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leis de condomínio

Como conduzir uma Assembleia

Organização e objetividade garantem reunião rápida e bem sucedida.

Quórum baixo, assembleia prolongada, brigas, e nada decidido. Quem quer participar de uma reunião desse tipo?

Para evitar que essa cena de terror aconteça no seu condomínio, aqui vai um passo a passo de como uma assembleia deve ser preparada e conduzida. Confira:

Preparação dos participantes

  • A parte anterior à assembleia é o primeiro passo para garantir que o evento transcorra com organização e tranquilidade. A convocação deve ser feita como manda a convenção do condomínio – caso contrário, as decisões tomadas pela coletividade podem ser invalidadas judicialmente.
  • O ideal é municiar o condômino com todo o tipo de informação possível antes da reunião, para que ele tenha tempo de refletir sobre os dados, elaborar perguntas e até de trocar algumas ideias com os vizinhos. Dessa forma, ninguém se sente surpreso com o valor do reajuste da taxa ou com o preço da pintura da fachada no momento da assembleia.
  • O uso da internet pode ser um aliado importante para este fim. Por isso, ferramentas como listas de e-mails, facebook, site do condomínio, blogs, fóruns, assembleia virtual, podem ser extremamente úteis para promover e antecipar o debate entre os participantes.
  • Outro item importantíssimo para que a futura assembleia tenha um bom andamento é a definição das pautas. Estas devem ser claras, pertinentes, necessárias e não muito extensas. A quantidade também é determinante. O máximo recomendado são quatro pautas por assembleia, para evitar que o evento se alongue demais.
  • Atrair os condôminos é fundamental. Coloque observações no edital, como: “A sua presença é indispensável para o bom andamento e valorização do nosso patrimônio”; “Os ausentes, por Lei, deverão acatar com todas as decisões tomadas”. O síndico e a administradora devem continuar chamando os condôminos para a reunião, com lembretes no quadro de avisos do condomínio, quinze dias antes, uma semana antes, dois dias antes do evento e na própria data também.

A preparação também pode variar de acordo com a finalidade de cada assembleia:

  • Aprovação de contas: Mande antes da reunião uma prévia do que será falado. Um atualizado das despesas do condomínio, com o quanto se gasta atualmente com pessoal, concessionárias, e principais itens de manutenção. Para a ocasião, as pastas devem estar todas aprovadas pelo conselho, que deve vistá-las mensalmente
  • Previsão orçamentária: Envie, com antecedência, os valores já com reajustes previstos para o período – inflação de contratos, reajustes, média de dissídio
  • Eleição de síndico: caso haja mais de um interessado, é possível que os mesmos conversem com o síndico atual com antecedência e mandem para os outros condôminos suas propostas de trabalho.
  • Convocações específicas: – envidraçamento de sacadas ou obras, por exemplo – : o síndico pode já mandar os orçamentos colhidos, e as informações técnicas com antecedência.

Ambiente

  • Antes da reunião começar, se possível, coloque uma música ambiente suave, ou até um DVD com um tema leve. Músicas agitadas não são recomendadas. Outro toque simpático é oferecer um cafézinho com biscoito para os presentes. Esse tipo de cuidado vai criando um ambiente mais propício para a conversa e para o entendimento entre os vizinhos.
  • Se possível também, as cadeiras podem ser dispostas em um círculo, facilitando a comunicação face-a-face.
  • Inicie sempre no horário (geralmente na segunda chamada, uma vez que a participação da primeira dificilmente é alcançada).
  • Mantenha o material (orçamentos, provisão orçamentária, extratos bancários, fotos de obras e serviços etc.) organizado e, se possível, mostre aos condôminos por meio de retro-projetor ou computador, por exemplo, tornando a reunião menos cansativa.
  • Outra boa medida é levar cópia da Convenção e do Regulamento Interno, para possível consulta.

CONDUÇÃO DA REUNIÃO

O primeiro passo é decidir pelo presidente da mesa. Peça fundamental para o bom andamento do evento, o recomendável é que o presidente seja alguém respeitado por todos, neutro e que não pertença a nenhuma “panelinha” do condomínio.

Também é de extrema importância que o presidente da mesa saiba se colocar no momento certo, evitando que os moradores que demandam mais atenção fujam do tema que está sendo debatido.

Além disso, deve-se observar o horário de início da reunião. É uma boa maneira de prestigiar os presentes, e não os ausentes, ou atrasados. Outra forma de se manter a ordem é dar certo período de tempo para cada assunto na pauta – e no máximo cinco minutos a mais, caso a maioria decida por mais explicações sobre o tema.

Veja algumas sugestões sobre o tempo necessário para os seguintes assuntos – caso o material de apoio já tenha sido enviado com antecedência, como foi sugerido acima:

  • Prestação de contas: de 20min a 25 min
  • Previsão orçamentária: de 10 min a 15 min
  • Eleição: geralmente feita por aclamação, 5 minutos. Mas se houver mais candidatos, calcule 3 minutos para cada um
  • Aprovação de obras: de 15 min a 20 min

Para que a reunião transcorra da melhor forma possível, a ordem do dia deve deixar os temas mais polêmicos para o final. Assim, os outros assuntos são decididos com mais tranquilidade.

Objeções

Mesmo com toda essa organização, há algo que pode minar o sucesso de uma assembleia: as objeções em excesso ou a vontade, de alguns moradores, de debaterem assuntos que não são coletivos durante a reunião.

Para aqueles que pedem a palavra a todo momento e desejam mais explicações sobre contas já aprovadas, ou sobre um orçamento cotado, ou em relação a um item muito específico de qualquer coisa debatida, pode-se oferecer uma atenção especial em outro momento, para evitar atrasar a ordem estabelecida para o dia.

Uma sugestão é que se coloque em votação se a dúvida é da maioria dos presentes ou não. Assim, o morador em questão não se sente injustiçado e, se o assunto realmente for de interesse geral, tem mais espaço para discussão.

É importante que os moradores não fiquem sem resposta para as suas questões. Mesmo que repetitivas,as perguntas devem ser respondidas – o que pode acontecer em outro momento, que não na assembleia.

Perda de foco

Outro problema recorrente em assembleias são aqueles que querem discutir assuntos privados. Nesse caso, o ideal é que o presidente da mesa explique que o tema não é de interesse geral, mas que o síndico pode procurá-lo em outro momento, ou depois da assembleia, para falar sobre o problema. Deve-se ressaltar que a assembleia é o momento para debater os assuntos referentes à comunidade.

Veja abaixo algumas frases que o presidente da mesa pode usar para manter a objetividade da reunião:

  • “Esse assunto será debatido mais tarde”
  • “Me desculpe, mas o tema não é de interesse coletivo”
  • “O item já foi discutido e aprovado”
  • “Senhores, temos mais três minutos para decidir sobre esse assunto, depois passamos para o próximo item da pauta”
  • “Esse tema não está na pauta do dia”
  • “Podemos discutir esse assunto em particular”

Ânimos exaltados

  • Em uma assembleia, os condôminos muitas vezes sabem quem pode ou não conturbar. É importante identificar antes quem costuma agredir ou ofender os demais para não deixar essa pessoa “crescer”.
  • O presidente é o responsável pela ordem na assembleia. Cabe a ele advertir aquele que estiver perturbando os demais pela sua postura hostil durante a reunião
  • Se isto não for suficiente, em último caso, o presidente, com a anuência dos presentes, pode solicitar a retirada do perturbador ou suspender os trabalhos, determinando nova data para a continuação dos trabalhos (assembleia em sessão permanente).

Depois da reunião:

Com o fim das discussões agendadas, é possível que os vizinhos e síndicos fiquem ali conversando sobre a reunião. O presidente da mesa, auxiliado pelo funcionário da administradora de condomínio, redige a ata da reunião, que tem data limite para ser entregue aos outros moradores, expressa na convenção.

Aproveite o momento para tirar alguma dúvida pendente que tenha ficado para trás por falta de tempo – ou por interesse de algum morador.

Fonte: SindicoNet

Férias com diversão e sem acidentes

Pais devem ficar atentos e orientar as crianças para que as brincadeiras não resultem em escriações, torções e até fraturas.

Férias são sempre sinônimo de diversão para criançada. Momento para relaxar e também se divertir com os pais, colegas e primos, seja na casa dos avós, em colônias de férias, nos playgrounds com os vizinhos ou parquinhos do bairro. Querendo aproveitar para fazer tudo o que nem sempre tiveram tempo durante o ano, muitas crianças acabam exagerando e o resultado são escoriações, torções e até fraturas.

 Para prevenir os acidentes e garantir que as férias sejam tranquilas, o ortopedista londrinense Vanderlei Montemor Bernardo, especialista em trauma ortopédico, afirma que os pais não devem desgrudar os olhos dos pequenos (de até três anos), e orientar os maiores sobre os riscos que correm ao se aventurar na escalada de móveis, escorregar no corrimão da escada ou mesmo correr dentro de casa.

”Acima dos quatro anos, a maioria das crianças começa a se aventurar em brincadeiras nem sempre seguras e atividades esportivas. É nessa faixa etária que começam as surgir as fraturas em punho e as contusões em geral”, detalha o médico, que é membro da Sociedade Brasileira de Trauma Ortopédico.

Segundo ele, dos 230 pacientes atendidos por ele no Hospital Ortopédico de Londrina, cerca de 20% são crianças e pelo menos a metade delas chega ao consultório com as fraturas de punho. Isso porque as crianças tendem a tentar se apoiar no chão com as mãos quando caem, uma defesa natural, de acordo com Bernardo.

Por isso é tão importante que os pais ou tutores conversem com os filhos e expliquem os riscos de determinadas ações, como correr em piso molhado, brincar nas piscina, camas elásticas, pular corda e dar exemplos dos acidentes domésticos, acrescenta Bernardo.
A partir dos quatro anos, elas já são perfeitamente capazes de entender o que pode e não pode, o que é perigo ou não, qual o tipo de piso onde se pode correr, quando usar capacetes e determinados calçados para a prática de alguns esportes, salienta o especialista.

Menos obstáculos

A vendedora Salete Acorde Vieira está sempre de olho na neta Luisa Acorde Rodrigues, de três anos, que passa as férias na casa dela, no Conjunto Ruy Virmond Carnasciali (zona norte). Isso, porque, segundo Salete, a menina é cheia de energia e nem sempre ouve a avó quando se encanta com alguma coisa. ”Todo cuidado é pouco com ela, ainda mais nessa idade, ela não para um minuto”, enfatiza.

Para evitar os acidentes, Salete detalha que não deixa a neta sentar em nenhum brinquedo do parquinho sem que ela cheque antes, evita que a menina fique mexendo com objetos da cozinha, fique pulando em cima da cama ou mesmo correndo na escada da casa. ”Explico os perigos e sempre recomendo que ela e os primos pequenos brinquem no quintal onde há espaço e menos obstáculos para as brincadeiras”, observa.
Com a filha de férias em casa, o ensacador Marcos Roberto Barbosa, morador do Distrito de Lerroville (zona sul), conta que também acompanha cada brincadeira da pequena Ana Beatriz, de quatro anos, e sempre conversa com ela sobre as consequências de suas ”artes”. A menina mora em Pato Branco (Sudoeste) com a mãe e sempre celebra as festas de final de ano com o pai. ”Como moro em chácara e tem muito bicho que ela não é acostumada, a gente sempre precisa explicar dos riscos para evitar os acidentes”, diz.

Ana Beatriz garante que já aprendeu e segue a risca as orientações do pai. ”Não pode puxar o rabo do cachorro, porque ele morde a gente; tem que ver onde pisa ao brincar de pega-pega pra não cair e ralar o joelho e nunca pular nas beiradas da cama elástica. Assim, a gente não se machuca, nem machuca os priminhos”, ensina.

 Fonte: Folha de Londrina

Grupo que atende condomínios cresce 65%

Foto: Jo Capusso
Wilson Bacco (à dir.) e a equipe do Grupo Portal

Diferentemente do crescimento estimado para a economia brasileira em 2012 – em torno de 1% -, o Grupo Portal Serviços, que atua na terceirização de controle de acessos e limpeza em condomínios no Estado de São Paulo fechou o ano passado com faturamento 65% superior ao de 2011, ou R$ 1,2 milhão. Mas, segundo Wilson Bacco, diretor do Grupo, as boas notícias não param por aí. Para 2013, já estão garantidos aproximadamente R$ 2,3 milhões em contratos, com 25 novos condomínios. Hoje, a empresa já atende a 19 edifícios residenciais e comerciais na capital e região metropolitana de São Paulo.

Fundado há apenas dois anos, em 2010, à época o Grupo tinha 10 funcionários e atualmente conta com 95 colaboradores, que prestam serviços de portaria, controle de acessos, limpeza e jardinagem em prédios e shopping centers. Bacco informou que em janeiro deste ano será inaugurada uma nova unidade na cidade de Santos/SP, onde, devido ao crescimento de condomínios na região seus colaboradores irão atuar na recepção dos condôminos e visitantes, com o controle de acessos.

É justamente nessa atividade que o empresário revelou a especialidade do Grupo Portal. “São profissionais que entre suas principais características estão a capacidade de lidar com o público, sem segregação por raça, credo, nível social ou gênero”, afirmou Wilson Bacco.

Blindagem gratuita da portaria

De acordo com a gerente Administrativa e de RH, Cristina Kubinyete, para serem contratados, inicialmente, a preocupação está com o histórico do candidato, levando-se em consideração os antecedentes criminais e o perfil psicológico do pretendente ao cargo. A gerente contou que, uma vez aprovado, o futuro colaborador recebe ainda treinamento específico para o atendimento ao condomínio onde irá atuar.

Além da capacitação dos seus colaboradores, outro diferencial que o diretor da empresa acredita estar relacionado ao crescimento do Grupo é a preocupação da empresa com a segurança do profissional que trabalha na portaria dos condomínios, com benefícios aos moradores dos edifícios.

“Nós oferecemos aos nossos clientes, gratuitamente, a blindagem da portaria. O sistema inicialmente funciona por 30 meses em regime de comodato. Após esse período, o condomínio adquire a posse do equipamento”, informou Bacco. A contrapartida do condomínio é a contratação do serviço de Controle de Acesso, oferecido pela empresa. O objetivo, segundo o diretor, é garantir a integridade física dos condôminos, do local e dos funcionários.

Fonte: Folha do Condomínio

Esqueleto das construções tem função essencial

Daniel Castellano/ Gazeta do Povo / A estrutura está “enterrada” e geralmente não pode ser vista na superfície
A estrutura está “enterrada” e geralmente não pode ser vista na superfície

São as paredes, o chão e o telhado de um imóvel que transmitem a sensação de proteção. Para que o sistema estrutural represente, de fato, amparo, é preciso tomar cuidado na hora de construir, principalmente com a fundação.

Como o sistema estrutural fica, geralmente, “enterrado” e é de difícil acesso, a atenção na hora de executar a obra tem de ser redobrada. A fundação tem a tarefa distribuir todos os esforços e cargas que vem da edificação para o solo. “A escolha pelo tipo de material e de fundação vai depender do solo onde o imóvel será construído”, exemplifica o engenheiro civil, especialista em estruturas, Fausto Perreto.

Manutenção

Para evitar o colapso na estrutura do imóvel, os especialistas recomendam um check-up, com atenção a fissuras e rachaduras e se elas representam ou não um risco estrutural.

Para que o imóvel chegue até o esgotamento, é comum que uma série de fatores de risco seja somada. “Erros de projeto ou execução, falta de manutenção, reformas sem aprovação e acompanhamento técnico são alguns dos fatores que podem contribuir para o aparecimento de problemas estruturais em edificações”, aponta Diogo Linhares de Camargo, sócio da Porto Camargo Engenharia.

Não há um prazo determinado para uma vistoria técnica, mas a indicação é que depois de 10 anos da conclusão da obra seja feita uma vistoria na estrutura. Antes, só se for detectada alguma situação preocupante, como rachaduras que evoluem muito rápido, estalos, armaduras de aço expostas e infiltrações.

Parede
Além da função de vedar

As paredes fazem parte do sistema estrutural de um imóvel e, nas estruturas de concreto armado, elas servem apenas como elemento para fechar a estrutura ou para separar fisicamente os ambientes. “Nas edificações com o sistema estrutural de alvenaria estrutural ou em imóveis antigos onde eram construídas paredes espessas em tijolos maciços cerâmicos, elas desempenham função estrutural”, explica o engenheiro civil Fausto Rafael Perreto.

Por isso, ele alerta que, em nenhuma hipótese, deve ser feita alguma intervenção ou demolição de paredes sem a orientação de um profissional da área, que vai poder avaliar se a parede tem função estrutural. Mexer em uma parede que serve como base para a estrutura pode resultar até na demolição do local.

Além da estrutura, as paredes também tem função e podem gerar preocupação com relação ao desempenho térmico-acústico do imóvel. “Por isso, atualmente, os materiais mais utilização para a execução das paredes são o bloco cerâmico, o bloco de concreto e as paredes de dry-wall”, enumera o engenheiro Diogo de Linhares Camargo.

Cobertura

O telhado dos imóveis possui função de proteger a edificação contra as intempéries do tempo. Junto com as telhas, formam o conjunto de proteção as calhas, condutores e ralos. “Esses elementos devem estar funcionando adequadamente para proteger a edificação e não permitir que a água da chuva fique depositada em locais onde não deveria, porque esses acúmulos favorecem a deterioração do concreto armado”, aponta o engenheiro civil Fausto Rafael Perreto.

No verão, com índices de chuvas mais intensos, é aconselhável fazer reparos e manutenção para que o excesso de chuva para evitar transtornos. A arquiteta da Doutor Resolve, Lígia Franco, explica que no período do verão a sujeira decorrente dos ventos fortes e folhas podem comprometer o escoamento da água. A limpeza regular das calhas precisa ser feita para evitar o problema.

Ela explica que existem alguns sinais que podem servir de alerta ao proprietário de que está na hora de uma revisão, limpeza e em alguns casos da troca das telhas. Pequenas passagens de luz no telhado, por exemplo, são as mesmas que darão início às goteiras. Manchas de umidade ou pontos mais escuros que fazem contraste com o restante da pintura também podem indicar problemas.

Fonte: Gazeta do Povo

Diminuição das vendas não assusta corretores

Estabilização no setor imobiliário fez com que ganhos da profissão ficassem mais modestos. No entanto, ainda não há migração para outras áreas.

Daniel Castellano/ Gazeta do Povo / Thiago Gabardo deixou a profissão de técnico em eletrônica para vender imóveis usados há três anos e não reclama da troca
Thiago Gabardo deixou a profissão de técnico em eletrônica para vender imóveis usados há três anos e não reclama da troca

Quando empreendimentos inteiros eram comercializados em poucos dias, muita gente migrou de outras áreas para ser corretor de imóveis. Em 2012, o cenário mudou, mas mesmo em um ano de estabilização do setor em Curitiba e no país, o número de corretores de imóveis não diminuiu.

De acordo com dados do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Paraná (Creci-PR), em 2012 cresceu 15% o número de profissionais da corretagem. Atualmente, são 30 mil corretores inscritos na entidade e 15 mil em atividade efetiva.

O presidente do conselho, Ademar Pucci, comenta que a expectativa para 2013 é que o número de corretores aumente na mesma proporção. “Temos déficit de corretores. Podemos dobrar esse número”, defende Pucci.

O corretor Thiago Gabardo se diz satisfeito com a troca que fez há três anos. Ele deixou o ofício de técnico em eletrônica para ser corretor e comenta que não vê grandes perdas financeiras com a estabilização do setor. “A variação entre os meses fica na casa dos 20%”, explica. Por isso, diz ele, o corretor precisa se planejar: “não temos ganhos fixos”.

Um corretor de imóveis que prefere não se identificar considera que o boom imobiliário pode ter gerado uma falsa impressão de que a corretagem é uma “mina de ouro” mas garante que ainda há espaço para o cargo. “As vendas dos lançamentos para moradias padrão médio-alto desaceleraram, os perfis da vez são outros”, explica, apontando que é preciso diversificar os produtos para manter os índices de venda.

Taxa
Ibedec alerta para cobrança do valor de corretagem

O Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec) alerta que um dos problemas da na hora de negociar o imóvel e que envolve os corretores, é a cobrança dissimulada da taxa de corretagem. De acordo com o órgão, a cobrança ilegal geralmente se dá quando o consumidor é solicitado a dar um sinal para concretizar o negócio. A cobrança é feita, muitas vezes, sob o argumento de venda que restam poucas unidades ou que a tabela de preços vai ser reajustada. É feito uma proposta de compra e aquele valor colocado como arras, uma espécie de multa prevista no Código Civil se uma das partes desistir do negócio, diz comunicado do instituto.

Quando chega o contrato definitivo o consumidor descobre então que aquele valor dado a título de arras, na verdade era em grande parte a comissão de corretagem que foi cobrada dele e não do vendedor do imóvel. Essa é a irregularidade.

As reclamações mais comuns são de pessoas não habilitadas pelo Creci; profissionais que atuam com parcialidade defendendo o interesse de apenas uma das partes; profissionais que recomendam negócios sem as devidas cautelas e colocando consumidores em situação de risco.

Cuidados

O Ibedec recomenda cautela na hora de contatar o corretor de imóveis. Seguem algumas dicas:

Exija sempre que o corretor de imóveis apresente a carteira do Creci e ligue no Conselho para conferir a autenticidade do documento;

O corretor de imóvel só poderá receber sinal de compra caso esteja expressamente autorizado pelo vendedor, através de contrato específico dizendo isto, e cuja cópia o consumidor deverá solicitar e guardar;

Jamais faça o negócio por procuração ou contrato de gaveta. Se for necessário passar uma procuração, coloque cláusula de prazo máximo para efetivação do negócio, além do dever de prestação de contas. Isto amarra o profissional ao objeto do seu contrato e evita desvios de conduta;

Cabe o pagamento da corretagem somente a parte que encarregou o corretor de procurar o negócio determinado, porém, o pagamento pode ser dividido entre o comprador e o vendedor, desde que isto conste expressamente no contrato;

O contrato de corretagem não impõe uma simples obrigação de meio, mas sim um obrigação de resultado. A jurisprudência indica que quem contrata corretores só deve pagar comissão de corretagem se o negócio for efetivado;

O consumidor deve declarar no contrato de compra e venda o valor da corretagem, quem pagará o corretor ou os corretores e deve exigir Nota Fiscal se for uma imobiliária ou um RPA – Recibo de Pagamento à Autônomo, em caso de corretor pessoa física. Caso o corretor se negue a dar o recibo ou nota fiscal, o consumidor pode recusar o pagamento ou fazer registro na delegacia por sonegação fiscal.

Fonte: Gazeta do Povo

Tendência de queda em processos por atraso de condomínio

O número de ações na Justiça por falta de pagamento da taxa de condomínio caiu 7% em agosto último na comparação com julho, para 1.141 processos, segundo o Secovi-SP (sindicato das empresas do setor de habitação do Estado de São Paulo).

No acumulado do ano, o volume é de 7.718 ações, uma leve alta de 0,85% ante o mesmo período de 2009; contra 2008, há uma queda de 18,3%.

Segundo Hubert Gebara, vice-presidente de administração imobiliária e condomínios do Secovi-SP, a expectativa é de que o número de processos continue caindo nos próximos meses. “Depende de a economia permanecer estável, com manutenção dos empregos e da inflação em níveis comportados”, explica o executivo.

A aprovação da lei paulista que permite que os nomes dos devedores sejam levados a protesto, em 2008, explica boa parte da queda verificada nos últimos dois anos.

Daí, cresceu a importância da negociação extrajudicial com os inadimplentes, evitando os processos, que levam até dez anos para serem resolvidos. “Nem a administradora nem o síndico têm interesse algum em brigar com os condôminos, que são seus clientes e vizinhos. Mas é preciso que se tome alguma atitude em relação a quem atrasa porque as contas do prédio não podem esperar”, diz Gebara. “Quem atrasa precisa ter consciência de que está prejudicando aos demais e a si próprio.”

Fonte: IG

Crianças em férias

Período é ideal para organizar jogos, brincadeiras, etc.

Durante as férias escolares, o problema de barulho costuma aumentar e pequenos acidentes, já que as crianças permanecerão por mais tempo dentro de casa. Se os pais trabalham fora, isso é ainda pior. Elas ficam presas no apartamento esperando o momento certo para gastar energia. Veja algumas dicas para driblar o problema:

  • O condomínio pode estimular brincadeiras, como o uso de alguns jogos, principalmente quando há pouco espaço no prédio. Entre as opções de jogos estão: damas e outros de tabuleiro, quebra-cabeças e uso de bonecas e carrinhos.
  • Converse com outros pais e responsáveis por crianças do condomínio para combinarem atividades coletivas, como jogos na quadra ou horários na brinquedoteca. Sempre supervisionados por um adulto.
  • Outra atividade bastante interessante é a criação de uma biblioteca. Os pais podem doar os livros. Além de distrair as crianças, incentiva a leitura. A biblioteca poderá ser montada numa sala pequena e com a ajuda das crianças.
  • Durante as férias, os condomínios podem flexibilizar regras muito rígidas, como a proibição de bicicletas. O condomínio pode abrir exceção para crianças pequenas.
  • Contratar escolinha de esportes ou profissionais de recreação também ajuda e são alternativas cada vez mais frequentes em condomínios.
  • Lembre-se: porteiros, zeladores e funcionários do condomínio não são responsáveis pelas crianças.

Os pais e responsáveis pelas crianças do condomínio devem responder pelos atos que infringirem as regras internas do condomínio e estão sujeitos às penalidades.

Fonte: SindicoNet

Saiba evitar sustos com condomínio de imóveis em construção

É preciso estar atento na hora de comprar um imóvel em construção, pois a taxa de condomínio prevista pode estar distante dos reais gasto

Todo mundo sonha com a casa própria, mesmo que o imóvel ainda esteja em construção. Em prédios e residenciais, no entanto, esse sonho pode ser frustrado por uma dor de cabeça: a taxa de condomínio pode ficar acima do previsto pela construtora.Em geral, no primeiro ano após a entrega das chaves pratica-se a mensalidade calculada de acordo com as estimativas do empreendedor. Daí em diante, a conta é feita com base nos gastos de fato ocorridos nos primeiros 12 meses. E a diferença pode surpreender alguns moradores.

Uma das razões para isso é que os condomínios atuais frequentemente são mais equipados, para atrair compradores. “Vários deles contam com sauna, piscina aquecida, cyberespaço, fitness… E isso demanda muita manutenção em pouco tempo, o que acaba encarecendo bastante os valores”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente da seção paulista do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci-SP).

Outros itens que podem ser negligenciados são a manutenção de elevadores, jardins, segurança etc. Conforme a ocupação do condomínio vai crescendo, outros gastos básicos sobem também, como as contas de água. A inadimplência de parte dos moradores é outro fator que pode levar a uma alta no valor das taxas em pouco tempo.

Também existe a possibilidade de a construtora subavaliar os custos para dar a ideia de que o imóvel é atraente. Viana afirma, porém, que não existe qualquer processo registrado no Creci a esse respeito. “O que pode acontecer é que ou o custo foi mal calculado no início, ou estão pedindo mais do que o necessário após a entrega. Porém, pela minha experiência, posso afirmar que não é uma prática do mercado.”

Viana explica que a melhor forma de se precaver é buscar o máximo de informações sobre os gastos condominiais no momento da compra do imóvel. “A maioria das pessoas apenas pergunta o valor e avalia se ele é ou não acessível. Mas uma boa dica é pegar uma cobrança detalhada de condomínio e ir perguntando item por item quanto está previsto de gastos com faxina, jardim, selador etc.”, recomenda.

Fonte: Terra

Veja como organizar uma assembleia de condomínio virtual

As assembleias virtuais surgem como opção para ampliar a participação dos moradores em grandes cidades

Com a vida corrida que se leva nas grandes cidades, muitas vezes falta tempo para coisas básicas, como decidir os rumos do próprio local onde moramos. Por isso, muitos condomínios estão realizando assembleias pela internet, garantindo assim a participação de um maior número de pessoas. Porém, é preciso tomar uma série de cuidados para garantir a segurança do processo e evitar futuros questionamentos judiciais das reuniões.

A primeira providência é consultar a convenção inicial do condomínio e ver o que o documento diz sobre assembleias virtuais. “Algumas estabelecem a obrigatoriedade de reuniões presenciais. Nesse caso, será preciso fazer uma mudança no texto que deve ser aprovada em assembleia com participação de pelo menos dois terços dos moradores”, explica Carlos Brasil Chaves, representante da Associação dos Notários e Registradores de São Paulo (Anoreg-SP).Caso o documento não faça nenhuma restrição, os moradores podem passar a usar a internet para discutir os rumos do condomínio. Chaves, porém, destaca duas medidas adicionais para tornar o processo mais seguro. A primeira é a adoção dos chamados certificados digitais. “Eles são oferecidas por cartórios, que disponibilizam um sistema de segurança informatizada. Isso dá a presunção legal de que foi o próprio condômino quem participou da discussão, e não outra pessoa em seu lugar”, esclarece o representante da Anoreg.

Outra iniciativa importante é formalizar a discussão em uma ata notarial, estabelecida por um tabelião de notas. “Este conjunto de medidas evitará possíveis questionamentos da legitimidade do evento. E um processo judicial pode prejudicar bastante a dinâmica do condomínio, pois todas as suas ações ficam travadas até que se chegue a uma decisão”, diz Chaves.

Ele alerta ainda que, apesar de permitirem uma maior participação dos condôminos nas tomadas de decisões, as assembleias virtuais podem excluir pessoas que não tenham tanta familiaridade com o ambiente digital, como os mais idosos, por exemplo. “Por isso, recomendamos a adoção de assembleias mistas, ou seja, que as discussões se deem tanto pelo computador quanto pessoalmente, e que os dois debates sejam registrados em uma única ata.”

Fonte: Terra

Condomínios adotam regras para segurança das crianças

Medidas reforçam supervisão para garantir diversão sem acidentes. Para pais e síndicos é preciso redobrar os cuidados durante as férias.

Regras ajudam a garantir segurança durante as férias em condomínios (Foto: Reprodução/TV Integração)
Regras garantem segurança durante as férias em condomínios

Com a chegada do fim de ano e início das férias escolares, o clima de tranquilidade nos condomínios e residenciais dá espaço para as tarde de brincadeiras, muitas vezes, em locais improvisados, como escadarias e até no elevador. Para evitar problemas mais graves, alguns condomínios, no Triângulo Mineiro, adotam regras e reforçam a supervisão das crianças para garantir a diversão dos menores sem acidentes. Para os pais e principalmente para os síndicos, é preciso redobrar os cuidados com segurança no período das férias.

Para a professora e síndica de um condomínio, Vanice Rosário Floriano, mãe de Marina, de quatro anos, os cuidados com a segurança começam dentro de casa. Para ela, qualquer descuido pode dar oportunidade para um acidente mais grave. “Temos as normas, mas é preciso ficar de olho, pois criança é imprevisível. Na mesma hora que está do seu lado, pode sair correndo”, afirmou.

Para Vanice alguns cuidados são essenciais mesmo em um espaço considerado seguro como os condomínios. “A primeira questão que precisamos tomar cuidado é dentro da própria casa. Eu, por exemplo, moro no segundo andar, então todas as janelas têm grade. No nosso regimento interno, já diz que as crianças não podem ficar sozinhas na área de lazer. Toda vez que tiver uma criança no local, é preciso um responsável acompanhando”, lembrou.

O sargento da Polícia Militar, Claúdio Henrique de Carvalho, síndico de um condomínio residencial, lembrou que, quando o assunto é segurança, também é preciso atenção com o trânsito. O limite de velocidade dentro condomínio onde ele mora é de 20 km/h. “Temos a orientação do limite de velocidade que deve ser respeitada. Os moradores são orientados assim como os visitantes. Todos têm que respeitar o limite de velocidade dentro do espaço do condomínio”, disse o sargento.

Síndica acredita que é preciso diálogo com as crianças (Foto: Reprodução/TV Integração)
Síndica acredita que é preciso diálogo com as crianças

Outra questão destacada pelo militar é a importância da criança estar acompanhada constantemente por um responsável e ter contato com os funcionários do condomínio. “As crianças não podem sair sem estar acompanhadas de um responsável. Pessoas estranhas só devem entrar no local com autorização de um morador. São regras que estão no estatuto do condomínio e as famílias compreendem e acatam”, lembrou Cláudio.

Para a síndica Marília Fidalgo Paiva, o principal aspecto para garantir a segurança das crianças e evitar acidentes é manter o diálogo com elas. “Conversamos muito com as crianças e estamos sempre em contato apoiando no que querem. Com isso eles têm confiança na gente e o trabalho sempre é feito com segurança”, garantiu.

No condomínio administrado por Marília, as regras são estabelecidas e acompanhadas pelos moradores e funcionários: brincar na escadaria do prédio é proibido, utilizar a área de lazer onde existe uma piscina somente com a companhia de um adulto ou responsável, e até mesmo o uso dos elevadores são supervisionados. “A preocupação maior é com a piscina, mas ela é cercada, tem cadeado e só é aberta na presença de um adulto. Nossa responsabilidade é muito grande. Pois se acontece alguma coisa é o síndico que precisa resolver”, concluiu Marília.

Fonte: G1

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