administradora de condominios em curitiba

A contribuição dos síndicos ao INSS

Sem remuneração ou ajuda de custo está isento

Caso o síndico more no condomínio e seja proprietário da unidade habitacional, sua participação nas despesas com obras e fundo de reserva é obrigatória. Apenas as despesas ordinárias são dispensadas durante o seu mandato, se forem previstas. A informação é de Carlos Samuel de Oliveira Freitas (foto), advogado na área imobiliária e diretor de administradora de condomínios. Ele esclareceu que para a Previdência Social (INSS), o síndico é considerado um contribuinte individual quando recebe remuneração ou algum benefício pelo serviço prestado.

Ainda conforme o advogado, quem ocupa o cargo e não ganha remuneração, ajuda de custo ou isenção, não precisa contribuir com o INSS. “A alíquota mínima é de 11%, o que dá direito aos benefícios referentes a um salário mínimo com valor atual. É possível aumentar a porcentagem para que o benefício seja maior. Ao fim do mandato, o síndico deve fazer a baixa de sua inscrição na previdência, caso não queira mais recolher como contribuinte individual”, orientou Freitas.

Os rendimentos recebidos pelo síndico são considerados prestação de serviços pela Receita Federal e por isso devem fazer parte da base de cálculo para apurar o valor do recolhimento mensal obrigatório e do ajuste anual.

O advogado também informou que rendimentos recebidos pelos representantes de condomínios têm que ser informados na Declaração do Imposto Retido na Fonte (Dirf). Segundo ele, a remuneração ou benefícios, como isenção da taxa condominial, para quem exerce o cargo, depende da previsão da convenção do condomínio ou de convocação especial de assembleia, que autorize o benefício. Freitas avaliou que se não houver nenhuma disposição sobre o assunto no documento, a assembleia que elegeu o representante dos condôminos deve tomar a decisão cabível.

O advogado disse que isto também vale em casos de isenção do pagamento da taxa condominial. “Se houver retenção de imposto na fonte, toda a remuneração paga ao síndico e o valor total retido devem ser informados na Dirf. Esta declaração é anual e obrigatória”, apontou Freitas, que é também vice-presidente da Associação de Advogados do Mercado Imobiliário (Abami).

Se o total recebido durante o exercício do cargo no período for superior a seis mil reais, o valor integral deverá ser informado, mesmo que não haja retenção de imposto. “A Dirf deve ser feita pela fonte pagadora, ou seja, pelo síndico ou pela administradora que representa o condomínio. O ideal é que a organização dos documentos e notas fiscais esteja em dia para evitar transtornos na época da entrega da declaração”, ressaltou o especialista.

 

Fonte: Folha do Condomínio

Mais de 70% dos brasileiros já realizaram o sonho da casa própria

 

Em 2011, região Norte apresentou o maior percentual de residências quitadas no Brasil

Do total de domicílios próprios registrados em 2011, a quantidade de imóveis quitados teve uma participação de 70,1%, destacando-se frente aos demais. Os dados fazem parte da Pnad 2011 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada nesta sexta-feira (21) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

As residências particulares permanentes, no ano passado, alcançaram um total de 61.292 milhões de unidades, o que significa um incremento de mais de 2 milhões frente a 2009 – última amostragem apresentada. No entanto, houve uma redução de 1,4 ponto percentual na participação relativa dos imóveis próprios no ano.

Já os domicílios próprios em aquisição aumentaram 0,4 ponto percentual, com 4,7% de participação. Dessa forma, considerando quitados e em aquisição, pode se concluir que quase 75% dos brasileiros são donos da própria casa.

Os imóveis cedidos tiveram queda de 1,4 p.p., atingindo 7,5%, os alugados subiram 0,3 p.p., chegando a 17,3% de participação, e os classificados em outra forma de ocupação se mantiveram com o mesmo percentual 0,5%.

Número de quitados, de acordo com a região
Ainda segundo a pesquisa do IBGE, em três das cinco regiões do Brasil houve aumento no número de domicílios próprios quitados entre 2009 e 2011. Os percentuais variaram entre 60,4%, no Centro-Oeste, e 76,9%, no Norte.

Na tabela abaixo, é possível conferir a participação de cada tipo de ocupação, verificada pelo levantamento, em cada região e no Brasil:

Domicílios particulares permanentes – 2011
Região Próprio/quitado Próprio/aquisição Alugado Cedido Outra
*IBGE
Norte 76,9% 1,6% 13,1% 8,1% 0,4%
Nordeste 75,3% 1,9% 15,3% 7,0% 0,5%
Sudeste 67,7% 5,7% 18,7% 7,5% 0,4%
Sul 69,8% 7,7% 15,5% 6,4% 0,6%
Centro-Oeste 60,4% 5,2% 23,6% 10,1% 0,7%
Brasil 70,1% 4,7% 17,3% 7,5% 0,5%

Redução da quantidade de moradores
Em 2011, 25,7% das residências possuem 3 moradores, em 2009, o mesmo número de moradores representavam 25,1%. Por outro lado, aumento o número de domicílios com apenas um morador, de 12,0% para 12,7%.

 

Fonte: InfoMoney

Se a administradora não cumpre as obrigações e os moradores estão insatisfeitos, é hora de mudar

A administradora exerce um papel de fundamental importância — e que exige confiança — num condomínio. Além de cuidar da segurança dos moradores e da parte financeira do prédio, ela é responsável pela documentação e por questões específicas, como tributos e encargos trabalhistas. Se um desses processos falha, afeta a vida de muitas pessoas e serve como um alerta de que é hora de mudar a gestão. A mudança, entretanto, requer cautela. É preciso fazer orçamentos com outras administradoras e ter a aprovação dos condôminos.Há dois meses, o condomínio Spazio Del Mare, no Recreio, saiu de uma gestão feita por um contador autônomo e foi para a de uma administradora. A troca se deu, segundo a síndica, por falta de confiança e transparência.

— A antiga gestão não sabia administrar. Eu pedia uma explicação e eles não sabiam responder — lembra Maria Lúcia Mascarenhas.

Para efetuar a mudança, a síndica seguiu o procedimento correto: convocou uma assembleia geral.

— Sabia que era preciso ter a aprovação da metade dos condôminos. Por isso, convoquei uma assembleia geral extraordinária. Não fiz orçamento, pois já conhecia o trabalho da empresa e sabia que atenderia às necessidades do condomínio — diz a síndica.

Segundo Maria Lúcia, com uma empresa administrando há mais seriedade e transparência no processo:

— Como síndica, preciso saber os detalhes da vida financeira do condomínio.

 

Fonte: Extra

Dívida atinge maior número de famílias

O número de famílias endividadas no País cresceu 6,39% entre 2010 e 2011, de acordo com pesquisa feita pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP). Os dados mostram que 62,5% das famílias têm algum tipo de dívida, o que representa 525 mil famílias nas capitais.

Em 2010 eram 58,6%. O volume das dívidas aumentou 11,57%, com as famílias devendo em 2010 R$ 145,1 bilhões e em 2011, R$ 161,9 bilhões. Por mês essa dívida fica em R$ 13,5 bilhões. Em 2010 era de R$ 12,1 bilhões.

A pesquisa mostrou também que ao mesmo tempo em que as dívidas aumentaram, o rendimento das famílias endividadas cresceu 11,7%, ao passar de R$ 491,5 bilhões para R$ 549,2 bilhões, ou R$ 45,8 bilhões por mês.

Segundo o assessor econômico da Fecomercio, Guilherme Dietze, o aumento do salário foi o que permitiu que as pessoas pudessem aumentar suas dívidas sem aumentar o comprometimento com as dívidas. “O importante foi que o aumento de renda proporcionou uma diminuição das famílias que têm dívidas. As famílias estão conseguindo quitar suas dívidas então não vemos um cenário crítico de endividamento”.

Na avaliação do economista, o estudo mostra que com a continuidade da renda do trabalhador as famílias continuarão se endividando, mas com condição para honrar os compromissos. O estudo indicou ainda que a dívida representa 29,5% da renda. “Nó consideramos que a taxa de 30% é saudável e não prejudica o orçamento. O ideal é dividir a renda em um terço para gastos fixos, um terço para gastos voluntários e outro para dívida”.

De acordo com a pesquisa o número de famílias inadimplentes caiu dois pontos percentuais e representam 22,9% do total. Aqueles que afirmaram não terem condições para pagar as dívidas somam 8%. “As famílias melhoram sua situação financeira de um ano para outro, fazendo do ciclo econômico algo mais saudável. Fala-se muito de aumento da inadimplência, mas mostramos o contrário, que as famílias estão com consciência, pagando suas dívidas e não há risco de algum prejuízo maior na economia”.

A capital com aumento maior da quantidade de famílias endividadas foi Florianópolis, que tem 119.271 (88,8%) de suas 134.271 famílias nessa situação. Em relação ao ano anterior, houve um aumento de 45,6% no total de famílias endividadas. A capital com maior proporção de famílias endividadas foi Curitiba, com 526.704 (90,3%) de suas 583.453 famílias endividadas, 42,4% a mais do que em 2010, quando havia 369.761 famílias endividadas.

Quando analisados os números absolutos, São Paulo é a capital com maior quantidade de famílias endividadas. Das 3.580.341 famílias na capital paulista, 1.667.227 (47%) têm dívidas. Apesar da quantidade expressiva, a capital paulista viu o total de endividados recuar 0,27%, o que corresponde a pouco mais de 4,5 mil famílias.

Em Aracajú foi registrado o maior recuo, em 2010 eram 131.362 famílias endividadas e no ano passado caiu para 116.764 (-11,1%). Em números absolutos, Salvador teve maior número de dívidas quitadas. Das 631.683 famílias que tinham dívidas em 2010, 58.354 saldaram seus débitos (redução de 9,24%).

Para fazer a pesquisa foram entrevistadas 18 mil famílias por mês durante dois anos.

 

Fonte: Folha do Condomínio

Portabilidade pode encarecer prestação

Acordo com a financeira atual pode ser melhor

Desde o início de maio a Caixa Econômica Federal (CEF) e em junho o Banco do Brasil têm sugerido juros menores como forma de pressionar outros bancos a baixarem o custo dos financiamentos imobiliários no mercado. A prática, além da ampliação dos prazos de 30 para 35 anos no tempo do financiamento dos imóveis, pela CEF, tem incentivado mutuários à transferência de suas dívidas para outras instituições financeiras. Entretanto, para a Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (Amspa), utilizar-se da portabilidade – permitida pelo Banco Central desde 2006 – não é aconselhável, pois, segundo a entidade, o percentual de redução é pequeno e as taxas ocultas como de administração, abertura de crédito, entre outras, podem encarecer o valor das prestações.

O assessor jurídico da Amspa, João Bosco Brito, desaconselhou a mudança de banco durante o financiamento. “Não vemos muita vantagem. Em algumas situações vale a pena tentar um acordo com a financeira atual ao invés de trocar de banco. Além disso, o mutuário corre o risco, depois de tanto trabalho com a documentação ter a transferência negada pela instituição financeira, principalmente, por seu histórico mostrar perigo de inadimplência”, orientou.

O advogado também alertou sobre as taxas ocultas, que, para ele, são muitas vezes abusivas e vem embutidas no contrato. “Embora o Banco Central autorize essas tarifas (administração e abertura de crédito, entre outras), o que acontece é o abuso da cobrança em cima do seu percentual”,afirmou Brito. Uma dica dada pelo assessor jurídico foi a solicitação do Custo Efetivo Total (CET) à financeira, “que vai mostrar todos os encargos e despesas do empréstimo”, afirmou.

Burocracia 

A Amspa ressaltou que na etapa de transferência de banco há gastos com o cartório que pode chegar a 3% sobre o valor do imóvel. Nesta fase será necessário a emissão de certidões, nova averbação do contrato de financiamento para a substituição do credor hipotecário, taxas e emolumentos para o novo registro, além das despesas de tarifas para vistoria do imóvel. Por isso, a entidade insistiu que é aconselhável, antes de fazer a portabilidade pesquisar as condições oferecidas pelas outras instituições financeiras.

“Outro cuidado importante é verificar se haverá o aumento das prestações para que o valor da dívida não aumente”, disse o presidente da associação, Marco Aurélio Luz. Ele acredita que quando o mutuário tenta transferir o seu débito tem encontrado dificuldade devido à burocracia imposta pelos bancos. “O processo é complicado e cada instituição financeira tem seus critérios de escolha e, em alguns casos, chegam negar a portabilidade. O Procon já alertou que os bancos não estão obrigados a aceitarem a portabilidade”, informou Aurélio Luz.

 

Fonte: Folha do Condomínio

Mais que um vendedor de imóveis

Corretores buscam cursos e noções sobre legislação e outros temas para orientar melhor os clientes e se firmarem em um mercado de trabalho já suprido.

Teresa Yamashita fez graduação, pós e diversos cursos para atender melhor seus clientes, como o empresário Geraldo Klaine

O aquecimento do mercado imobiliário contribuiu para o aumento da profissionalização de quem trabalha neste ramo. Em Curitiba, diversas instituições oferecem cursos de capacitação profissional voltados a corretores. Segundo o coordenador do curso técnico de transações imobiliárias do Instituto Federal do Paraná (IFPR), Claudir Schmidlin, os professores tentam repassar, em um ano e meio, uma cultura geral do mercado imobiliário. “Nossa preocupação é que eles tenham conhecimento na parte de uso e ocupação do solo urbano, noções de construções civis, partes do direito, relações humanas, noções de economia, financiamento imobiliário, prática de imobiliários, informática, entre outros”, explica.

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) também oferta aos profissionais uma oportunidade de capacitação através do curso superior de tecnologia em negócios imobiliários, que forma tecnólogos. De acordo com a coordenadora, Marlene Lemes, a procura pelo curso tem aumentado e o perfil dos estudantes é bem diversificado. “Temos desde o rapaz que acabou de sair do ensino médio até corretores de 50 anos”, aponta

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Paraná (Creci-PR) fez um levantamento do número de corretores no estado. Segundo os dados, entre 2008 e 2012, o setor teve um aumento de 60,98%. Em 2008, o estado contava com 6.897 profissionais – hoje são 11.103. Este aumento se deve à própria evolução do mercado que conta hoje com 1.721 imobiliárias no estado. Com a demanda por profissionais suprida, o atrativo está em quem sabe mais e melhor.

É o caso de Teresa de Souza Yamashita, que quando voltou ao Brasil depois de uma temporada de seis anos no Japão sentiu necessidade de aprimorar seus conhecimentos como corretora de imóveis. Foram dois anos de graduação em Gestão Imobiliária, uma pós-graduação e diversos cursos na área, como avaliação de perito, avaliação imobiliária, além de palestras ofertadas pelo Creci. Segundo ela, agregar conhecimento é muito importante para todas as áreas e para o corretor não há diferença. “Você tem de dominar o seu setor. Você não pode ser pego de surpresa por questionamentos dos clientes”, explica.

Dentre as disciplinas que Teresa estudou, Psicologia e Raciocínio Lógico são algumas que exercita no dia a dia com seus clientes. “Muitas vezes você vai ter de perguntar muita coisa para o cliente, para entender o que ele quer, e nisso entra o quanto ele quer pagar. Tenho de perguntar: qual será o meio que você usará para pagar? Você está com a contabilidade em dia? Qual a sua renda? Sempre acabo entrando na vida pessoal do cliente e para isso você tem de estar preparado.”

Formação é pré-requisito para credenciamento na função

De acordo com o presidente do Creci-PR, Junior Pucci, a constante profissionalização é essencial para os corretores de imóveis, pois o mercado se tornou seletivo e elimina gradualmente os que não estiverem aptos a viver esta novo momento. “A evolução do mercado imobiliário é uma realidade no Brasil. Atualmente os clientes são bem informados e não precisam somente de um intermediador de vendas, mas sim de um gestor de negócios imobiliários”, aponta o presidente.

O estudante e corretor estagiário Vilmar Crensiglova já está finalizando o curso no Instituto Federal do Paraná (IFPR) em Transações Imobiliárias e, para ele, os estudos devem continuar. “Penso em fazer ainda Direito Imobiliário. Gostei muito da área, tanto é que eu larguei a minha antiga profissão de representante comercial para me dedicar a essa”.

De acordo com o professor e coordenador do curso no IFPR, Claudir Schmidlin, as inscrições para a próxima turma de Transações Imobiliárias estão previstas para abrir em outubro. Os interessados devem buscar o site do Instituto (www.reitoria.ifpr.edu.br) e fazer a inscrição para o teste seletivo que será em dezembro. O coordenador explica que o conteúdo cobrado será do ensino médio e quem tiver dúvidas pode entrar em contato através do (41) 3535 1428. Para o curso na Universidade Federal do Paraná, a seleção é feita via vestibular da própria instituição. O curso tem duração de três anos. A formação é exigida hoje para o credenciamento do profissional corretor no Creci da sua região.

Passo a passo

Saiba o que é preciso para se tornar um corretor formal

- Para retirar o registro do Conselho, o corretor deve ter feito um curso em Gestão ou Transação Imobiliária. Só com o diploma do curso que o corretor poderá dar entrada no pedido. Para quem ainda é estudante, é possível tirar o registro de estágio, que tem a duração de um ano. Neste caso, o estudante precisa que um corretor seja seu responsável.

- Para o registro de estágio, basta levar uma cópia autenticada do RG e CPF, declaração preenchida pelo corretor responsável pelo estágio, que pode ser pega no Creci, certidão de matrícula do curso de Técnico de Transações Imobiliárias ou Gestão Imobiliária, duas fotos 2×2 coloridas e recentes, além dos formulários preenchidos no próprio Conselho e taxas quitadas. Os valores variam ao longo do ano.

- A inscrição definitiva pede outros documentos, como a cópia autenticada do RG, CPF, título de eleitor; caso tenha um cônjuge, certidão de casamento; certificado de reservista, diploma do ensino médio ou ensino superior; cópias do comprovante de residência em nome do requerente; cópia e original do diploma de técnico de transações imobiliárias ou gestão imobiliária; contribuição sindical quitada; três fotos 3×4 coloridas e recentes, além dos formulários preenchidos no Conselho e taxas quitadas.

- Depois de entregue toda a documentação, o processo passará por análise. Segundo o presidente do Creci-PR, em condições normais, a tramitação não leva mais que 90 dias.

- O Conselho possui delegacias em nove cidades no interior do Paraná: Londrina, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu, Pato Branco, Umuarama, Matinhos e Guarapuava. O Creci de Curitiba está localizado na Rua General Carneiro, 680, Centro.

À distância

Cursos em módulos e com presença exigida apenas nas provas

Para quem tem o interesse em fazer o curso em Gestão Imobiliária, porém não pode ir às universidades ou faculdades, o Centro Universitário de Maringá (Cesumar) oferta a graduação na modalidade à distância. De acordo com a coordenadora do curso, Ariane Maria Machado, o aumento na procura fez com que o curso se adaptasse aos alunos. “Primeiro tínhamos o curso na modalidade presencial. Depois de percebemos a importância do curso no cenário atual e a crescente demanda de outros estados, decidimos ofertar o curso à distância”, explica. Segundo ela, o perfil do estudante também contribui para esta modalidade, já que são, na maioria, corretores que atuam no mercado há algum tempo e que sentiram a necessidade de se profissionalizar.

Como funciona

Segundo a coordenadora, o curso já formou 350 gestores imobiliários e hoje são mais de 1.700 alunos matriculados. “O curso na modalidade à distância oferta ao acadêmico um regime modular, sendo composto por oito módulos, com duas disciplinas em cada e duração de dois anos. O acadêmico faz as atividades de estudo à distância e deve obrigatoriamente comparecer ao polo de apoio presencial no dia da avaliação, cerca de uma vez ao mês”, afirma. Depois de finalizado o curso, em dois anos, o profissional pode se credenciar junto ao Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) e também ao Cadastro Nacional dos Avaliadores de Imóveis (CNAI).

11 cursos

De acordo com o site do Ministério da Educação, um total de 11 instituições ofertam cursos em Negócios ou Transações Imobiliárias tanto na modalidade presencial quanto à distância, de bacharelado e também tecnólogo, no Paraná. Para ver a lista completa dessas instituições, basta entrar no site do MEC (www.educacaosuperior.inep.gov.br), selecionar o estado e o curso que deseja. São esses cursos que permitem que a pessoa que trabalha no ramo se profissionalize e se credencie como corretor do Creci da sua região.

Outras “fontes”

O Sindicato de Habitação e Condomínios (Secovi-PR) e o próprio Creci-PR também oferecem cursos e palestras para os profissionais do mercado imobiliário, regularmente. Basta ficar de olho nos siteswww.crecipr.gov.br e www.secovipr.com.br.

Fonte: Gazeta do Povo

Deficiência na limpeza atrai pragas

O descuido com a limpeza das áreas comuns dos condomínios e até dos apartamentos podem provocar pragas com conseqüências até mesmo fatais para os moradores.

Prova disso tem sido o surto de escorpiões que vem sendo constatado em vários bairros da Região Metropolitana do Recife.

Na opinião do diretor de Condomínios do Secovi-PE, Genival Aguiar, a melhor forma de combater a proliferação de escorpiões é eliminado o prato principal dele: as baratas. Se ele não encontrar baratas na área, não vai se alojar. O diretor orienta ainda aos Síndicos que não deixem acumular entulhos ou mesmo lixo. A dica vale também para os moradores. É um chamariz.

O uso de dedetização feita por uma empresa qualificada e a prática da saúde ambiental mantém o seu imóvel protegido. Genival Aguiar reforça, ainda, que diante do surgimento de baratas ou escorpiões o condômino ou funcionário deve informar o síndico na hora. As crianças também devem estar cientes de que não devem brincar com os escorpiões quando se depararem com eles. No caso de serem picados, devem buscar um adulto imediatamente para que este providencie o socorro adequado.

Em 2011, a Secretaria Estadual de saúde registrou 3.274 ataques de escorpião em Pernambuco, das quais 1.749 foram no Recife. Apesar dos três casos fatais registrados este ano até maio, a Secretaria não considera estar havendo uma infestação. No entanto, está trabalhando em um mapeamento dos acidentes envolvendo animais peçonhentos através de sua Gerência de Controle de Zoonoses e Endemias do Estado. Com o perfil epidemiológico deverão ser orientadas novas ações de combate.

Fonte:Revista Secovi-PE

Você paga caro pelo seu condomínio?

Ter piscina ou não pode ser um fator pouco relevante para o valor final; Entender os custos envolvidos é essencial para avaliar se o preço é justo.

O quadro de funcionários influencia mais o valor do que a área comum do condomínio

Os valores pagos em condomínio são definidos de acordo com diversos critérios, como a quantidade de moradores, funcionários e os itens de lazer. Entender quais são as despesas envolvidas é mais eficiente para avaliar se o valor pago é justo ou não do que as suposições simplistas de que a mensalidade é cara demais para um prédio que não tem piscina.

Apesar de os itens de lazer contarem pontos na venda do imóvel, este não é o principal fator de influência dos preços, mas sim o rateio, uma vez que quanto mais moradores pagam, menor será o valor que cada um vai pagar.

A localização dos imóveis também pode influenciar o preço, sobretudo pelo tipo de empreendimento e pelos custo de vida próprios de cada lugar. Segundo pesquisa da Lello, da área de administração de condomínios no estado de São Paulo, o valor do condomínio chega a variar até 117% na cidade de São Paulo. “Jardins e Morumbi são regiões em que há muitos empreendimentos com poucos apartamentos e muitos serviços, o que demanda maior número de funcionários e mais gastos com manutenção”, exemplifica Angélica Arbex, gerente da Lello.

Despesas fixas

Todo condomínio tem despesas fixas mensais, mas algumas podem não ser tão evidentes. A maior despesa é com o quadro de funcionários. “Este custo ocupa em média de 55% a 64% dos gastos totais”, explica Omar Anauate, diretor de condomínio da Associação Administradora de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic).

Dentro do custo com pessoal, incluem-se também encargos como INSS e FGTS e benefícios, como alimentação e décimo terceiro. Existem também encargos envolvidos em serviços prestados ao condomínio, como o ISS (Imposto sobre Serviço).

Depois dos gastos com pessoal e encargos, as maiores despesas são as contas de água e energia. E em seguida, a manutenção do prédio, que pode incluir custos mensais de conservação de elevadores, piscinas, revisão de para-raios e outros.

Os gastos administrativos também compõem as despesas fixas. São os custos bancários, o pagamento da administradora do condomínio e a isenção do síndico. “Cerca de 75% dos prédios isentam o síndico do pagamento do condomínio”, comenta Anauate.

Por fim, entram na conta também gastos eventuais e gerais. Os gerais seriam os valores despendidos com cartório, correio, materiais de limpeza, etc. E nos eventuais, entram gastos com imprevistos, como o conserto de um portão quebrado, ou uma reforma, que também envolve despesas com materiais de construção.

Área de lazer

Os itens de lazer como piscinas, academias e quadras podem valorizar o imóvel, mas não são os maiores fatores de impacto no preço e seus custos mensais são incluídos nos gastos com manutenção e com funcionários. “A piscina não tem um custo mensal alto, ela eleva o padrão do prédio, mas a água não é trocada com tanta frequência, então gastos com funcionários, com energia e água são muito mais relevantes para o valor do condomínio do que as despesas de uma piscina”.

Vale ressaltar que se a área de lazer for como um clube – e não incluir apenas uma piscina, ou uma quadra simples, com baixos custos de manutenção – este item pode ser mais relevante para a taxa condominial do que outros. Segundo a Lello, o gasto médio mensal total nos chamados prédios-padrão, com 64 apartamentos e valor de condomínio individual de 400 reais, é de 25.000 reais, enquanto o de condomínios do tipo clube, é de 150.000 reais.

Tabelas de despesas

A Aabic realiza mensalmente uma pesquisa com 400 condomínios para verificar as despesas médias dos condomínios na cidade de São Paulo. Ainda que a pesquisa aborde apenas uma cidade, independentemente da região, os dados podem mostrar qual é a divisão média de gastos de um condomínio e como eles variam conforme o tamanho do apartamento. Veja a seguir o resultado da pesquisa do mês de abril.

Prédio com apartamentos de um dormitório 

Tipo de despesa Valor (R$)
Pessoal 8.287
Encargos 4.084
Benefícios 671
Água 2.120
Energia 1.066
Manutenção 1.828
Material de Construção 228
Administração 2.551
Gerais 719
Eventuais 1.519
Total 23.075

Prédios com apartamentos  de dois dormitórios

Em apartamentos com mais de um domitório, a Aabic faz uma divisão entre padrão A e B. O padrão B seria um condomínio com uma área comum pequena, ou sem área comum, com menos segurança e com apenas uma vaga ou sem garagem. O padrão A seria de um condomínio com mais segurança e com uma área comum maior que tenha uma piscina e/ou salão de festas e.ou quadra esportiva.

 

Tipo de despesa Padrão A / valor (R$) Padrão B/ valor (R$)
Pessoal 10.128 9.864
Encargos 4.737 4.707
Benefícios 495 517
Água 2.731 2.945
Energia 1.216 1.281
Manutenção 2.026 2.026
Material de Construção 279 291
Administração 2.430 2.405
Gerais 575 543
Eventuais 1.687 1.889
Total 26.304 26.468

Prédios com apartamentos de três dormitórios 

 

 

Tipo de despesa Padrão A / valor (R$) Padrão B/ valor (R$)
Pessoal 14.897 13.312
Encargos 5.513 4.894
Benefícios 651 651
Água 3.426 2981
Energia 1.633 1.385
Manutenção 2.618 2.468
Material de Construção 396 348
Administração 2.561 2.446
Gerais 945 1054
Eventuais 1.999 1.653
Total 34.640 3.1191

 

Prédios com apartamentoa de quatro dormitórios

Tipo de despesa Padrão A / valor (R$) Padrão B/ valor (R$)
Pessoal 12.640 11.004
Encargos 6.029 5.798
Benefícios 894 753
Água 3.401 3.423
Energia 1.877 1.674
Manutenção 2.684 2.300
Material de Construção 423 353
Administração 2.433 2.392
Gerais 647 658
Eventuais 2.874 2.447
Total 33.902 30.802

Fonte: Exame

Zeladores não estão mais morando em prédios, diz pesquisa

Com a mudança, prédio economiza e funcionário ganha privacidade.

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Uma pesquisa feita por uma administradora de condomínios, mostrou que está diminuindo o número de zeladores que moram nos prédios. Em cerca de 50% dos novos edifícios entregues na cidade, o zelador não dorme no local e trabalha apenas o horário comercial.

Com essa mudança, o condomínio economiza e o funcionário ganha em privacidade. Só que mesmo distante, o funcionário precisa estar sempre atento em tudo o que acontece, como mostrou o quadro “Meu condomínio tem solução”, do SPTV, nesta terça-feira (3).

No Cambuci, na região central, Antonio Moreira da Silva, de 52 anos, é zelador do condomínio há cerca de um ano e meio, mas não reside no local. Ele sai de casa cedo para chegar no prédio às 8h, e até às 18h resolve os problemas dos 196 apartamentos. “Sinto uma privacidade maior não morando no condomínio 24 horas. Isso me faz um pouco bem e para os moradores também”, conta o zelador.

Ele ganhou privacidade e o condomínio espaço. A área de lazer do prédio, por exemplo, aumentou. A casa da família do zelador virou brinquedoteca para as crianças. “Só tinha um salão de jogos e um parquinho ao ar livre. Agora eles têm espaço com TV, mesa para desenhar, pintar”, diz a dona de casa Cíntia de Carlis.

A administradora do condomínio do Cambuci também cuida de outros 1.200 prédios na capital. Segundo a empresa, o zelador morar fora é uma tendência cada vez mais forte no mercado imobiliário. Além do espaço, outro resultado é a economia. “Quando você tem um zelador morando, você tem um custo adicional”, relata o síndico Wilmar Cabral.

Já em Moema, na Zona Sul da capital, a história é outra. O zelador Carlos Alves mora no prédio. “Tenho meu horário de trabalho, das 8h às 19h, mas geralmente as pessoas me procuram mais cedo ou mais tarde para resolver coisas que acontecem no interior do apartamento. Pequenas coisas, uma luz que queima, chuveiro.”

Mesmo com os chamados fora do expediente, o zelador só vê vantagens em morar no serviço. Carlos não paga água, luz, nem a taxa do condomínio. Quem está acostumado com ele sempre por perto também não quer saber de mudança. “Pra mim é fundamental. Ele tem que estar junto. Ele é o guardião do prédio”, conta o empresário Roberto Veronesi.

Fonte: G1

Banco do Brasil reduz juros do crédito habitacional

O Banco do Brasil (BB) também reduziu em até 21% os juros nos empréstimos habitacionais. Para ter direito, é preciso pagar as prestações em dia e escolher o Banco do Brasil como seu banco de relacionamento. Os juros variam de 7,9% a 8,9% ao ano mais TR (Taxa Referencial) para imóveis até R$ 500 mil reais. Acima desse valor, as taxas variam de 9% a 10% ao ano nos contratos assinados pela Carteira Hipotecária (CH). Nos dois exemplos, o prazo de pagamento chega 30 anos.

O financiamento é de 80% do valor do imóvel. O Banco do Brasil tem ainda vantagens como ficar até seis meses para começar a pagar o empréstimo habitacional e ainda escolher um mês do ano para não pagar juros e capital da prestação.

Fonte: JB FM

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