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lei do silêncio em condomínios

As funções do síndico

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Condômino ou não, o representante legal do condomínio, mais conhecido como síndico, tem como meta representar o condomínio e praticar atos em defesa dos interesses comuns dos moradores, dentro de suas atribuições conferidas por lei ou pela convenção condominial.

Tudo começa na assembleia geral, onde os condôminos colocam sua confiança no novo encarregado pela organização do condomínio. Portanto, o eleito deve ter consigo não somente a vontade de realizar projetos para o bem estar dos moradores, como também agilidade para enfrentar várias outras questões.

Por falar em assembleia, o síndico também deve prestar contas à assembleia.

O síndico tanto pode ser um morador do condomínio ou um síndico profissional, contratado exclusivamente para isto. Em muitos condomínios, a contratação de síndico profissional é uma grata realidade e vem funcionando muito bem.

Uma vez eleito o síndico, a orientação dos funcionários, fiscalização e execução das deliberações feitas nas assembleias são encargos que farão parte da rotina do seu dia a dia. Para administrar o condomínio, pode-se contratar uma administradora que ficará encarregada da folha de pagamento e cobrança das contribuições condominiais. Esta é, aliás, a solução que eu, pessoalmente, indico.

É importante destacar que o papel do síndico, além das atribuições fixadas em lei, possui também mais uma missão no exercício do seu mandato: a mediação de conflitos. Refiro-me ao encarregado de mediar confusões que podem ser gerados pelos próprios moradores.

Ao síndico cabe também impor as multas estabelecidas na lei, na convenção ou no regimento interno do condomínio. Tarefa nada fácil, porém fundamental. Ao síndico recomenda-se também a impessoalidade no trato com os moradores.

Ninguém disse que ser síndico é fácil, mas com empenho e personalidade tem o dever de deixar os moradores satisfeitos pelo seu trabalho.

Fonte: Condoworks

Espaço para pets promete diminuir problemas nos condomínios

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Um dos assuntos que causa mais briga entre os condôminos é o convívio com os animais de estimação. Para que os problemas sejam diminuídos e os cães e gatos possam viver pacificamente com os vizinhos, condomínios estão instalando áreas exclusivas, os “petcare”.

Mais da metade dos apartamentos no Brasil já possuem animais de estimação e 80% deles são cães de pequeno porte. Segundo o veterinário Gerson Madureira, os espaços devem ter cerca de 50 m² e ficar longe de áreas com muita movimentação. “Para que o animal possa realmente relaxar, brincar e ser cuidado com seriedade, isolamento e higiene são fundamentais”, afirma.

Maria Carolina Santos de Moraes já teve problemas com vizinhos do prédio, não vê a hora de ter um espaço como esse no condomínio. A vizinha do andar de baixo ficou incomodada com o barulho das patas do cachorro dela, um shitzu. “O espaço para pets facilitaria a minha vida. Talvez o meu cachorro não ficasse tão preso e agitado dentro do apartamento, já que não tenho muito tempo para levá-lo para passear todos os dias”, diz.

Com os animais relaxados e com um espaço para eles no condomínio, o convívio social ajuda muito. Madureira explica que como o bicho vai ver mais as pessoas, o estranhamento e os latidos diminuem consideravelmente. “É como acontece com as pessoas, cada vez que a convivência fica mais natural, menos problemas deverão aparecer”, explica.

Os “petcare” oferecem o espaço para o cão correr, local para a higiene, além de possuir piscina e local para relaxamento e exercícios. Muitos petshops já procuram esses espaços como forma de investimento.

Maria Carolina só vê vantagens em um espaço como esse e pensa em sugerir essa ideia na próxima assembleia do condomínio. “Um espaço como esse trará comodidade, praticidade, conforto e eu não teria mais desculpas para não levar meu cachorro ao petshop”.

Fonte: Condoworks

Garagem: os riscos de negociar a vaga no condomínio

Com o aumento da frota de veículos no País e em todas a cidades, surge a necessidade também de condomínios com mais mais vagas de garagem por apartamento. Alguns prédios novos já foram projetados com duas vagas para carros por unidade, porém os mais antigos oferecem apenas uma.

A realidade culminou em uma negociação de ajuda mútua: quem não usa a vaga, aluga para outros moradores. O lucro para o locatário e locador é certo, entretanto é preciso respeitar a legislação vigente.

De acordo com o diretor regional e estadual do Sindicato da Habitação (Secovi-PR) Junzi Shimauti, o Código Civil determina que a vaga pode ser alugada apenas para moradores do prédio, mas prevalece também a regra do condomínio. “Alugar a vaga para uma pessoa que não more no prédio pode ser perigoso. Coloca em risco a segurança de todos os moradores”, frisa Shimauti.

Já a respeito da venda da vaga, o diretor explica que tudo vai depender da escritura do imóvel. “Normalmente a garagem está vinculada ao apartamento, mas em alguns casos existem duas escrituras. Se o contrato for separado é possível vender a vaga”.

Garagem: os riscos de negociar a vaga no condomínio - Divulgação
Segurança – O mais indicado é alugar a vaga de garagem para morador do condomínio

Além de negociar o espaço, alguns moradores utilizam a garagem como depósito de quinquilharias. O diretor do Secovi esclarece que o uso da garagem é exclusivamente para guardar veículo e que, em geral, outra destinação não é permitida. “A vaga só pode ser utilizada para outro fim, se o condomínio autorizar”, reforça.

Outra regra que deve ser respeitada está relacionada ao tamanho do carro. De acordo com a legislação, somente carros médios podem ser guardados na garagem. Os carros maiores dificultam o estacionamento dos outros veículos e podem até causar acidentes. Colocar motos ao lado dos carros também pode causar problemas aos motoristas na hora de estacionar.

Outro problema é o chamado “contrato de boca”. Assim, o Secovi orienta que os condôminos documentem a negociação, fazendo constar o valor do aluguel e a data de pagamento.

O QUE DIZ A LEI

A Lei Federal 12.607/12 proíbe a venda ou o aluguel de vagas de garagem para pessoas de fora do condomínio. A exceção vale apenas se a permissão for estabelecida na convenção do prédio.

Segundo o Secovi, em 95% dos casos essa permissão não está expressa em documento. E, se os moradores quiserem modificá-lo, será necessária aprovação em assembleia.

A nova norma foi criada com o objetivo de garantir maior segurança nos condomínios.

A única maneira de alugar ou vender vagas de garagem agora é com a aprovação de dois terços dos moradores em votação durante assembleia. Edifícios-garagens não são afetados pela lei.

Fonte: O Diário

Cuidados para não perder o imóvel

A compra da casa própria exige disciplina e fôlego: a inadimplência pode se transformar em despejo.

Escolher o imóvel e fechar o contrato é só o início. Adquirente tem de garantir pagamento pontual para não correr o risco de perder o bem

A aquisição da casa própria foi facilitada com juros mais baixos e disponíveis, mas a legislação ficou mais rígida com inadimplentes nos últimos anos. Desde 2004, é mais simples retomar o bem em caso de falta de pagamento, e essa é uma das razões da redução das taxas de juros.

Comprar uma casa é um negócio de longo prazo e depende de planejamento. “É preciso ter consciência que é diferente de comprar um eletrodoméstico ou carro. A prestação não pode ultrapassar 30% da renda e o imóvel escolhido deve estar dentro das necessidades da família”, endossa o gerente regional da Caixa Econômica Federal, Vilmar Smidarle.

Na alienação fiduciária, modalidade de garantia mais comum, a retomada do imóvel pelo credor pode acontecer a partir do atraso de 60 ou 90 dias. “O imóvel pertence à instituição durante o pagamento. O mecanismo de execução é rápido”, diz Smidarle. Ele indica que o melhor é deixar o pagamento em débito automático para não correr o risco de usar o dinheiro em outros gastos.

Como uma parte da renda familiar já vai estar destinada ao pagamento do imóvel, é aconselhável não fazer outras dívidas.

“Quem trabalha com carteira assinada deve usar os recursos do FGTS de dois em dois anos, prazo mínimo para acessar o benefício”, diz o presidente do ABMH, Leandro Pacífico.

Fonte: Gazeta do Povo

Casa ou apartamento? Veja o que levar em conta na hora da escolha

Pense bem nesta questão antes de fechar o negócio

Casas e apartamentos têm vantagens e desvantagens. A escolha por um ou outro depende do perfil dos moradores e suas necessidades. Pense bem nesta questão antes de fechar o negócio, pois os arrependimentos podem custar caro. As diferenças, acredite, são grandes. Agora, se você quiser equilibrar os benefícios de cada um deles, verifique a possibilidade de mudar para uma casa dentro de um condomínio.

Os principais benefícios dos apartamentos são a segurança, a comodidade, a área de lazer – piscina, academia, playground – , o serviço de manutenção e a maior oferta – atualmente há mais apartamentos à venda do que casas.

Segundo Roseli Hernandes, diretora da Lello Imóveis, não existe o certo e o errado, mas é possível identificar quais são as desvantagens que podem incomodar no dia a dia. Em um condomínio, por exemplo, a proximidade com os vizinhos é maior. Significa que eles vão ficar sabendo dos seus horários, hábitos e gostos. Se você gosta de ouvir música, terá de controlar o volume e o horário para ligar o som. As cotas condominiais representarão um gasto mensal elevado, em alguns casos. Porém, o morador terá elevadores, pessoas trabalhando para realizar a manutenção do prédio e não precisará se preocupar com cadeados em janelas.

Além disso, segundo um levantamento da Lello, na capital há diferenças de até 77% entre os preços médios de condomínios. Os arredores da Mooca aparecem como a opção mais barata, e a Bairro dos Jardins com os preços mais altos, de acordo com as ofertas anunciadas aqui no portal.

“Em um condomínio você tem menos privacidade. É possível que uma hora ou outra você encontre um desafeto no corredor. Além disso, você não poderá personalizar a fachada do imóvel do jeito que quiser. Para viver em condomínio é necessário respeitar as regras internas e aceitar as decisões coletivas, concordando ou não. Isso pode ser difícil, sobretudo para quem está acostumado a uma casa padrão”.

Em uma casa, a sensação de liberdade é maior, bem como a insegurança, mas isso é relativo. Com alguns cuidados e equipamentos, como cercas elétricas, circuitos de TV, cachorros e até a contratação de um serviço de segurança, o inconveniente pode ser amenizado e até eliminado. Uma grande vantagem é não ser prejudicado com inadimplência, além de poder ter quintais, jardins e garagens exclusivos.

Em relação à segurança, os muros altos e as guaritas são uma ajuda a mais na proteção contra ladrões. A divisão dos custos para o sistema de proteção possibilita usar equipamentos mais modernos e a probabilidade de um bandido render os moradores, neste caso, costuma ser menor, porque o acesso é vigiado.

Fonte: ZAP

Ações que valorizam o imóvel

Qualidade do entorno e mercado aquecido ajudam, mas iniciativas tomadas no próprio condomínio são fundamentais

A pesquisa Panorama do Mercado Imobiliário 2012, do Secovi-Rio, destacou o quanto as melhorias em infraestrutura por toda a cidade têm gerado valorização não só na zona sul, mas também em áreas antes desassistidas das zonas norte e oeste da capital fluminense.

O item valorização do imóvel é uma das principais preocupações de proprietários e administradores. E todos sabem que obras pela cidade e mercado aquecido ajudam.

Mas que itens e ações no próprio imóvel mais agregam valor ao bem?

Tudo a ver com o síndico – Um dos principais interessados no tema é o síndico. Afinal, a valorização de um imóvel sob sua gestão é o melhor currículo que pode apresentar.

José Brito é só orgulho ao contar que há fila nas administradoras por imóveis no prédio que administra desde 2004, no Méier, zona norte do Rio.

“Um apartamento de dois quartos que valia R$ 120 mil, quando assumi, hoje vende na hora por R$ 450 mil”, comemora o síndico do Condomínio Patrícia.

Ele reconhece que parte desta valorização tem a ver com o especial momento do mercado imobiliário e com o crescimento do bairro, destaque em todos os índices de pesquisa sobre o assunto. Mas coloca na balança a sua decisão, ao assumir, de tornar o edifício referência em beleza e qualidade de vida na zona norte.

“Considero o desleixo da administração o principal fator de desvalorização. Falta de conservação, porteiros mal-educados e mal trajados, rotinas sem controle ou regras. Quem quer morar ou trabalhar em um local deste jeito?”, questiona.

Caminhando no sentido inverso, o síndico investiu em reforma de fachada, cuidados com os jardins, criação de áreas de lazer, adoção de sistemas e rotinas de segurança.

Focado em sua meta, trocou as grades de ferro do entorno do prédio por outras, tubulares. A estrutura na cor branca e com vidros transparentes – sucesso nos imóveis da orla na época – causou grande impacto.

O visível e o funcional – “O que é visível é o que pesa na tomada de decisão pela compra ou aluguel de um imóvel, mas será isto somado à infraestrutura e ao correto funcionamento das instalações, o que, boca a boca, espalhará a informação de que aquele condomínio é de alto padrão”, afirma.

Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi-Rio, concorda com o síndico. “A boa aparência é o que reflete diretamente na percepção de valor. É algo que, de certa forma, tende a contagiar os que estão ao redor. Administradores mais atentos acompanham os movimentos da cidade e buscam tendências, a fim de garantir a manutenção do valor e uma valorização ainda maior”, afirma.

O Centro de Pesquisa e Análise da Informação do Secovi-Rio (Cepai) avaliou dados sobre o valor dos imóveis do bairro do Maracanã e de seu entorno quando da divulgação das obras de modernização do estádio de futebol e depois de seis meses da notícia. As obras estavam longe de acabar, mas o mercado já refletia uma valorização grande e não apenas no Maracanã, mas também nos bairros próximos.

Infraestrutura de transporte, comércio e demais serviços, inclusive de segurança, educação, saúde e lazer, são outros itens que influenciam o valor dos imóveis. Mas, pontualmente, qualquer imóvel pode alcançar valorização, começando ele o movimento, como fez o síndico do Condomínio Patrícia, no Méier.

“Hoje a nossa grade branca, que foi novidade no bairro, já pode ser vista em outros prédios. Alguém tem que começar”, ensina José Brito.

“Ainda não temos esta cultura de ações permanentes focadas na valorização dos imóveis, mas esta é uma tendência forte no mercado, e quem investe procurando aproveitar o momento de crescimento caminha junto com ele”, conclui Schneider.

O que agrega valor

  • Investimentos em manutenção das fachadas
  • Boa conservação das áreas comuns
  • Bom uso das áreas de lazer
  • Pleno funcionamento das instalações e equipamentos prediais
  • Modernização dos elevadores
  • Adoção de sistemas de segurança e controles de acesso
  • Iniciativas pela sustentabilidade, como adoção da coleta seletiva de lixo, da energia solar e/ou da captação de água de chuva
  • Gestão financeira eficiente
  • Boa relação custo benefício, com cotas condominiais justas de acordo com os serviços e as instalações prediais

Fonte: iCondominial

Como reduzir custos e garantir o pagamento das taxas de condomínio

O aumento das taxas de manutenção de conjuntos residenciais fazem moradores pensarem em alternativas para reduzir os gastos coletivos

Como reduzir custos e garantir o pagamento das taxas de condomínio  Arte/Arte ZH

Foto: Arte / Arte ZH

Mais amargas que mate de vizinho, as taxas de condomínio viraram preocupação para os moradores de conjuntos residenciais.

O aumento do desemprego e o parcelamento de salários do funcionalismo estadual em alguns meses trouxeram a fatura ao debate em reuniões e assembleias.

— Existe uma preocupação bem grande com esse custo. Reduzir gastos com portaria e vigias, por exemplo, virou uma obsessão para alguns condôminos — explica Andréia Vendruscolo, advogada da administradora Casa dos Síndicos, que faz a gestão de 350 conjuntos residenciais na Região Metropolitana.

Ao mesmo tempo, a alta no preço da energia elétrica e em serviços como jardinagem e faxina aumenta o desafio de equilibrar o orçamento. Como contrapeso, parte dos síndicos tem substituído guardas pelo monitoramento por câmeras, que reduz o gasto com segurança em 70%. Mas nem todos estão dispostos a abrir mão dos vigias.

— Estamos reavaliando onde distribuir as câmeras e a iluminação para ver se vale a pena reduzir a ronda noturna — diz João Vertuoso, síndico do condomínio Las Brisas, em Canoas, com 385 apartamentos.

Repartindo um custo mensal de R$ 120 mil, os moradores do Las Brisas passaram a discutir formas de economizar energia e água. Começaram limitando a iluminação nas quadras esportivas e passaram a aproveitar mais a água do poço artesiano do conjunto para cuidar dos jardins, por exemplo.

— Com algumas mudanças e a colaboração de todos, poderemos baixar um pouco a conta neste ano — prevê Vertuoso.

Parte dos condomínios no Rio Grande do Sul decidiu congelar reajustes e chamadas extras neste ano, e alguns síndicos têm sido mais tolerantes com proprietários em aperto ao evitar acionar cobrança extrajudicial quando há atrasos acima de 30 dias.

O cenário econômico ainda não causa aumento das taxas de inadimplência em Porto Alegre – ao contrário de São Paulo, onde os caríssimos condomínios-clube passaram a padecer com um salto nos calotes. Conforme o sindicato das imobiliárias no Estado (Secovi/Agademi), os atrasos na Capital se mantém entre 11% e 12% desde o início do ano, taxa considerada normal.

OPÇÕES PARA ECONOMIZAR

ÁGUA

-Trocar a mangueira pelo regador para molhar o jardim, a fim de evitar vazão excessiva de água.
-Optar pela vassoura para limpar a calçada e o pátio diminui o gasto de quase 300 litros de água a cada
15 minutos.
-Avaliar a possibilidade de abrir um poço artesiano, que possa prover água para uso comum dos condôminos.
-Também dá para economizar na piscina evitando a evaporação, cobrindo-a com uma lona. A cobertura pode reduzir a perda de água em 90%.

LUZ

-Trocar lâmpadas incandescentes ou brancas pelas de Led, que são bem mais econômicas, embora custem um pouco a mais. A economia se dá
a partir do terceiro mês.
-Instalar lâmpadas com sensores de movimento, para evitar que alguém esqueça a luz da garagem ou do corredor acesa a noite toda.
-Estabelecer horários para a iluminação da sala de estar no térreo, de quadras esportivas e salões de jogos.

SEGURANÇA E PORTARIA

-Substituir a portaria presencial pela virtual, com circuito de câmeras e central de monitoramento.
-Melhorar a distribuição da iluminação e reduzir os pontos de entrada no condomínio, o que pode diminuir a necessidade de vigias.

LIMPEZA

-Monitorar de perto a compra e o uso de material de limpeza, para evitar desperdício ou extravio.
-A compra de material deve ser para poucos meses, para que os produtos não corram o risco de se deteriorar.
-Comparar o custo de serviço próprio ou terceirizado e avaliar se é necessário manter equipes diárias, principalmente nos pequenos condomínios.

NÃO CONSEGUI PAGAR. E AGORA?

-Pela lei, o condômino inadimplente fica sujeito a juros de 1% ao mês (ou outro valor anteriormente convencionado), além de multa de até 2%
sobre o débito.
-Em casos extremos, um acúmulo de atrasos pode ir parar na Justiça e resultar na penhora do imóvel.
-Existe uma discussão no Judiciário em torno de alguns direitos de quem não paga – se pode ser impedido de usar serviços do condomínio como água e gás, salões de festas e até elevadores.
-Em caso de impossibilidade de pagar em dia, o ideal é comunicar anteriormente o síndico e explicar a situação, buscando uma alternativa. É ele quem orientará a Administradora a fazer cobrança extra ou judicial.
-Dívidas grandes podem ser renegociadas e pagas em parcelas. Não há possibilidade de desconto no valor bruto, pois corresponde a despesas já pagas.

FONTE: Portal dos Condomínios, Sindiconet, Casa do Síndico. ZH

Como decorar seu condomínio neste Natal?

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Imagem: inovaadministradora.com.br

O Natal é o feriado mais movimentado de todos. Faz ferver o comércio, leva as empresas a contratarem, demanda mais das indústrias e, por todos esses motivos, aquece a economia. As comemorações não são diferentes apenas pelo aspecto econômico, entretanto.

No Brasil, o Natal é o único feriado em que casas, prédios, empresas e espaços públicos são amplamente decorados com temas apropriados à ocasião. Trata-se de uma das tradições mais fortes entre os brasileiros.

Nos condomínios, a decoração de Natal pode acabar ficando cara aos moradores. Existem, porém, alternativas para torná-la atrativa e barata.

Planejamento

Fazer o orçamento do gasto com a decoração é o primeiro passo. Caso esse tipo de ornamentação já esteja previsto no orçamento anual e não envolva altos custos, é possível que não haja necessidade de nenhuma quota extra. Porém, se não houver previsão antecipada, deve-se realizar uma assembleia para votação e declaração dos gastos para esta tarefa.
Vale a pena preparar uma comissão de moradores interessados na decoração do condomínio. As crianças também podem ajudar, promovendo, dessa forma, integração.

Decoração

As propagandas do Natal começam já em novembro. Nas ruas, lojas enfeitadas chamam a atenção do público e os edifícios brilham com suas luzes. Mas quais são os enfeites ideais para um condomínio?

Se a decoração desejada for simples, só com as lâmpadas do tipo “pisca-pisca”, pode-se usá-las tanto nas árvores do jardim como na portaria. Já se a preferência for de uma decoração mais completa, o ideal é comprar uma árvore com enfeites para o hall de entrada, luzes para a área externa e alguns enfeites para outros ambientes.

Com planejamento antecipado, pode-se pensar até em ideias mais ousadas, como aquelas em que luzes simulam uma árvore de Natal em toda a extensão da altura do prédio. Nesses casos, porém, é sempre bom ter um plano bem estruturado, para que os custos não pesem no bolso dos condôminos.

Outra opção de enfeite para o condomínio é usar uma decoração ecológica, com garrafas pet, revistas antigas, bolas de isopor, entre outros. Nesse caso, pode-se também promover momentos de construção da decoração – outra ferramenta de integração entre os moradores.

Cuidados

Ninguém quer ter problemas com a parte técnica na hora de enfeitar o ambiente condominial, por isso são necessários alguns cuidados.
A maior parte dos acidentes em condomínios, nesse período, é causada por falta de cuidados em relação à energia elétrica. “Em muitos casos, funcionários fazem a decoração, mas não estão preparados para isso e não usam nenhum tipo de equipamento de segurança. Existe o problema da fiação exposta, com emendas e de má qualidade, que pode causar incêndios”, alerta o síndico profissional Maurício Jovino.

O recomendável é que se contrate um profissional da área, como um eletricista, para cuidar dessa parte. É uma prevenção para os funcionários e moradores, principalmente crianças.

Outras formas

Para não complicar a vida do síndico, uma maneira de ter uma linda decoração sem preocupação é contratar uma empresa especializada em decoração. Existem diversos projetos para áreas externas que utilizam materiais resistentes ao tempo e são feitos sob encomenda.

Alugando a decoração, o condomínio elimina o problema da desmontagem e de espaço para armazenagem do material até o Natal seguinte. O custo, nesse caso, será um pouco maior, mas evita muita dor de cabeça. Com planejamento, tudo é possível.

Fonte: Condoworks

Síndico e morador: como proceder?

Cuidar de questões que muitas vezes não estão previstas no Código Civil faz parte do cotidiano dos síndicos que também são moradores. Brigas de vizinhos por causa de crianças, cachorro, garagem, ter que acordar de madrugada para advertir sobre o barulho no salão de festas, estão entre os problemas do dia a dia desses gestores.

Por esta razão, o síndico que é morador deve estar ciente de seus deveres e estar disposto a atender moradores, sem prejudicar a questão de serem vizinhos. Esta função requer paciência e tempo. Para quem pretende exercê-la é fundamental ter disposição para resolver os problemas em qualquer dia e horário.

Roberto Francischini, síndico e morador de um condomínio em Campinas (SP), sente o peso da função no seu cotidiano. “Tenho que resolver todo tipo de assunto: briga por causa do barulho do cachorro, por vaga na garagem, entre outras coisas. Não é uma rotina fácil. Exige comprometimento e pulso firme”, explica.

Francischini, que também trabalha de segunda a sábado, explica que é fundamental usar o bom senso, disciplina e organização para conciliar tudo. “Às vezes estou chegado do trabalho e alguém me aborda com algum problema. Nessas horas, preciso ter jogo de cintura para não cometer erros e ter bastante paciência”, diz.

Após ser eleito, o síndico precisa realizar o que prevê o artigo 1.348 do Código Civil, e seguir normas de edificação, que garantem a segurança física do local. Entre suas atividades estão convocar assembleias extraordinárias e ordinárias, cobrar taxas condominiais, controlar a inadimplência dos condôminos e cuidar da manutenção do prédio.

Quer ser síndico? Saiba o que é preciso analisar antes de se candidatar!

Pontos positivos

- Síndico que é morador não tem obrigação de cumprir horário de atendimento em local fixo;

- O síndico ganha uma remuneração fixa pelo serviço que desempenha. Esse valor precisa ser fixado pela convenção do condomínio;

- Em alguns casos, o síndico que é morador não precisa pagar a taxa de condomínio;

- Conhecer os moradores e preparar atividades para os aproximarem;

- Possibilidade de contratar serviço de orientação ao síndico, que vai lhe dar suporte legal e administrativo para atuar;

Pontos negativos

- Disponibilidade de tempo para atender os moradores;

- Carga de trabalho elevada, pois não há horário definido para atender os moradores, podendo ser chamado de madrugada e ter que resolver a situação na mesma hora.

- Ter de desempenhar as obrigações impostas pelo Código Civil;

- Correr o risco de ser imparcial, porque é difícil penalizar um vizinho que também é amigo.

Fonte: Condoworks

Férias: Crianças aproveitam espaço de lazer nos condomínios

Ter um espaço amplo e seguro para as crianças brincarem é item fundamental em um condomínio. Por isso, as construtoras estão investindo cada vez mais nas áreas de lazer. Entre os itens mais pedidos estão à famosa brinquedoteca, local em que a criançada tem brinquedos, livros, jogos, filmes e outros.

E nesse período de férias é muito importante ficar atento com as crianças para evitar acidentes. Por isso, fique de olho nas dicas de segurança a seguir:

• Oriente seu filho sobre os perigos da varanda e que alguém pode se machucar, caso ele arremesse objetos. As telas de proteção são essenciais.
• Crianças devem ser orientadas a pedirem autorização ou a presença dos pais sempre que quiserem ir à piscina.
• Atenção para as brincadeiras próximas às bordas. É obrigação do condomínio garantir a estrutura adequada e segura desta área.
• Estabeleça horários para a brincadeira – especialmente, nos períodos de manhã e tarde. Converse com as crianças sobre os demais limites da diversão.
• Famílias com crianças devem dar preferência a empreendimentos que contem com área de lazer.
• Toda criança deve ter supervisão dos responsáveis durante o momento da brincadeira.

Fonte: Condoworks e Jornal O Norte

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