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Garagem

Como resolver problemas com vagas de garagem em condomínio

Se você escolheu morar em apartamento sabe que um dos assuntos mais delicados entre a vizinhança é a garagem do carro de cada um. Os problemas que podem ocorrer com o veículo são muitos, mas mesmo que ocorram incidentes ou avarias no veículo dentro do prédio a responsabilidade nem sempre é do condomínio como muita gente imagina. Situações bem comuns registradas nos prédios são furto de objeto de dentro do automóvel ou dano na lataria (pode ser um arranhão ou batida).

Nessas situações, mesmo com o carro dentro do prédio, a responsabilidade não é do condomínio e o dono do veículo vai de ter assumir o prejuízo. No caso da colisão entre veículos, a dica dos especialistas é que as partes envolvidas no sinistro devem entrar num acordo. A exceção é quando o responsável pela batida trabalha no edifício, seja o porteiro, zelador ou qualquer funcionário sob responsabilidade do síndico.

“Se o veículo foi furtado ou danificado e ficar comprovado que um funcionário foi o responsável então os condôminos terão que arcar com o prejuízo”, conta o consultor-jurídico do Sindicato da Habitação de’ Pernambuco(Secovi-PE) Noberto Lopes. Uma situação comum nos prédios é um morador sair para pegar o carro e encontrar um arranhão ou amassado na lataria. Alguns ficam na dúvida se o problema aconteceu mesmo no prédio; outros têm certeza. Numa situação como essa o recomendado é solicitar as câmeras de monitoramento para identificar quem danificou o veículo. Caso o prédio não dispunha de monitoramento, a vítima não terá como provar que alguém do prédio quebrou o seu carro e o problema terá que ser resolvido pelo proprietário, sem direito ao ressarcimento do condomínio.

Há outras ocasiões em que um carro aparece danificado no residencial. Crianças desacompanhadas dos pais em áreas comuns de um edifício que atiram objetos e danificam o veículo. Existem ainda casos em que objetos de algum apartamento cai e atingem para-brisas de carros estacionados embaixo do prédio. Se for este tipo de ocorrência o dono do veículo não terá dificuldades em receber a indenização.

É recomendável tirar fotos comprovando a avaria no automóvel, acionar o síndico e registrar o fato no livro de ocorrência do condomínio. Fazer mais de um orçamento do serviço a ser feito para não haver dúvidas quanto ao valor cobrado para reparo. “Se for comprovado que o dano foi proveniente de algo que caiu do edifício a responsabilidade é de quem lançou. O proprietário deve ser indenizado pelo condomínio e o culpado arcar com o prejuízo”, acrescenta Noberto. Agora se não houver dinheiro em caixa o síndico deverá cobrar uma taxa extra para efetuar o pagamento ao proprietário do carro avariado.

Segundo ele, um dos acidentes que ocorre com frequência é quando o porteiro aciona o botão automático do portão e atinge o veículo que está saindo ou entrando no prédio. Foi o que aconteceu com um corretor de imóveis que pediu para não ter o nome revelado. Ao tentar sair do prédio, o porteiro acionou o botão e o portão eletrônico bateu no retrovisor de seu automóvel. Prontamente ele procurou o síndico do edifício, que de imediato se prontificou em indenizar. Pediu apenas que ele realizasse o orçamento em três oficinas.

E se você mora num prédio com garagem no subsolo? Algo bem mais grave com o seu veículo pode acontecer. Em dias de chuva forte, há casos de garagens que alagam e a água entra em seu possante. Um prejuízo enorme já que pode danificar o motor e outras peças importantes. Se for comprovado que o problema está na drenagem da garagem a responsabilidade fica com o condomínio por falta de manutenção no equipamento. Agora se todo o sistema estava em ordem, mas não deu conta da chuva será preciso uma perícia para avaliar o caso.

Fonte: CondomioSc

Veículos danificados

Condomínio só é responsável se houver previsão no regulamento interno

Responsabilidade do condomínio por danos em veículos

Imagine que seu carro foi riscado ou furtado, por exemplo, dentro da garagem do seu prédio. Será que o condomínio terá que indenizá-lo destes prejuízos?

Os condomínios residenciais, em regra, não possuem dever de guarda e vigilância sobre os bens particulares dos condôminos, já que não há contrato de depósito que imponha tais obrigações.

Desse modo, para que os condomínios sejam responsabilizados por eventuais danos desta natureza, é preciso que haja previsão expressa neste sentido no Regimento Interno ou em ata de assembleia regularmente convocada para deliberação do referido assunto.

Isso porque os condôminos precisam estar de acordo com eventual divisão do prejuízo causado ao bem particular de algum morador que tenha estacionado na área comum do edifício.

Diante de tais problemas, caso os condôminos queiram ser indenizados por eventuais danos materiais em seus veículos, a melhor solução é prever a obrigação de ressarcimento no Regimento Interno do Condomínio ou em ata de assembleia, além de instalar câmeras em locais estratégicos, a fim de identificar aquele que causar qualquer lesão a outrem, pois neste caso será possível ajuizar ação de reparação diretamente em face do culpado, independente do disposto no Regimento do condomínio ou ata de assembleia.

Fonte: http://www.conjur.com.br/

Segurança nas garagens: uma responsabilidade de todos

Medidas simples no acesso para automóveis ajudam a evitar a entrada de intrusos e reforçam a segurança nos condomínios.

Iolanda Maiate, síndica Condomínio Cristina

Quando o assunto é segurança nos condomínios, é comum que a primeira imagem projetada seja a da portaria do prédio. A garagem, no entanto, também merece atenção, já que por ela é possível que intrusos tenham acesso livre a vários ambientes internos. Embora esse tipo de prática seja mais comum em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, é de extrema importância que medidas preventivas sejam tomadas para evitar surpresas desagradáveis, que possam até mesmo oferecer risco à vida dos moradores.

“Felizmente existem vários sistemas de prevenção. Contudo, só se tornam viáveis com a conscientização quanto à responsabilidade de cada um. Todos devem saber, por exemplo, que podem ser considerados legalmente corresponsáveis pela entrada de alguém mal-intencionado e pelo que esse possa fazer dentro do condomínio, decorrente de negligência ou não aceitação dos procedimentos de segurança adotados”, destaca José Carlos Noronha de Oliveira, professor da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e da área de Segurança Pública na Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina).

Segundo Noronha, não importa o sistema adotado pelo condomínio, com porteiro presencial, portaria virtual ou controles remotos: o principal quesito é a conscientização e atenção de todos no acesso a esse espaço comum. Feito isso, ele lista medidas que reforçam a segurança na entrada e saída das garagens, entre elas a instalação de câmeras e dispositivos eletrônicos.

“Como não se pode estar fisicamente em todos os lugares, a instalação de câmeras é fundamental. Dessas que possuem boa resolução de imagem, com pouca luz e que ligam quando há movimento no interior das garagens. Assim, o porteiro presencial ou virtual é alertado sobre a movimentação”, diz o especialista em segurança, ao acrescentar que carros deixados abertos e possíveis furtos são da responsabilidade do condômino.

Acesso à garagem: um assunto sério

O acesso à garagem é um assunto levado a sério pelo síndico profissional Dagoberto Kleinhans, do Condomínio Las Palmas, no Centro de Florianópolis. O edifício, que conta com portaria terceirizada 24 horas, tem porteiros com treinamento em segurança, além de instruções específicas para acompanhar a entrada e saída de automóveis.

“Também temos instaladas câmeras de videomonitoramento com ampla varredura, com alta resolução e armazenamento de gravações por 30 dias. Contamos ainda com botão de pânico, que se necessário aciona a empresa contratada, que envia equipe de apoio”, descreve Dagoberto, ao frisar que os porteiros conhecem todos os moradores e acompanham o fechamento dos portões, além de haver timer de trancamento automático.
De acordo com o síndico, o condomínio mantém equipe estável de porteiros, o que facilita a identificação de todos os condôminos. “Se houver dúvidas quanto à identificação, primeiro são confirmadas algumas informações e, somente depois, há autorização para adentrar com o veículo”, relata.

A estabilidade dos profissionais responsáveis pelo acesso às garagens também é uma prática no Condomínio Cristina, no Centro da capital catarinense. “Os porteiros conhecem todos os moradores e, se por acaso houver algum fato suspeito, eles já verificam, visualizando pelas câmeras e também junto ao carro. Nunca tivemos casos de assalto”, conta a síndica Iolanda Maiate, ao descrever que os moradores utilizam controles remotos individuais.

Segundo a síndica, um cuidado essencial que deve ser tomado pelos condôminos é a conferência do fechamento dos portões após a entrada e saída. Para Dagoberto, por sua vez, que também nunca teve em seu edifício casos de invasão pela garagem, a dica é precisa: “precaução, atenção e rapidez são o tripé da segurança de todos”.

Fonte: CondominioSC

Uso da garagem em condomínios

Manter um condomínio em ordem não é uma tarefa fácil, não é mesmo? Um assunto que tem gerado polêmica em muitas reuniões condominais é o uso da garagem. Antes de mais nada, é preciso que tenha um regulamento interno, onde estejam claras todas as normas e as consequências. E no caso de infração, serão aplicadas advertências ou multas.

As reclamações mais registradas nas atas de reuniões são: carros estacionados na vaga de outro morador ou em local inadequado; veículos mal estacionados, impedindo inclusive abertura das portas do carro vizinho; utilização da vaga para depósito de entulho ou por pessoas sem autorização ou identificação; locação de vagas, entre outras.

Vamos começar por uma que é bem difícil a aceitação: locação de vagas para terceiros. De acordo com a Lei Federal 12.607/12, é proibida a venda ou o aluguel de vagas de garagem para não moradores. Os espaços só podem ser locados se houver consenso em reunião e descrito no regulamento interno. Na atual conjuntura, as pessoas querem ganhar dinheiro de qualquer forma. Mas antes de tudo, é preciso pensar na insegurança que este ato pode ocasionar.

Outro problema que tem causado dor de cabeça é a escolha da vaga. Em muitos prédios residenciais, ela não é determinada. E isto gera uma confusão danada! O ideal é que seja definida e identificada seja no chão ou na parede e a qual apartamento pertence. Mas, caso o condomínio seja novo, o indicado é um sorteio em comum acordo. Agora, não podemos esquecer dos idosos e dos deficientes. Apesar de não ser obrigatório o comprimento do Estatuto do Idoso e o Decreto 5.296/2004 – que estipula a quantidade de vagas em estabelecimentos comerciais para pessoas com 60 anos ou mais (5% do total das vagas em estacionamentos) e com deficiência (2% do total) – o condomínio pode adotar estas práticas.

Estas vagas podem ser rotativas entre os beneficiários – idosos ou deficientes. Para que não haja dúvida, coloque uma placa sinalizando o destino das vagas. Caso haja descumprimento de algum morador referente à ocupação, o infrator será multado.

Para um melhor controle das garagens, sugere-se que todos os veículos sejam cadastrados. E se for possível, providencie um adesivo com número do apartamento e da garagem ao qual pertence.

Outro fator importante. A garagem foi feita para circulação de carros e não de bicicleta, patins ou skate. Eles podem causar graves acidentes com adultos ou crianças. Deve ser estritamente proibido o trânsito destes brinquedos. É um risco tanto para o motorista – principalmente por não ter visão de 360ª graus de seu carro – como para os condôminos. Toda criança deve estar acompanhada de um adulto quando estiver circulando por este ambiente. Defina uma velocidade máxima (usual é de 10 km/h) e o uso do farol durante o percurso.

Além de todas estas regras, não podemos esquecer da utilização do portão. Em muitos condomínios, o porteiro é responsável por sua abertura e fechamento. Mas há aqueles em que o morador tem o controle. Na maioria dos casos, os acidentes acontecem quando o residente está saindo da garagem através daqueles portões que abrem para cima. Na pressa, a pessoa aperta o botão para abrir. Como alguns controles demoram alguns segundos para serem acionados, o morador aperta o portão para fechar, achando que está abrindo. De repente, o portão começa a abaixar e o motorista não percebe. Resultado: teto do carro danificado! Aí começam as discussões. O morador tenta reverter o prejuízo, culpando o segurança, que talvez este tenha acionado o controle sem perceber. E o segurança que retruca do outro lado. Enfim, vira uma verdadeira confusão. O ideal, até para evitar toda esta discussão, é a instalação de câmeras de segurança com filmagem. Desta forma, os fatos serão comprovados através de filme. É uma segurança tanto para o morador quanto para o síndico.

Garagens revitalizadas

Pintura epóxi é opção para repaginar pisos de garagens

Garagem do Condomínio Renoir: revitalização do piso com revestimento epóxi de 2 milímetros

Uma extensão dos apartamentos, as garagens muitas vezes são deixadas em último plano na hora de reformar ou revitalizar o prédio. Porém, é bom lembrar que é através delas que grande parte dos moradores e visitantes acessa o prédio e não pelo hall de entrada.  Por isso, investir em revestimentos bonitos e de qualidade para esses espaços é também tornar mais agradável uma das portas de entrada do edifício.

Feita principalmente em pisos novos, onde se buscam acabamentos estéticos, proteção e valorização do condomínio, a pintura epóxi tem sido também uma opção em condomínios para a revitalização de pisos mais antigos. “A pintura com revestimento a base de epóxi é indicada para proteção em revestimentos novos ou recuperação de superfícies mais antigas, principalmente quando apresentam desgastes, trincas, buracos ou quando geram poeira”, explica Eduardo Kunz, representante técnico de uma empresa de tintas.

Segundo Eduardo, a tinta epóxi tem a função de proteger o concreto contra o desgaste e formação de pó, deixando o piso sempre com aspecto de limpo e evitando que o pó se espalhe por todo o condomínio. Ele explica que atualmente, por desconhecimento, alguns condomínios utilizam tintas incorretas e de baixa resistência para o tipo de trânsito no piso. “Esse erro normalmente acontece por falta de orientação profissional que leva a não avaliação do custo e benefício. O resultado são pinturas com baixa durabilidade, desgaste prematuro ou descascamento da tinta pelas rodas dos veículos”, diz.

Entre as vantagens do uso da tinta está a valorização do condomínio, a praticidade na limpeza, a economia no uso de água para lavação, a impermeabilização contra infiltração de água e óleos dos carros e proteção da superfície contra desgaste. “Por ser totalmente impermeável, a tinta epóxi não permite que a sujeira fique impregnada sobre ela. Com isso, diminui-se a necessidade de lavação com água em abundância, evitando assim o gasto excessivo. A limpeza é simples e pode ser feita com vassoura, pano úmido, mop, ou com máquinas de lavação apenas utilizando detergente neutro”, relata o representante.

Durabilidade

Os revestimentos a base de epóxi são extremamente duráveis se comparados a tintas comuns de pintura de piso, comercializadas em lojas. Segundo Eduardo, a durabilidade dependerá da espessura da camada de tinta aplicada, ou seja, quanto maior a espessura maior será o tempo de vida útil. Uma pintura pode durar em média até cinco anos e um revestimento epóxi com 1 milímetro dura em média mais de 10 anos. A limpeza do piso, o tipo de veículos que rodam sobre a pintura e a forma como os moradores dirigem na garagem, também influenciam na durabilidade, assim como as derrapagens, freadas e arrancadas bruscas também comprometem. “Áreas de manobras, curvas e rampas, por exemplo, tendem a ter um desgaste maior que outras áreas, por isso sugerimos uma espessura maior nessas áreas para que o desgaste demore a ocorrer”, explica.

Há cinco anos como síndico do condomínio Renoir, em Balneário Camboriú, Eloi Scaini pintou os pisos das garagens em setembro de 2012. Segundo ele, o objetivo foi proteger e melhorar a estética das garagens. “Antes as garagens tinham o contra piso mal feito e se desmanchando. Precisavam ser lavadas com água a cada 15 dias e agora limpamos somente com pano úmido e detergente neutro”, diz o síndico.

pag.11. garagem antes

Segundo Eloi foram revestidos mais de 1 mil metros quadrados e a obra durou cerca de 20 dias. Durante a pintura os carros ficaram estacionados em garagens particulares ou na rua. “O investimento valeu a pena, pois hoje temos o benefício com a facilidade na limpeza e na melhoria da estética do ambiente. Nosso piso já tem três anos e está muito bom”, relata.

 

Fonte: CondominioSC

A Comercialização da Vaga

A proibição da venda de garagens a pessoas estranhas ao condomínio não é novidade no ordenamento jurídico brasileiro. O assunto foi tratado pelo parágrafo 2º, do artigo 2º, da Lei 4.591, de 16/12/1964 (Lei do Condomínio). Referido dispositivo, a nosso ver, foi revogado tacitamente com a vigência (11/01/2003) do atual Código Civil Brasileiro ante a redação originalmente dada ao parágrafo 1º, do artigo 1.331.

Desde então, o proprietário podia, se a convenção não dispusesse de forma contrária, livremente alugar ou vender a respectiva vaga de garagem a pessoas estranhas ao condomínio. O Código Civil, nesses casos, apenas sugeria ao condômino que a questão fosse tratada de modo a não prejudicar a segurança dos demais condôminos, objetivo que, concessavenia, nem sempre era alcançado.

Mas, o Poder Público, com vistas a proporcionar maior segurança aos condomínios residenciais e comerciais, limitou esse direito ao editar a Lei 12.607, em 4 de abril de 2012, alterando a redação original do parágrafo 1º, do artigo 1.331 do Código Civil que passou a dispor que os abrigos para veículos não poderão ser alienados ou alugados a pessoas estranhas ao condomínio, salvo autorização expressa na convenção do condomínio.

Desse modo, a garagem deverá ser utilizada exclusivamente pelo condômino, e poderá sê-lo por terceiro, não condômino, somente no caso de seu proprietário obter a aprovação em assembleia de pelo menos 2/3 dos demais condôminos.

Necessário esclarecer que a regra do uso do citado artigo não se aplica aos prédios comerciais com garagens independentes e aos edifícios-garagem. Nos prédios comerciais, cujas vagas de garagens estiverem vinculadas às salas, andar, lojas e outros, ficarão sujeitas aos efeitos da nova lei.

* Pasqual José Irano é advogado do escritório Fernando Quércia Advogados Associados.

Fonte: Folha do Condomínio

Carro danificado na garagem do condomínio. E agora?

Carro danificado na garagem do condomínio. E agora?

Em um primeiro momento, resta saber se os condomínios trabalham com manobristas ou não. Se o seu condomínio trabalha com manobristas o tratamento à esse problema será diferenciado. Neste caso,  se o dono do automóvel conseguir provar ao síndico do condomínio que o carro foi danificado dentro dagaragem, com uso de imagens das câmeras de segurança, por exemplo, ele pode e deve receber uma indenização do condomínio.

Agora, se o dono do automóvel não conseguir provar que o seu carro foi danificado dentro da garagem não há como implicar responsabilidades ao condomínio, visto que não há provas concretas. Senão, se o seu condomínio não trabalha com manobristas e o carro foi danificado na garagem resta ao síndico tomar uma decisão e tentar resolver o problema da melhor forma possível. Uma das formas de evitar esse problema é contratando um sistema para condomínio (portal condomínio, app condomínio), que vai ajudar no monitoramento das garagens.

Fonte: Seu Condomínio

Aluguel e venda de vagas para quem não mora no condomínio

vagadegaragem

Com o objetivo de garantir mais segurança aos condomínios, foi criada a lei federal 12.607/12, que se refere a proibição do aluguel e venda de vagas de garagem em condomínios, para pessoas que não moram no mesmo. A Lei que foi proposta pelo senador Marcelo Crivella em 2003 ampara prédios residenciais e comerciais em todo o Brasil, e só tem exceção casa haja alguma autorização anunciada na convenção de condomínio, sendo aprovada por dois terços dos moradores. Já em edifícios-garagem, mesmo com a nova norma nada é alterado.

O mercado imobiliário se mostrou a favor de tal mudança, porém resguarda que em edifícios comerciais, as vagas sejam liberadas para empresas, principalmente as que tem como objetivo a exploração do estacionamento como fonte de renda. Uma das alternativas para controlar as vagas de um condomínio e ter assim mais segurança é adotar um Software para condomínio.

 

Fonte: Seu Condomínio

Garagens ganham destaque nos projetos imobiliários

Mecanismos que duplicam vagas exigem pé direito alto para instalação. | Divulgação

Mecanismos que duplicam vagas exigem pé direito alto para instalação.

Empresas investem em estudos específicos para ampliar as vagas e transformar a área de estacionamento no novo hall de entrada dos empreendimentos

Depois das áreas comuns e de lazer, chegou a vez das garagens ganharem a atenção dos incorporadores. Muitas empresas têm investido nos projetos destes espaços para ampliar suas funcionalidade e torná-los mais confortáveis aos usuários, além de simplesmente um local para abrigar seus veículos.

A de valorização da área de estacionamento estimulou um nicho de mercado. Empresas têm se especializado no desenvolvimento destes projetos, tanto para obras em fase de concepção quanto para as já construídas. “A garagem é uma necessidade e funciona como um cartão de visitas. Um cliente que vai a um empreendimento comercial, por exemplo, e encontra uma vaga com conforto para manobrar vai se sentir bem recebido, o que acaba contribuindo com o negócio”, avalia Ricardo Sigel, arquiteto e sócio-diretor da GaragePlan, empresa especializada em projetos de garagens e estacionamentos.

Novo hall

Já nos condomínios residenciais ela assume o status de hall de entrada, uma vez que boa parte dos moradores costuma ter carros, o que faz com que entrem em casa pelo estacionamento, como lembra Rodrigo Linhares Porto, engenheiro e sócio da Porto Camargo Engenharia. “Pode-se trabalhar com pinturas e outros detalhes para deixar a garagem mais receptiva, com um aspecto clean”, acrescenta.

A construtora, que contratou o serviço para sete obras em Curitiba e São José dos Pinhais, diz que consegue até mesmo especificar o número de manobras que o cliente terá que fazer para estacionar na vaga, o que torna a negociação transparente. “Aliado ao conforto, isso influencia na decisão de compra, principalmente para as pessoas que já tiveram problemas com vagas”, diz Porto.

Soluções

Sigel explica que o planejamento prévio, ainda na fase de concepção da obra, permite um estudo detalhado do layout da garagem, melhorando a eficiência das rotas de tráfego, ampliando o número de vagas ou promovendo o conforto dos usuários. “Pode-se mudar a localização de um pilar e liberar um espaço que ficaria ocioso ou que poderia impedir a abertura da porta do veículo”, exemplifica.

Os mesmos recursos podem ser aplicados em espaços já construídos. Segundo o arquiteto, em cerca de 60% dos projetos mais antigos é possível se ampliar o número de vagas com o reestudo da área. O oposto também é válido: reduzi-las pode melhorar o espaço de manobra e trazer mais conforto a empreendimentos com maior número de idosos, por exemplo.

Em prédios que não permitam a ampliação do estacionamento, o condomínio pode optar, ainda, pela instalação dos duplicadores de vagas. Eles são equipamentos mecânicos que elevam um carro e deixam o espaço livre para que outro estacione embaixo. O equipamento custa cerca de R$ 13 mil e exige um pé direito mínimo de 3,15 metros.

Edifícios prontos para guardar veículos

Outra opção que poderia minimizar o problema dos estacionamentos, principalmente no centro das grandes cidades, é a construção de edifícios-garagens – utilizados exclusivamente para abrigar veículos. Defendido por especialistas e representantes do setor da construção civil, o sistema ainda não vingou.

Uma vaga

de garagem por apartamento é o mínimo exigido pela legislação municipal para os novos empreendimentos. Segundo Sigel, a vaga deve ter 2,4 m de largura por 5 m de comprimento.

Negociam-se vagas

Nos condomínios em que não é possível ampliar o estacionamento ou investir nos duplicadores, os moradores podem contar com uma prática antiga: a locação ou venda de vagas entre condôminos.

Fonte: Gazeta do Povo

Instalação de bomba submersa evita alagamentos

Medida preventiva para conter alagamentos em garagens e andares subterrâneos

Quando a chuva cai, é frequente o problema de alagamentos e inundações em garagens.

Quando esses ambientes são subterrâneos, a água escoa e se acumula. Além disso, há condomínios cujas garagens são construídas abaixo do nível do lençol freático, retendo também grande quantidade de água em seu interior. Para evitar esse problema, é imprescindível a instalação correta das bombas submersas, que atuam como sistema de drenagem, bombeando a água para os setores pluviais da cidade.

No entanto, em muitos condomínios a importância de se instalar adequadamente o sistema somente é percebida quando já aconteceu o alagamento e os decorrentes prejuízos. De acordo com o técnico em dimensionamento hidráulico José Dionissa, de Balneário Camboriú, há síndicos e funcionários que desconhecem o funcionamento e as necessidades das bombas submersíveis. “Alguns compram o equipamento sem saber que as bombas precisam ser instaladas e mantidas submersas em água para não queimar”, explica.

Conforme apontou o técnico, além de permanecerem debaixo da água, as bombas devem funcionar constantemente para não travar na hora que realmente precisarem ser acionadas em razão da chuva. Se inativa por muito tempo, os rolamentos da bomba travam e o motor oxida. O ideal, segundo Dionissa, é programar um painel de comando para acionar o equipamento uma vez por semana por, pelo menos, um minuto. “Esse tempo é suficiente para lubrificar os circuitos. O autoteste é necessário para o aparelho funcionar em caso de alagamento”, orienta.

Como funciona
Para a instalação das bombas submersas, é necessário um estudo técnico de nível, que irá identificar o ponto mais baixo – onde a água se acumula. Nesse local é feito um poço para armazenar o equipamento. A bomba possui um sistema automático que aciona o seu funcionamento de acordo com a presença de água. O líquido é drenado e expelido para as áreas pluviais, por meio do encanamento de saída da bomba para as tubulações externas do condomínio.

DICAS
– Realize manutenção na bomba submersa a cada dois anos – sem manutenção preventiva o equipamento não funcionará da forma esperada.
– Opte por instalar o painel de comando para manter a bomba sempre em funcionamento.
– Acople uma sirene de emergência no painel – ela avisará quando o equipamento de drenagem apresentar defeito.
– Existem muitos tipos de bombas submersas – antes de efetuar a compra, saiba qual é o equipamento adequado para o seu condomínio.

Fonte: condominiosc.com.br

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