 35%.

porciados são 5% do total, número acima do encontrado entre os viúvos, que são 2

Fonte: Jornal Floripa

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