Fugindo do estresse

Funcionários de condomínios podem viver situações tensas diariamente, mas é preciso evitar a raiva e a angústia

Quem trabalha em condomínio, independentemente da função, precisa estar sempre pronto, sem nunca perder a calma ou deixar de ser educado com moradores, colegas de trabalho ou visitantes. Nem sempre é fácil. Por conta disso, o desgaste físico e psicológico dessas pessoas é quase inevitável.

“A principal causa de estresse desses profissionais fica por conta da responsabilidade que eles possuem, tanto no que diz respeito à segurança do condomínio, quanto no atendimento das necessidades dos moradores. De modo geral, profissionais que trabalham diretamente com pessoas tendem a ter que lidar com conflitos e, desta forma, devem investir no diálogo e buscar um consenso entre as partes”, opina Luis Testa, diretor de marketing da Catho.

Mudanças de turno desgastam

Porteiro de condomínios há dezesseis anos, José Zito dos Santos afirma estar satisfeito com o que faz, mas o que acha mais desgastante “são as mudanças frequentes de turno e, principalmente, ter que trabalhar à noite, quando o cansaço é maior e a atenção precisa ser redobrada”. Quanto ao tratamento das pessoas que moram no condomínio, Santos ele explica que às vezes é complicado.

“Mesmo sendo educado com todo mundo, existem alguns moradores e visitantes que não têm o mesmo respeito, mas com o tempo eu já me acostumei”.

Para evitar o estresse

Profissionais que trabalham em condomínios deveriam contar com gestores que percebessem os aspectos que provocam desgaste, tanto no ambiente corporativo quanto nos condomínios. O gestor poderia ser inclusive o próprio síndico, que precisa estar atento às particularidades do trabalho e disposto a ajudar.

“Uma comunicação clara, transparente e verdadeira é sempre uma ótima maneira de promover mais tranquilidade à equipe. Alguns itens são importantes para diminuir ou até mesmo evitar o estresse, como, por exemplo, um bom relacionamento com os colegas no ambiente de trabalho, reconhecimento, fazer o que se gosta, trabalhar com pessoas que admira, ter autonomia de ação e estar satisfeito com a remuneração. Os funcionários, por sua vez, devem se reportar ao gestor se estiverem se sentindo prejudicados pelo estresse, para que se possa encontrar a melhor forma de amenizar esse sentimento”, finaliza Testa.

Uma questão de respeito

  • Os horários de entrada e de saída precisam ser respeitados tanto pelo trabalhador quanto pelo contratante
  • É importante que o condomínio ofereça um ambiente saudável e adequado às funções de seus funcionários
  • A segurança dos funcionários merece o mesmo cuidado que é fornecido aos moradores do condomínio
  • É preciso estar atento para que os funcionários tenham à disposição itens necessários ao dia a dia de todo trabalhador, como local adequado de alimentação, banheiro sempre limpo, cadeira confortável (especialmente para quem passa a maior parte do dia sentado, como porteiros) etc.

Fonte: iCondominial

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