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lei do silêncio em condomínios

Como decorar seu condomínio neste Natal?

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Imagem: inovaadministradora.com.br

O Natal é o feriado mais movimentado de todos. Faz ferver o comércio, leva as empresas a contratarem, demanda mais das indústrias e, por todos esses motivos, aquece a economia. As comemorações não são diferentes apenas pelo aspecto econômico, entretanto.

No Brasil, o Natal é o único feriado em que casas, prédios, empresas e espaços públicos são amplamente decorados com temas apropriados à ocasião. Trata-se de uma das tradições mais fortes entre os brasileiros.

Nos condomínios, a decoração de Natal pode acabar ficando cara aos moradores. Existem, porém, alternativas para torná-la atrativa e barata.

Planejamento

Fazer o orçamento do gasto com a decoração é o primeiro passo. Caso esse tipo de ornamentação já esteja previsto no orçamento anual e não envolva altos custos, é possível que não haja necessidade de nenhuma quota extra. Porém, se não houver previsão antecipada, deve-se realizar uma assembleia para votação e declaração dos gastos para esta tarefa.
Vale a pena preparar uma comissão de moradores interessados na decoração do condomínio. As crianças também podem ajudar, promovendo, dessa forma, integração.

Decoração

As propagandas do Natal começam já em novembro. Nas ruas, lojas enfeitadas chamam a atenção do público e os edifícios brilham com suas luzes. Mas quais são os enfeites ideais para um condomínio?

Se a decoração desejada for simples, só com as lâmpadas do tipo “pisca-pisca”, pode-se usá-las tanto nas árvores do jardim como na portaria. Já se a preferência for de uma decoração mais completa, o ideal é comprar uma árvore com enfeites para o hall de entrada, luzes para a área externa e alguns enfeites para outros ambientes.

Com planejamento antecipado, pode-se pensar até em ideias mais ousadas, como aquelas em que luzes simulam uma árvore de Natal em toda a extensão da altura do prédio. Nesses casos, porém, é sempre bom ter um plano bem estruturado, para que os custos não pesem no bolso dos condôminos.

Outra opção de enfeite para o condomínio é usar uma decoração ecológica, com garrafas pet, revistas antigas, bolas de isopor, entre outros. Nesse caso, pode-se também promover momentos de construção da decoração – outra ferramenta de integração entre os moradores.

Cuidados

Ninguém quer ter problemas com a parte técnica na hora de enfeitar o ambiente condominial, por isso são necessários alguns cuidados.
A maior parte dos acidentes em condomínios, nesse período, é causada por falta de cuidados em relação à energia elétrica. “Em muitos casos, funcionários fazem a decoração, mas não estão preparados para isso e não usam nenhum tipo de equipamento de segurança. Existe o problema da fiação exposta, com emendas e de má qualidade, que pode causar incêndios”, alerta o síndico profissional Maurício Jovino.

O recomendável é que se contrate um profissional da área, como um eletricista, para cuidar dessa parte. É uma prevenção para os funcionários e moradores, principalmente crianças.

Outras formas

Para não complicar a vida do síndico, uma maneira de ter uma linda decoração sem preocupação é contratar uma empresa especializada em decoração. Existem diversos projetos para áreas externas que utilizam materiais resistentes ao tempo e são feitos sob encomenda.

Alugando a decoração, o condomínio elimina o problema da desmontagem e de espaço para armazenagem do material até o Natal seguinte. O custo, nesse caso, será um pouco maior, mas evita muita dor de cabeça. Com planejamento, tudo é possível.

Fonte: Condoworks

Garagem: os riscos de negociar a vaga no condomínio

Com o aumento da frota de veículos no País e em todas a cidades, surge a necessidade também de condomínios com mais mais vagas de garagem por apartamento. Alguns prédios novos já foram projetados com duas vagas para carros por unidade, porém os mais antigos oferecem apenas uma.

A realidade culminou em uma negociação de ajuda mútua: quem não usa a vaga, aluga para outros moradores. O lucro para o locatário e locador é certo, entretanto é preciso respeitar a legislação vigente.

De acordo com o diretor regional e estadual do Sindicato da Habitação (Secovi-PR) Junzi Shimauti, o Código Civil determina que a vaga pode ser alugada apenas para moradores do prédio, mas prevalece também a regra do condomínio. “Alugar a vaga para uma pessoa que não more no prédio pode ser perigoso. Coloca em risco a segurança de todos os moradores”, frisa Shimauti.

Já a respeito da venda da vaga, o diretor explica que tudo vai depender da escritura do imóvel. “Normalmente a garagem está vinculada ao apartamento, mas em alguns casos existem duas escrituras. Se o contrato for separado é possível vender a vaga”.

Garagem: os riscos de negociar a vaga no condomínio - Divulgação
Segurança – O mais indicado é alugar a vaga de garagem para morador do condomínio

Além de negociar o espaço, alguns moradores utilizam a garagem como depósito de quinquilharias. O diretor do Secovi esclarece que o uso da garagem é exclusivamente para guardar veículo e que, em geral, outra destinação não é permitida. “A vaga só pode ser utilizada para outro fim, se o condomínio autorizar”, reforça.

Outra regra que deve ser respeitada está relacionada ao tamanho do carro. De acordo com a legislação, somente carros médios podem ser guardados na garagem. Os carros maiores dificultam o estacionamento dos outros veículos e podem até causar acidentes. Colocar motos ao lado dos carros também pode causar problemas aos motoristas na hora de estacionar.

Outro problema é o chamado “contrato de boca”. Assim, o Secovi orienta que os condôminos documentem a negociação, fazendo constar o valor do aluguel e a data de pagamento.

O QUE DIZ A LEI

A Lei Federal 12.607/12 proíbe a venda ou o aluguel de vagas de garagem para pessoas de fora do condomínio. A exceção vale apenas se a permissão for estabelecida na convenção do prédio.

Segundo o Secovi, em 95% dos casos essa permissão não está expressa em documento. E, se os moradores quiserem modificá-lo, será necessária aprovação em assembleia.

A nova norma foi criada com o objetivo de garantir maior segurança nos condomínios.

A única maneira de alugar ou vender vagas de garagem agora é com a aprovação de dois terços dos moradores em votação durante assembleia. Edifícios-garagens não são afetados pela lei.

Fonte: O Diário

Síndico e morador: como proceder?

Cuidar de questões que muitas vezes não estão previstas no Código Civil faz parte do cotidiano dos síndicos que também são moradores. Brigas de vizinhos por causa de crianças, cachorro, garagem, ter que acordar de madrugada para advertir sobre o barulho no salão de festas, estão entre os problemas do dia a dia desses gestores.

Por esta razão, o síndico que é morador deve estar ciente de seus deveres e estar disposto a atender moradores, sem prejudicar a questão de serem vizinhos. Esta função requer paciência e tempo. Para quem pretende exercê-la é fundamental ter disposição para resolver os problemas em qualquer dia e horário.

Roberto Francischini, síndico e morador de um condomínio em Campinas (SP), sente o peso da função no seu cotidiano. “Tenho que resolver todo tipo de assunto: briga por causa do barulho do cachorro, por vaga na garagem, entre outras coisas. Não é uma rotina fácil. Exige comprometimento e pulso firme”, explica.

Francischini, que também trabalha de segunda a sábado, explica que é fundamental usar o bom senso, disciplina e organização para conciliar tudo. “Às vezes estou chegado do trabalho e alguém me aborda com algum problema. Nessas horas, preciso ter jogo de cintura para não cometer erros e ter bastante paciência”, diz.

Após ser eleito, o síndico precisa realizar o que prevê o artigo 1.348 do Código Civil, e seguir normas de edificação, que garantem a segurança física do local. Entre suas atividades estão convocar assembleias extraordinárias e ordinárias, cobrar taxas condominiais, controlar a inadimplência dos condôminos e cuidar da manutenção do prédio.

Quer ser síndico? Saiba o que é preciso analisar antes de se candidatar!

Pontos positivos

- Síndico que é morador não tem obrigação de cumprir horário de atendimento em local fixo;

- O síndico ganha uma remuneração fixa pelo serviço que desempenha. Esse valor precisa ser fixado pela convenção do condomínio;

- Em alguns casos, o síndico que é morador não precisa pagar a taxa de condomínio;

- Conhecer os moradores e preparar atividades para os aproximarem;

- Possibilidade de contratar serviço de orientação ao síndico, que vai lhe dar suporte legal e administrativo para atuar;

Pontos negativos

- Disponibilidade de tempo para atender os moradores;

- Carga de trabalho elevada, pois não há horário definido para atender os moradores, podendo ser chamado de madrugada e ter que resolver a situação na mesma hora.

- Ter de desempenhar as obrigações impostas pelo Código Civil;

- Correr o risco de ser imparcial, porque é difícil penalizar um vizinho que também é amigo.

Fonte: Condoworks

Cuidados para não perder o imóvel

A compra da casa própria exige disciplina e fôlego: a inadimplência pode se transformar em despejo.

Escolher o imóvel e fechar o contrato é só o início. Adquirente tem de garantir pagamento pontual para não correr o risco de perder o bem

A aquisição da casa própria foi facilitada com juros mais baixos e disponíveis, mas a legislação ficou mais rígida com inadimplentes nos últimos anos. Desde 2004, é mais simples retomar o bem em caso de falta de pagamento, e essa é uma das razões da redução das taxas de juros.

Comprar uma casa é um negócio de longo prazo e depende de planejamento. “É preciso ter consciência que é diferente de comprar um eletrodoméstico ou carro. A prestação não pode ultrapassar 30% da renda e o imóvel escolhido deve estar dentro das necessidades da família”, endossa o gerente regional da Caixa Econômica Federal, Vilmar Smidarle.

Na alienação fiduciária, modalidade de garantia mais comum, a retomada do imóvel pelo credor pode acontecer a partir do atraso de 60 ou 90 dias. “O imóvel pertence à instituição durante o pagamento. O mecanismo de execução é rápido”, diz Smidarle. Ele indica que o melhor é deixar o pagamento em débito automático para não correr o risco de usar o dinheiro em outros gastos.

Como uma parte da renda familiar já vai estar destinada ao pagamento do imóvel, é aconselhável não fazer outras dívidas.

“Quem trabalha com carteira assinada deve usar os recursos do FGTS de dois em dois anos, prazo mínimo para acessar o benefício”, diz o presidente do ABMH, Leandro Pacífico.

Fonte: Gazeta do Povo

Férias: Crianças aproveitam espaço de lazer nos condomínios

Ter um espaço amplo e seguro para as crianças brincarem é item fundamental em um condomínio. Por isso, as construtoras estão investindo cada vez mais nas áreas de lazer. Entre os itens mais pedidos estão à famosa brinquedoteca, local em que a criançada tem brinquedos, livros, jogos, filmes e outros.

E nesse período de férias é muito importante ficar atento com as crianças para evitar acidentes. Por isso, fique de olho nas dicas de segurança a seguir:

• Oriente seu filho sobre os perigos da varanda e que alguém pode se machucar, caso ele arremesse objetos. As telas de proteção são essenciais.
• Crianças devem ser orientadas a pedirem autorização ou a presença dos pais sempre que quiserem ir à piscina.
• Atenção para as brincadeiras próximas às bordas. É obrigação do condomínio garantir a estrutura adequada e segura desta área.
• Estabeleça horários para a brincadeira – especialmente, nos períodos de manhã e tarde. Converse com as crianças sobre os demais limites da diversão.
• Famílias com crianças devem dar preferência a empreendimentos que contem com área de lazer.
• Toda criança deve ter supervisão dos responsáveis durante o momento da brincadeira.

Fonte: Condoworks e Jornal O Norte

Política da boa vizinhança

A vida na cidade tem lá suas vantagens, mas não há como evitar aqueles problemas que surgem com vizinhos. Segundo Dirceu Jarenko, vice-presidente da área de condomínios do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná, as situações que mais dão dor de cabeça nos condomínios envolvem infiltração nos apartamentos, barulho excessivo fora dos horários permitidos, carros ocupando outras vagas na garagem e discussões envolvendo animais de estimação. Na hora de resolvê-los, Jarenko garante que quase sempre a fórmula “bom senso e uma boa conversa” funciona. Em alguns casos, porém, a situação sai do controle e até a Polícia precisa ser acionada. A seguir, soluções para resolver seis problemas “de bairro” muito comuns em Curitiba.

Barulho

- Vale para: vizinhos que costumam fazer muito barulho, festas barulhentas dentro do condomínio ou bares, casas noturnas e reuniões de pessoas em postos de gasolina para ouvir música no último volume.

- O que fazer: o ideal é primeiro entrar em contato com seu vizinho e pedir que ele diminua o barulho. Se a situação for recorrente, procure o síndico, que deve conversar, notificar e pode até multar. Se nada disso funcionar e nos casos de barulho excessivo em estabelecimentos comerciais, vale a pena ligar para o 156 e fazer uma reclamação formal. À noite, em feriados e fins de semana, você também pode acionar o 190.

- Como funciona: há uma avaliação de ruído e, se há infração, o barulhento é notificado Se o problema persistir, é aplicada uma multa que pode chegar a R$ 18 mil.

Lixo

- Vale para: caso seu vizinho costume deixar o lixo na rua fora dos dias estipulados, você pode formalizar a reclamação, que é anônima e gratuita. Isso também vale para o caso de pessoas que não fazem a separação correta ou não acondicionam o lixo da maneira adequada.

- O que fazer: entre em contato com a prefeitura pelo 156, central de atendimento que reúne todas as reclamações e dúvidas na cidade. O serviço também por ser acessado pela internet (www.central156.org.br).

- Como funciona: um fiscal da Secretaria do Meio Ambiente vai até o local para verificar a situação. Caso seja comprovado que a falta de cuidado com o lixo está perturbando os vizinhos, a secretaria manda um ofício ao morador e presta um serviço de orientação sobre como resolver o problema. Caso o vizinho seja reincidente, recebe uma notificação.

Limpeza

- Vale para: espaços – como terrenos baldios, espaços públicos e córregos – que precisam de limpeza.

- O que fazer: ligue para o 156 ou utilize o serviço pela internet.

- Como funciona: técnicos são designados para ver a necessidade da limpeza e requisitam o serviço, que é realizado em um prazo de alguns dias, ou semanas, sem custos para quem fez a reclamação. No caso de o terreno baldio ter um dono, ele é notificado para fazer a limpeza ou contratar uma empresa para realizá-la. Caso a situação não seja resolvida no prazo determinado, é encaminhada uma multa ao proprietário.

Buraco na rua

- Vale para: buracos que comprometam a mobilidade e a segurança dos moradores.

- O que fazer: ligue para o 156 ou utilize o serviço pela internet.

- Como funciona: um profissional da prefeitura vai até o local para avaliar. A solicitação é encaminhada para o setor responsável pela execução da obra. Não há um prazo mínimo ou máximo: tudo depende da demanda do setor.

Drogas

- Vale para: pessoas usando drogas na região ou suspeita da ação de traficantes dentro do condomínio ou em ruas próximas.

- O que fazer: caso o problema seja a utilização de drogas, acione a polícia pelo 190. Se você desconfiar que traficantes estão agindo no local, o ideal é fazer uma denúncia para o 181, telefone do Narcodenúncia.

- Como funciona: as denúncias são anônimas. A partir do contato com a polícia, viaturas são encaminhadas para o local e verificam a situação. Caso sejam identificadas pessoas utilizando ou mesmo vendendo drogas, os policiais realizam o encaminhamento de usuários e a prisão de traficantes.

Violência

- Vale para: assaltos na região.

- O que fazer: durante o assalto, nunca reaja. Depois, acione o 190 e registre o Boletim de Ocorrência. A queixa também pode ser feita pela internet ou em qualquer delegacia da cidade. Feito o registro, acompanhe periodicamente as investigações e cobre por uma solução. Outra dica é se mobilizar e fazer parte do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) do seu bairro.

- Como funciona: o Conseg é um grupo formado pelo delegado responsável pela região, um comandante da PM e moradores do bairro para discutir as demandas de segurança. A ideia é fortalecer o vínculo entre as autoridades e a população, além de possibilitar que vizinhos se conheçam e façam parcerias. Na pauta, entram de problemas pequenos até questões mais drásticas.

Árvores

- Vale para: árvores que precisam de poda ou corte em lotes particulares ou áreas públicas.

- O que fazer: caso a árvore esteja localizada na calçada ou em alguma área pública, você deve fazer a solicitação de corte ou poda pelo telefone da Central de Atendimento e Informações da prefeitura, o 156. Caso a árvore esteja em um imóvel particular (residência, empresa, obra em construção ou condomínio), o proprietário ou alguém com uma procuração assinada por ele deve fazer a solicitação do serviço na sede da SMMA (Avenida Manoel Ribas, 2.727, Mercês) ou em alguma das nove Ruas da Cidadania da cidade, apresentando cópia do RG e CPF do dono do imóvel ou dirigente da empresa (em caso de pessoa jurídica) e cópia da capa do último talão de IPTU. Também é preciso preencher um formulário com informações do imóvel e da planta em questão. Você pode fazer o download do modelo da requisição no site da prefeitura de Curitiba (www.curitiba.pr.gov.br/multimidia/00088300.pdf) e já levar o documento preenchido, o que agiliza o processo.

- Como funciona: Em ambos os casos, o pedido é encaminhado para a equipe técnica da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) e um profissional é designado para ir até o local, avaliar a situação da árvore e verificar se o procedimento de corte ou poda é realmente necessário. Para árvores em áreas públicas, caso o procedimento seja autorizado, o pedido com o parecer do técnico é encaminhado para o setor competente dentro da própria SMMA e uma equipe é deslocada para realizar o serviço. O corte ou a poda não têm custos para quem protocolou o pedido e, entre a solicitação e a realização do serviço, a espera normalmente é de até 20 dias. No caso de árvores em imóveis particulares, o pedido é encaminhado para o sistema da SMMA e um técnico é designado para ir até o local e avaliar se a poda ou o corte são necessários. Caso sejam autorizados, a pessoa recebe um documento da SMMA comprovando a permissão e deve contratar um profissional ou empresa particular para realizar o serviço. A SMMA não se responsabiliza pela escolha e o proprietário é quem deve arcar com essas despesas.

Calçadas

- Vale para: espaços com meio-fio, mas sem calçada, calçadas danificadas que comprometem a mobilidade de pedestres pelo local e problemas em relação à limpeza do espaço.

- O que fazer: entre em contato com a Prefeitura pelo 156 ou pela internet (www.central156.org.br).

- Como funciona: em todos os casos, a manutenção das calçadas em Curitiba cabe ao proprietário do terreno do qual ela faz parte. Após a denúncia, um fiscal da Prefeitura vai até o local e analisa as condições da calçada. Caso seja constatado que a estrutura precisa de reparos, o morador recebe uma notificação estabelecendo um prazo de pelo menos 30 dias para regularizar a situação. Em geral, ele que deve arcar com os gastos da reforma. Se as obras não forem feitas dentro do prazo, a pessoa recebe uma multa, com valor que pode chegar a R$ 1.172.

Um exemplo que vem do Prado Velho

“Se as famílias não se mobilizam, fica quase impossível morar aqui”. É assim que a aposentada Elisabete Gussella explica a situação do Prado Velho, onde mora. E ela arregaça as mangas. Sua última “aventura” aconteceu em novembro, quando, depois de insistentes contatos com a Prefeitura, conseguiu que a Secretaria Municipal de Urbanismo acabasse com um mocó (foto) em um lote próximo à sua casa. “O local era cheio de desocupados. Depois de três meses, localizaram o dono do lote e as pessoas foram retiradas. Agora, tapumes impedem que novas invasões sejam feitas”, explica. Para quem pensa em se inspirar em seu exemplo, Elisabete recomenda persistência. “É preciso batalhar.”

Limites

Os índices de ruído variam pelos horários e as multas são taxadas de acordo com o excesso cometido:

Limites do ruído

• Das 7h até 19h – limite de até 55 decibéis

• De tarde: das 19h até 22h – limite de até 50 decibéis

• De noite: das 22h até 7h – limite de até 45 decibéis

Custo da infração

• 10 decibéis acima do limite – infração leve: até R$ 5,3 mil

• De 10 a 30 decibéis acima do limite – infração grave: de R$ 5.301 a R$ 10,7 mil

• Mais de 30 decibéis acima do limite – infração gravíssima: até R$ 18 mil

Fonte: Gazeta do Povo

Proibição de bichos de estimação em condomínios não é amparada por lei

Constituição não proíbe criação de animais em prédios ou condomínios. Morador que se sentir lesado pode entrar na Justiça para garantir direito.

Constituição Federal não proibe a permanência de animais em apartamentos.  (Foto: Roberta Cólen/ G1)

A cadelinha “Ully” transita tranquilamente pelo condomínio onde mora na Jatiúca. (Foto: Roberta Cólen/ G1)

Ter um animal de estimação é uma alegria para o dono. Além de divertir, ele faz companhia e, em alguns casos, é recomendação médica contra depressão. Mas ter um mascote em casa nem sempre agrada a todos e isso piora quando um regulamento interno proíbe a entrada de animais dentro do prédio ou condomínio.

A cabeleireira Maria Marilda dos Santos, mais conhecida como July, de 30 anos, sabe bem como é isso. Ela se mudou em agosto de 2011 para um condomínio residencial na Jatiúca, em Maceió, com a irmã, uma amiga e duas cadelas. Tudo parecia tranquilo até a síndica “fazer um escândalo” por causa dos animais.

“Eu me mudei achando que era permitido criar cachorros naquele condomínio. Tinha uma doberman e uma dálmata, ambas bem tranquilas. Mesmo assim, tive muita dor de cabeça por causa da síndica e então as levei para a casa da minha tia, mesmo sabendo que a síndica não tinha o direito de proibir”.

O que July não sabia era que as cadelas, Linda e Yeska, estavam sendo agredidas e maltratadas por um primo dela. Yeska, a doberman, estava prenha de quase dois meses, ficou com infecção e acabou morrendo por causa das agressões. “Eu não sabia que meu primo estava morando lá. Quando peguei a Yeska debilitada, chorei muito e fiz de tudo para salvá-la. Gastei cerca de R$ 1 mil. Ela era muito querida”.

July cansou da situação e resolveu procurar um lugar que aceitasse cães para morar. “Me mudei para um apartamento no Feitosa, que fica longe do meu trabalho, na Ponta Verde, mas pelo menos posso criar a Linda em paz”, conta a cabelereira, que hoje tem apenas a dálmata como bicho de estimação.

Vizinhos nem notam a presença do Apolo.  (Foto: Roberta Cólen/ G1)

Apolo é tão comportato que há vizinhos nem sabem que ele mora por perto.(Foto: Roberta Cólen/ G1)

A advogada e ex-presidente da comissão de animais, Adriana Alves, afirma que a Constituição Federal, a lei maior do Brasil, assim como o Código Civil, não proíbe a permanência de animais dentro de apartamento ou casa. “Não há cláusula que restringe. O que a lei não proíbe, ela permite”, disse.

A reportagem do G1 entrou em um site de aluguel de imóveis e flagrou algumas objeções quanto à autorização para a criação de animais.

O anúncio de uma casa grande com oito quartos diz que animais são proibidos. O proprietário, identificado apenas como Rodolfo não atendeu aos telefonemas da reportagem.

Já nos apartamentos, os donos dizem que não sabem se não é permitido e, quando sim, eles mesmos proíbem a permanência de animais nos imóveis alegando que o bicho pode trazer mau cheiro. Para não criar confusão, é importante que o dono tenha noção de boa convivência. O que deve prevalecer sempre é o bom senso.

O que fazer
De acordo com a advogada Adriana, o dono do animal deve pedir a cópia do regulamento do prédio e também identificar a assembleia que determinou este tipo de proibição para entrar na Justiça. “Na maioria das sentenças o juiz acata pela permanência do animal”, diz.

Enquanto isso, o bicho de estimação pode e deve ficar dentro do apartamento, já que ele é posse e também possui vínculos afetivos com o dono.

Boa convivência
Para não incomodar os vizinhos, o médico veterinário, Ximenes Marques de Barros Corrêa, dá algumas dicas fáceis e também necessárias para um bom convívio. “O animal precisa gastar energia para não ficar ansioso. Ele late porque quer chamar atenção. Geralmente é para passear ou porque está sozinho em casa e quer companhia”, diz.

Ainda de acordo com Corrêa, cerca de 90% dos condomínios exigem que o animal fique no braço do dono quando precisar transitar nas áreas de lazer do prédio ou condomínio. “Essas regras existem por uma questão de higiene e segurança. Isso evita que pelos, pulgas e carrapatos caiam. O cachorro, por exemplo, pega carrapatos e pulgas nos passeios. É ideal que se previna com remédios e coleiras”, ressaltou.

Fonte: G1

Cinco dicas para um lar bonito e com pets

Kim Johnson, uma das autoras do blog de decoração Desire to Inspire, tem sete gatos. Com a ajuda dela, listamos sugestões úteis para quem não abre mão dos animais de estimação, mas quer ter uma casa linda

desiretoinspire.net

Capa para o sofá é uma boa pedida para manter a casa limpa.

Quem tem bichos em casa sabe: alguns soltam pelos que grudam nas roupas e no sofá, outros vez ou outra fazem xixi fora do lugar… Há, ainda, aqueles que arranham os móveis ou transformam cortinas em franjas – especialidade dos felinos. Apesar de todos esses poréns, os animais de estimação são irresistíveis: alegram o ambiente, fazem companhia aos seus donos e, segundo estudos, fazem bem à saúde.

Para tornar a convivência com os animais ainda melhor – e preservar a decoração – conversamos com Kim Johnson, uma das autoras do Desire to Inspire. A canadense tem uma legião de gatos – ao todo são sete –, mas mantém os cômodos de sua casa como novos. Em seu blog, dedica posts semanais ao tema e garante que é possível ter uma casa bonita e cheia de bichos, basta seguir os seus cinco conselhos:

Estofado de couro é uma boa pedida, pois é difícil de rasgar e fácil de limpar

1 – Tenha certeza de que seus móveis são compatíveis com seus animais. Se você tem um cão branco, por exemplo, não compre um sofá preto. Os fios que se soltam do bichinho ficam em evidência no tecido escuro.

2 – Se o seu pet solta pelos, aposte no piso claro. Eles camuflam melhor os pelos e você não terá que ficar o tempo inteiro varrendo o chão.

3 – Capas são ótimas soluções para manter sofás e poltronas como novos. Basta jogá-las na máquina de lavar e estarão limpas novamente.

4 – Pesquise bons tecidos para revestir o mobiliário. Microfibra e couro, apesar de mais caros, são fáceis de limpar. Fuja de tramas largas ou soltas, como a lã: estragam fácil e acumulam pelos.

5 – Reserve algum canto da casa para os animais de estimação dormirem. Assim, eles provavelmente ficarão longe da sua mobília por um tempo.

Fonte: Casa e Jardim

O que é necessário para se ter um jardim dentro de casa

“Gostaria de fazer um jardim de vasos em minha sala. Quais são as espécies mais indicadas e que cuidados devo tomar?” Maria Angélica Pescarin.

04 jardim dentro de casa cadeira

Em primeiro lugar, toda planta gosta de luminosidade. Por isso, é importante que o local tenha bastante claridade, mesmo que não bata sol diretamente.

Observe também se o espaço onde deseja posicionar os vasos recebe boa ventilação, condição essencial para o desenvolvimento do seu jardim. O passo seguinte é escolher plantas para ambientes internos, que preferem luz indireta, em vez de sol pleno.

Entre as espécies, há as que exibem folhas grandes e vistosas, como asplênio (Asplenium nidus) e pacová (Philodendron martianum). Ou palmeiras, como a ráfis (Raphis excelsa) e a bambu (Chamaedorea erupens). Outras opções são a pata-de-elefante (Beaucarnea recurvata) e a pleomele (Dracaena reflexa).

Mais fáceis de encontrar, a espada-de-são-jorge (Sansevieria trifasciata) e os lírios-da-paz (Spathiphyllum wallisii) também são ótimos para ambientes internos.

Por fim, para que se desenvolvam bem, além da rega frequente (mas sem encharcar), as plantas pedem adubação a cada seis meses (de preferência com adubos de liberação lenta).

E não se esqueça de limpar semanalmente com pano úmido a poeira acumulada sobre as folhas.

Fonte: Casa Abril

Trabalho com hora marcada

Quando o condomínio tem muitos funcionários pode ser difícil fiscalizar entrada e saída. O relógio de ponto pode ajudar.

Condomínios de grande porte são uma realidade, e quanto maior o espaço e a variedade de serviços maior também é a necessidade de funcionários que ajudem a manter tudo em ordem. E quando o número de pessoas trabalhando cresce, passa a ser importante manter um controle sobre os horários de entrada e saída.

Alguns condomínios optam pela utilização do relógio de ponto para controlar os horários dos trabalhadores, mas, de acordo com Carlos Inácio, administrador de condomínios, essa procura ainda é tímida. “Em escala de um a 23 prédios, apenas dois utilizam o sistema. Embora eficaz e facilitador, ele é hostilizado devido ao custo”.

Ainda de acordo com o administrador, o uso do relógio de ponto em condomínios não é obrigatório, mas deveria ser.  Para ele, a implantação desse serviço é necessária, mas o relógio tem que ser utilizado com coerência.

“O objetivo é fazer com que a jornada de trabalho seja cumprida. Só que o relógio de ponto muitas das vezes torna-se apenas perfumaria no ambiente de trabalho.”

Ferramenta de apoio – Renato Batista é gerente de uma empresa que vende relógios de ponto e, apesar de acreditar na importância desta ferramenta de controle, ele admite que a procura é pouca.

“Temos uma média mensal de 20 condomínios que nos procuram, e a demanda não aumentou nos últimos tempos”. Ainda de acordo com Renato, o modelo de relógio mais procurado é o cartográfico, ideal para empresas com poucos funcionários.

Bom senso na escolha – Antes de optar pelo uso do relógio de ponto como estratégia de checagem de horários, é preciso que o condomínio reúna síndico, conselho consultivo e, preferencialmente, até os funcionários para explicar o funcionamento da ferramenta e verificar se há real necessidade de uso.

Se não houver problemas frequentes relacionados ao cumprimento de horários, a alternativa pode significar um custo extra sem necessidade, além de um incômodo para quem trabalha. Por isso é importante adequar o uso à demanda de cada condomínio.

Antes de optar pelo relógio

  • Pense que se não houver muitos funcionários pode ser um custo desnecessário
  • Verifique se os funcionários aprovam a ideia, já que não vale a pena provocar mal-estar no local de trabalho

Fonte: iCondominial

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