leis de condomínio

Esqueleto das construções tem função essencial

Daniel Castellano/ Gazeta do Povo / A estrutura está “enterrada” e geralmente não pode ser vista na superfície
A estrutura está “enterrada” e geralmente não pode ser vista na superfície

São as paredes, o chão e o telhado de um imóvel que transmitem a sensação de proteção. Para que o sistema estrutural represente, de fato, amparo, é preciso tomar cuidado na hora de construir, principalmente com a fundação.

Como o sistema estrutural fica, geralmente, “enterrado” e é de difícil acesso, a atenção na hora de executar a obra tem de ser redobrada. A fundação tem a tarefa distribuir todos os esforços e cargas que vem da edificação para o solo. “A escolha pelo tipo de material e de fundação vai depender do solo onde o imóvel será construído”, exemplifica o engenheiro civil, especialista em estruturas, Fausto Perreto.

Manutenção

Para evitar o colapso na estrutura do imóvel, os especialistas recomendam um check-up, com atenção a fissuras e rachaduras e se elas representam ou não um risco estrutural.

Para que o imóvel chegue até o esgotamento, é comum que uma série de fatores de risco seja somada. “Erros de projeto ou execução, falta de manutenção, reformas sem aprovação e acompanhamento técnico são alguns dos fatores que podem contribuir para o aparecimento de problemas estruturais em edificações”, aponta Diogo Linhares de Camargo, sócio da Porto Camargo Engenharia.

Não há um prazo determinado para uma vistoria técnica, mas a indicação é que depois de 10 anos da conclusão da obra seja feita uma vistoria na estrutura. Antes, só se for detectada alguma situação preocupante, como rachaduras que evoluem muito rápido, estalos, armaduras de aço expostas e infiltrações.

Parede
Além da função de vedar

As paredes fazem parte do sistema estrutural de um imóvel e, nas estruturas de concreto armado, elas servem apenas como elemento para fechar a estrutura ou para separar fisicamente os ambientes. “Nas edificações com o sistema estrutural de alvenaria estrutural ou em imóveis antigos onde eram construídas paredes espessas em tijolos maciços cerâmicos, elas desempenham função estrutural”, explica o engenheiro civil Fausto Rafael Perreto.

Por isso, ele alerta que, em nenhuma hipótese, deve ser feita alguma intervenção ou demolição de paredes sem a orientação de um profissional da área, que vai poder avaliar se a parede tem função estrutural. Mexer em uma parede que serve como base para a estrutura pode resultar até na demolição do local.

Além da estrutura, as paredes também tem função e podem gerar preocupação com relação ao desempenho térmico-acústico do imóvel. “Por isso, atualmente, os materiais mais utilização para a execução das paredes são o bloco cerâmico, o bloco de concreto e as paredes de dry-wall”, enumera o engenheiro Diogo de Linhares Camargo.

Cobertura

O telhado dos imóveis possui função de proteger a edificação contra as intempéries do tempo. Junto com as telhas, formam o conjunto de proteção as calhas, condutores e ralos. “Esses elementos devem estar funcionando adequadamente para proteger a edificação e não permitir que a água da chuva fique depositada em locais onde não deveria, porque esses acúmulos favorecem a deterioração do concreto armado”, aponta o engenheiro civil Fausto Rafael Perreto.

No verão, com índices de chuvas mais intensos, é aconselhável fazer reparos e manutenção para que o excesso de chuva para evitar transtornos. A arquiteta da Doutor Resolve, Lígia Franco, explica que no período do verão a sujeira decorrente dos ventos fortes e folhas podem comprometer o escoamento da água. A limpeza regular das calhas precisa ser feita para evitar o problema.

Ela explica que existem alguns sinais que podem servir de alerta ao proprietário de que está na hora de uma revisão, limpeza e em alguns casos da troca das telhas. Pequenas passagens de luz no telhado, por exemplo, são as mesmas que darão início às goteiras. Manchas de umidade ou pontos mais escuros que fazem contraste com o restante da pintura também podem indicar problemas.

Fonte: Gazeta do Povo

Diminuição das vendas não assusta corretores

Estabilização no setor imobiliário fez com que ganhos da profissão ficassem mais modestos. No entanto, ainda não há migração para outras áreas.

Daniel Castellano/ Gazeta do Povo / Thiago Gabardo deixou a profissão de técnico em eletrônica para vender imóveis usados há três anos e não reclama da troca
Thiago Gabardo deixou a profissão de técnico em eletrônica para vender imóveis usados há três anos e não reclama da troca

Quando empreendimentos inteiros eram comercializados em poucos dias, muita gente migrou de outras áreas para ser corretor de imóveis. Em 2012, o cenário mudou, mas mesmo em um ano de estabilização do setor em Curitiba e no país, o número de corretores de imóveis não diminuiu.

De acordo com dados do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Paraná (Creci-PR), em 2012 cresceu 15% o número de profissionais da corretagem. Atualmente, são 30 mil corretores inscritos na entidade e 15 mil em atividade efetiva.

O presidente do conselho, Ademar Pucci, comenta que a expectativa para 2013 é que o número de corretores aumente na mesma proporção. “Temos déficit de corretores. Podemos dobrar esse número”, defende Pucci.

O corretor Thiago Gabardo se diz satisfeito com a troca que fez há três anos. Ele deixou o ofício de técnico em eletrônica para ser corretor e comenta que não vê grandes perdas financeiras com a estabilização do setor. “A variação entre os meses fica na casa dos 20%”, explica. Por isso, diz ele, o corretor precisa se planejar: “não temos ganhos fixos”.

Um corretor de imóveis que prefere não se identificar considera que o boom imobiliário pode ter gerado uma falsa impressão de que a corretagem é uma “mina de ouro” mas garante que ainda há espaço para o cargo. “As vendas dos lançamentos para moradias padrão médio-alto desaceleraram, os perfis da vez são outros”, explica, apontando que é preciso diversificar os produtos para manter os índices de venda.

Taxa
Ibedec alerta para cobrança do valor de corretagem

O Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec) alerta que um dos problemas da na hora de negociar o imóvel e que envolve os corretores, é a cobrança dissimulada da taxa de corretagem. De acordo com o órgão, a cobrança ilegal geralmente se dá quando o consumidor é solicitado a dar um sinal para concretizar o negócio. A cobrança é feita, muitas vezes, sob o argumento de venda que restam poucas unidades ou que a tabela de preços vai ser reajustada. É feito uma proposta de compra e aquele valor colocado como arras, uma espécie de multa prevista no Código Civil se uma das partes desistir do negócio, diz comunicado do instituto.

Quando chega o contrato definitivo o consumidor descobre então que aquele valor dado a título de arras, na verdade era em grande parte a comissão de corretagem que foi cobrada dele e não do vendedor do imóvel. Essa é a irregularidade.

As reclamações mais comuns são de pessoas não habilitadas pelo Creci; profissionais que atuam com parcialidade defendendo o interesse de apenas uma das partes; profissionais que recomendam negócios sem as devidas cautelas e colocando consumidores em situação de risco.

Cuidados

O Ibedec recomenda cautela na hora de contatar o corretor de imóveis. Seguem algumas dicas:

Exija sempre que o corretor de imóveis apresente a carteira do Creci e ligue no Conselho para conferir a autenticidade do documento;

O corretor de imóvel só poderá receber sinal de compra caso esteja expressamente autorizado pelo vendedor, através de contrato específico dizendo isto, e cuja cópia o consumidor deverá solicitar e guardar;

Jamais faça o negócio por procuração ou contrato de gaveta. Se for necessário passar uma procuração, coloque cláusula de prazo máximo para efetivação do negócio, além do dever de prestação de contas. Isto amarra o profissional ao objeto do seu contrato e evita desvios de conduta;

Cabe o pagamento da corretagem somente a parte que encarregou o corretor de procurar o negócio determinado, porém, o pagamento pode ser dividido entre o comprador e o vendedor, desde que isto conste expressamente no contrato;

O contrato de corretagem não impõe uma simples obrigação de meio, mas sim um obrigação de resultado. A jurisprudência indica que quem contrata corretores só deve pagar comissão de corretagem se o negócio for efetivado;

O consumidor deve declarar no contrato de compra e venda o valor da corretagem, quem pagará o corretor ou os corretores e deve exigir Nota Fiscal se for uma imobiliária ou um RPA – Recibo de Pagamento à Autônomo, em caso de corretor pessoa física. Caso o corretor se negue a dar o recibo ou nota fiscal, o consumidor pode recusar o pagamento ou fazer registro na delegacia por sonegação fiscal.

Fonte: Gazeta do Povo

Tendência de queda em processos por atraso de condomínio

O número de ações na Justiça por falta de pagamento da taxa de condomínio caiu 7% em agosto último na comparação com julho, para 1.141 processos, segundo o Secovi-SP (sindicato das empresas do setor de habitação do Estado de São Paulo).

No acumulado do ano, o volume é de 7.718 ações, uma leve alta de 0,85% ante o mesmo período de 2009; contra 2008, há uma queda de 18,3%.

Segundo Hubert Gebara, vice-presidente de administração imobiliária e condomínios do Secovi-SP, a expectativa é de que o número de processos continue caindo nos próximos meses. “Depende de a economia permanecer estável, com manutenção dos empregos e da inflação em níveis comportados”, explica o executivo.

A aprovação da lei paulista que permite que os nomes dos devedores sejam levados a protesto, em 2008, explica boa parte da queda verificada nos últimos dois anos.

Daí, cresceu a importância da negociação extrajudicial com os inadimplentes, evitando os processos, que levam até dez anos para serem resolvidos. “Nem a administradora nem o síndico têm interesse algum em brigar com os condôminos, que são seus clientes e vizinhos. Mas é preciso que se tome alguma atitude em relação a quem atrasa porque as contas do prédio não podem esperar”, diz Gebara. “Quem atrasa precisa ter consciência de que está prejudicando aos demais e a si próprio.”

Fonte: IG

Crianças em férias

Período é ideal para organizar jogos, brincadeiras, etc.

Durante as férias escolares, o problema de barulho costuma aumentar e pequenos acidentes, já que as crianças permanecerão por mais tempo dentro de casa. Se os pais trabalham fora, isso é ainda pior. Elas ficam presas no apartamento esperando o momento certo para gastar energia. Veja algumas dicas para driblar o problema:

  • O condomínio pode estimular brincadeiras, como o uso de alguns jogos, principalmente quando há pouco espaço no prédio. Entre as opções de jogos estão: damas e outros de tabuleiro, quebra-cabeças e uso de bonecas e carrinhos.
  • Converse com outros pais e responsáveis por crianças do condomínio para combinarem atividades coletivas, como jogos na quadra ou horários na brinquedoteca. Sempre supervisionados por um adulto.
  • Outra atividade bastante interessante é a criação de uma biblioteca. Os pais podem doar os livros. Além de distrair as crianças, incentiva a leitura. A biblioteca poderá ser montada numa sala pequena e com a ajuda das crianças.
  • Durante as férias, os condomínios podem flexibilizar regras muito rígidas, como a proibição de bicicletas. O condomínio pode abrir exceção para crianças pequenas.
  • Contratar escolinha de esportes ou profissionais de recreação também ajuda e são alternativas cada vez mais frequentes em condomínios.
  • Lembre-se: porteiros, zeladores e funcionários do condomínio não são responsáveis pelas crianças.

Os pais e responsáveis pelas crianças do condomínio devem responder pelos atos que infringirem as regras internas do condomínio e estão sujeitos às penalidades.

Fonte: SindicoNet

Saiba evitar sustos com condomínio de imóveis em construção

É preciso estar atento na hora de comprar um imóvel em construção, pois a taxa de condomínio prevista pode estar distante dos reais gasto

Todo mundo sonha com a casa própria, mesmo que o imóvel ainda esteja em construção. Em prédios e residenciais, no entanto, esse sonho pode ser frustrado por uma dor de cabeça: a taxa de condomínio pode ficar acima do previsto pela construtora.Em geral, no primeiro ano após a entrega das chaves pratica-se a mensalidade calculada de acordo com as estimativas do empreendedor. Daí em diante, a conta é feita com base nos gastos de fato ocorridos nos primeiros 12 meses. E a diferença pode surpreender alguns moradores.

Uma das razões para isso é que os condomínios atuais frequentemente são mais equipados, para atrair compradores. “Vários deles contam com sauna, piscina aquecida, cyberespaço, fitness… E isso demanda muita manutenção em pouco tempo, o que acaba encarecendo bastante os valores”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente da seção paulista do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci-SP).

Outros itens que podem ser negligenciados são a manutenção de elevadores, jardins, segurança etc. Conforme a ocupação do condomínio vai crescendo, outros gastos básicos sobem também, como as contas de água. A inadimplência de parte dos moradores é outro fator que pode levar a uma alta no valor das taxas em pouco tempo.

Também existe a possibilidade de a construtora subavaliar os custos para dar a ideia de que o imóvel é atraente. Viana afirma, porém, que não existe qualquer processo registrado no Creci a esse respeito. “O que pode acontecer é que ou o custo foi mal calculado no início, ou estão pedindo mais do que o necessário após a entrega. Porém, pela minha experiência, posso afirmar que não é uma prática do mercado.”

Viana explica que a melhor forma de se precaver é buscar o máximo de informações sobre os gastos condominiais no momento da compra do imóvel. “A maioria das pessoas apenas pergunta o valor e avalia se ele é ou não acessível. Mas uma boa dica é pegar uma cobrança detalhada de condomínio e ir perguntando item por item quanto está previsto de gastos com faxina, jardim, selador etc.”, recomenda.

Fonte: Terra

Veja como organizar uma assembleia de condomínio virtual

As assembleias virtuais surgem como opção para ampliar a participação dos moradores em grandes cidades

Com a vida corrida que se leva nas grandes cidades, muitas vezes falta tempo para coisas básicas, como decidir os rumos do próprio local onde moramos. Por isso, muitos condomínios estão realizando assembleias pela internet, garantindo assim a participação de um maior número de pessoas. Porém, é preciso tomar uma série de cuidados para garantir a segurança do processo e evitar futuros questionamentos judiciais das reuniões.

A primeira providência é consultar a convenção inicial do condomínio e ver o que o documento diz sobre assembleias virtuais. “Algumas estabelecem a obrigatoriedade de reuniões presenciais. Nesse caso, será preciso fazer uma mudança no texto que deve ser aprovada em assembleia com participação de pelo menos dois terços dos moradores”, explica Carlos Brasil Chaves, representante da Associação dos Notários e Registradores de São Paulo (Anoreg-SP).Caso o documento não faça nenhuma restrição, os moradores podem passar a usar a internet para discutir os rumos do condomínio. Chaves, porém, destaca duas medidas adicionais para tornar o processo mais seguro. A primeira é a adoção dos chamados certificados digitais. “Eles são oferecidas por cartórios, que disponibilizam um sistema de segurança informatizada. Isso dá a presunção legal de que foi o próprio condômino quem participou da discussão, e não outra pessoa em seu lugar”, esclarece o representante da Anoreg.

Outra iniciativa importante é formalizar a discussão em uma ata notarial, estabelecida por um tabelião de notas. “Este conjunto de medidas evitará possíveis questionamentos da legitimidade do evento. E um processo judicial pode prejudicar bastante a dinâmica do condomínio, pois todas as suas ações ficam travadas até que se chegue a uma decisão”, diz Chaves.

Ele alerta ainda que, apesar de permitirem uma maior participação dos condôminos nas tomadas de decisões, as assembleias virtuais podem excluir pessoas que não tenham tanta familiaridade com o ambiente digital, como os mais idosos, por exemplo. “Por isso, recomendamos a adoção de assembleias mistas, ou seja, que as discussões se deem tanto pelo computador quanto pessoalmente, e que os dois debates sejam registrados em uma única ata.”

Fonte: Terra

Condomínios adotam regras para segurança das crianças

Medidas reforçam supervisão para garantir diversão sem acidentes. Para pais e síndicos é preciso redobrar os cuidados durante as férias.

Regras ajudam a garantir segurança durante as férias em condomínios (Foto: Reprodução/TV Integração)
Regras garantem segurança durante as férias em condomínios

Com a chegada do fim de ano e início das férias escolares, o clima de tranquilidade nos condomínios e residenciais dá espaço para as tarde de brincadeiras, muitas vezes, em locais improvisados, como escadarias e até no elevador. Para evitar problemas mais graves, alguns condomínios, no Triângulo Mineiro, adotam regras e reforçam a supervisão das crianças para garantir a diversão dos menores sem acidentes. Para os pais e principalmente para os síndicos, é preciso redobrar os cuidados com segurança no período das férias.

Para a professora e síndica de um condomínio, Vanice Rosário Floriano, mãe de Marina, de quatro anos, os cuidados com a segurança começam dentro de casa. Para ela, qualquer descuido pode dar oportunidade para um acidente mais grave. “Temos as normas, mas é preciso ficar de olho, pois criança é imprevisível. Na mesma hora que está do seu lado, pode sair correndo”, afirmou.

Para Vanice alguns cuidados são essenciais mesmo em um espaço considerado seguro como os condomínios. “A primeira questão que precisamos tomar cuidado é dentro da própria casa. Eu, por exemplo, moro no segundo andar, então todas as janelas têm grade. No nosso regimento interno, já diz que as crianças não podem ficar sozinhas na área de lazer. Toda vez que tiver uma criança no local, é preciso um responsável acompanhando”, lembrou.

O sargento da Polícia Militar, Claúdio Henrique de Carvalho, síndico de um condomínio residencial, lembrou que, quando o assunto é segurança, também é preciso atenção com o trânsito. O limite de velocidade dentro condomínio onde ele mora é de 20 km/h. “Temos a orientação do limite de velocidade que deve ser respeitada. Os moradores são orientados assim como os visitantes. Todos têm que respeitar o limite de velocidade dentro do espaço do condomínio”, disse o sargento.

Síndica acredita que é preciso diálogo com as crianças (Foto: Reprodução/TV Integração)
Síndica acredita que é preciso diálogo com as crianças

Outra questão destacada pelo militar é a importância da criança estar acompanhada constantemente por um responsável e ter contato com os funcionários do condomínio. “As crianças não podem sair sem estar acompanhadas de um responsável. Pessoas estranhas só devem entrar no local com autorização de um morador. São regras que estão no estatuto do condomínio e as famílias compreendem e acatam”, lembrou Cláudio.

Para a síndica Marília Fidalgo Paiva, o principal aspecto para garantir a segurança das crianças e evitar acidentes é manter o diálogo com elas. “Conversamos muito com as crianças e estamos sempre em contato apoiando no que querem. Com isso eles têm confiança na gente e o trabalho sempre é feito com segurança”, garantiu.

No condomínio administrado por Marília, as regras são estabelecidas e acompanhadas pelos moradores e funcionários: brincar na escadaria do prédio é proibido, utilizar a área de lazer onde existe uma piscina somente com a companhia de um adulto ou responsável, e até mesmo o uso dos elevadores são supervisionados. “A preocupação maior é com a piscina, mas ela é cercada, tem cadeado e só é aberta na presença de um adulto. Nossa responsabilidade é muito grande. Pois se acontece alguma coisa é o síndico que precisa resolver”, concluiu Marília.

Fonte: G1

Condomínios na praia sofrem com a superlotação no período de férias

Apartamentos, que costumam ficar vazios, esgotam a lotação. Trabalho dos funcionários dobra para garantir cumprimento das regras.

Mar, areia e lotação esgotada. Nesta época do ano, as praias são o destino mais procurado. Mas onde cabe tanta gente? Só mesmo nos condomínios gigantes, com centenas de apartamentos. Em um deles, na Vila Imirim, na Praia Grande, nesta época é um entra e sai o dia inteiro. São 268 apartamentos e 90% deles estão ocupados.

Vêm excursões de todas as partes do estado. Na alta temporada, os 35 moradores do prédio se despedem do sossego do resto do ano.

Neste condomínio, os limites são claros e estão por todas as paredes. Tem placa de sinalização para tudo e até aviso de que as bombas de água serão desligadas de madrugada para não faltar no dia seguinte. Se não der resultado, tem multa de um salário mínimo.

Multa que, em outro condomínio, também na Praia Grande, serviu para comprar os brinquedos das crianças e equipar a sala de entretenimento dos jovens. As placas com as regras do condomínio também estão espalhadas por todos os lados. A manutenção das instalações é diária, para não deixar a maresia danificar o prédio.

Para evitar a sujeira, cada apartamento tem um armário próprio no térreo para deixar os equipamentos de praia. Uma das soluções encontradas para a segurança foi controlar o acesso dos visitantes. Só entra e circula quem estiver com uma pulseira específica. Para usar a piscina, um segurança faz a checagem das pulseiras dos moradores.

Fonte: G1

O abandono dos pets nas férias

Índice aumenta em média 30% no final de ano

Férias, sol, praia, viagens e festas. Os meses de dezembro e janeiro compreendem o período de celebração do Natal e Ano Novo.

Em entrevista, a voluntária da ONG campineira Grupo de Apoio ao Animal de Rua (GAAR), Marisa Galvão, informou que os índices de cães e gatos nas ruas aumentam em média 30% durante o período das festas de final de ano. A ativista crê que este número deve-se ao irresponsável abandono de pets, em vésperas de viagens familiares. Além disso, ela ressalta o aumento da ocorrência de animais perdidos em decorrência de fugas, quando assustados por rojões, fogos de artifício e tempestades.

Para as ONGs de proteção animal, o período de festas é sinônimo de maiores preocupações. Com estrutura mínima, recursos limitados e superlotações, os ativistas apelam por mais ajuda voluntária e lares temporários.

“Para as ongs a situação é absolutamente desesperadora! A nossa realidade cotidiana é marcada pela falta de abrigos temporários. No GAAR, que não tem estrutura física para abrigar cães e gatos, apenas lares temporários e hospedagem em clinicas veterinárias, o esforço é ainda maior.

Tentamos sensibilizar a sociedade para que adotem, acolham temporariamente, para que nos ajudem na divulgação, mas os resultados são pequenos relativamente à enorme demanda. Sem considerar a total ausência de políticas públicas para os animais, no caso de Campinas, que agrava ainda mais a situação”, conta Marisa.

Além do aumento do número de animais nas ruas, as doações caem consideravelmente entre dezembro e janeiro, restringindo espaço para que as entidades assumam mais resgates. Para Marisa, porém, há um aspecto positivo neste cenário, visto que as doações em alta temporada são mais arriscadas. “Embora tenhamos muitos animais na fila de espera, as doações nesta época são muito mais arriscadas, o número de devoluções pode ser maior, e o animal pode estar em risco assim que chega em um novo lar. Há também o contraponto, pessoas que estão em férias resolvem adotar sem o devido planejamento para isto, ou ainda, pessoas querem presentear com filhotes, o que é inadmissível”, reforça.

Fonte: Folha do Condomínio

O risco do improviso na compra do imóvel

Financiamento no mercado só cobre 80% do bem

Agir por impulso quando se tem o dinheiro ou crédito disponível para a compra do imóvel, diante de uma “oferta tentadora”, pode trazer surpresas desagradáveis ao futuro proprietário, seja jovem ou adulto. A expectativa favorável para o mercado imobiliário nos próximos anos, a melhoria do poder aquisitivo da população e a carência de habitações no País não devem resultar em precipitações, afinal, não se trata de qualquer investimento, disse o empresário Roberto Bisker (foto), CEO e sócio fundador da construtora SAB Group Incorporações.

Para ele, antes de começar a pesquisar imóveis, é preciso planejamento – cada pessoa deve respeitar o seu momento financeiro e suas possibilidades, de forma a tomar a melhor decisão para cada caso.

“Geralmente, as pessoas em busca do primeiro imóvel estão adquirindo o seu maior patrimônio e dando um passo muito importante na sua vida. Não se trata apenas de uma compra, e sim a conquista de um sonho”, comentou Bisker.

Na opinião do empresário, dois fatores se sobressaem de uma série de cuidados com a nova aquisição: a localização do imóvel e o valor necessário para a compra em comparação com a renda disponível para tal aquisição.

“É importante saber em qual região se pretende morar e conseguir delimitar os bairros que farão parte da rotina do comprador”, afirmou Bisker. Ele acredita que para tal avaliação, também é necessário decidir se o primeiro imóvel será uma moradia temporária ou mais permanente, com um projeto de vida familiar. As facilidades da região, como transporte público, mercados, bancos, shoppings centers e outros serviços também entram na pesquisa assinalou.

O empresário alertou que os financiamentos praticados no mercado só cobrem 80% do valor do bem. Contando todos os gastos extras – incluindo os valores do cartório – é preciso uma reserva de pelo menos 30% do valor do imóvel desejado.

As alternativas

Antes de definir a estratégia de pagamento, é sempre interessante analisar cada uma das opções disponíveis na praça como o financiamento concedido pelas construtoras, o empréstimo bancário e os consórcios. Independente do tipo de pagamento, o primeiro passo para quem pretende adquirir o primeiro imóvel é poupar seu dinheiro e pensar a médio e longo prazo, para não surgirem endividamentos.

Na visão do CEO, outra dúvida comum dos compradores estreantes é a questão do aluguel. Em alguns momentos, pode sim ser melhor alugar um imóvel, ainda que temporariamente, até poder comprar ou financiar um apartamento sob condições mais favoráveis. Porém, ele alertou que a mesma renda utilizada no aluguel poderia ser resguardada para o sinal à compra efetiva do empreendimento, sendo um apartamento usado, novo ou na planta.

Para o dono da incorporadora, os imóveis usados, mesmo sendo maiores, tendem a se desvalorizar mais rápido com o passar dos anos e geralmente necessitam de uma maior reforma e não possuem áreas mais modernas de lazer, como piscinas e academias.

Em todos os casos, é preciso estar preparado para fixar uma parcela significativa do orçamento com o pagamento de prestações e saber que os gastos não acabam na compra. “Além de taxas e impostos associados com a aquisição do imóvel, é preciso levar em consideração os gastos mensais fixos como seguro, IPTU e condomínio”, lembrou Bisker.

Fonte: Folha do Condomínio

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Henrique