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Jardins que transformam os ambientes

Conceito pode ser aplicado em hotéis e shoppings

A arquiteta e designer de interiores Maria Benito acredita que os jardins verticais conquistaram espaço nos projetos de interiores e no paisagismo brasileiro. Isso, segundo ela, graças aos seus benefícios estéticos e outras vantagens, como purificar, refrigerar o ambiente e oferecer conforto acústico. Cada  metro de jardim é responsável pela captura aproximadamente 130 gramas de poeira da atmosfera. Além disso, um prédio de quatro andares com fachada verde é capaz de filtrar 40 toneladas de gases nocivos à saúde ao longo de um ano, informou a profissional.

Razões como essas são mais que suficientes para explicar porque esta solução verde invadiu os espaços internos, sobretudo para quem não tem um jardim. Revendo este conceito, a arquiteta inovou utilizando o jardim vertical no Lounge e Banheiro Unissex em exposição na Casa Hotel, da Casa Cor 2012, em São Paulo, como uma divisória entre os dois ambientes e também como recurso sustentável. “Com este recurso pude trazer a natureza para dentro do ambiente, deixando-o mais fresco e, ao mesmo tempo, valorizando os elementos naturais tão utilizados pela Chanel”, explicou a arquiteta.

E não é apenas em ambientes residenciais ou comerciais, como hotéis e shoppings que o conceito pode ser aplicado. Produtos com características sustentáveis que proporcionem “conforto ambiental” são cada vez mais procurados até mesmo para compor ambientes hospitalares. Pois, os jardins verticais também atendem às exigências técnicas da segurança à saúde. Dentre suas funções estão deixar o espaço mais humanizado, ambientalmente agradável e também a economia de energia elétrica, uma vez que a utilização do jardim pode diminuir em até 3 graus a temperatura ambiente, minimizando o uso dos aparelhos de ar condicionado.

Cuidados preparatórios

1. Luminosidade: observar a incidência de sol e de luz antes de escolher o local adequado. Considere as ‘faces’ do ambiente em relação à luz, e dê atenção às plantas que serão cultivadas.

2. Impermeabilização: é preciso ir além da impermeabilização das tintas convencionais. Já que a incidência de água será muito maior, a sugestão é que se aplique, onde irá colocar painéis de plantas ou vasos pendurados, uma camada de argamassa polimérica.

3. Água: é possível optar por um sistema de irrigação, sobretudo para quem tem pouco tempo para cuidar das plantas e evita o desperdício de água (chega a usar apenas 10%, aproximadamente, da quantidade de água que seria gasta no processo de rega convencional).

Fonte: Folha do Condomínio

Você paga caro pelo seu condomínio?

Ter piscina ou não pode ser um fator pouco relevante para o valor final; Entender os custos envolvidos é essencial para avaliar se o preço é justo.

O quadro de funcionários influencia mais o valor do que a área comum do condomínio

Os valores pagos em condomínio são definidos de acordo com diversos critérios, como a quantidade de moradores, funcionários e os itens de lazer. Entender quais são as despesas envolvidas é mais eficiente para avaliar se o valor pago é justo ou não do que as suposições simplistas de que a mensalidade é cara demais para um prédio que não tem piscina.

Apesar de os itens de lazer contarem pontos na venda do imóvel, este não é o principal fator de influência dos preços, mas sim o rateio, uma vez que quanto mais moradores pagam, menor será o valor que cada um vai pagar.

A localização dos imóveis também pode influenciar o preço, sobretudo pelo tipo de empreendimento e pelos custo de vida próprios de cada lugar. Segundo pesquisa da Lello, da área de administração de condomínios no estado de São Paulo, o valor do condomínio chega a variar até 117% na cidade de São Paulo. “Jardins e Morumbi são regiões em que há muitos empreendimentos com poucos apartamentos e muitos serviços, o que demanda maior número de funcionários e mais gastos com manutenção”, exemplifica Angélica Arbex, gerente da Lello.

Despesas fixas

Todo condomínio tem despesas fixas mensais, mas algumas podem não ser tão evidentes. A maior despesa é com o quadro de funcionários. “Este custo ocupa em média de 55% a 64% dos gastos totais”, explica Omar Anauate, diretor de condomínio da Associação Administradora de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic).

Dentro do custo com pessoal, incluem-se também encargos como INSS e FGTS e benefícios, como alimentação e décimo terceiro. Existem também encargos envolvidos em serviços prestados ao condomínio, como o ISS (Imposto sobre Serviço).

Depois dos gastos com pessoal e encargos, as maiores despesas são as contas de água e energia. E em seguida, a manutenção do prédio, que pode incluir custos mensais de conservação de elevadores, piscinas, revisão de para-raios e outros.

Os gastos administrativos também compõem as despesas fixas. São os custos bancários, o pagamento da administradora do condomínio e a isenção do síndico. “Cerca de 75% dos prédios isentam o síndico do pagamento do condomínio”, comenta Anauate.

Por fim, entram na conta também gastos eventuais e gerais. Os gerais seriam os valores despendidos com cartório, correio, materiais de limpeza, etc. E nos eventuais, entram gastos com imprevistos, como o conserto de um portão quebrado, ou uma reforma, que também envolve despesas com materiais de construção.

Área de lazer

Os itens de lazer como piscinas, academias e quadras podem valorizar o imóvel, mas não são os maiores fatores de impacto no preço e seus custos mensais são incluídos nos gastos com manutenção e com funcionários. “A piscina não tem um custo mensal alto, ela eleva o padrão do prédio, mas a água não é trocada com tanta frequência, então gastos com funcionários, com energia e água são muito mais relevantes para o valor do condomínio do que as despesas de uma piscina”.

Vale ressaltar que se a área de lazer for como um clube – e não incluir apenas uma piscina, ou uma quadra simples, com baixos custos de manutenção – este item pode ser mais relevante para a taxa condominial do que outros. Segundo a Lello, o gasto médio mensal total nos chamados prédios-padrão, com 64 apartamentos e valor de condomínio individual de 400 reais, é de 25.000 reais, enquanto o de condomínios do tipo clube, é de 150.000 reais.

Tabelas de despesas

A Aabic realiza mensalmente uma pesquisa com 400 condomínios para verificar as despesas médias dos condomínios na cidade de São Paulo. Ainda que a pesquisa aborde apenas uma cidade, independentemente da região, os dados podem mostrar qual é a divisão média de gastos de um condomínio e como eles variam conforme o tamanho do apartamento. Veja a seguir o resultado da pesquisa do mês de abril.

Prédio com apartamentos de um dormitório 

Tipo de despesa Valor (R$)
Pessoal 8.287
Encargos 4.084
Benefícios 671
Água 2.120
Energia 1.066
Manutenção 1.828
Material de Construção 228
Administração 2.551
Gerais 719
Eventuais 1.519
Total 23.075

Prédios com apartamentos  de dois dormitórios

Em apartamentos com mais de um domitório, a Aabic faz uma divisão entre padrão A e B. O padrão B seria um condomínio com uma área comum pequena, ou sem área comum, com menos segurança e com apenas uma vaga ou sem garagem. O padrão A seria de um condomínio com mais segurança e com uma área comum maior que tenha uma piscina e/ou salão de festas e.ou quadra esportiva.

 

Tipo de despesa Padrão A / valor (R$) Padrão B/ valor (R$)
Pessoal 10.128 9.864
Encargos 4.737 4.707
Benefícios 495 517
Água 2.731 2.945
Energia 1.216 1.281
Manutenção 2.026 2.026
Material de Construção 279 291
Administração 2.430 2.405
Gerais 575 543
Eventuais 1.687 1.889
Total 26.304 26.468

Prédios com apartamentos de três dormitórios 

 

 

Tipo de despesa Padrão A / valor (R$) Padrão B/ valor (R$)
Pessoal 14.897 13.312
Encargos 5.513 4.894
Benefícios 651 651
Água 3.426 2981
Energia 1.633 1.385
Manutenção 2.618 2.468
Material de Construção 396 348
Administração 2.561 2.446
Gerais 945 1054
Eventuais 1.999 1.653
Total 34.640 3.1191

 

Prédios com apartamentoa de quatro dormitórios

Tipo de despesa Padrão A / valor (R$) Padrão B/ valor (R$)
Pessoal 12.640 11.004
Encargos 6.029 5.798
Benefícios 894 753
Água 3.401 3.423
Energia 1.877 1.674
Manutenção 2.684 2.300
Material de Construção 423 353
Administração 2.433 2.392
Gerais 647 658
Eventuais 2.874 2.447
Total 33.902 30.802

Fonte: Exame

Zeladores não estão mais morando em prédios, diz pesquisa

Com a mudança, prédio economiza e funcionário ganha privacidade.

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Uma pesquisa feita por uma administradora de condomínios, mostrou que está diminuindo o número de zeladores que moram nos prédios. Em cerca de 50% dos novos edifícios entregues na cidade, o zelador não dorme no local e trabalha apenas o horário comercial.

Com essa mudança, o condomínio economiza e o funcionário ganha em privacidade. Só que mesmo distante, o funcionário precisa estar sempre atento em tudo o que acontece, como mostrou o quadro “Meu condomínio tem solução”, do SPTV, nesta terça-feira (3).

No Cambuci, na região central, Antonio Moreira da Silva, de 52 anos, é zelador do condomínio há cerca de um ano e meio, mas não reside no local. Ele sai de casa cedo para chegar no prédio às 8h, e até às 18h resolve os problemas dos 196 apartamentos. “Sinto uma privacidade maior não morando no condomínio 24 horas. Isso me faz um pouco bem e para os moradores também”, conta o zelador.

Ele ganhou privacidade e o condomínio espaço. A área de lazer do prédio, por exemplo, aumentou. A casa da família do zelador virou brinquedoteca para as crianças. “Só tinha um salão de jogos e um parquinho ao ar livre. Agora eles têm espaço com TV, mesa para desenhar, pintar”, diz a dona de casa Cíntia de Carlis.

A administradora do condomínio do Cambuci também cuida de outros 1.200 prédios na capital. Segundo a empresa, o zelador morar fora é uma tendência cada vez mais forte no mercado imobiliário. Além do espaço, outro resultado é a economia. “Quando você tem um zelador morando, você tem um custo adicional”, relata o síndico Wilmar Cabral.

Já em Moema, na Zona Sul da capital, a história é outra. O zelador Carlos Alves mora no prédio. “Tenho meu horário de trabalho, das 8h às 19h, mas geralmente as pessoas me procuram mais cedo ou mais tarde para resolver coisas que acontecem no interior do apartamento. Pequenas coisas, uma luz que queima, chuveiro.”

Mesmo com os chamados fora do expediente, o zelador só vê vantagens em morar no serviço. Carlos não paga água, luz, nem a taxa do condomínio. Quem está acostumado com ele sempre por perto também não quer saber de mudança. “Pra mim é fundamental. Ele tem que estar junto. Ele é o guardião do prédio”, conta o empresário Roberto Veronesi.

Fonte: G1

Banco do Brasil reduz juros do crédito habitacional

O Banco do Brasil (BB) também reduziu em até 21% os juros nos empréstimos habitacionais. Para ter direito, é preciso pagar as prestações em dia e escolher o Banco do Brasil como seu banco de relacionamento. Os juros variam de 7,9% a 8,9% ao ano mais TR (Taxa Referencial) para imóveis até R$ 500 mil reais. Acima desse valor, as taxas variam de 9% a 10% ao ano nos contratos assinados pela Carteira Hipotecária (CH). Nos dois exemplos, o prazo de pagamento chega 30 anos.

O financiamento é de 80% do valor do imóvel. O Banco do Brasil tem ainda vantagens como ficar até seis meses para começar a pagar o empréstimo habitacional e ainda escolher um mês do ano para não pagar juros e capital da prestação.

Fonte: JB FM

Brasil já é o 4º país em condomínios verdes

Na onda das práticas mais sustentáveis, o número de “prédios verdes” no Brasil não para de crescer. Já há 51 construções com o selo no País – 33 deles no Estado de São Paulo. Outros 525 estão em processo de certificação. Isso faz com que o Brasil seja o quarto no ranking mundial de construções verdes, atrás apenas dos Estados Unidos, dos Emirados Árabes Unidos e da China.

E a tendência é que essa quantidade aumente ainda mais, já que até maio 91 novos prédios entraram com pedido de certificação. “É uma tendência irreversível”, acredita Amilton de França Júnior, diretor de Sustentabilidade do Secovi, o sindicato do setor imobiliário. “Cada vez mais os clientes estão ficando atentos para isso, estão exigindo.”

Para ser considerado um “prédio verde” e conseguir o selo Leed, o empreendimento passa pela avaliação de alguns requisitos, como uso de iluminação natural, gestão de perdas e resíduos, administrações do consumo de água e energia elétrica, uso de materiais renováveis, qualidade interna do ambiente e ideias inovadoras.

Um dos quesitos mais importantes é a localização do empreendimento. O terreno não deve ser contaminado e cobra-se uma boa infraestrutura local, principalmente de transporte público, para evitar que o edifício se transforme em um polo gerador de congestionamentos. Construções também devem reservar espaço para bicicletários e incentivar ações ecológicas – reservando vagas de estacionamento perto dos elevadores para quem der carona e para veículos de baixa emissão de carbono.

Muitas dessas exigências não significam necessariamente aumento no custo final da obra e podem ser alcançadas com mudanças estruturais. O processo para conseguir o certificado Leed custa aproximadamente US$ 3 mil para as incorporadoras. Os projetos são enviados para o World Green Building Council, nos Estados Unidos, e depois há um acompanhamento da obra pelo escritório brasileiro da instituição. O certificado é emitido seis meses após a entrada em operação do empreendimento.

O World Green Building Council também analisa a qualidade de todo o material usado nos canteiros de obras, avalia se é renovável e qual sua procedência. Especialistas afirmam que o investimento feito na construção e na obtenção do selo é recuperado pouco tempo depois. Um imóvel com o selo verde se valoriza cerca de 30%. Com a economia do uso de água e luz, por exemplo, o condomínio tende a cair. “Um prédio verde economiza 50% de água e tem um ganho de eficiência energética que chega a 40%”, explica o consultor imobiliário Adriano Sartori, diretor da empresa CBRE. “Ao longo dos anos, isso representa uma economia brutal.” Por causa da qualidade do material, os custos de manutenção também acabam sendo menores.

“Na construção, os custos não chegam a 2% a mais do que um prédio convencional”, afirma o arquiteto Roberto Aflalo Filho, do escritório Aflalo & Gasperini Arquitetos. “No geral, os clientes que ultimamente nos procuram já expressam essa preocupação: querem obter a certificação.”

 

Fonte: Licita Mais

Financiamento de usado triplica em 7 anos

Os imóveis continuam se valorizando, disse Roseli

O financiamento de imóveis residenciais usados na cidade de São Paulo está em alta. Um levantamento divulgado pela Lello Imóveis mostrou que do total de unidades comercializadas pela imobiliária neste ano, 45% foram por intermédio de empréstimos bancários, contra apenas 15% em 2005. Ainda conforme a empresa, considerada líder em administração de imóveis no Estado, as vendas dos bens prontos para morar cresceram 14% entre janeiro e maio deste ano na comparação com o mesmo período de 2011.

O valor médio das casas e apartamentos negociados nos principais bairros do centro expandido da capital paulista, nos cinco primeiros meses deste ano, foi de R$ 430 mil, contra R$ 400 mil no período de janeiro a maio de 2011 e R$ 350 mil nos cinco meses iniciais de 2010.

As unidades mais procuradas pelos compradores, conforme a imobiliária, foram apartamentos de um e dois dormitórios com vaga na garagem em condomínios dotados de áreas de lazer, segurança e preferencialmente próximos a estações de metrô. Os apartamentos representaram 60% das vendas nos cinco primeiros meses do ano.

“Os imóveis continuam se valorizando, como prevíamos que aconteceria, e são uma excelente alternativa de investimento frente à redução das taxas de juros pagas pelas principais aplicações bancárias”, afirmou Roseli Hernandes, diretora comercial da imobiliária.

Fonte: Folha do Condomínio

Área verde: Jardins em condomínios exigem cuidados especiais

Hoje, paisagismo virou sinônimo de qualidade de vida. Afinal, através de um estudo paisagístico, conseguimos ambientes mais agradáveis, com a criação, também, de espaços de convivência, tanto para os adultos, os jovens, as crianças, quanto para os idosos, aproveitando de maneira eficiente, as áreas de uso comum nos condomínios. Devemos observar que existem diferenças importantes na elaboração de jardins residenciais e de condomínios. Nas residências, geralmente se trabalha sobre o terreno natural, e nos condomínios, principalmente os verticais, o projeto é desenvolvido sobre laje, a qual geralmente serve de cobertura para as garagens, nos subsolos. Isso necessita de cuidados especiais, como a impermeabilização dessas lajes, a qual deve ser feita com manta asfáltica, e sempre com a consultoria de empresa especializada.

Além disso, temos que tomar cuidados quanto às espécies escolhidas para a composição dos jardins, principalmente com relação ao porte (muitas vezes os espaços são pequenos), às raízes (para que a impermeabilização não sofra danos), e à insolação (importante para o desenvolvimento das espécies), sendo assim, é interessante que haja a consultoria de profissional qualificado, seja ele, um arquiteto ou um paisagista. Outro diferencial, é que nos condomínios estamos lidando com as necessidades e opiniões de várias pessoas, e chegar num acordo, nem sempre é tarefa fácil. Mas, através de reuniões com uma comissão eleita pelo condomínio, são discutidas as possíveis intervenções paisagísticas e de reforma, que aprovadas, procuram contemplar e beneficiar a maioria dos moradores.

Manutenção e conservação

Manter a área do jardim bem cuidada é muito importante, pois além de embelezar o condomínio é uma área de lazer dos condôminos.
Um bom planejamento e uma manutenção constante resultam em um jardim bonito e gastos controlados.
Seguir as orientações do paisagista é muito importante, mas caso não tenha, segue algumas dicas simples para ajudar na manutenção do seu jardim:
• O jardim deve ser regado de duas a três vezes por semana intercalando os dias e de maneira uniforme. Recomenda-se aquele bico para mangueiras, estilo “chuveirinho”.
• Zelador e faxineiros também podem dar uma mãozinha, retirando os matos que crescem rapidamente e recolhendo as folhas secas.
• Os moradores também podem colaborar, para manter o jardim sempre bonito, não jogando lixo no jardim, não pisoteando a grama e demais plantas e etc
• A terra precisa ser adubada de três a quatro vezes por ano. Cada planta exige um tipo de adubação, por isso, procure orientações com profissionais para não errar o tipo de adubo e a quantidade.
• Na hora de escolher uma muda, prefira as que estão mais floridas e com as folhas mais vigorosas e sem manchas. Não se esqueça de olhar com atenção se nenhuma tem insetos que podem ir para outras plantas e causar problemas.
• Flores são sempre uma boa opção para os locais pequenos, já que suas raízes não precisam de muito espaço.
• Uma boa dica para ter um jardim sempre florido é ter pés de diversas plantas, mas que florescem em diferentes épocas do ano.
• Contratar empresa especializada na construção e manutenção de jardim, que tenha técnicos competentes e experientes, tanto no que diz respeito à concepção como na manutenção.

 

Fonte: S.O.S do Síndico

Cinco ideias para economizar na reforma

O sonho de reformar a casa pode ser transformar em motivo de estresse se mal planejado. Nada pior que começar a quebradeira e descobrir que vai faltar dinheiro e a obra precisará ser interrompida. Para você não ter que enfrentar este tipo de problema e tirar de letra os dias de bagunça na sua casa, confira cinco atitudes essenciais para economizar na reforma e evitar imprevistos.
1. Projeto – Ter em mãos um bom projeto arquitetônico é fundamental para estipular e definir as metas. É preciso saber exatamente onde a reforma vai começar para que nada saia do controle. O projeto dá uma boa dimensão do que é preciso comprar e qual a real necessidade de cada item.
2. Planejamento - Com o projeto definido, é hora de partir para a etapa do planejamento. Se tudo estiver estipulado, fica mais difícil acontecer imprevistos no cronograma e nos gastos. Essa fase requer mais atenção para evitar desperdícios, tanto de dinheiro quanto de tempo. Você precisará pesquisar tudo, desde coisas básicas como cimento até itens de acabamento. E toda essa demanda precisa estar definida no cronograma. Por exemplo, se a reforma for começar por um quarto, a ideia é saber exatamente quantos pacotes de cimento serão necessários para aquele determinado ambiente. Hoje em dia a maioria das grandes lojas de material de construção está na web, muitas possuem dicas e fazem vendas online, inclusive.
3.Pagamento - Depois de pesquisar e comprar os materiais, pague sempre à vista. Desta forma você pode pechinchar um bom desconto, muitas vezes além dos 5 ou10% oferecidos pela loja. E se você encontrou materiais em promoção, não se iniba! Faça estoque para aproveitar o preço.
4. Profissionais competentes e de confiança – Na hora da elaboração do projeto você já deve ter contratado um bom arquiteto. Isso porque ele saberá exatamente onde pode haver mudanças, como por exemplo, a demolição de uma parede sem afetar o sistema hidráulico e elétrico. Mas grande parte dos problemas, geralmente, ocorre durante a execução da reforma. Por isso, é importantíssima a contração de mão de obra eficiente e especializada. Converse com amigos que já reformaram, pesquise na internet e peça dicas para descobrir os melhores profissionais da área. Se o orçamento permitir, é sempre bom contratar alguém para fiscalizar todas as etapas.
5. Reutilize materiais – Converse bastante com seu arquiteto para saber exatamente o que pode ser reaproveitado. Muitas vezes, um taco na sala pode ser colocado em outro ambiente ou ainda as portas e armários podem ser reutilizados.


Fonte: ImóvelWeb

Como conservar os elevadores?

Elevadores são verdadeiros causadores de polêmicas. Quem jamais se irritou com um morador que passou “horas” segurando a porta do aparelho, que atire a primeira pedra. Mas, apesar dos inconvenientes e das fobias, a verdade é uma só: o elevador ajuda e muito. Sendo assim, como o condomínio deve agir para evitar problemas e acidentes? Sobre quem deve cair a responsabilidade nesses casos? O primeiro passo para garantir a segurança dos condôminos, além do bom senso, é poder contar com uma empresa especializada.

Cada caso tem suas particularidades, por isso é preciso analisar em qual circunstância se encaixa o condomínio. Segundo Inaldo Dantas, presidente do Sindicato dos Condomínios do Estado da Paraíba (Secovi/Sicon-PB), “em caso de acidentes, a princípio, a responsabilidade é do condomínio e é o síndico quem responde judicial e criminalmente”. No entanto há exceções a esta regra.

O condomínio poderá fazer um contrato de manutenção e conservação dos elevadores com uma empresa especializada, nesses casos, esta empresa torna-se responsável pelos eventos relacionados ao aparelho. Este contrato deve ser devidamente registrado no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura) junto a uma anotação de responsabilidade técnica para ter validade.

A empresa deve fazer regularmente a manutenção preventiva dos elevadores. “Se ela for negligente e o síndico não tomar as providências, ele será responsabilizado por eventuais problemas”, alerta Inaldo Dantas. “O elevador deixou de ser uma caixa preta. A empresa que venha a se responsabilizar pela manutenção deverá ter registro no CREA, além de seguro de responsabilidade civil”, afirma Quinto Giulio Toia, gestor de negócios da Engeltech elevadores e escadas rolantes.

Outro ponto trata da importância de se conhecer pessoalmente o engenheiro técnico responsável, afim de garantir um contato mais próximo à empresa. “O síndico não pode se preocupar só com o preço dessa manutenção. Afinal, estamos falando em segurança”, explica Inaldo Dantas.

Caso de emergência
O elevador é um aparelho seguro e possui entradas de ar que garantem circulação de oxigênio em qualquer situação. Em caso de problema técnico, o passageiro deve ficar calmo, pressionar o botão de alarme e aguardar. Segundo Giulio Toia, da Engeltech, nesses casos, as empresas de manutenção procuram agir com rapidez e, em poucos minutos, o problema é sanado com total segurança.

Fonte: Jornal O Norte

Redes sociais e internet contribuem para novo modelo de gestão de condomínios

Recursos permitem gestão mais transparente e organizada e aumentam a participação dos condôminos nas decisões.

Uma pesquisa realizada pela Jeffrey Group e Ideafix, durante a 5ª edição da Campus Party Brasil, revelou que 75% dos internautas brasileiros acessam a internet por causa das redes sociais. O levantamento também apontou que 59,8% acessam a internet para ler notícias e 48,2% para trabalhar.

Esse cenário mostra que o uso da internet e das redes sociais está se tornando fundamental para qualquer setor, inclusive para os administradores de condomínios. De olho nessa nova fatia de mercado, a Superlógica, empresa especializada em soluções para condomínios, criou a plataforma online Assembleia Virtual. Com ela, o síndico tem mais transparência na gestão e mais garantia da participação dos condôminos nas reuniões, pois a ferramenta oferece conforto e um espaço mais democrático para todos os envolvidos.

“Atualmente, mais de mil administradores de condomínios utilizam o sistema da Assembleia Virtual. Ela está inserida na nossa rede social Licitamais, que oferece serviços e informações sobre o cotidiano nos condomínios”, explica Denis Augusto Piaia, diretor de novos negócios da Superlógica.

Piaia acrescenta que entre as vantagens de utilizar o sistema de Assembleia Virtual estão à comodidade de poder participar em qualquer dia e horário das discussões online, a legalidade, a ausência de burocracia, a facilidade de usar e o custo baixo. “O uso da internet permite que pessoas mais tímidas tenham mais liberdade de se expressar durante as reuniões, o que aumenta a participação e os resultados”.

Silmara Cristina dos Reis, síndica do Residencial das Ilhas, em São Bernardo do Campo (SP), adotou a ferramenta e teve bons resultados. “Com a Assembleia Virtual, aumentou a participação dos moradores, pois o sistema é um facilitador que permite que as pessoas entrem em qualquer momento e em qualquer horário e coloquem com mais tranquilidade sua opinião”.

Outro usuário da plataforma, Marcelo Oliveira, do Condomínio Marques de Três Rios, de Campinas (SP), explica qual foi a contribuição da Assembleia Virtual para seu condomínio. “Acho importante estarmos cientes do que pagamos. E a plataforma também é muito prática para resolver problemas corriqueiros do condomínio. Não adianta os vizinhos ficarem só na conversa de elevador. É importante exercer o seus direitos e deveres”.

Quanto ao investimento mensal da Assembleia Virtual, pode ser a partir de R$ 80,00 para clientes da Superlógica ou a partir de R$ 120,00 para quem não é cliente. “Para as administradoras de condomínio, oferecemos facilidades adicionais como pacotes ilimitados”, completa.

 

Fonte: Inteligemcia.com.br

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