condominio

A prevenção nas edificações em construção

Atividades visam orientar sobre atitudes básicas

Embora pouco comum, o incêndio em um empreendimento em construção pode ocorrer. Uma circunstância que agrava essa situação e aumenta a necessidade de prevenção é a ausência de hidrantes. Para Rogério Pachuczi, técnico de Segurança de uma construtora de Blumenau/SC, construir um prédio exige vários cuidados, desde a correta concepção da obra até a utilização de Equipamento de Proteção Individual (EPI) por todos os colaboradores. Na avaliação do profissional, a implantação de um sistema de prevenção de incêndios durante a construção é importante tanto para evitar os acidentes, como para que os funcionários saibam como agir, caso se encontrem no meio de uma situação de risco.

Pachuczi já ministrou treinamentos sobre o tema, em parceria com o Serviço Social da Indústria da Construção (Seconci), para capacitar os funcionários do setor. Segundo ele, “as atividades visam orientar sobre atitudes básicas que evitam o surgimento do sinistro, possibilitar a extinção e reduzir os efeitos antes da chegada do Corpo de Bombeiros”, destacou o técnico.

O armazenamento de produtos e equipamentos sem a manutenção preventiva pode ocasionar problemas durante o período da execução do empreendimento, além da falta de colaboradores treinados e a ausência de extintores de incêndio adequados como o de Pó Químico Seco (PQS).

“Produtos químicos e inflamáveis, se precisarem ser armazenados em canteiro de obra, necessitam de um lugar específico, afastado de fonte de calor, de preferência do lado de fora da construção”, ressaltou o profissional. Ele informou que o lugar precisa estar bem sinalizado, isolado e com placas de advertência. “É fundamental ter os dizeres ‘Proibido Fumar’, ‘Atenção Produto Inflamável ou Químico’, além de, principalmente, serem manipulados por funcionários devidamente treinados”, destacou. Pachuczi comentou também que as construtoras deveriam formar brigadistas e socorristas. “Além da CIPA, isso seria um diferencial dentro da construção civil”, concluiu.

Fonte: Folha do Condomínio

Aprenda a fiscalizar a construção do seu imóvel

Para evitar surpresas e problemas, é fundamental que o comprador acompanhe a obra de perto. Saiba como.

Ao comprar um imóvel na planta ou em construção, o consumidor tem que ter em mente que terá um longo período pela frente até a entrega definitiva do imóvel. Isso não quer dizer, no entanto, que o comprador pode esquecer do imóvel e só voltar a se preocupar com ele na hora de receber as chaves. Pelo contrário. Para evitar surpresas e problemas, é importante acompanhar a obra de perto.

Para o presidente da AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo), Marco Aurélio Luz, fiscalizar a obra é fundamental e a melhor forma de fazer isso é definindo uma Comissão de Representantes. De acordo com Luz, é dever das construtoras informar aos novos proprietários o direito de organizar essa comissão. Caso contrário, o próprio comprador do imóvel pode tomar a iniciativa de convocar uma assembleia com as pessoas que também estão comprando uma unidade para eleger, no mínimo, três representantes que irão acompanhar o andamento da construção e repassar as informações aos demais moradores.

A fiscalização da obra inclui examinar a qualidade dos materiais utilizados, o cronograma da construção, a metragem do imóvel e checar a idoneidade da construtora e incorporadora. A verificação deve ser feita no mínimo de três em três meses e, após esse período, os representantes deverão apresentar um relatório completo aos demais compradores.

Para finalizar, o presidente da AMSPA afirma que a formação da comissão não deve ter como objetivo confrontar as construtoras, mas, sim, realizar um trabalho em conjunto. “A composição da ‘Comissão de Representantes’ visa encontrar a melhor solução para quando surgir eventualidades durante a obra, ou seja, a intenção é incentivar a transparência para que os compradores não sejam pegos de surpresa nos casos de contratempos ou encontrem problemas quando receberem as chaves do imóvel”, completa Luz.

Fonte: ImóvelWeb

Portabilidade pode encarecer prestação

Acordo com a financeira atual pode ser melhor

Desde o início de maio a Caixa Econômica Federal (CEF) e em junho o Banco do Brasil têm sugerido juros menores como forma de pressionar outros bancos a baixarem o custo dos financiamentos imobiliários no mercado. A prática, além da ampliação dos prazos de 30 para 35 anos no tempo do financiamento dos imóveis, pela CEF, tem incentivado mutuários à transferência de suas dívidas para outras instituições financeiras. Entretanto, para a Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (Amspa), utilizar-se da portabilidade – permitida pelo Banco Central desde 2006 – não é aconselhável, pois, segundo a entidade, o percentual de redução é pequeno e as taxas ocultas como de administração, abertura de crédito, entre outras, podem encarecer o valor das prestações.

O assessor jurídico da Amspa, João Bosco Brito, desaconselhou a mudança de banco durante o financiamento. “Não vemos muita vantagem. Em algumas situações vale a pena tentar um acordo com a financeira atual ao invés de trocar de banco. Além disso, o mutuário corre o risco, depois de tanto trabalho com a documentação ter a transferência negada pela instituição financeira, principalmente, por seu histórico mostrar perigo de inadimplência”, orientou.

O advogado também alertou sobre as taxas ocultas, que, para ele, são muitas vezes abusivas e vem embutidas no contrato. “Embora o Banco Central autorize essas tarifas (administração e abertura de crédito, entre outras), o que acontece é o abuso da cobrança em cima do seu percentual”,afirmou Brito. Uma dica dada pelo assessor jurídico foi a solicitação do Custo Efetivo Total (CET) à financeira, “que vai mostrar todos os encargos e despesas do empréstimo”, afirmou.

Burocracia 

A Amspa ressaltou que na etapa de transferência de banco há gastos com o cartório que pode chegar a 3% sobre o valor do imóvel. Nesta fase será necessário a emissão de certidões, nova averbação do contrato de financiamento para a substituição do credor hipotecário, taxas e emolumentos para o novo registro, além das despesas de tarifas para vistoria do imóvel. Por isso, a entidade insistiu que é aconselhável, antes de fazer a portabilidade pesquisar as condições oferecidas pelas outras instituições financeiras.

“Outro cuidado importante é verificar se haverá o aumento das prestações para que o valor da dívida não aumente”, disse o presidente da associação, Marco Aurélio Luz. Ele acredita que quando o mutuário tenta transferir o seu débito tem encontrado dificuldade devido à burocracia imposta pelos bancos. “O processo é complicado e cada instituição financeira tem seus critérios de escolha e, em alguns casos, chegam negar a portabilidade. O Procon já alertou que os bancos não estão obrigados a aceitarem a portabilidade”, informou Aurélio Luz.

 

Fonte: Folha do Condomínio

Medição de consumo é polêmica líquida e certa

Há diversas formas de dividir as contas de água do condomínio, mas nenhuma agrada todos os condôminos ao mesmo tempo. Para ajudar este processo, moradores tem buscado a medição individualizada.

Milton Agostinho Junior, síndico do edifício Monte Verdi, tentou implantar a medição individualiza- da para dividir a conta de água do condomínio

Uma das principais reclamações de moradores de condomínios e edifícios é a conta de água. O rateio pode ser feito de diversas formas, que nem sempre agradam os moradores.

A advogada Tatiana Perei­­ra, do Sindicato de Habitação e Condomínios do Paraná (Se­­covi – PR), explica que, de acor­­do com a lei nº. 4.591/64, o rateio da conta de água é feito a partir da fração ideal do solo (ou seja, da área do imóvel). Assim, em uma edificação de 10 apartamentos em um terreno de mil metros quadrados, por exemplo, cada apartamento se refere uma porção de 100 metros quadrados. Portanto, as despesas de água seriam divididas para cada 100 metros quadrados. No entanto, Tatiana conta que cada condomínio pode escolher a sua forma de rateio, como a cobrança por número de moradores ou número de apartamentos, desde que a convenção do condomínio permita isso. “Em alguns casos, a taxa básica da Sanepar é rateada por igual, por apartamento, e o extra é dividido pelo número de moradores ou pelos apartamentos”, explica.

Milton Agostinho Junior é síndico de um edifício onde é feito o rateio pelo número de moradores. “É uma coisa desproporcional, tem gente que mora com cinco pessoas, outros moram sozinhos. Um acaba pagando pelos cinco”, explica. De acordo com o vice-presidente de administradoras de condomínio do Secovi, Carlos Eduardo Manzochi, a cobrança pelo número de moradores ou pelos apartamentos pode ser tão injusta quanto aquela baseada na fração ideal do solo. “Posso morar sozinho no apartamento e tomar banho dez vezes ao dia e meus oito vizinhos podem tomar banho no clube, na academia. Dividir assim também pode não refletir a realidade”, explica.

Uma das possíveis soluções para este tipo de problema é transformar a medição tradicional em individual. Neste modelo, um ou mais hidrômetros são responsáveis por determinar o gasto de água de cada apartamento e a medição pode ser feita por um responsável nomeado pelos con­­dôminos ou por uma empresa contratada. De acordo com o gerente comercial da Companhia de Saneamento Básico do Paraná (Sanepar), Luiz Carlos Braz, a Sanepar não pode fazer a medição individual nos edifícios porque ela emite uma única conta referente ao gasto total do edifício. “O decreto 3.926 de 1988, que regulamenta os serviços, no artigo 16 deixa claro que a cada prédio corresponderá uma única ligação de água e esgoto. Nos condomínios verticais, o condomínio é responsável pelo rateio da conta de água, porque a Sanepar não pode entrar em cada apartamento para fazer a medição, vai contra o direito de pro­­prie­­dade. A responsabilidade da Sanepar vai até o cavalete”, informa.

Segundo o síndico Agosti­­nho Junior, há um ano e meio ele tentou implantar a medição individualizada para tornar a despesa mais justa, mas o custo era muito alto e a medição do fluxo de água para cada apartamento poderia não ser exata. “Ia sair R$ 800, R$ 900 por apartamento com um hidrômetro. Tentei entrar em contato com uma empresa que fornece hidrômetro individual, transmite os gastos via computador, mas não era uma coisa real, era 70% de acerto porque o prédio não tinha encanamento apropriado para a medição individual. Os edifícios novos tem encanamento para leitura individual, mas para os antigos é muito complicado e não seria muito preciso o consumo. Por isso decidimos ficar com o sistema tradicional”, relata.

Alternativa

Medição por telemetria, mais “confortável”, é também a mais cara

Uma das formas mais modernas de fazer a medição individualizada nos condomínios é por meio de telemetria. Esse sistema evita que a necessidade de um funcionário para medir o consumo todo mês em cada apartamento. A aferição é feita a partir de um dispositivo acoplado ao hidrômetro, que envia a um computador os gastos de cada residência. No edifício Neuhaus, no bairro Água Verde, a medição é feita desta forma e os moradores aprovam a medida.

“É muito mais fácil, muito mais confortável. O rapaz da empresa que faz a medição fica no jardim e de lá ele coleta todas as informações dos apartamentos, sem precisar entrar no prédio. Ele registra tudo no computador e repassa para a empresa que administra o condomínio e essa empresa entrega as contas certas para cada morador”, conta a síndica do prédio, Maristela Gugelmin Calderari.

O gerente comercial da Sanepar, Luiz Carlos Braz, explica que, por mais que esta forma seja mais confortável ao morador, é também mais cara e a companhia não pode executá-la em residências. “A Sanepar somente realiza esse tipo de serviço para grandes empresas, que tenham alto consumo de água”, afirma.

Regra

Rateio é feito de acordo com a convenção do condomínio

Medição individualizada por telemetria favorece o conforto do condômino, que não precisa abrir a porta de casa para ter a leitura do hidrômetro

A advogada do Secovi, Tatiana Pereira, explica que as despesas dos condomínios devem ser pagas como foi determinado pela convenção do prédio, já que é a lei do condomínio. Ainda há poucos prédios com a medição individual e, para mudar do rateio tradicional para o individual, é necessária uma série de medidas.

“O síndico convoca a assembleia, que deve ter dois terços dos condôminos e debate o assunto. Depois leva à votação para a mudança ou não. Se a maioria aceitar, tem de ver orçamento, buscar os prestadores de serviços, os que vendem os hidrômetros, juntar os orçamentos, o tempo que a obra vai levar, quanto ela vai gastar e retornar à assembleia pra votar. Depois de votado, coloca em convenção para poder implantar. Se não tiver quorum, isso fica passível de discussão judicial. O condômino que se sentir prejudicado pode entrar com ação e o síndico pode ser responsabilizado”, explica a advogada.

Outra ressalva na hora de modificar a cobrança é deixar claro a todos os moradores que qualquer mudança no número de habitantes do apartamento deve ser comunicada ao síndico, inclusive se receberem visitas prolongadas. Mas estas informações devem estar dispostos na convenção condominial para que tenha plena validade e que todos estejam cientes.

Dúvidas?

Se você mora em um prédio ou condomínio e tem dúvidas sobre medição de água, o Sindicato de Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi) oferece atendimento jurídico para síndicos e condôminos. Basta acessar o site do sindicato (www.secovipr.com.br) e entrar em contato através do link do Departamento Jurídico, ou ainda pelo telefone 3259-6000. Se preferir tirar suas dúvidas pessoalmente, o Secovi está localizado na Rua Dr. Pedrosa, 475, Centro. Não é necessário agendar e os advogados atendem das 8h30 ao meio dia e das 13h30 às 18h.

Convenção

Antes de qualquer modificação no rateio da conta de água, os moradores devem mudar a convenção do condomínio através de uma assembleia que conte com dois terços dos condôminos.

Fonte: Gazeta do Povo

Mais que um vendedor de imóveis

Corretores buscam cursos e noções sobre legislação e outros temas para orientar melhor os clientes e se firmarem em um mercado de trabalho já suprido.

Teresa Yamashita fez graduação, pós e diversos cursos para atender melhor seus clientes, como o empresário Geraldo Klaine

O aquecimento do mercado imobiliário contribuiu para o aumento da profissionalização de quem trabalha neste ramo. Em Curitiba, diversas instituições oferecem cursos de capacitação profissional voltados a corretores. Segundo o coordenador do curso técnico de transações imobiliárias do Instituto Federal do Paraná (IFPR), Claudir Schmidlin, os professores tentam repassar, em um ano e meio, uma cultura geral do mercado imobiliário. “Nossa preocupação é que eles tenham conhecimento na parte de uso e ocupação do solo urbano, noções de construções civis, partes do direito, relações humanas, noções de economia, financiamento imobiliário, prática de imobiliários, informática, entre outros”, explica.

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) também oferta aos profissionais uma oportunidade de capacitação através do curso superior de tecnologia em negócios imobiliários, que forma tecnólogos. De acordo com a coordenadora, Marlene Lemes, a procura pelo curso tem aumentado e o perfil dos estudantes é bem diversificado. “Temos desde o rapaz que acabou de sair do ensino médio até corretores de 50 anos”, aponta

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Paraná (Creci-PR) fez um levantamento do número de corretores no estado. Segundo os dados, entre 2008 e 2012, o setor teve um aumento de 60,98%. Em 2008, o estado contava com 6.897 profissionais – hoje são 11.103. Este aumento se deve à própria evolução do mercado que conta hoje com 1.721 imobiliárias no estado. Com a demanda por profissionais suprida, o atrativo está em quem sabe mais e melhor.

É o caso de Teresa de Souza Yamashita, que quando voltou ao Brasil depois de uma temporada de seis anos no Japão sentiu necessidade de aprimorar seus conhecimentos como corretora de imóveis. Foram dois anos de graduação em Gestão Imobiliária, uma pós-graduação e diversos cursos na área, como avaliação de perito, avaliação imobiliária, além de palestras ofertadas pelo Creci. Segundo ela, agregar conhecimento é muito importante para todas as áreas e para o corretor não há diferença. “Você tem de dominar o seu setor. Você não pode ser pego de surpresa por questionamentos dos clientes”, explica.

Dentre as disciplinas que Teresa estudou, Psicologia e Raciocínio Lógico são algumas que exercita no dia a dia com seus clientes. “Muitas vezes você vai ter de perguntar muita coisa para o cliente, para entender o que ele quer, e nisso entra o quanto ele quer pagar. Tenho de perguntar: qual será o meio que você usará para pagar? Você está com a contabilidade em dia? Qual a sua renda? Sempre acabo entrando na vida pessoal do cliente e para isso você tem de estar preparado.”

Formação é pré-requisito para credenciamento na função

De acordo com o presidente do Creci-PR, Junior Pucci, a constante profissionalização é essencial para os corretores de imóveis, pois o mercado se tornou seletivo e elimina gradualmente os que não estiverem aptos a viver esta novo momento. “A evolução do mercado imobiliário é uma realidade no Brasil. Atualmente os clientes são bem informados e não precisam somente de um intermediador de vendas, mas sim de um gestor de negócios imobiliários”, aponta o presidente.

O estudante e corretor estagiário Vilmar Crensiglova já está finalizando o curso no Instituto Federal do Paraná (IFPR) em Transações Imobiliárias e, para ele, os estudos devem continuar. “Penso em fazer ainda Direito Imobiliário. Gostei muito da área, tanto é que eu larguei a minha antiga profissão de representante comercial para me dedicar a essa”.

De acordo com o professor e coordenador do curso no IFPR, Claudir Schmidlin, as inscrições para a próxima turma de Transações Imobiliárias estão previstas para abrir em outubro. Os interessados devem buscar o site do Instituto (www.reitoria.ifpr.edu.br) e fazer a inscrição para o teste seletivo que será em dezembro. O coordenador explica que o conteúdo cobrado será do ensino médio e quem tiver dúvidas pode entrar em contato através do (41) 3535 1428. Para o curso na Universidade Federal do Paraná, a seleção é feita via vestibular da própria instituição. O curso tem duração de três anos. A formação é exigida hoje para o credenciamento do profissional corretor no Creci da sua região.

Passo a passo

Saiba o que é preciso para se tornar um corretor formal

- Para retirar o registro do Conselho, o corretor deve ter feito um curso em Gestão ou Transação Imobiliária. Só com o diploma do curso que o corretor poderá dar entrada no pedido. Para quem ainda é estudante, é possível tirar o registro de estágio, que tem a duração de um ano. Neste caso, o estudante precisa que um corretor seja seu responsável.

- Para o registro de estágio, basta levar uma cópia autenticada do RG e CPF, declaração preenchida pelo corretor responsável pelo estágio, que pode ser pega no Creci, certidão de matrícula do curso de Técnico de Transações Imobiliárias ou Gestão Imobiliária, duas fotos 2×2 coloridas e recentes, além dos formulários preenchidos no próprio Conselho e taxas quitadas. Os valores variam ao longo do ano.

- A inscrição definitiva pede outros documentos, como a cópia autenticada do RG, CPF, título de eleitor; caso tenha um cônjuge, certidão de casamento; certificado de reservista, diploma do ensino médio ou ensino superior; cópias do comprovante de residência em nome do requerente; cópia e original do diploma de técnico de transações imobiliárias ou gestão imobiliária; contribuição sindical quitada; três fotos 3×4 coloridas e recentes, além dos formulários preenchidos no Conselho e taxas quitadas.

- Depois de entregue toda a documentação, o processo passará por análise. Segundo o presidente do Creci-PR, em condições normais, a tramitação não leva mais que 90 dias.

- O Conselho possui delegacias em nove cidades no interior do Paraná: Londrina, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu, Pato Branco, Umuarama, Matinhos e Guarapuava. O Creci de Curitiba está localizado na Rua General Carneiro, 680, Centro.

À distância

Cursos em módulos e com presença exigida apenas nas provas

Para quem tem o interesse em fazer o curso em Gestão Imobiliária, porém não pode ir às universidades ou faculdades, o Centro Universitário de Maringá (Cesumar) oferta a graduação na modalidade à distância. De acordo com a coordenadora do curso, Ariane Maria Machado, o aumento na procura fez com que o curso se adaptasse aos alunos. “Primeiro tínhamos o curso na modalidade presencial. Depois de percebemos a importância do curso no cenário atual e a crescente demanda de outros estados, decidimos ofertar o curso à distância”, explica. Segundo ela, o perfil do estudante também contribui para esta modalidade, já que são, na maioria, corretores que atuam no mercado há algum tempo e que sentiram a necessidade de se profissionalizar.

Como funciona

Segundo a coordenadora, o curso já formou 350 gestores imobiliários e hoje são mais de 1.700 alunos matriculados. “O curso na modalidade à distância oferta ao acadêmico um regime modular, sendo composto por oito módulos, com duas disciplinas em cada e duração de dois anos. O acadêmico faz as atividades de estudo à distância e deve obrigatoriamente comparecer ao polo de apoio presencial no dia da avaliação, cerca de uma vez ao mês”, afirma. Depois de finalizado o curso, em dois anos, o profissional pode se credenciar junto ao Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) e também ao Cadastro Nacional dos Avaliadores de Imóveis (CNAI).

11 cursos

De acordo com o site do Ministério da Educação, um total de 11 instituições ofertam cursos em Negócios ou Transações Imobiliárias tanto na modalidade presencial quanto à distância, de bacharelado e também tecnólogo, no Paraná. Para ver a lista completa dessas instituições, basta entrar no site do MEC (www.educacaosuperior.inep.gov.br), selecionar o estado e o curso que deseja. São esses cursos que permitem que a pessoa que trabalha no ramo se profissionalize e se credencie como corretor do Creci da sua região.

Outras “fontes”

O Sindicato de Habitação e Condomínios (Secovi-PR) e o próprio Creci-PR também oferecem cursos e palestras para os profissionais do mercado imobiliário, regularmente. Basta ficar de olho nos siteswww.crecipr.gov.br e www.secovipr.com.br.

Fonte: Gazeta do Povo

Deficiência na limpeza atrai pragas

O descuido com a limpeza das áreas comuns dos condomínios e até dos apartamentos podem provocar pragas com conseqüências até mesmo fatais para os moradores.

Prova disso tem sido o surto de escorpiões que vem sendo constatado em vários bairros da Região Metropolitana do Recife.

Na opinião do diretor de Condomínios do Secovi-PE, Genival Aguiar, a melhor forma de combater a proliferação de escorpiões é eliminado o prato principal dele: as baratas. Se ele não encontrar baratas na área, não vai se alojar. O diretor orienta ainda aos Síndicos que não deixem acumular entulhos ou mesmo lixo. A dica vale também para os moradores. É um chamariz.

O uso de dedetização feita por uma empresa qualificada e a prática da saúde ambiental mantém o seu imóvel protegido. Genival Aguiar reforça, ainda, que diante do surgimento de baratas ou escorpiões o condômino ou funcionário deve informar o síndico na hora. As crianças também devem estar cientes de que não devem brincar com os escorpiões quando se depararem com eles. No caso de serem picados, devem buscar um adulto imediatamente para que este providencie o socorro adequado.

Em 2011, a Secretaria Estadual de saúde registrou 3.274 ataques de escorpião em Pernambuco, das quais 1.749 foram no Recife. Apesar dos três casos fatais registrados este ano até maio, a Secretaria não considera estar havendo uma infestação. No entanto, está trabalhando em um mapeamento dos acidentes envolvendo animais peçonhentos através de sua Gerência de Controle de Zoonoses e Endemias do Estado. Com o perfil epidemiológico deverão ser orientadas novas ações de combate.

Fonte:Revista Secovi-PE

Inadimplência no pagamento do condomínio cresce 22% em SP

De janeiro a maio, 4% dos boletos emitidos ficaram em aberto por mais de 30 dias, contra 3,28% registrados no mesmo período de 2011.

A inadimplência no pagamento de cotas de condomínio na cidade de São Paulo está maior neste ano. É o que aponta balanço da Lello.

De janeiro a maio, 4% dos boletos de condomínio emitidos aos moradores de apartamentos residenciais na capital paulista ficaram em aberto por 30 dias ou mais, contra 3,28% registrados no mesmo período de 2011. A alta foi de 22%.

O índice de inadimplência deste ano, no entanto, ainda é menor do que o registrado nos cinco primeiros meses de 2010, quando 4,34% dos boletos não haviam sido pagos por mais de um mês.

Neste ano as maiores taxas de inadimplência mensal foram registradas em fevereiro, abril e maio: 4,1% em cada mês. A menor, de 3,8% do total de boletos emitidos, foi em janeiro.

“Uma inadimplência alta pode prejudicar o fluxo de caixa dos condomínios, que têm uma série de obrigações a cumprir pontualmente, como a folha de funcionários, encargos trabalhistas e contas de água, energia elétrica e gás, além de contratos de manutenção e conservação. Mas nos últimos anos os índices têm permanecido em patamares baixos, na média”, diz Carlos Henrique, gerente de Cobrança”.

Ele observa que o sinal de alerta deve se acender quando a inadimplência ultrapassa a marca dos 7% do total de boletos emitidos no condomínio. “Nos últimos cinco anos os índices médios de inadimplência de quotas condominiais registraram quedas importantes, e quanto maior a redução, mais difícil diminuí-las ainda mais”, ressalta o gerente.

 

Fonte: Último Instante

Brasileiro opta pelo consórcio, diz Abac

Participação da Classe C cresce no setor Imóveis

Pesquisa divulgada pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), com execução da Quorum Brasil, revelou, segundo a associação, que o brasileiro está mais consciente quando pretende adquirir bens ou serviços, decidindo, em razão de sua necessidade, pelo consórcio. Na avaliação da Abac, o mecanismo, que é uma forma de poupança planejada, com custos menores e com objetivo de compra definido, tem sido utilizado para realização de sonhos de consumo como imóvel (para residência própria, lazer ou investimento), veículo automotor (automóvel, motocicleta, caminhão, máquina agrícola), eletroeletrônico ou serviço.

Com projeção entre 7% e 9% para crescimento nas vendas de novas cotas para este ano, a associação buscou, nesse estudo, obter um cenário de participação das classes sociais, além de gênero e faixas etárias mais presentes. A entidade informou que foram entrevistados mais de mil consorciados, sendo 51% contemplados e 49% não contemplados, nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Fortaleza, Goiânia e Belém, além de amostragem de clientes em potencial.

“O levantamento registrou, segundo Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Abac, que “quase 90% dos participantes do Sistema entendem o consórcio como um bem de futuro”. Ainda na avaliação da entidade, comparados, os resultados de 2012 sobre os de 2006, ano da primeira pesquisa, constatou-se aumento de 108,3% na presença da Classe C no setor de automóveis. Enquanto nos consórcios de imóveis, a ampliação foi de 62,5%,nos de motocicletas atingiu 42,9% e nos de eletroeletrônicos o acréscimo foi de 41,0%. No setor de caminhões, registrou-se retração de 9,0%.

“A maior participação da Classe C, em quase todos os segmentos da economia, também foi expressiva nos consórcios, especialmente nos, últimos seis anos. Ela só não foi maior em razão da migração de parte para a classe B, apesar da inclusão de muitos consumidores vindos da classe D”, adiantou Rossi.

O levantamento apontou também a crescente participação dos jovens de 20 e 29 anos nos consórcios em três dos cinco setores de bens duráveis analisados pela associação, quando relacionados os porcentuais de 2012 x 2006. A maior alta foi anotada nos de automóveis, com 140%. Nos imóveis, o aumento chegou a 50%, e nos eletroeletrônicos a diferença atingiu 46,7%. Apenas os setores de motocicletas e de caminhões mostraram retrações de 27,1% e 45,5%, respectivamente.

De acordo com a Abac, dados da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam o crescente número de pessoas que passaram a morar sozinhas nos últimos dezoito anos, em levantamento sobre distribuição dos arranjos familiares. Enquanto em 1992 a mulher sozinha representava 6,2%, em 2009 atingiu 8,9%, aumento de 43.6%. No caso masculino, a alta registrada chegou a 38,9%, saltando de 5,4% (1992) para 7,5% (2009).

“Hoje, os jovens moram com conforto na casa de seus pais até decidirem sair para casar ou morarem sozinhos”, esclareceu o presidente da ABAC. “Todavia, nenhum deles deseja, em um desses momentos, reduzir seu padrão de qualidade de vida. Por isso, logo que podem buscam, por meio desse mecanismo, adquirir carro, imóvel e eletroeletrônicos, confirmando o crescimento de sua participação, ano após ano”, afirmou Rossi.

Outro aspecto importante destacado pela entidade na recente pesquisa foi a presença feminina que, de 2006 para 2012, foi aumentando gradativamente, chegando a 155% no setor de eletroeletrônicos. Em segundo lugar, o setor de motocicletas com 63,6%, 45,8% em imóveis, e 35,7% em caminhões. Entre os consorciados de automóveis, a participação feminina retraiu-se em 6,8%.

Segundo o presidente da Abac, “a mulher economicamente ativa vem ocupando funções de liderança como diretoria, gerência ou chefia em empresas e organizações, possibilitando ganhos maiores, revertendo-os tanto para a diversidade de consumo como na qualidade de vida familiar, o que a tem levado a adquirir bens duráveis, por meio do Sistema (de Consórcios)”, concluiu Paulo Rossi.

Fonte: Folha do Condomínio

Empresas e condomínios no Ceará investem em energia eólica

Ceará deve ser autosuficiente em energia eólica até 2016, diz governo. Prédios com aparência de espelho usam placas para captar energia solar.

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Empresas e condomínios estão investindo em energia eólica para reduzir os custos. Segundo o governo do estado, o Ceará deve ser autosuficiente em produção de energia eólica em 2016. O estado é o maior produtor desse tipo de energia no Brasil.

Por ser um investimento a longo prazo, empresários de diversos setores já demonstram preocupação com o fornecimento de energia e com o consumo sustentável. As janelas de prédios, com aprência de espelho, por exemplo, não são meros enfeites: economizam energia. Assim como as placas de captação de luz solar e os geradores eólicos.

“A motivação maior foi a preocupação com a sustentabilidade. E isso se transformou agora em uma bandeira constante nossa”, disse o diretor técnico de uma empresa, Geraldo Magela Alves. O novo mercado mostra que a tendência é investir em tecnologias como essas. A energia eólica consumida no primeiro condomínio construído com esses geradores representa 10% de tudo que é consumido na área externa. Os próximos empreendimentos devem produzir pelo menos cinco vezes mais.

O gerador eólico representa uma relação custo benefício que vai além da economia. Em uma empresa, a geração de energia limpa agrega valor junto com outras pequenas atitudes, como separar o lixo corretamente. “A gente soma também os benefícios sociais que estão ligados a essa relação. A gente tem de aproveitar todos benefícios, todos os tipos de energia que a natureza nos oferece”, afirmou o empresário Haroldo Menezes.

Para manter o equipamento ligado, responsável por uma conta de energia que chega a R$ 2,5 mil por mês, o gerador eólico foi uma das soluções encontradas. Ele sozinho consegue manter os computadores da máquina em atividade, porque produz 25% de tudo que é utilizado.

O Ceará precisa importar cerca de 70% de energia elétrica de outros estados para se manter abastecido. Os dados da Companhia Energética do Ceará (Coelce) revelam que o estado, que não para de receber novos empreendimentos, ainda precisa investir no setor energético.

 

Fonte: G1

Como escolher o imóvel ideal para a família

Decisão exige planejamento para que casa própria atenda as necessidades imediatas e futuras.

A casa própria, sonho de grande parcela dos brasileiros, é, para muitos, o bem de maior valor que será adquirido em toda vida. Quem compra um imóvel para morar, em geral, o faz com a intenção de viver ali, sozinho, ou com a família, por um bom tempo. Justamente porque não é comum trocar de imóvel com freqüência, a decisão não pode ser tomada por impulso. Antes de escolher um imóvel é preciso pensar no futuro, incluindo aspectos relevantes da sua vida pessoal.

Para não errar na decisão, algumas perguntas são indispensáveis, como: em três anos estarei casado? Terei filhos? Por quanto tempo pretendo ficar neste imóvel? Ele atenderá minhas expectativas? Refletir sobre essas questões é fundamental para que não haja um arrependimento futuro e ocasione transtornos com mudanças de imóvel e o pior, o desperdício de dinheiro.
Para o engenheiro civil Flavio Figueiredo, quando alguém decide pela compra do imóvel, precisa escolher algo compatível com a sua família, tanto para o momento atual, quanto a médio ou longo prazo. Desta forma, evitará transtornos com adaptabilidade ao imóvel.
“O correto é avaliar profundamente o tamanho, localização, vagas de garagem, cômodos e claro, projetar sua vida para 5 ou 10 anos”, esclarece o especialista. Outra questão importante é em relação ao planejamento familiar. Se pretende ter mais filhos, encontre um lugar com número maior de dormitórios e banheiros. Se não pretende, não esqueça que os filhos crescem e com o tempo terão carros, com isso, é indispensável o número de vagas em uma garagem do edifício. Além disso, os filhos buscam individualidade e dividir o mesmo cômodo na fase adolescente ou adulta, pode gerar conflitos.
Fonte: ImovelWeb

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