(41) 3324-9062

Cadastre-se em nossa newsletter e receba as novidades do universo condominial:

lei do silêncio em condomínios

Síndico e morador: como proceder?

Cuidar de questões que muitas vezes não estão previstas no Código Civil faz parte do cotidiano dos síndicos que também são moradores. Brigas de vizinhos por causa de crianças, cachorro, garagem, ter que acordar de madrugada para advertir sobre o barulho no salão de festas, estão entre os problemas do dia a dia desses gestores.

Por esta razão, o síndico que é morador deve estar ciente de seus deveres e estar disposto a atender moradores, sem prejudicar a questão de serem vizinhos. Esta função requer paciência e tempo. Para quem pretende exercê-la é fundamental ter disposição para resolver os problemas em qualquer dia e horário.

Roberto Francischini, síndico e morador de um condomínio em Campinas (SP), sente o peso da função no seu cotidiano. “Tenho que resolver todo tipo de assunto: briga por causa do barulho do cachorro, por vaga na garagem, entre outras coisas. Não é uma rotina fácil. Exige comprometimento e pulso firme”, explica.

Francischini, que também trabalha de segunda a sábado, explica que é fundamental usar o bom senso, disciplina e organização para conciliar tudo. “Às vezes estou chegado do trabalho e alguém me aborda com algum problema. Nessas horas, preciso ter jogo de cintura para não cometer erros e ter bastante paciência”, diz.

Após ser eleito, o síndico precisa realizar o que prevê o artigo 1.348 do Código Civil, e seguir normas de edificação, que garantem a segurança física do local. Entre suas atividades estão convocar assembleias extraordinárias e ordinárias, cobrar taxas condominiais, controlar a inadimplência dos condôminos e cuidar da manutenção do prédio.

Quer ser síndico? Saiba o que é preciso analisar antes de se candidatar!

Pontos positivos

- Síndico que é morador não tem obrigação de cumprir horário de atendimento em local fixo;

- O síndico ganha uma remuneração fixa pelo serviço que desempenha. Esse valor precisa ser fixado pela convenção do condomínio;

- Em alguns casos, o síndico que é morador não precisa pagar a taxa de condomínio;

- Conhecer os moradores e preparar atividades para os aproximarem;

- Possibilidade de contratar serviço de orientação ao síndico, que vai lhe dar suporte legal e administrativo para atuar;

Pontos negativos

- Disponibilidade de tempo para atender os moradores;

- Carga de trabalho elevada, pois não há horário definido para atender os moradores, podendo ser chamado de madrugada e ter que resolver a situação na mesma hora.

- Ter de desempenhar as obrigações impostas pelo Código Civil;

- Correr o risco de ser imparcial, porque é difícil penalizar um vizinho que também é amigo.

Fonte: Condoworks

Cuidados para não perder o imóvel

A compra da casa própria exige disciplina e fôlego: a inadimplência pode se transformar em despejo.

Escolher o imóvel e fechar o contrato é só o início. Adquirente tem de garantir pagamento pontual para não correr o risco de perder o bem

A aquisição da casa própria foi facilitada com juros mais baixos e disponíveis, mas a legislação ficou mais rígida com inadimplentes nos últimos anos. Desde 2004, é mais simples retomar o bem em caso de falta de pagamento, e essa é uma das razões da redução das taxas de juros.

Comprar uma casa é um negócio de longo prazo e depende de planejamento. “É preciso ter consciência que é diferente de comprar um eletrodoméstico ou carro. A prestação não pode ultrapassar 30% da renda e o imóvel escolhido deve estar dentro das necessidades da família”, endossa o gerente regional da Caixa Econômica Federal, Vilmar Smidarle.

Na alienação fiduciária, modalidade de garantia mais comum, a retomada do imóvel pelo credor pode acontecer a partir do atraso de 60 ou 90 dias. “O imóvel pertence à instituição durante o pagamento. O mecanismo de execução é rápido”, diz Smidarle. Ele indica que o melhor é deixar o pagamento em débito automático para não correr o risco de usar o dinheiro em outros gastos.

Como uma parte da renda familiar já vai estar destinada ao pagamento do imóvel, é aconselhável não fazer outras dívidas.

“Quem trabalha com carteira assinada deve usar os recursos do FGTS de dois em dois anos, prazo mínimo para acessar o benefício”, diz o presidente do ABMH, Leandro Pacífico.

Fonte: Gazeta do Povo

Férias: Crianças aproveitam espaço de lazer nos condomínios

Ter um espaço amplo e seguro para as crianças brincarem é item fundamental em um condomínio. Por isso, as construtoras estão investindo cada vez mais nas áreas de lazer. Entre os itens mais pedidos estão à famosa brinquedoteca, local em que a criançada tem brinquedos, livros, jogos, filmes e outros.

E nesse período de férias é muito importante ficar atento com as crianças para evitar acidentes. Por isso, fique de olho nas dicas de segurança a seguir:

• Oriente seu filho sobre os perigos da varanda e que alguém pode se machucar, caso ele arremesse objetos. As telas de proteção são essenciais.
• Crianças devem ser orientadas a pedirem autorização ou a presença dos pais sempre que quiserem ir à piscina.
• Atenção para as brincadeiras próximas às bordas. É obrigação do condomínio garantir a estrutura adequada e segura desta área.
• Estabeleça horários para a brincadeira – especialmente, nos períodos de manhã e tarde. Converse com as crianças sobre os demais limites da diversão.
• Famílias com crianças devem dar preferência a empreendimentos que contem com área de lazer.
• Toda criança deve ter supervisão dos responsáveis durante o momento da brincadeira.

Fonte: Condoworks e Jornal O Norte

Política da boa vizinhança

A vida na cidade tem lá suas vantagens, mas não há como evitar aqueles problemas que surgem com vizinhos. Segundo Dirceu Jarenko, vice-presidente da área de condomínios do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná, as situações que mais dão dor de cabeça nos condomínios envolvem infiltração nos apartamentos, barulho excessivo fora dos horários permitidos, carros ocupando outras vagas na garagem e discussões envolvendo animais de estimação. Na hora de resolvê-los, Jarenko garante que quase sempre a fórmula “bom senso e uma boa conversa” funciona. Em alguns casos, porém, a situação sai do controle e até a Polícia precisa ser acionada. A seguir, soluções para resolver seis problemas “de bairro” muito comuns em Curitiba.

Barulho

- Vale para: vizinhos que costumam fazer muito barulho, festas barulhentas dentro do condomínio ou bares, casas noturnas e reuniões de pessoas em postos de gasolina para ouvir música no último volume.

- O que fazer: o ideal é primeiro entrar em contato com seu vizinho e pedir que ele diminua o barulho. Se a situação for recorrente, procure o síndico, que deve conversar, notificar e pode até multar. Se nada disso funcionar e nos casos de barulho excessivo em estabelecimentos comerciais, vale a pena ligar para o 156 e fazer uma reclamação formal. À noite, em feriados e fins de semana, você também pode acionar o 190.

- Como funciona: há uma avaliação de ruído e, se há infração, o barulhento é notificado Se o problema persistir, é aplicada uma multa que pode chegar a R$ 18 mil.

Lixo

- Vale para: caso seu vizinho costume deixar o lixo na rua fora dos dias estipulados, você pode formalizar a reclamação, que é anônima e gratuita. Isso também vale para o caso de pessoas que não fazem a separação correta ou não acondicionam o lixo da maneira adequada.

- O que fazer: entre em contato com a prefeitura pelo 156, central de atendimento que reúne todas as reclamações e dúvidas na cidade. O serviço também por ser acessado pela internet (www.central156.org.br).

- Como funciona: um fiscal da Secretaria do Meio Ambiente vai até o local para verificar a situação. Caso seja comprovado que a falta de cuidado com o lixo está perturbando os vizinhos, a secretaria manda um ofício ao morador e presta um serviço de orientação sobre como resolver o problema. Caso o vizinho seja reincidente, recebe uma notificação.

Limpeza

- Vale para: espaços – como terrenos baldios, espaços públicos e córregos – que precisam de limpeza.

- O que fazer: ligue para o 156 ou utilize o serviço pela internet.

- Como funciona: técnicos são designados para ver a necessidade da limpeza e requisitam o serviço, que é realizado em um prazo de alguns dias, ou semanas, sem custos para quem fez a reclamação. No caso de o terreno baldio ter um dono, ele é notificado para fazer a limpeza ou contratar uma empresa para realizá-la. Caso a situação não seja resolvida no prazo determinado, é encaminhada uma multa ao proprietário.

Buraco na rua

- Vale para: buracos que comprometam a mobilidade e a segurança dos moradores.

- O que fazer: ligue para o 156 ou utilize o serviço pela internet.

- Como funciona: um profissional da prefeitura vai até o local para avaliar. A solicitação é encaminhada para o setor responsável pela execução da obra. Não há um prazo mínimo ou máximo: tudo depende da demanda do setor.

Drogas

- Vale para: pessoas usando drogas na região ou suspeita da ação de traficantes dentro do condomínio ou em ruas próximas.

- O que fazer: caso o problema seja a utilização de drogas, acione a polícia pelo 190. Se você desconfiar que traficantes estão agindo no local, o ideal é fazer uma denúncia para o 181, telefone do Narcodenúncia.

- Como funciona: as denúncias são anônimas. A partir do contato com a polícia, viaturas são encaminhadas para o local e verificam a situação. Caso sejam identificadas pessoas utilizando ou mesmo vendendo drogas, os policiais realizam o encaminhamento de usuários e a prisão de traficantes.

Violência

- Vale para: assaltos na região.

- O que fazer: durante o assalto, nunca reaja. Depois, acione o 190 e registre o Boletim de Ocorrência. A queixa também pode ser feita pela internet ou em qualquer delegacia da cidade. Feito o registro, acompanhe periodicamente as investigações e cobre por uma solução. Outra dica é se mobilizar e fazer parte do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) do seu bairro.

- Como funciona: o Conseg é um grupo formado pelo delegado responsável pela região, um comandante da PM e moradores do bairro para discutir as demandas de segurança. A ideia é fortalecer o vínculo entre as autoridades e a população, além de possibilitar que vizinhos se conheçam e façam parcerias. Na pauta, entram de problemas pequenos até questões mais drásticas.

Árvores

- Vale para: árvores que precisam de poda ou corte em lotes particulares ou áreas públicas.

- O que fazer: caso a árvore esteja localizada na calçada ou em alguma área pública, você deve fazer a solicitação de corte ou poda pelo telefone da Central de Atendimento e Informações da prefeitura, o 156. Caso a árvore esteja em um imóvel particular (residência, empresa, obra em construção ou condomínio), o proprietário ou alguém com uma procuração assinada por ele deve fazer a solicitação do serviço na sede da SMMA (Avenida Manoel Ribas, 2.727, Mercês) ou em alguma das nove Ruas da Cidadania da cidade, apresentando cópia do RG e CPF do dono do imóvel ou dirigente da empresa (em caso de pessoa jurídica) e cópia da capa do último talão de IPTU. Também é preciso preencher um formulário com informações do imóvel e da planta em questão. Você pode fazer o download do modelo da requisição no site da prefeitura de Curitiba (www.curitiba.pr.gov.br/multimidia/00088300.pdf) e já levar o documento preenchido, o que agiliza o processo.

- Como funciona: Em ambos os casos, o pedido é encaminhado para a equipe técnica da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) e um profissional é designado para ir até o local, avaliar a situação da árvore e verificar se o procedimento de corte ou poda é realmente necessário. Para árvores em áreas públicas, caso o procedimento seja autorizado, o pedido com o parecer do técnico é encaminhado para o setor competente dentro da própria SMMA e uma equipe é deslocada para realizar o serviço. O corte ou a poda não têm custos para quem protocolou o pedido e, entre a solicitação e a realização do serviço, a espera normalmente é de até 20 dias. No caso de árvores em imóveis particulares, o pedido é encaminhado para o sistema da SMMA e um técnico é designado para ir até o local e avaliar se a poda ou o corte são necessários. Caso sejam autorizados, a pessoa recebe um documento da SMMA comprovando a permissão e deve contratar um profissional ou empresa particular para realizar o serviço. A SMMA não se responsabiliza pela escolha e o proprietário é quem deve arcar com essas despesas.

Calçadas

- Vale para: espaços com meio-fio, mas sem calçada, calçadas danificadas que comprometem a mobilidade de pedestres pelo local e problemas em relação à limpeza do espaço.

- O que fazer: entre em contato com a Prefeitura pelo 156 ou pela internet (www.central156.org.br).

- Como funciona: em todos os casos, a manutenção das calçadas em Curitiba cabe ao proprietário do terreno do qual ela faz parte. Após a denúncia, um fiscal da Prefeitura vai até o local e analisa as condições da calçada. Caso seja constatado que a estrutura precisa de reparos, o morador recebe uma notificação estabelecendo um prazo de pelo menos 30 dias para regularizar a situação. Em geral, ele que deve arcar com os gastos da reforma. Se as obras não forem feitas dentro do prazo, a pessoa recebe uma multa, com valor que pode chegar a R$ 1.172.

Um exemplo que vem do Prado Velho

“Se as famílias não se mobilizam, fica quase impossível morar aqui”. É assim que a aposentada Elisabete Gussella explica a situação do Prado Velho, onde mora. E ela arregaça as mangas. Sua última “aventura” aconteceu em novembro, quando, depois de insistentes contatos com a Prefeitura, conseguiu que a Secretaria Municipal de Urbanismo acabasse com um mocó (foto) em um lote próximo à sua casa. “O local era cheio de desocupados. Depois de três meses, localizaram o dono do lote e as pessoas foram retiradas. Agora, tapumes impedem que novas invasões sejam feitas”, explica. Para quem pensa em se inspirar em seu exemplo, Elisabete recomenda persistência. “É preciso batalhar.”

Limites

Os índices de ruído variam pelos horários e as multas são taxadas de acordo com o excesso cometido:

Limites do ruído

• Das 7h até 19h – limite de até 55 decibéis

• De tarde: das 19h até 22h – limite de até 50 decibéis

• De noite: das 22h até 7h – limite de até 45 decibéis

Custo da infração

• 10 decibéis acima do limite – infração leve: até R$ 5,3 mil

• De 10 a 30 decibéis acima do limite – infração grave: de R$ 5.301 a R$ 10,7 mil

• Mais de 30 decibéis acima do limite – infração gravíssima: até R$ 18 mil

Fonte: Gazeta do Povo

Proibição de bichos de estimação em condomínios não é amparada por lei

Constituição não proíbe criação de animais em prédios ou condomínios. Morador que se sentir lesado pode entrar na Justiça para garantir direito.

Constituição Federal não proibe a permanência de animais em apartamentos.  (Foto: Roberta Cólen/ G1)

A cadelinha “Ully” transita tranquilamente pelo condomínio onde mora na Jatiúca. (Foto: Roberta Cólen/ G1)

Ter um animal de estimação é uma alegria para o dono. Além de divertir, ele faz companhia e, em alguns casos, é recomendação médica contra depressão. Mas ter um mascote em casa nem sempre agrada a todos e isso piora quando um regulamento interno proíbe a entrada de animais dentro do prédio ou condomínio.

A cabeleireira Maria Marilda dos Santos, mais conhecida como July, de 30 anos, sabe bem como é isso. Ela se mudou em agosto de 2011 para um condomínio residencial na Jatiúca, em Maceió, com a irmã, uma amiga e duas cadelas. Tudo parecia tranquilo até a síndica “fazer um escândalo” por causa dos animais.

“Eu me mudei achando que era permitido criar cachorros naquele condomínio. Tinha uma doberman e uma dálmata, ambas bem tranquilas. Mesmo assim, tive muita dor de cabeça por causa da síndica e então as levei para a casa da minha tia, mesmo sabendo que a síndica não tinha o direito de proibir”.

O que July não sabia era que as cadelas, Linda e Yeska, estavam sendo agredidas e maltratadas por um primo dela. Yeska, a doberman, estava prenha de quase dois meses, ficou com infecção e acabou morrendo por causa das agressões. “Eu não sabia que meu primo estava morando lá. Quando peguei a Yeska debilitada, chorei muito e fiz de tudo para salvá-la. Gastei cerca de R$ 1 mil. Ela era muito querida”.

July cansou da situação e resolveu procurar um lugar que aceitasse cães para morar. “Me mudei para um apartamento no Feitosa, que fica longe do meu trabalho, na Ponta Verde, mas pelo menos posso criar a Linda em paz”, conta a cabelereira, que hoje tem apenas a dálmata como bicho de estimação.

Vizinhos nem notam a presença do Apolo.  (Foto: Roberta Cólen/ G1)

Apolo é tão comportato que há vizinhos nem sabem que ele mora por perto.(Foto: Roberta Cólen/ G1)

A advogada e ex-presidente da comissão de animais, Adriana Alves, afirma que a Constituição Federal, a lei maior do Brasil, assim como o Código Civil, não proíbe a permanência de animais dentro de apartamento ou casa. “Não há cláusula que restringe. O que a lei não proíbe, ela permite”, disse.

A reportagem do G1 entrou em um site de aluguel de imóveis e flagrou algumas objeções quanto à autorização para a criação de animais.

O anúncio de uma casa grande com oito quartos diz que animais são proibidos. O proprietário, identificado apenas como Rodolfo não atendeu aos telefonemas da reportagem.

Já nos apartamentos, os donos dizem que não sabem se não é permitido e, quando sim, eles mesmos proíbem a permanência de animais nos imóveis alegando que o bicho pode trazer mau cheiro. Para não criar confusão, é importante que o dono tenha noção de boa convivência. O que deve prevalecer sempre é o bom senso.

O que fazer
De acordo com a advogada Adriana, o dono do animal deve pedir a cópia do regulamento do prédio e também identificar a assembleia que determinou este tipo de proibição para entrar na Justiça. “Na maioria das sentenças o juiz acata pela permanência do animal”, diz.

Enquanto isso, o bicho de estimação pode e deve ficar dentro do apartamento, já que ele é posse e também possui vínculos afetivos com o dono.

Boa convivência
Para não incomodar os vizinhos, o médico veterinário, Ximenes Marques de Barros Corrêa, dá algumas dicas fáceis e também necessárias para um bom convívio. “O animal precisa gastar energia para não ficar ansioso. Ele late porque quer chamar atenção. Geralmente é para passear ou porque está sozinho em casa e quer companhia”, diz.

Ainda de acordo com Corrêa, cerca de 90% dos condomínios exigem que o animal fique no braço do dono quando precisar transitar nas áreas de lazer do prédio ou condomínio. “Essas regras existem por uma questão de higiene e segurança. Isso evita que pelos, pulgas e carrapatos caiam. O cachorro, por exemplo, pega carrapatos e pulgas nos passeios. É ideal que se previna com remédios e coleiras”, ressaltou.

Fonte: G1

Cinco dicas para um lar bonito e com pets

Kim Johnson, uma das autoras do blog de decoração Desire to Inspire, tem sete gatos. Com a ajuda dela, listamos sugestões úteis para quem não abre mão dos animais de estimação, mas quer ter uma casa linda

desiretoinspire.net

Capa para o sofá é uma boa pedida para manter a casa limpa.

Quem tem bichos em casa sabe: alguns soltam pelos que grudam nas roupas e no sofá, outros vez ou outra fazem xixi fora do lugar… Há, ainda, aqueles que arranham os móveis ou transformam cortinas em franjas – especialidade dos felinos. Apesar de todos esses poréns, os animais de estimação são irresistíveis: alegram o ambiente, fazem companhia aos seus donos e, segundo estudos, fazem bem à saúde.

Para tornar a convivência com os animais ainda melhor – e preservar a decoração – conversamos com Kim Johnson, uma das autoras do Desire to Inspire. A canadense tem uma legião de gatos – ao todo são sete –, mas mantém os cômodos de sua casa como novos. Em seu blog, dedica posts semanais ao tema e garante que é possível ter uma casa bonita e cheia de bichos, basta seguir os seus cinco conselhos:

Estofado de couro é uma boa pedida, pois é difícil de rasgar e fácil de limpar

1 – Tenha certeza de que seus móveis são compatíveis com seus animais. Se você tem um cão branco, por exemplo, não compre um sofá preto. Os fios que se soltam do bichinho ficam em evidência no tecido escuro.

2 – Se o seu pet solta pelos, aposte no piso claro. Eles camuflam melhor os pelos e você não terá que ficar o tempo inteiro varrendo o chão.

3 – Capas são ótimas soluções para manter sofás e poltronas como novos. Basta jogá-las na máquina de lavar e estarão limpas novamente.

4 – Pesquise bons tecidos para revestir o mobiliário. Microfibra e couro, apesar de mais caros, são fáceis de limpar. Fuja de tramas largas ou soltas, como a lã: estragam fácil e acumulam pelos.

5 – Reserve algum canto da casa para os animais de estimação dormirem. Assim, eles provavelmente ficarão longe da sua mobília por um tempo.

Fonte: Casa e Jardim

O que é necessário para se ter um jardim dentro de casa

“Gostaria de fazer um jardim de vasos em minha sala. Quais são as espécies mais indicadas e que cuidados devo tomar?” Maria Angélica Pescarin.

04 jardim dentro de casa cadeira

Em primeiro lugar, toda planta gosta de luminosidade. Por isso, é importante que o local tenha bastante claridade, mesmo que não bata sol diretamente.

Observe também se o espaço onde deseja posicionar os vasos recebe boa ventilação, condição essencial para o desenvolvimento do seu jardim. O passo seguinte é escolher plantas para ambientes internos, que preferem luz indireta, em vez de sol pleno.

Entre as espécies, há as que exibem folhas grandes e vistosas, como asplênio (Asplenium nidus) e pacová (Philodendron martianum). Ou palmeiras, como a ráfis (Raphis excelsa) e a bambu (Chamaedorea erupens). Outras opções são a pata-de-elefante (Beaucarnea recurvata) e a pleomele (Dracaena reflexa).

Mais fáceis de encontrar, a espada-de-são-jorge (Sansevieria trifasciata) e os lírios-da-paz (Spathiphyllum wallisii) também são ótimos para ambientes internos.

Por fim, para que se desenvolvam bem, além da rega frequente (mas sem encharcar), as plantas pedem adubação a cada seis meses (de preferência com adubos de liberação lenta).

E não se esqueça de limpar semanalmente com pano úmido a poeira acumulada sobre as folhas.

Fonte: Casa Abril

Trabalho com hora marcada

Quando o condomínio tem muitos funcionários pode ser difícil fiscalizar entrada e saída. O relógio de ponto pode ajudar.

Condomínios de grande porte são uma realidade, e quanto maior o espaço e a variedade de serviços maior também é a necessidade de funcionários que ajudem a manter tudo em ordem. E quando o número de pessoas trabalhando cresce, passa a ser importante manter um controle sobre os horários de entrada e saída.

Alguns condomínios optam pela utilização do relógio de ponto para controlar os horários dos trabalhadores, mas, de acordo com Carlos Inácio, administrador de condomínios, essa procura ainda é tímida. “Em escala de um a 23 prédios, apenas dois utilizam o sistema. Embora eficaz e facilitador, ele é hostilizado devido ao custo”.

Ainda de acordo com o administrador, o uso do relógio de ponto em condomínios não é obrigatório, mas deveria ser.  Para ele, a implantação desse serviço é necessária, mas o relógio tem que ser utilizado com coerência.

“O objetivo é fazer com que a jornada de trabalho seja cumprida. Só que o relógio de ponto muitas das vezes torna-se apenas perfumaria no ambiente de trabalho.”

Ferramenta de apoio – Renato Batista é gerente de uma empresa que vende relógios de ponto e, apesar de acreditar na importância desta ferramenta de controle, ele admite que a procura é pouca.

“Temos uma média mensal de 20 condomínios que nos procuram, e a demanda não aumentou nos últimos tempos”. Ainda de acordo com Renato, o modelo de relógio mais procurado é o cartográfico, ideal para empresas com poucos funcionários.

Bom senso na escolha – Antes de optar pelo uso do relógio de ponto como estratégia de checagem de horários, é preciso que o condomínio reúna síndico, conselho consultivo e, preferencialmente, até os funcionários para explicar o funcionamento da ferramenta e verificar se há real necessidade de uso.

Se não houver problemas frequentes relacionados ao cumprimento de horários, a alternativa pode significar um custo extra sem necessidade, além de um incômodo para quem trabalha. Por isso é importante adequar o uso à demanda de cada condomínio.

Antes de optar pelo relógio

  • Pense que se não houver muitos funcionários pode ser um custo desnecessário
  • Verifique se os funcionários aprovam a ideia, já que não vale a pena provocar mal-estar no local de trabalho

Fonte: iCondominial

Erros que se repetem na segurança

Foto: Jessica Ambrosio

Condômino precisa ter participação e consciência

Em uma grande cidade, como São Paulo ou Rio de Janeiro, a atenção do morador e do porteiro do edifício é crucial. Segundo Geraldo Vitor (foto), gerente de condomínios de uma administradora, atualmente, os bandidos preferem entrar pela porta da frente, rendendo os moradores. Conforme o profissional, “há casos, quando o porteiro está na garagem, que ele abre os portões para qualquer um que toque o interfone. Ainda de acordo com o gerente, quando o porteiro não está por perto, é muito comum o condômino abrir para um estranho, achando que é visitante. “Isto jamais pode ser feito”, alertou Vitor.

O gerente afirmou que se engana quem pensa que muros altos e janelas escurecidas em portarias aumentam a proteção. Para o gerente de condomínios, isto facilita a ação, uma vez que os protege da visão das pessoas da rua assim que entram nos prédios.

A melhor maneira de impedir esse tipo de infração é simples: orientar bem os funcionários e moradores, preparando-os com treinamento para melhor agirem durante uma situação de risco. “Não há sistema de segurança, controle de acesso ou câmera que funcionem bem, se não houver participação e consciência. O empregado deve estar sempre muito atento e trabalhar com zelo”, ressaltou o profissional da Administradora de Condomínios Apsa.

De acordo com a empresa, o crime em residências também, na maioria das vezes, é praticado por pessoas bem vestidas que chegam à luz do dia, se passando por prestadores de serviço. Por isso, entende ser fundamental que as pessoas que recebem prestadores de serviço apenas abram a porta quando avisadas pelo dono apartamento ou casa de que aguarda o visitante. “Se não forem avisadas, é melhor não abrir”, orientou o gerente.

A empresa acredita que, mesmo com equipes muito bem treinadas, o condomínio não deve deixar de instalar os circuitos internos de TV. “As câmeras inibem a ação do bandido e permitem ainda a apuração do que aconteceu, além de facilitar a identificação do criminoso”, lembrou Vitor, que defendeu que a tecnologia somada aos cuidados humanos é o melhor caminho.

Fonte: Folha do Condomínio

Casa ou apartamento? Veja o que levar em conta na hora da escolha

Pense bem nesta questão antes de fechar o negócio

Casas e apartamentos têm vantagens e desvantagens. A escolha por um ou outro depende do perfil dos moradores e suas necessidades. Pense bem nesta questão antes de fechar o negócio, pois os arrependimentos podem custar caro. As diferenças, acredite, são grandes. Agora, se você quiser equilibrar os benefícios de cada um deles, verifique a possibilidade de mudar para uma casa dentro de um condomínio.

Os principais benefícios dos apartamentos são a segurança, a comodidade, a área de lazer – piscina, academia, playground – , o serviço de manutenção e a maior oferta – atualmente há mais apartamentos à venda do que casas.

Segundo Roseli Hernandes, diretora da Lello Imóveis, não existe o certo e o errado, mas é possível identificar quais são as desvantagens que podem incomodar no dia a dia. Em um condomínio, por exemplo, a proximidade com os vizinhos é maior. Significa que eles vão ficar sabendo dos seus horários, hábitos e gostos. Se você gosta de ouvir música, terá de controlar o volume e o horário para ligar o som. As cotas condominiais representarão um gasto mensal elevado, em alguns casos. Porém, o morador terá elevadores, pessoas trabalhando para realizar a manutenção do prédio e não precisará se preocupar com cadeados em janelas.

Além disso, segundo um levantamento da Lello, na capital há diferenças de até 77% entre os preços médios de condomínios. Os arredores da Mooca aparecem como a opção mais barata, e a Bairro dos Jardins com os preços mais altos, de acordo com as ofertas anunciadas aqui no portal.

“Em um condomínio você tem menos privacidade. É possível que uma hora ou outra você encontre um desafeto no corredor. Além disso, você não poderá personalizar a fachada do imóvel do jeito que quiser. Para viver em condomínio é necessário respeitar as regras internas e aceitar as decisões coletivas, concordando ou não. Isso pode ser difícil, sobretudo para quem está acostumado a uma casa padrão”.

Em uma casa, a sensação de liberdade é maior, bem como a insegurança, mas isso é relativo. Com alguns cuidados e equipamentos, como cercas elétricas, circuitos de TV, cachorros e até a contratação de um serviço de segurança, o inconveniente pode ser amenizado e até eliminado. Uma grande vantagem é não ser prejudicado com inadimplência, além de poder ter quintais, jardins e garagens exclusivos.

Em relação à segurança, os muros altos e as guaritas são uma ajuda a mais na proteção contra ladrões. A divisão dos custos para o sistema de proteção possibilita usar equipamentos mais modernos e a probabilidade de um bandido render os moradores, neste caso, costuma ser menor, porque o acesso é vigiado.

Fonte: ZAP

Fornecedores






Mais serviços para você

Duplique Desembargador
Duplique Triângulo
Adelante
Confiança