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Garagem

Garagens revitalizadas

Pintura epóxi é opção para repaginar pisos de garagens

Garagem do Condomínio Renoir: revitalização do piso com revestimento epóxi de 2 milímetros

Uma extensão dos apartamentos, as garagens muitas vezes são deixadas em último plano na hora de reformar ou revitalizar o prédio. Porém, é bom lembrar que é através delas que grande parte dos moradores e visitantes acessa o prédio e não pelo hall de entrada.  Por isso, investir em revestimentos bonitos e de qualidade para esses espaços é também tornar mais agradável uma das portas de entrada do edifício.

Feita principalmente em pisos novos, onde se buscam acabamentos estéticos, proteção e valorização do condomínio, a pintura epóxi tem sido também uma opção em condomínios para a revitalização de pisos mais antigos. “A pintura com revestimento a base de epóxi é indicada para proteção em revestimentos novos ou recuperação de superfícies mais antigas, principalmente quando apresentam desgastes, trincas, buracos ou quando geram poeira”, explica Eduardo Kunz, representante técnico de uma empresa de tintas.

Segundo Eduardo, a tinta epóxi tem a função de proteger o concreto contra o desgaste e formação de pó, deixando o piso sempre com aspecto de limpo e evitando que o pó se espalhe por todo o condomínio. Ele explica que atualmente, por desconhecimento, alguns condomínios utilizam tintas incorretas e de baixa resistência para o tipo de trânsito no piso. “Esse erro normalmente acontece por falta de orientação profissional que leva a não avaliação do custo e benefício. O resultado são pinturas com baixa durabilidade, desgaste prematuro ou descascamento da tinta pelas rodas dos veículos”, diz.

Entre as vantagens do uso da tinta está a valorização do condomínio, a praticidade na limpeza, a economia no uso de água para lavação, a impermeabilização contra infiltração de água e óleos dos carros e proteção da superfície contra desgaste. “Por ser totalmente impermeável, a tinta epóxi não permite que a sujeira fique impregnada sobre ela. Com isso, diminui-se a necessidade de lavação com água em abundância, evitando assim o gasto excessivo. A limpeza é simples e pode ser feita com vassoura, pano úmido, mop, ou com máquinas de lavação apenas utilizando detergente neutro”, relata o representante.

Durabilidade

Os revestimentos a base de epóxi são extremamente duráveis se comparados a tintas comuns de pintura de piso, comercializadas em lojas. Segundo Eduardo, a durabilidade dependerá da espessura da camada de tinta aplicada, ou seja, quanto maior a espessura maior será o tempo de vida útil. Uma pintura pode durar em média até cinco anos e um revestimento epóxi com 1 milímetro dura em média mais de 10 anos. A limpeza do piso, o tipo de veículos que rodam sobre a pintura e a forma como os moradores dirigem na garagem, também influenciam na durabilidade, assim como as derrapagens, freadas e arrancadas bruscas também comprometem. “Áreas de manobras, curvas e rampas, por exemplo, tendem a ter um desgaste maior que outras áreas, por isso sugerimos uma espessura maior nessas áreas para que o desgaste demore a ocorrer”, explica.

Há cinco anos como síndico do condomínio Renoir, em Balneário Camboriú, Eloi Scaini pintou os pisos das garagens em setembro de 2012. Segundo ele, o objetivo foi proteger e melhorar a estética das garagens. “Antes as garagens tinham o contra piso mal feito e se desmanchando. Precisavam ser lavadas com água a cada 15 dias e agora limpamos somente com pano úmido e detergente neutro”, diz o síndico.

pag.11. garagem antes

Segundo Eloi foram revestidos mais de 1 mil metros quadrados e a obra durou cerca de 20 dias. Durante a pintura os carros ficaram estacionados em garagens particulares ou na rua. “O investimento valeu a pena, pois hoje temos o benefício com a facilidade na limpeza e na melhoria da estética do ambiente. Nosso piso já tem três anos e está muito bom”, relata.

 

Fonte: CondominioSC

A Comercialização da Vaga

A proibição da venda de garagens a pessoas estranhas ao condomínio não é novidade no ordenamento jurídico brasileiro. O assunto foi tratado pelo parágrafo 2º, do artigo 2º, da Lei 4.591, de 16/12/1964 (Lei do Condomínio). Referido dispositivo, a nosso ver, foi revogado tacitamente com a vigência (11/01/2003) do atual Código Civil Brasileiro ante a redação originalmente dada ao parágrafo 1º, do artigo 1.331.

Desde então, o proprietário podia, se a convenção não dispusesse de forma contrária, livremente alugar ou vender a respectiva vaga de garagem a pessoas estranhas ao condomínio. O Código Civil, nesses casos, apenas sugeria ao condômino que a questão fosse tratada de modo a não prejudicar a segurança dos demais condôminos, objetivo que, concessavenia, nem sempre era alcançado.

Mas, o Poder Público, com vistas a proporcionar maior segurança aos condomínios residenciais e comerciais, limitou esse direito ao editar a Lei 12.607, em 4 de abril de 2012, alterando a redação original do parágrafo 1º, do artigo 1.331 do Código Civil que passou a dispor que os abrigos para veículos não poderão ser alienados ou alugados a pessoas estranhas ao condomínio, salvo autorização expressa na convenção do condomínio.

Desse modo, a garagem deverá ser utilizada exclusivamente pelo condômino, e poderá sê-lo por terceiro, não condômino, somente no caso de seu proprietário obter a aprovação em assembleia de pelo menos 2/3 dos demais condôminos.

Necessário esclarecer que a regra do uso do citado artigo não se aplica aos prédios comerciais com garagens independentes e aos edifícios-garagem. Nos prédios comerciais, cujas vagas de garagens estiverem vinculadas às salas, andar, lojas e outros, ficarão sujeitas aos efeitos da nova lei.

* Pasqual José Irano é advogado do escritório Fernando Quércia Advogados Associados.

Fonte: Folha do Condomínio

Carro danificado na garagem do condomínio. E agora?

Carro danificado na garagem do condomínio. E agora?

Em um primeiro momento, resta saber se os condomínios trabalham com manobristas ou não. Se o seu condomínio trabalha com manobristas o tratamento à esse problema será diferenciado. Neste caso,  se o dono do automóvel conseguir provar ao síndico do condomínio que o carro foi danificado dentro dagaragem, com uso de imagens das câmeras de segurança, por exemplo, ele pode e deve receber uma indenização do condomínio.

Agora, se o dono do automóvel não conseguir provar que o seu carro foi danificado dentro da garagem não há como implicar responsabilidades ao condomínio, visto que não há provas concretas. Senão, se o seu condomínio não trabalha com manobristas e o carro foi danificado na garagem resta ao síndico tomar uma decisão e tentar resolver o problema da melhor forma possível. Uma das formas de evitar esse problema é contratando um sistema para condomínio (portal condomínio, app condomínio), que vai ajudar no monitoramento das garagens.

Fonte: Seu Condomínio

Aluguel e venda de vagas para quem não mora no condomínio

vagadegaragem

Com o objetivo de garantir mais segurança aos condomínios, foi criada a lei federal 12.607/12, que se refere a proibição do aluguel e venda de vagas de garagem em condomínios, para pessoas que não moram no mesmo. A Lei que foi proposta pelo senador Marcelo Crivella em 2003 ampara prédios residenciais e comerciais em todo o Brasil, e só tem exceção casa haja alguma autorização anunciada na convenção de condomínio, sendo aprovada por dois terços dos moradores. Já em edifícios-garagem, mesmo com a nova norma nada é alterado.

O mercado imobiliário se mostrou a favor de tal mudança, porém resguarda que em edifícios comerciais, as vagas sejam liberadas para empresas, principalmente as que tem como objetivo a exploração do estacionamento como fonte de renda. Uma das alternativas para controlar as vagas de um condomínio e ter assim mais segurança é adotar um Software para condomínio.

 

Fonte: Seu Condomínio

Garagens ganham destaque nos projetos imobiliários

Mecanismos que duplicam vagas exigem pé direito alto para instalação. | Divulgação

Mecanismos que duplicam vagas exigem pé direito alto para instalação.

Empresas investem em estudos específicos para ampliar as vagas e transformar a área de estacionamento no novo hall de entrada dos empreendimentos

Depois das áreas comuns e de lazer, chegou a vez das garagens ganharem a atenção dos incorporadores. Muitas empresas têm investido nos projetos destes espaços para ampliar suas funcionalidade e torná-los mais confortáveis aos usuários, além de simplesmente um local para abrigar seus veículos.

A de valorização da área de estacionamento estimulou um nicho de mercado. Empresas têm se especializado no desenvolvimento destes projetos, tanto para obras em fase de concepção quanto para as já construídas. “A garagem é uma necessidade e funciona como um cartão de visitas. Um cliente que vai a um empreendimento comercial, por exemplo, e encontra uma vaga com conforto para manobrar vai se sentir bem recebido, o que acaba contribuindo com o negócio”, avalia Ricardo Sigel, arquiteto e sócio-diretor da GaragePlan, empresa especializada em projetos de garagens e estacionamentos.

Novo hall

Já nos condomínios residenciais ela assume o status de hall de entrada, uma vez que boa parte dos moradores costuma ter carros, o que faz com que entrem em casa pelo estacionamento, como lembra Rodrigo Linhares Porto, engenheiro e sócio da Porto Camargo Engenharia. “Pode-se trabalhar com pinturas e outros detalhes para deixar a garagem mais receptiva, com um aspecto clean”, acrescenta.

A construtora, que contratou o serviço para sete obras em Curitiba e São José dos Pinhais, diz que consegue até mesmo especificar o número de manobras que o cliente terá que fazer para estacionar na vaga, o que torna a negociação transparente. “Aliado ao conforto, isso influencia na decisão de compra, principalmente para as pessoas que já tiveram problemas com vagas”, diz Porto.

Soluções

Sigel explica que o planejamento prévio, ainda na fase de concepção da obra, permite um estudo detalhado do layout da garagem, melhorando a eficiência das rotas de tráfego, ampliando o número de vagas ou promovendo o conforto dos usuários. “Pode-se mudar a localização de um pilar e liberar um espaço que ficaria ocioso ou que poderia impedir a abertura da porta do veículo”, exemplifica.

Os mesmos recursos podem ser aplicados em espaços já construídos. Segundo o arquiteto, em cerca de 60% dos projetos mais antigos é possível se ampliar o número de vagas com o reestudo da área. O oposto também é válido: reduzi-las pode melhorar o espaço de manobra e trazer mais conforto a empreendimentos com maior número de idosos, por exemplo.

Em prédios que não permitam a ampliação do estacionamento, o condomínio pode optar, ainda, pela instalação dos duplicadores de vagas. Eles são equipamentos mecânicos que elevam um carro e deixam o espaço livre para que outro estacione embaixo. O equipamento custa cerca de R$ 13 mil e exige um pé direito mínimo de 3,15 metros.

Edifícios prontos para guardar veículos

Outra opção que poderia minimizar o problema dos estacionamentos, principalmente no centro das grandes cidades, é a construção de edifícios-garagens – utilizados exclusivamente para abrigar veículos. Defendido por especialistas e representantes do setor da construção civil, o sistema ainda não vingou.

Uma vaga

de garagem por apartamento é o mínimo exigido pela legislação municipal para os novos empreendimentos. Segundo Sigel, a vaga deve ter 2,4 m de largura por 5 m de comprimento.

Negociam-se vagas

Nos condomínios em que não é possível ampliar o estacionamento ou investir nos duplicadores, os moradores podem contar com uma prática antiga: a locação ou venda de vagas entre condôminos.

Fonte: Gazeta do Povo

Instalação de bomba submersa evita alagamentos

Medida preventiva para conter alagamentos em garagens e andares subterrâneos

Quando a chuva cai, é frequente o problema de alagamentos e inundações em garagens.

Quando esses ambientes são subterrâneos, a água escoa e se acumula. Além disso, há condomínios cujas garagens são construídas abaixo do nível do lençol freático, retendo também grande quantidade de água em seu interior. Para evitar esse problema, é imprescindível a instalação correta das bombas submersas, que atuam como sistema de drenagem, bombeando a água para os setores pluviais da cidade.

No entanto, em muitos condomínios a importância de se instalar adequadamente o sistema somente é percebida quando já aconteceu o alagamento e os decorrentes prejuízos. De acordo com o técnico em dimensionamento hidráulico José Dionissa, de Balneário Camboriú, há síndicos e funcionários que desconhecem o funcionamento e as necessidades das bombas submersíveis. “Alguns compram o equipamento sem saber que as bombas precisam ser instaladas e mantidas submersas em água para não queimar”, explica.

Conforme apontou o técnico, além de permanecerem debaixo da água, as bombas devem funcionar constantemente para não travar na hora que realmente precisarem ser acionadas em razão da chuva. Se inativa por muito tempo, os rolamentos da bomba travam e o motor oxida. O ideal, segundo Dionissa, é programar um painel de comando para acionar o equipamento uma vez por semana por, pelo menos, um minuto. “Esse tempo é suficiente para lubrificar os circuitos. O autoteste é necessário para o aparelho funcionar em caso de alagamento”, orienta.

Como funciona
Para a instalação das bombas submersas, é necessário um estudo técnico de nível, que irá identificar o ponto mais baixo – onde a água se acumula. Nesse local é feito um poço para armazenar o equipamento. A bomba possui um sistema automático que aciona o seu funcionamento de acordo com a presença de água. O líquido é drenado e expelido para as áreas pluviais, por meio do encanamento de saída da bomba para as tubulações externas do condomínio.

DICAS
– Realize manutenção na bomba submersa a cada dois anos – sem manutenção preventiva o equipamento não funcionará da forma esperada.
– Opte por instalar o painel de comando para manter a bomba sempre em funcionamento.
– Acople uma sirene de emergência no painel – ela avisará quando o equipamento de drenagem apresentar defeito.
– Existem muitos tipos de bombas submersas – antes de efetuar a compra, saiba qual é o equipamento adequado para o seu condomínio.

Fonte: condominiosc.com.br

Garagem e “Dor-de-Cabeça”

Por: * Rodrigo Karpat

 Garagem é motivo para uma série de conflitos em condomínios. Apesar de ter a garantia de segurança e comodidade, muitos condôminos transformam a vida em comunidade em uma grande dor-de-cabeça quando o assunto é a vaga para estacionar seu veículo.

Entre os principais problemas estão: regras para acessibilidade, vagas compartilhadas, estacionamento em locais errados, utilização desses espaços por não moradores, carros maiores do que o local disponível, furtos, danos e amassados causados por vizinhos, guarda de motos e automóveis juntos etc.

Para tentar entender e resolver muitos destes conflitos é indispensável a leitura da convenção do condomínio. Muitas vezes as convenções determinam que cada vaga de garagem é destinada à guarda de apenas um automóvel.

Neste caso, o condômino deverá optar entre parar um carro ou uma moto. E ainda, restringem a sua utilização somente aos moradores e vedam a guarda de qualquer objeto no interior das vagas. Porém, as regras para a utilização da garagem dependem de cada convenção de condomínio.

Os condomínios não estão obrigados a oferecer vagas especiais para idosos, por exemplo. De qualquer forma, é salutar que, tendo condições, essa população seja favorecida com fácil acesso aos elevadores. No caso de sorteio de vaga de garagem, é importante que os idosos sejam beneficiados com os locais de maior espaço e entrada privilegiada.

A oferta de vagas diferenciadas para deficientes também não é obrigatória. O decreto nº 5.296, de 2004, que estabelece normas para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, não se aplica aos condomínios.

Cada município, através do Código de Obras, deve regular o uso de vagas de garagem para essas pessoas. Em São Paulo, a Lei Municipal nº 15.649 determina que para edificações com mais de 100 vagas, pelo menos 1% deve ser reservada para deficientes.

No entanto, é importante observar a Norma da ABNT NBR 9050:2004, que diz que “o percurso entre o estacionamento de veículos e a(s) entrada(s) principal(is) deve compor uma rota acessível.

Quando da impraticabilidade de se executar rota acessível entre o estacionamento e as entradas acessíveis, devem ser previstas vagas de estacionamento exclusivas para pessoas com deficiência, interligadas à(s) entrada(s) através de rota(s) acessível(is).”

Desta forma, mesmo no caso de estacionamentos privados com menos de 100 vagas, o que deve imperar é o bom senso. Valor essencial para a vida coletiva em condomínios.

Fonte: Folha do Condominio

Soluções tecnológicas minimizam falta de espaço nos estacionamentos dos condomínios

Advogado orienta que a instalação de duplicadores de garagem requer deliberação em assembleia

Soluções tecnológicas minimizam falta de espaço nos estacionamentos dos condomínios

Com uma frota de 45.894 veículos registrados junto ao Detran em fevereiro de 2015, a quantidade de veículos em Balneário Camboriú vem crescendo no ritmo das grandes cidades. No total, em todo o estado são 4.434.738 carros licenciados. Os números comprovam o que na prática a população já sente nas ruas, como a falta de mobilidade urbana e de espaços para estacionar os veículos.

Para lidar com o problema dentro dos condomínios, síndicos e condôminos têm buscado novas soluções tecnológicas para a duplicação de vagas de garagens e minimizar a falta de espaço nos estacionamentos dos edifícios residenciais e comerciais. Segundo Paulo Wilson, diretor comercial de uma empresa fabricante de elevadores para veículos, os equipamentos utilizados até mesmo em shoppings e supermercados oferecem total segurança e podem ser instalados com facilidade desde que se tenham as medidas necessárias para instalação (2,5 metros de altura e 3,0 metros de largura). “O grande problema não é o custo do equipamento, e sim o receio natural dos usuários que têm a falsa impressão de que o carro pode cair lá de cima, mas os elevadores são 100% seguros”, ressalta o profissional.

Com fabricação totalmente nacional, os equipamentos são desenvolvidos com alto padrão de segurança, inclusive com o envolvimento de bombeiros, do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), além do Ministério do Trabalho que regulamenta o sistema de operação. “Utilizamos o sistema rosca sem fim e isso evita riscos de haver o rompimento de mangueiras, conexões ou bomba hidráulica. Haverá risco de acidente apenas se o veículo for posicionado ou acessado de maneira inadequada. Porém, temos centenas de equipamentos instalados em todo o País e nunca tivemos notícia de nenhum acidente”, destaca Paulo.

Família

Morador de Curitiba, João Renato Piovezan possui um apartamento de veraneio no edifício Ilha de Bali, em Itapema. Com apenas uma garagem disponível, receber familiares se tornava um problema na hora de estacionar o carro dos visitantes. A solução encontrada por João foi instalar um elevador duplicador de garagens. “Entrei em contato com a empresa catarinense, pedi a autorização na assembleia do condomínio e contratei a instalação junto com outro condômino que também se interessou na época”, relata o morador.

Na avaliação de João o equipamento tem suprido a necessidade da família e duplicando a vaga no mesmo espaço. “Já faz um ano que coloquei o equipamento e está funcionando bem. Não tenho queixas”, descreve.

Operacionalização

De acordo com o diretor comercial, as principais dificuldades encontradas pelos usuários normalmente estão ligadas à utilização inicial do elevador. “É extremamente fácil a operacionalização do equipamento, mas sempre que instalamos fazemos uma entrega técnica do equipamento, onde são passadas todas as instruções de como operar. Além disso, deixamos sempre um técnico local à disposição para o acompanhamento e garantia de satisfação do cliente, além do suporte pelo telefone”, completa Paulo.

Paulo explica que a manutenção do equipamento tem um custo extremamente baixo. “O usuário deverá apenas acompanhar a lubrificação do equipamento. Para os duplicadores com lubrificação automática, dependendo da quantidade de ciclos de descidas e subidas por dia precisará trocar o óleo a cada três anos de uso. Nos modelos com lubrificação a graxa, o equipamento precisa ser lubrificado a cada 60 dias”, orienta o profissional.

Aprovação em assembleia

O advogado de Balneário Camboriú, Luiz Fernando Ozawa, defende a tese de que, em se tratando de edifícios, a instalação do equipamento exige a necessidade de discussão e deliberação em assembleia. Ele explica que duplicar o peso sobre a laje da garagem pode importar em prejuízo comum ao condomínio e se for aprovado para um, todos poderão gozar do mesmo direito de instalação. “Evidente que se houver riscos há interesse coletivo e a função social da propriedade deve ser atendida sobrepondo-se à simples vontade do proprietário. É a mesma análise utilizada para a supressão de paredes internas nas unidades privadas, ou alterações da fachada e outras situações que misturam uma ação privada com consequências coletivas”, destaca o especialista.

O advogado recomenda que o condômino que quiser adquirir e instalar tais aparelhos submeta a intenção ao condomínio, que, por sua vez, pode encomendar um estudo técnico de viabilidade e impactos com engenheiros civis, por exemplo. “A despesa do estudo deve ser por conta do interessado, a não ser que em assembleia os demais demonstrem ter interesse em custear tais laudos”, conclui Luiz.

Fonte: CondomínioSC

Garagens individuais garantem comodidade

Cada condômino é responsável por sua garagem

Garagens individuais garantem comodidade

Na região central de Criciúma é possível encontrar edifícios que possuem garagens individuais com seu próprio portão automático, dando uma autonomia fora do padrão costumeiro das garagens convencionais, aquelas distribuídas em um ou mais andares, quando muitos moradores dividem o mesmo portão para estacionar seu automóvel de maneira segura.

Ao conhecer o condomínio residencial Aline, no bairro Comerciário, é fácil notar que o andar térreo está repleto de portões de garagem: ao todo, são seis entradas autônomas, que correspondem ao número exato de apartamentos do edifício. A síndica Regina Marques da Cunha explica que cada unidade possui seu próprio box, cada um com uma conexão interna independente com o hall de entrada do prédio, o que garante segurança e privacidade.

A gestão das garagens é facilitada pela autonomia. “Como são individuais, cada morador pode adaptar a sua garagem como desejar, inclusive guardando objetos pessoais, como se fosse mais um cômodo da casa”, conta Regina. Além disso, por serem áreas independentes, cada garagem tem direito a uma limpeza por semana, feita pela funcionária do prédio. “Este foi um acordo feito entre os moradores e tem funcionado muito bem no dia a dia”, afirma a síndica. O prédio, que tem mais de 20 anos, conta com esta característica como um diferencial em relação os novos empreendimentos. “As garagens individuais influenciam muito na valorização dos apartamentos”, destaca Regina.

Diferencial valorizado

No edifício residencial Princesa Isabel, também no bairro Comerciário, são nove portões para os 16 boxes de garagem e alguns moradores dividem a mesma entrada. “No prédio, temos 21 apartamentos, 16 boxes e um déficit de cinco apartamentos que não possuem vagas”, conta o síndico José Douglas Rodrigues Rocha. Em reforma há dois anos, há uma constante precaução de deixar os portões com livre acesso para os moradores. “Todos estão funcionando normalmente, temos sempre o cuidado de não impedir o uso”, assegura. Há três anos atuando na função de síndico, Rocha conta que a revitalização pretende valorizar o prédio, que já possui 33 anos. O síndico também concorda que as garagens individuais valorizam a edificação, sendo um diferencial importante.

Quanto à gestão dos espaços, Rocha indica a importância de seguir o que está escrito no regimento interno do condomínio. Caso algum morador cause danos a sua garagem, por exemplo, é ele mesmo quem deve arcar com os gastos de reparo. “Além disso, cada condômino tem a escritura da sua garagem”, ressalta. Apenas as obras e reparos feitos nas áreas comuns do edifício são, quando necessário, rateados entre os moradores.

Fonte: CondomínioSC

Como solucionar conflitos sobre vagas em condomínios

A constante transformação na forma de morar tem trazido novos desafios. Preocupaçõ es com o estacionamento, quando acontecem em condomínios, costumam gerar, além de transtornos materiais, discussões entre os vizinhos. A primeira medida a ser tomada sobre os conflitos em torno das vagas é seguir a regulamentação do condomínio. As leis que tratam desse assunto apenas garantem que o morador tenha direito a um espaço para guardar seu veículo, mas a forma com que isso será feito, e qual tipo de automóvel ele pode manter ali, são questões particulares de cada condomínio.

“Em um lugar onde muitas pessoas dividem espaço, é difícil agradar a todos. Entretanto, um acordo acertado entre as partes interessadas garante que cada um esteja ciente de seus limites e, se alguém desrespeitar, quem for lesado terá seu direito garantido”, indica o diretor de condomínios da Guarida Imóveis, Newton Nunes. Segundo Nunes, um dos principais conflitos gerados entre vizinhos em vagas de estacionamentos é o uso da vaga por não-moradores. “Alguns proprietários costumam oferecer para seus visitantes. Além de poucos condomínios oferecerem vagas para este fim, a entrada de estranhos põe em risco a segurança de todos os condôminos. Se a regra vale para um, deve valer para todos”, ressalta o diretor.

Outra conflito comum é o estacionamento para motocicletas e bicicletas, o que pode ser resolvido por meio da criação de vagas específicas. Contudo, em condomínios que não contam com essa possibilidade, uma atitude que vem sendo considerada em alguns casos é a permissão do uso de um carro e uma moto ou bicicleta por vaga. Os espaços destinados a esse uso devem ter medida suficiente para que não atrapalhe o trânsito dos outros.

O aluguel ou venda de vagas entre condôminos é permitida, lembrando que, em caso de matrículas separadas, podem ser negociadas como unidades autônomas. A negociação de vagas com não moradores só pode ser concedida por autorização expressa das convenções do condomínio. “A Lei Federal nº 12.607, de 2012, proibiu a venda ou o aluguel de vagas de garagem a não moradores. Porém, uma decisão realizada em assembleia, com a concordância do mínimo de dois terços dos condôminos, a transação pode ser realizada. É importante que o condomínio tenha organização e consciência das necessidades de todos. Sendo assim, as decisões podem ser tomadas em conjunto, de maneira que favoreça a todos”, conclui Nunes.

Fonte: Segs

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