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Prepare a sua casa para os dias frios

Confira 5 dicas simples que para deixar os ambientes mais confortáveis durante o inverno

Mudanças sutis na decoração da sua casa podem deixá-la mais aconchegante para os meses em que a temperatura cai. Veja as dicas do arquiteto Fabricio Forg para a temporada de inverno, que começou dia 21 de junho.

1. Cubra o sofá com uma manta
Priorize o tato durante os dias frios e coloque mantas sobre os estofados. Escolha tecidos com toque mais macio, como suede, veludo e camurça, por exemplo, que também são ótimos para revestir as almofadas.

2. Mantenha uma iluminação quente nos ambientes
Use a iluminação para criar espaços acolhedores. Para isso, uma boa alternativa são os spots com luz amarelada. Os focos mais aconchegantes podem ser obtidos com lâmpadas AR ou dicroica. Abajures e luminárias de chão também podem oferecer bons resultados.

3. Invista em tapetes
Aposte em tapetes para a sala e locais como a beirada da cama. Assim, você evita o contato direto com o chão frio. Se você ou alguém da sua família sofre com alergias ou rinite, opte por modelos menos espessos, que acumulam menos poeira e ácaros.

4. Use papel de parede, tecidos ou uma tinta mais escura nas paredes
Experimente forrar algumas das paredes com revestimentos especiais, como tecidos, madeiras certificadas e papéis de parede, sejam lisos ou com texturas. Se quiser uma solução mais econômica, escolha uma cor mais escura para pintar uma parede. Isso irá preservar melhor a temperatura interna e favorecer efeitos da iluminação.

5. Crie um local para tomar um café ou chá 
O inverno aumenta a vontade de passar mais tempo em casa e ainda aguça o paladar. Para aproveitar esse momento, tenha um cantinho especial para reunir a família e os amigos para um café .

Fonte: WebCasas

Protesto das taxas condominiais

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Há algum tempo se discute a natureza dos débitos condominiais e suas formas de cobrança. Para muitos, a ação de cobrança, em rito sumário, é medida branda demais, verdadeiro convite à inadimplência.

Em vigor desde janeiro de 2009 no estado de São Paulo, a Lei estadual 13.160/08 legitima aos condomínios levarem os boletos de quotas condominiais a protesto, tornando também legítima a inclusão do nome dos devedores em órgãos de proteção ao crédito.

A Lei 9.492 de 1997 define em seu art. 1º que: “Art. 1º. Protesto é o ato formal e solene pelo qual se prova a inadimplência e o descumprimento de obrigação originada em títulos e outros documentos de dívida”.

O Código de Processo Civil, em seu art. 585 e incisos normatiza que: “são títulos extrajudiciais o crédito decorrente de foro, laudêmio, aluguel ou renda de imóvel, bem como encargo de condomínio desde que comprovado por contrato escrito”.

Da leitura do dispositivo acima, conclui-se que quando se passa a condição de condômino, automaticamente e por disposição da própria lei, passa a aderir e anuir às condições daquele condomínio. A quota condominial em atraso pode ser levada a protesto pelo condomínio, com base na Lei 9.492/97, até mesmo porque predomina hoje o entendimento que qualquer documento que demonstre que seja uma dívida pode ser protestado. É bom regis­trar que cobrança de taxa de condomínio não pode ser analisada segundo as regras do Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que não se trata de uma relação entre consumidor e fornecedor, e sim, de um rateio das despesas. Assim, o protesto é perfeitamente possível em condomínio, pois se trata de um ato legítimo e legal.”

No entanto, ainda que as taxas de condomínio sejam aprovadas em assembleia ge­ral, nos casos de impontualidade do seu vencimento a torna um documento de dívida, porém não é recomendá­vel que o devedor seja incluso nos órgãos de restrição de crédito, tendo em vista que ainda não existe uma lei estadual específica que trate do assunto, assim como tem no estado de São Paulo.

A verdade é que, em tais casos, o custo da cobrança amigável e da negociação de acordos, mesmo por meio de departamento jurídico, envolve custos infinitamente menores, se comparados aos que serão despendidos em caso de necessidade de defesa em ações para sustação do protesto e indenizações decorrentes de apontamento restritivo. A melhor solução para a inadimplência de condomínios e seus acessórios continua sendo a composição extrajudicial, em não sendo suficiente, uma ação judicial de cobrança deve ser proposta.

Fonte: CadeoSindico / Por Ionara Ribeiro

Síndico é função de responsabilidade

Ser síndico é uma responsabilidade e tanto, pois, uma vez eleito, isso significa que seus vizinhos confiam em você para fazer o melhor pelo condomínio onde moram. Para ser um bom síndico não basta apenas buscar soluções para as situações, mas planejar ações e traçar um plano de administração.

O síndico é o responsável por fazer cumprir as condições da convenção, do regimento interno e das deliberações das Assembleias Gerais. Também é função dele ordenar reparos e efetuar pagamentos de despesas extraordinárias; convocar as assembleias e representar o condomínio em juízo.

Por isso, antes de começar seu trabalho como síndico, é importante fazer uma avaliação geral do que terá pela frente, despesas e compromissos, e, acima de tudo, ser muito transparente e honesto com prestadores de serviços e, principalmente com seus vizinhos, que confiaram no seu trabalho.

Fonte: JBFM

Porta da guarita: erros mais freqüentes

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 - Permanece aberta todo o tempo e assim o fluxo de pessoas é intenso. O porteiro acaba pegando muita amizade com os moradores e visitantes. Qualquer pessoa que entrar no prédio tem plena visualização do interior da guarita. O porteiro passa a falar pessoalmente com as pessoas, e vai deixando aos poucos de usar o interfone. O porteiro, nosso homem de segurança, não deve pegar intimidade com moradores e visitantes, pois assim, não terá autoridade para fazer cumprir as regras e normas pré estabelecidas em Assembléia.

- Permanece fechada, mas não trancada. Qualquer pessoa pode entrar a qualquer momento. Moradores e visitantes mais freqüentes sabem que a porta da guarita permanece sempre aberta e desta forma, não deixarão de abri-la, quando desejarem falar com o porteiro. Assim, deixa-se de lado, mais uma vez o uso do interfone, que é peca fundamental no esquema de segurança

- Contem uma pequena janelinha para o porteiro se comunicar pessoalmente com as pessoas. Esse vão, aberto constantemente expõe o profissional da portaria, em perigo. A comunicação e recebimento de mercadorias passam a ser feitas por esse pequeno espaço.

- Localizada lateralmente, no acesso de pedestre, Oferece total visão as pessoas que estão do lado de fora. Com isso ficará fácil saber da movimentação e dos horários de troca de turnos.

- Frágeis e de péssima qualidade, dando a impressão que qualquer tranco poderá derrubá-la

- Fechaduras não funcionam ou não possuem resistência a impacto

- Envidraçadas: permitem a visão do interior da guarita e com facilidade extrema de abertura. Não opõe nenhum tipo de resistência. Podem ser bonitas, mas extremamente inseguras.

Fonte: JorgeLordello

Trabalho com hora marcada

Quando o condomínio tem muitos funcionários pode ser difícil fiscalizar entrada e saída. O relógio de ponto pode ajudar.

Condomínios de grande porte são uma realidade, e quanto maior o espaço e a variedade de serviços maior também é a necessidade de funcionários que ajudem a manter tudo em ordem. E quando o número de pessoas trabalhando cresce, passa a ser importante manter um controle sobre os horários de entrada e saída.

Alguns condomínios optam pela utilização do relógio de ponto para controlar os horários dos trabalhadores, mas, de acordo com Carlos Inácio, administrador de condomínios, essa procura ainda é tímida. “Em escala de um a 23 prédios, apenas dois utilizam o sistema. Embora eficaz e facilitador, ele é hostilizado devido ao custo”.

Ainda de acordo com o administrador, o uso do relógio de ponto em condomínios não é obrigatório, mas deveria ser.  Para ele, a implantação desse serviço é necessária, mas o relógio tem que ser utilizado com coerência.

“O objetivo é fazer com que a jornada de trabalho seja cumprida. Só que o relógio de ponto muitas das vezes torna-se apenas perfumaria no ambiente de trabalho.”

Ferramenta de apoio – Renato Batista é gerente de uma empresa que vende relógios de ponto e, apesar de acreditar na importância desta ferramenta de controle, ele admite que a procura é pouca.

“Temos uma média mensal de 20 condomínios que nos procuram, e a demanda não aumentou nos últimos tempos”. Ainda de acordo com Renato, o modelo de relógio mais procurado é o cartográfico, ideal para empresas com poucos funcionários.

Bom senso na escolha – Antes de optar pelo uso do relógio de ponto como estratégia de checagem de horários, é preciso que o condomínio reúna síndico, conselho consultivo e, preferencialmente, até os funcionários para explicar o funcionamento da ferramenta e verificar se há real necessidade de uso.

Se não houver problemas frequentes relacionados ao cumprimento de horários, a alternativa pode significar um custo extra sem necessidade, além de um incômodo para quem trabalha. Por isso é importante adequar o uso à demanda de cada condomínio.

Antes de optar pelo relógio

  • Pense que se não houver muitos funcionários pode ser um custo desnecessário
  • Verifique se os funcionários aprovam a ideia, já que não vale a pena provocar mal-estar no local de trabalho

Fonte: iCondominial

Invista no aprimoramento profissional de seu porteiro

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 O dia a dia dos porteiros não é fácil. Mas eles estão aqui para garantir a tranquilidade na rotina do condomínio.

O porteiro é uma das peças fundamentais e aliado importante do síndico para que a vida condominial caminhe em ordem.

E, se no mundo empresarial as exigências em relação aos profissionais estão cada vez maiores, nos condomínios também. Na hora de contratar um funcionário, os síndicos estão mais atentos às competências, habilidades e atitudes que estes profissionais devem apresentam para estar aptos a lidar com a dinâmica de trabalho do condomínio.

E não basta ter as qualificações técnicas, é preciso ter outras características também. Responsabilidade, eficiência, dedicação e simpatia são algumas das quais um bom porteiro deve ter para ser considerado um profissional completo. No caso dos porteiros, eles precisam ter a capacidade de se expressar bem, pois serão o cartão de visitas do condomínio e os responsáveis pela interlocução entre visitantes e condôminos.

Outra característica fundamental que o porteiro precisa ter é a flexibilidade e calma para enfrentar os problemas que porventura possam ocorrer no condomínio, mediando os conflitos até que o síndico tome conhecimento dos fatos e possa solucioná-los.

DSC0060No Condomínio do Edifício Residencial Canopus, na Tijuca, Hamilton Cezar Betoni, que é síndico há três anos, destaca que entre as características que o porteiro precisa ter para lidar com os condôminos, com a portaria, resumindo, para ser um bom profissional, estão a pontualidade e presteza. “O porteiro precisa ser pontual. Além de ser educado e saber realizar os serviços com presteza”, afirma Betoni.

Outro aspecto importante, na opinião do síndico, é a apresentação pessoal. Para ele, os porteiros devem estar com uniformes impecavelmente limpos e bem passados, o que também facilita a identificação dos funcionários. “Os porteiros daqui do condomínio estão sempre bem uniformizados. Para isso, a cada seis ou oito meses, eu compro novas peças do vestuário que necessitarem de substituição”, explica o síndico.

Iniciativas que somam
No Condomínio do Edifício Residencial Fontana de Trevi, no Recreio, a síndica Aline Rosa e Sousa conta que João, porteiro do condomínio há 11 anos, é um grande parceiro nas atividades do residencial, trazendo, inclusive, ideias para melhorar o conforto dos condôminos. A última iniciativa do funcionário, e aprovada pela síndica, foi a implantação de portões eletrônicos com sistema deno breakque funcionam até cinco horas em caso de falta de energia.   “Quando o João trouxe esta ideia, eu achei super interessante porque é mais um quesito de segurança para o condomínio e, por isso, resolvi colocá-la em prática”, explica.

A síndica ressalta que com o dia a dia corrido, no qual se divide entre o trabalho, a família e a atividade de síndica, ter um profissional com as características de João é fundamental para o suporte em sua gestão como síndica. “João tem um perfil profissional ótimo. Ele é pró-ativo, traz ideias novas e não engessa a atuação do síndico. É importante ter alguém como ele para dar suporte ao síndico”, destaca.

Motivação
Mas nem tudo é um mar de rosas. O trabalho de horas na portaria nem sempre é fácil. A rotina diária pode ser exaustiva e desestimulante. Em decorrência destas dificuldades, o síndico deve estar atento a fim de manter seu profissional sempre motivado. Uma boa opção é investir em cursos de treinamento para aperfeiçoamento desses profissionais, que se sentem valorizados com a iniciativa.

No Condomínio Canopus, o síndico Hamilton incentiva os dois porteiros, que trabalham no local há mais de dez anos, com cursos de treinamento oferecidos pela APSA. Os porteiros do Canopus fizeram o curso de treinamento Designado em CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), no qual foram capacitados para a identificação de riscos, prevenção e redução de acidentes de trabalho. “Nossos porteiros já participaram deste treinamento duas vezes. E outro funcionário também fez o curso”, ressalta.

Este tipo de capacitação é imprescindível, atualmente, tendo em vista a Norma Regulamentadora nº5 (NR-5), que estabelece a obrigatoriedade de formação da CIPA nos condomínios com mais de 51 funcionários. Já os com o número inferior a esse, devem designar um único funcionário para fazer um curso de 20h/aula, em horário de expediente, todos os anos, para capacitar-se na prevenção de acidentes.

Apesar da exigência para a formação de CIPA ser apenas para estabelecimentos com mais de 51 funcionários, o treinamento CIPA faz toda a diferença na hora da prevenção do condomínio. Além disso, o condomínio que não cumprir a lei pode ser responsabilizado civilmente, além de arcar com multas através de autuações e a fiscalização do Ministério do Trabalho.

No Condomínio Fontana de Trevi, a síndica Aline Rosa e Sousa explica que também investe em seus profissionais. O porteiro do condomínio já fez diferentes cursos, que a síndica considera ser de fundamental importância para o seu aprimoramento. “Recentemente, ele foi outro que também participou do Designado em CIPA, além de cursos de jardinagem e paisagismo. No caso destes cursos, ele mesmo se propôs a fazer e tem cuidado do nosso jardim com muito capricho”, enfatiza a síndica. Atualmente, há ainda cursos que ensinam ao porteiro como atender ao morador com cordialidade, como manusear os instrumentos que usará no trabalho, como alarmes e circuitos eletrônicos internos etc.

Amor à profissão
Atualmente, grande parte dos profissionais passa maior tempo no trabalho e, por isso, precisam tornar este ambiente prazeroso. Desta maneira, a satisfação do profissional é percebida por todos que estão à sua volta. No Fontana de Trevi não é diferente. Aline Rosa relata que, além de todas as características citadas por ela, o porteiro do condomínio possui um diferencial: o amor à profissão. Segundo a síndica, ele cuida do condomínio e da portaria com se fossem sua própria casa. “O Fontana de Trevi é como se fosse a casa dele e, por isso, o carinho imenso que ele tem em realizar as tarefas. Ele tem amor pelo que faz e quando a gente ama o que faz, faz com excelência”, destaca. Ela ressalta ainda que aceitação do porteiro é quase unânime: “Noventa por cento dos condôminos gostam do João, mas nem Jesus conseguiu agradar a todas”, revela a síndica em tom descontraído.

Valorize seu funcionário
Há pequenas ações que podem deixar o funcionário de seu condomínio satisfeito e se sentindo valorizado. Confira algumas dicas.

- Para porteiros que ficam em guaritas, é necessário verificar a ventilação se o local for pequeno, recomendando-se o uso de ventiladores ou ar-condicionado.

- Outro quesito importante é o local de assento do porteiro, que deve ser confortável e ergonômico para evitar lesões ou tensões musculares.

- Investir em treinamentos e cursos de qualificação e capacitação demonstram a valorização do profissional.

- Investir em uniformes adequados garante conforto aos profissionais.

- Oferecer benefícios e prêmios também traz satisfação.

Fonte: Condomínio em foco

Veja oito dicas para sair do óbvio na decoração de paredes

Hoje em dia, tecidos, espelhos e estantes estão na lista dos mais usados por decoradores para enfeitar as paredes.

Foi-se o tempo em que pendurar um simples quadro na parede era sinônimo de “decoração original”.

Atualmente, tecidos, espelhos e estantes estão na lista dos itens mais usados por decoradores para enfeitar paredes.

Um objeto pendurado pode mudar toda a decoração do ambiente. Em uma casa de praia, por exemplo, enfeites com símbolos de objetos do mar dão um ar de litoral.

Já no campo, um papel de parede florido e cabideiros podem dar a ideia de lar aconchegante.

A Revista ZAP Imóveis separou oito ideias para ajudar você a deixar a parede com a sua cara:

Os espelhos valorizam a iluminação e melhoram o astral (Foto: Divulgação)

1. Espelho, espelho meu: além de aumentar o ambiente, os espelhos valorizam a iluminação e melhoram o astral. Use-os em ambientes como hall de entrada e sala de jantar e abuse dos tamanhos.

2. Adesivos na medida certa: Nem tão grandes, nem tão pequenos. Adesivos de parede são a nova moda na decoração. Relativamente baratos e fáceis de aplicar, podem ser usados em quartos, salas escritórios e qualquer outro ambiente. As cores, desenhos e formatos ficam por conta do freguês.

3. Pinte o 7: Designers são cada vez mais requisitados para ‘pintar o 7’ em residências. Escolha um desenho e contrate um profissional para reproduzí-lo em sua casa. Ou deixe-o criar e aprecie a arte!

Desenhos são cada vez mais requisitados para decorar o ambiente (Foto: Divulgação)

4. O antigo papel de parede: Sim, o papel de parede ainda está na moda. Escolha uma estampa agradável e não tenha medo de usá-lo. Uma dica é escolher desenhos básicos e tons lisos para não correr o risco de enjoar.

Uma dica para papel de parede é escolher desenhos básicos e tons lisos para não correr o risco de enjoar (Foto: Divulgação)

5. Tecidos em alta: Com texturas aveludadas e tons cleans, os tecidos ajudam a dar um ar de aconchego e modernidade. Use-os em quartos, salas e corredores.

Já os tecidos ajudam a dar um ar de aconchego e modernidade (Foto: Divulgação)

6. Estantes, úteis e decorativas: Uma parede cheia de estantes pode ajudá-lo na organização e, de quebra, no design de ambientes. Entre livros, cd’s e dvd’s, posicione objetos decorativos e deixe-os em destaque.

Uma parede com estantes pode ajudar na organização e, de quebra, no design de ambientes (Foto: Banco de Imagens / Think Stock)

7. Mix de quadros: Junte um monte de quadrinhos. Pendure-os juntos em uma parede, e pronto! Você criou uma decoração barata e moderna.

Juntar um monte de quadros no mesmo ambiente cria-se uma decoração barata e moderna (Foto: Banco de Imagens / Think Stock)

8. Pratos e demais objetos: Renda-se ao estilo português. Escolha pratos estilosos e coloridos e pendure-os na parede. Cozinha e copa são os ambientes mais indicados para essa decoração. Pendurar outros objetos também é permitido! Abuse da sua imaginação.

Fonte: Revista Imóveis

Ações que valorizam o imóvel

Qualidade do entorno e mercado aquecido ajudam, mas iniciativas tomadas no próprio condomínio são fundamentais

A pesquisa Panorama do Mercado Imobiliário 2012, do Secovi-Rio, destacou o quanto as melhorias em infraestrutura por toda a cidade têm gerado valorização não só na zona sul, mas também em áreas antes desassistidas das zonas norte e oeste da capital fluminense.

O item valorização do imóvel é uma das principais preocupações de proprietários e administradores. E todos sabem que obras pela cidade e mercado aquecido ajudam.

Mas que itens e ações no próprio imóvel mais agregam valor ao bem?

Tudo a ver com o síndico – Um dos principais interessados no tema é o síndico. Afinal, a valorização de um imóvel sob sua gestão é o melhor currículo que pode apresentar.

José Brito é só orgulho ao contar que há fila nas administradoras por imóveis no prédio que administra desde 2004, no Méier, zona norte do Rio.

“Um apartamento de dois quartos que valia R$ 120 mil, quando assumi, hoje vende na hora por R$ 450 mil”, comemora o síndico do Condomínio Patrícia.

Ele reconhece que parte desta valorização tem a ver com o especial momento do mercado imobiliário e com o crescimento do bairro, destaque em todos os índices de pesquisa sobre o assunto. Mas coloca na balança a sua decisão, ao assumir, de tornar o edifício referência em beleza e qualidade de vida na zona norte.

“Considero o desleixo da administração o principal fator de desvalorização. Falta de conservação, porteiros mal-educados e mal trajados, rotinas sem controle ou regras. Quem quer morar ou trabalhar em um local deste jeito?”, questiona.

Caminhando no sentido inverso, o síndico investiu em reforma de fachada, cuidados com os jardins, criação de áreas de lazer, adoção de sistemas e rotinas de segurança.

Focado em sua meta, trocou as grades de ferro do entorno do prédio por outras, tubulares. A estrutura na cor branca e com vidros transparentes – sucesso nos imóveis da orla na época – causou grande impacto.

O visível e o funcional – “O que é visível é o que pesa na tomada de decisão pela compra ou aluguel de um imóvel, mas será isto somado à infraestrutura e ao correto funcionamento das instalações, o que, boca a boca, espalhará a informação de que aquele condomínio é de alto padrão”, afirma.

Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi-Rio, concorda com o síndico. “A boa aparência é o que reflete diretamente na percepção de valor. É algo que, de certa forma, tende a contagiar os que estão ao redor. Administradores mais atentos acompanham os movimentos da cidade e buscam tendências, a fim de garantir a manutenção do valor e uma valorização ainda maior”, afirma.

O Centro de Pesquisa e Análise da Informação do Secovi-Rio (Cepai) avaliou dados sobre o valor dos imóveis do bairro do Maracanã e de seu entorno quando da divulgação das obras de modernização do estádio de futebol e depois de seis meses da notícia. As obras estavam longe de acabar, mas o mercado já refletia uma valorização grande e não apenas no Maracanã, mas também nos bairros próximos.

Infraestrutura de transporte, comércio e demais serviços, inclusive de segurança, educação, saúde e lazer, são outros itens que influenciam o valor dos imóveis. Mas, pontualmente, qualquer imóvel pode alcançar valorização, começando ele o movimento, como fez o síndico do Condomínio Patrícia, no Méier.

“Hoje a nossa grade branca, que foi novidade no bairro, já pode ser vista em outros prédios. Alguém tem que começar”, ensina José Brito.

“Ainda não temos esta cultura de ações permanentes focadas na valorização dos imóveis, mas esta é uma tendência forte no mercado, e quem investe procurando aproveitar o momento de crescimento caminha junto com ele”, conclui Schneider.

O que agrega valor

  • Investimentos em manutenção das fachadas
  • Boa conservação das áreas comuns
  • Bom uso das áreas de lazer
  • Pleno funcionamento das instalações e equipamentos prediais
  • Modernização dos elevadores
  • Adoção de sistemas de segurança e controles de acesso
  • Iniciativas pela sustentabilidade, como adoção da coleta seletiva de lixo, da energia solar e/ou da captação de água de chuva
  • Gestão financeira eficiente
  • Boa relação custo benefício, com cotas condominiais justas de acordo com os serviços e as instalações prediais

Fonte: iCondominial

Porcelanato ganha na praticidade, mas oferece armadilhas

O porcelanato virou um hit em lançamentos e reformas nos últimos três anos, desde que a produção nacional se intensificou e os preços desaceleraram. E a oferta, hoje, é farta: é possível achar peças que imitam madeira e pedra, reproduzindo textura e cores.

Essa versatilidade, para alguns, traduz-se em praticidade e sofisticação e, para outros, em “gosto questionável”. No meio do caminho, há o critério funcionalidade.

“Acabo usando o porcelanato na área de serviço devido à praticidade. Mas é preciso conhecer bem o produto para que, no futuro, o cliente não fique insatisfeito com riscos e manchas”, diz a arquiteta Marina Linhares, que prefere pedras naturais, por considerá-las mais bonitas e sofisticadas.

O auxiliar Jean Rodrigues, 30, em sua cozinha revestida com porcelanato preto brilhante
O auxiliar Jean Rodrigues, 30, em sua cozinha revestida com porcelanato preto brilhante

As peças podem ter acabamento brilhante, semibrilhante ou rugoso. Segundo Ana Paula Menegazzo, superintendente do CCB (Centro Cerâmico do Brasil), o porcelanato brilhante está mais suscetível a riscos e deve ser evitado em “ambientes expostos a areia e outros materiais abrasivos.”

Um risco iminente também é o da queda. “A resistência ao escorregamento não é característica nata de superfície do produto, mas uma condição. Só que muita gente opta pelo porcelanato somente pelo visual e se esquece da segurança”, diz Menegazzo.

Ela recomenda que o consumidor investigue se a rugosidade oferecida pelo fabricante é a ideal para o tipo de uso que o material terá.

Para as áreas molhadas, como banheiro, cozinha e área de serviço, os profissionais recomendam peças com coeficiente de atrito maiores de 0,4%, como o do produto rugoso. Essa informação costuma estar no catálogo do produto, disponível nas lojas e também na internet.

A absorção de água é o indicativo de porosidade da peça e o fator que diferencia o porcelanato de outros materiais (que tentam se passar por ele).

No esmaltado (brilhante), a absorção de água é menor ou igual a 0,5%, enquanto, no polido (com brilho variável), tem que ser menor ou igual a 0,1% -fator que pesa no preço, já que o processo de fabricação tem que ser “mais rigoroso”.

Peça grande é opção para consultórios

O porcelanato virou uma alternativa para consultórios médicos. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determina o uso de pisos (cerâmicos ou não) com absorção específica, que sejam laváveis e tenham poucas emendas. As peças de porcelanato de 0,9 m x 1,2 m cumprem o papel e são uma boa opção.

Piso brilhante na cozinha exige rigor na limpeza

O auxiliar administrativo Jean Rodrigues, 30, conta que a escolha pelo porcelanato brilhante na cozinha foi uma questão estética. “Valoriza o ambiente, mas o piso precisa estar sempre seco, para evitar escorregões”, afirma.

O analista de sistemas Armando Junior, 27, diz ter aprendido a lição após fazer a mesma opção. “É bastante deslizante. E nem precisa estar molhado, basta estar um pouco sujo, e a sola do sapato ser lisa”, diz ele. “O banheiro terá piso fosco.”

No estande das construtoras, não é diferente, já que muitos empreendimentos preveem porcelanato no piso da cozinha, área de serviço e banheiro. “A dúvida é sempre sobre o tamanho e a cor”, diz o corretor Rafael Perez Rodrigues, 27, que vende imóveis novos na zona sul.

Em relação ao tamanho das peças de porcelanato, as tradicionais (0,3 m x 0,3 m e 0,4 m x 0,4 m) caíram em desuso, segundo Marcos Serafim, do CCB.

“As mais procuradas são as grandes, com tamanhos a partir de 0,6 m x 0,6 m. No oposto, há pastilhas pequenas, com cores vibrantes e formatos variados.”

Fonte: Folha de S. Paulo

Prevenir para não consertar

Criar normas claras em assembleias de moradores sobre como lidar com depredação do condomínio evita problemas entre vizinhos, segundo o advogado Rodrigo Lana (Eduardo de Almeida/RA Studio )

É natural que, com o passar do tempo, haja o desgaste de equipamentos do condomínio e do próprio prédio. No entanto, não é raro essa deterioração ser provocada, o que gera grande mal-estar entre os condôminos. Principalmente quando a situação é provocada por crianças. Nesses casos, muitas vezes o síndico é acionado para solucionar o problema. No entanto, o transtorno tem de ser resolvido em conjunto com os outros condôminos.

De acordo com o advogado e gerente operacional da CWR Terceirização e Condomínio, Rodrigo Lana, o síndico não tem autoridade para determinar as normas do condomínio. “A Lei 10.406/2002 (Código Civil) define que tal atribuição é de competência da assembleia geral de moradores. Portanto, problemas do dia a dia devem ser apresentados durante a reunião de condôminos, para que os participantes deliberem e aprovem as condutas a serem seguidas por todos os moradores do condomínio”, informa.

Apesar de não haver previsão legal, o advogado acrescenta que, em casos excepcionais, de comprovada situação de risco, o síndico pode decretar uma norma provisória. “E, o quanto antes, convocar assembleia para discutir a questão. Além disso, se for o caso, ratificar a medida emergencial que foi tomada”, diz Lana.

De qualquer forma, a recomendação é que existam regras no sentido de deixar sob a responsabilidade dos pais ou responsáveis o dever de acompanhar as crianças quando essas estiverem nas áreas comuns do condomínio, segundo o advogado. “Antes mesmo da questão patrimonial, por conta de eventuais danos que elas podem causar, existe o risco de que se envolvam em acidentes, caso não haja alguém as acompanhando e zelando pela sua segurança.”

MUDANÇAS

Sobre o estabelecimento dessas regras, Lana cita o artigo 1.350 do Código Civil, que define que a assembleia geral pode promover alterações no regimento interno do condomínio. “Esse é o documento no qual as normas de convivência entre moradores são registradas. Até 2004, a lei definia quórum mínimo necessário de dois terços dos condôminos para que o regimento interno pudesse ser alterado. Com a mudança introduzida pela Lei 10.931/2004, a definição desse quórum ficou a cargo da convenção de cada condomínio.”

Para deliberar sobre o assunto, o advogado diz que, primeiramente, o assunto a ser discutido e votado deve constar no edital de convocação da assembleia. Para isso, é essencial que todos os condôminos tenham sido previamente convocados para a reunião, segundo o artigo 1.354 do Código Civil. “Durante a reunião de condôminos, havendo quórum suficiente para modificar ou acrescentar normas ao regimento interno, a questão deverá ser avaliada por todos os presentes. Em seguida, a norma poderá ser aprovada caso o número de votos favoráveis atinja o quórum mínimo necessário.”

Tratar o assunto com atenção é de suma importância para o bom convívio entre os condôminos, como ressalta Rodrigo Lana. “A convivência em sociedade só é possível por conta da existência de normas, que estabelecem limites às condutas individuais, com o objetivo de garantir a harmonia coletiva. Aqui, vale a máxima de que ‘o direito de um termina onde começa o direito do outro’.”

Fonte: Estado de Minas

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