(41) 3324-9062

Cadastre-se em nossa newsletter e receba as novidades do universo condominial:

Administração

Final de ano: Condomínios devem prestar muita atenção ao 13 dos funcionários

Se o abono natalino dos trabalhadores não for pago no prazo, o condomínio pode ser multado

Resultado de imagem para pagamento salarioCom a chegada do final do ano, os funcionários dos condomínios também têm o direito de receber o 13° salário cuja primeira parcela será paga no dia próximo dia 30.

E o não pagamento desse benefício pode acarretar em multas, bloqueio de contas e, em alguns casos extremos, o confisco de bens dos condôminos para saldar as dívidas com os trabalhadores. Por isso, a recomendação é promover uma organização prévia e ajuste nas contas para provisionar os recursos e evitar sufoco.

Há 12 anos administrando O Edifício Louis Armstrong, em Candeias, o síndico Sergio Lindoso coloca tudo na ponta do lápis. O administrador deixa todas as contas organizadas em janeiro e vai fazendo o acompanhamento nos meses seguintes.

“É fundamental criar uma planilha. Colocar tudo o que vai gastar e o que é preciso ser feito.

Não deixar nada sem um controle prévio”, aconselhou Sergio. O edifício conta com sete funcionários e todos já vão receber o 13° salário. “Com o controle e boa administração, os salários podem ser pagos e sobrar o dinheiro para uma possível reforma”, afirmou.

No terceiro mandato à frente da administração do condomínio Quinta de Casa Forte, em San Martin, Eduardo Moneta diz que a parceria entre o síndico e os moradores é a receita certa para uma boa administração.

“Para conseguirmos pagar o 13º salário aos funcionários no período devido é preciso o esforço do administrador e dos condôminos”, disse Eduardo.

O condomínio, que conta com 12 funcionários, seguiu a receita desde o começo do ano. “Fazemos e ajustamos as contas. Colocamos tudo no papel. É fundamental para não passar aperto no final do ano”, comentou Moneta.

Um dos pontos em que Sergio e Eduardo concordam é que para uma boa administração, o ponto de partida é a organização. Os administradores acreditam que não existe uma receita pronta. Só estudando as contas, levando tudo com seriedade e cortando custos, se necessário, é que os prédios vão ficar com saldo positivo.

Mas tem todo síndico consegue organizar as contas do condomínio. Aí é que mora perigo. O não pagamento do 13°, por exemplo, pode causar uma grande dor de cabeça.

“As pessoas têm que entender que o porteiro e o zelador são funcionários como todos os outros. Eles têm direito a todos os direitos trabalhistas”, afirmou o advogado da Associação dos Adquirentes de Imóveis (Adai) Nicolas Coelho.

O jurista ainda explica que a falta de pagamento do benefício pode causar uma série de problemas judiciais aos moradores. “É bom lembrar que multas podem ser aplicadas aos condomínios e bens podem ser penhorados”, finalizou Coelho.

Fonte: http://www.folhape.com.br/

Síndico aplica pesquisa com condôminos e promove mudanças

Síndico aplica pesquisa com condôminos e promove mudanças

Ele aplicou a Pesquisa de Satisfação em Condomínios, proposta pelo Jornal dos Condomínios em parceria com os síndicos da Capital.

O síndico Yamandu Martorell, do condomínio Haroldo Pederneiras, no Centro de Florianópolis, tem uma indicação de como melhorar a administração do seu prédio. Ele aplicou a Pesquisa de Satisfação em Condomínios, proposta pelo Jornal dos Condomínios em parceria com os síndicos da Capital. Yamandu foi um deles e apresenta a experiência com a aplicação do questionário no condomínio.

Durante 30 dias, Martorell colocou anúncios nos elevadores, quadros de avisos e nas caixas de correspondência para despertar o interesse dos condôminos sobre as questões a serem avaliadas. A pesquisa permite que cada síndico aplique o levantamento da maneira que considerar mais conveniente, já que cada condomínio possui suas particularidades.

O síndico pediu aos moradores para que avaliassem sete temas: limpeza, segurança, infraestrutura, sustentabilidade, gestão e saúde financeira, prestação de serviços e lazer/convivência. As respostas foram coletadas por unidade e foi possível optar entre bom, regular ou ruim para várias perguntas sobre cada tema.

Do total de 98 apartamentos, 50 responderam às questões. “A elaboração de um plano de ação demanda tempo. Mas com estes dados podemos direcionar melhor a administração do condomínio porque há respaldo dos moradores sobre as prioridades”, destaca.

Em relação a um dos temas – sustentabilidade – constatou-se que 90% dos entrevistados fazem a separação de resíduos. A maioria dos moradores pesquisados (68%) também concorda com ações para contribuir com o meio ambiente. Com base neste percentual, o síndico pretende elaborar um projeto ambiental de coleta de resíduos, principalmente de produtos tóxicos como pilhas, baterias e óleo de cozinha.

A intenção também é organizar uma palestra com a Companhia de Melhoramento da Capital (Comcap) para orientar os moradores sobre medidas complementares que podem ser adotadas em relação ao lixo do prédio.

Comunicação é recomendação de síndico

O síndico conta também que um dos problemas observados pelos moradores estava relacionado aos elevadores, que estava com falha na manutenção. “Trocamos a empresa que fazia o serviço e este problema já foi solucionado”, comemora Yamandu Martorell.

Outro local que deverá merecer a atenção será a churrasqueira: 62% desejam que o local seja reformado. “Aos poucos, conseguiremos resolver os problemas e promover melhorias”, afirma o síndico. O trabalho dos funcionários e a limpeza do prédio também receberam aprovação de grande parte dos moradores que responderam à pesquisa.

Yamandu Martorell sugere aos demais síndicos que encontrem a melhor forma de se comunicar com os moradores. “É preciso persistir porque as pessoas se esquecem ou não demonstram interesse em responder, mas é importante a avaliação para a melhoria geral”, pondera.

Na opinião do síndico, avisos nos elevadores, na portaria e na caixa de correio podem surtir efeito. Uma assembleia deve ser realizada para eleger as prioridades definidas pelos moradores na pesquisa e dar início ao plano de ação.

A proposta

O objetivo é traçar prioridades, aumentar a participação dos condôminos nas decisões e definir os pontos fracos e fortes em diferentes áreas do prédio. A formatação do projeto foi liderada pelo Jornal dos Condomínios e contou com o apoio da PSM Consultoria, empresa que implanta sistemas de gestão, e de outras quatro pessoas: os síndicos Vitor Warken, Jandir Ambrosi, Yamandu Martorel e a conselheira Sandra Berber. A ideia da pesquisa foi do síndico Vitor Warken, do Condomínio Plaza Viena, em Florianópolis.

O projeto teve por base os nove pilares considerados importantes pelo jornal para o bem-estar e a felicidade dos moradores em condomínios: infraestrutura, convivência, sustentabilidade, saúde financeira, gestão condominial, prestação de serviços, saúde, lazer e segurança.

 

Fonte: CondominioSC

A importância da realização de assembleias no condomínio

assembleia em condomíniosDesde o tempo das ágoras (praças onde os cidadãos gregos discutiam sobre política) e do senado romano, a reunião de pessoas para debate e expressão de ideias tem papel importante na formação da sociedade e do indivíduo. A assembleia é um bom reflexo do que eram as ágoras: locais onde pessoas se reúnem para discutirem os temas pertinentes ao meio e à sociedade em que vivem. Assim como os filósofos e os políticos eram importantes, no primeiro caso, para o debate e a formação da sociedade, os moradores são de extrema importância de extrema importância para o desenvolvimento da sociedade no âmbito do condomínio.

Acontece que em muitos dos casos os moradores não tem curiosidade, não tem conhecimento de como funciona, não acham importante ou simplesmente não querem participar das assembleias. O ponto é que a assembleia, muitas das vezes, se torna a única janela onde o morador pode expressar sua opinião sobre a vida no condomínio ou como ele está sendo gerido pela administração. O pior é que a ausência dos moradores compromete não só o condomínio como um todo, mas também cada morador, de forma individual. Além de deixar de exercer seu direito à democracia, o condômino pode ficar por fora das próximas mudanças que irão afetar o condomínio (principalmente as financeiras) haja visto que não estava presente quando as mesmas foram debatidas.
Pensando no nível de evasão dos moradores no que se diz respeito às assembleias, a Seu Condomínio preparou algumas dicas para síndicos e administradores preencherem um pouco mais os salões de reunião do condomínio e tornar as assembleias mais produtivas. Confira:
Se possível, estabeleça um limite para o uso de procurações: Para algumas decisões importantes sobre o condomínio, por exemplo, é necessária a aprovação de 2/3 de todos os moradores. A ausência dos moradores, que geralmente é substituída por procurações, o impede de ter uma noção melhor do que pode ser útil ou não para o condomínio. Ao abusar das procurações, o morador só tende a perder ainda mais a vontade e interesse de ir às assembleias, tendo vista que ele percebe que sua presença pode ser substituída por um documento que está o representando.

Não deixe que a assembleia se torne algo longo e chato: Outra coisa que propicia a evasão de moradores das assembleias nos condomínios é o fato de que ocorre muito desvio dos temas e pautas do condomínio, o que acaba por deixar as assembleias longas e cansativas. É importante deixar os temas e as pautas bem claras desde o início e manter o foco em cada uma dessas vertentes. Claro que o morador tem espaço para expressar sua ideia, porém o síndico tem que saber tomar a palavra para si quando perceber que o assunto vai demorar mais que o previsto. É importante lembrar que os moradores também possuem uma vida profissional e familiar, então não os prenda muito na assembleia!

O síndico tem papel fundamental na participação dos moradores nas assembleias: Marcar reuniões em horários alternativos pode contribuir para uma maior presença dos moradores na assembleia no condomínio. Uma sugestão seria entre segunda e terça-feira, após as 20h. Assim, no início da semana, os moradores possivelmente estarão com uma maior disposição para a assembleia. O horário também permite que os moradores cheguem de seus trabalhos e se encaminhem para a assembleia. Você ainda pode colar avisos no mural e nos elevadores, convidando os residentes a participar da reunião.

 

Evite debates mais “calorosos” na reunião: Por ser um evento no qual os moradores expressam seu ponto de vista, em certos casos, existe a possibilidade de algum desentendimento ou conflito ocorrer entre duas partes. Ao notar que dois moradores com opiniões contrárias estão transformando seus direitos de fala em armas que podem levar à alguma intriga, você deve tomar as rédeas da situação e mediar a paz entre os mesmos. Não apoie diretamente nenhum dos lados para evitar criar uma imagem de preferência em relação a um ponto de vista, isso pode irritar o outro ainda mais.

Clima dinâmico: Evite ser muito formal durante a assembleia. Não precisa ser exatamente um pessoa muito formal durante a reunião, até porque alguns dos presentes provavelmente já o conhecem há algum tempo. Claro, é importante manter a compostura e não fugir do profissionalismo.

A assembleia é um ponto fundamental na organização de um condomínio. Não deixe de realizá-la, mesmo se o volume de moradores for pequeno!

 

Fonte: SeuCondominio

Final do ano

Veja como deve ser a programação do condomínio

Segurança, decoração de natal, 13o. salário, gratificações, impostos, previsão, etc.Condomínios devem ser organizar para o fim do ano: consumo de energia pode subir 50%

Área de lazer fica cheia no final de ano: regras claras e comunicação evita problemas na vizinhança

O ano passou voando e logo logo dezembro chega. E, com ele, vêm os aumentos das despesas e o crescimento dos conflitos entre os moradores, seja por causa do barulho das festas de final de ano ou discordâncias por conta de decoração de Natal. Como estamos no meio de outubro, ainda dá tempo do síndico começar a agir e evitar desgastes.

Para o advogado e administrador de condomínios Arnon Velmovitsky, o caminho passa pela comunicação.

— A convenção é o que rege o condomínio, mas nesse período, vale o administrador fixar algumas lembretes, como em relação ao uso dos salões e piscina e também conscientizar sobre o uso de água e luz.

De acordo com ele, nesta época, o consumo de água chega a 32% e o de energia, dependendo do prédio, pode subir em até 50%.

Com isso, os administradores devem fazer uma análise do que se tem em caixa e das estimativas de gastos até dezembro. Combater a inadimplência é um caminho.

— A primeira medida é enviar uma carta solicitando o pagamento. O síndico, como mandatário do condomínio, poderá parcelar o débito mas não ofertar desconto ou liberar o pagamento de multas. Para isso, é necessária a aprovação em assembleia geral. A administradora poderá enviar a referida carta.

Regina Rego, síndica de um condomínio no Recreio, já fez o trabalho de casa. Com planejamento, o prédio vai chegar o final do ano sem dívidas nem cotas extras.

— Há um aumento das despesas no final de ano, sim. Os condôminos usam mais a infraestrutura do prédio, então temos que nos planejar.

André Luiz Junqueira, especializado em Direito Imobiliário, chama atenção para as locações por temporada, que geram uma maior rotatividade de pessoas.

— Deve-se discutir essa prática antes dos feriados e, se necessário, por exemplo, deliberar em assembleia que locações muito curtas não serão permitidas.

Para Valnei Ribeiro, gerente do núcleo de consultores da Apsa, é importante o síndico ter paciência e bom senso neste período.

— O aumento das festas é inevitável, reclamações por barulho e até o aumento na conta de luz e água podem ocorrer. Tudo isso pode ser minimizado se o síndico se antecipar fazendo recomendações por comunicados internos, reuniões para compartilhar a situação financeira do prédio, assembleias e reforçar sempre sobre o uso adequado dos espaços e horários.

Para evitar desgastes:

  • Instale lâmpadas de LED e sensores de presença
  • Nas garagens, verifique quais lâmpadas são realmente úteis e quais podem ser desligadas
  •  Implante um rodízio para o uso da piscina em épocas de maior pico. Uma dica é distribuir pulseirinhas para os moradores que forem utilizar a área naquele dia.
  • “Não há polêmica desde que seja aprovada em assembleia geral. A questão de conscientização dos condôminos quanto à real necessidade de usar com racionalidade os recursos do condomínio”, diz Arnon
  •  Desligue a maioria dos elevadores do condomínio durante as horas de menor fluxo
  • Faça uma inspeção com a equipe do prédio para detectar possíveis vazamentos
  • Instale válvula dupla nas descargas dos banheiros das áreas comuns
  • Coloque redutor de vazão nas torneiras do prédio
  • Verifique a possibilidade de implantar um sistema de reuso de água da chuva
  •  Os painéis fotovoltaicos, que armazenam energia solar, também são um bom investimento. O condomínio pode usá-los para manter as luzes acesas durante a noite
  •  Peça para os funcionários fazerem a manutenção do jardim com regador em vez da mangueira
  • A mangueira também deve ser abolida para a limpeza de calçadas ou áreas comuns. Use vassoura
  • O aluguel da cobertura para empresas instalarem antenas de TV pode ajudar a arrecadar dinheiro para o prédio
  • Barulho também é sempre tema de polêmica . A Lei do Silêncio está em vigor, mas o bom senso deve prevalecer. Ou seja, o condômino que patrocina uma festa deverá diminuir o volume após determinada hora, pois deve respeitar o direito de seus vizinhos
  • Para entrar o ano novo sem dívidas, a dica é ratear os eventuais saldos devedores dos meses anteriores e fazer uma previsão orçamentária que contemple com exatidão os custos do condomínio “Todas as despesas extras deverão ser rateadas para que não reste saldo devedor”, afirma o advogado Arnon Velmovitsky

 

Fonte: SindicoNet

A ‘Constituição’ do condomínio

Síndicos precisam manter a convenção do condomínio atualizada em relação à legislação vigente para evitar problemas com condôminos na Justiça

A convenção de um condomínio pode ser comparada a uma certidão de nascimento. Nela constam todas as regras internas referentes ao conjunto habitacional. É uma espécie de “Constituição”. Por isso é tão importante que este documento seja muito bem elaborado, de preferência com o suporte de um especialista, e atualizado sempre que necessário. O grande problema é que ainda hoje existem muitos condomínios, principalmente os mais antigos, com convenções mal redigidas ou ultrapassadas com relação ao novo Código de Processo Civil. E o principal risco, nestes casos, é que questões que poderiam ser resolvidas internamente, como o rateio da água, por exemplo, vão parar na Justiça.

Segundo a advogada, membro da Comissão de Direito Imobiliário e Urbanístico da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Londrina e assessora jurídica do Sindicato da Habitação e dos Condomínios do Paraná (Secovi Regional Norte/PR), Adiloar Franco Zemuner, em 60% dos prédios da cidade as convenções foram elaboradas de acordo com a lei anterior e muitas não foram atualizadas. Ela acrescenta ainda que, infelizmente, alterar a convenção de um condomínio não é tarefa simples. “De cinco anos para cá, donos de cartórios de registro de imóveis ficaram ainda mais exigentes e tem sido cada vez mais difícil alterar e registrar a convenção de condomínios que possuem muitas unidades”, afirma.

Adiloar explica que, para promover as mudanças necessárias, o síndico primeiro precisa convocar uma assembleia para informar os condôminos sobre a atualização do documento e abrir espaço para que eles deem sugestões. “É recomendável que o síndico contrate um profissional da área de Direito com conhecimento técnico para auxiliá-lo no processo”, orienta. A partir daí, ele pode começar a elaborar a minuta, na qual constarão inclusões, exclusões, regularizações, adequações e atualizações das normas do condomínio. O documento deve ser entregue aos moradores e o síndico deve determinar um prazo para que eles se manifestem. “Se ninguém questionar as mudanças, a assembleia para discutir e aprovar a nova convenção pode ser convocada”, diz.

E é aí que vem a parte mais difícil. Para aprovar o novo texto, o síndico precisa reunir dois terços dos proprietários dos imóveis na assembleia. Se a matrícula da unidade estiver em nome do casal, por exemplo, os dois precisam participar e assinar a presença. Mas, infelizmente, nem todos os moradores dão a importância devida para as reuniões de condomínio. Por isso, uma alternativa para conseguir o quórum necessário para a aprovação do texto é o síndico pedir procurações para aqueles que não puderem comparecer. Foi o que fez a síndica do Condomínio Edifício Bosque, localizado no centro de Londrina, Elisa Maria Ferraz Arruda Ribeiro.

Quando assumiu a administração do prédio, há seis anos, ela percebeu que a convenção estava muito antiga. Para atualizar o texto, buscou ajuda da assessoria jurídica do Secovi e também a orientação do cartório para o registro do documento. “Designei um grupo de trabalho e nos reunimos várias vezes para redigir o novo texto. Tivemos que conversar com muitos condôminos para que eles fossem à assembleia e pegamos procuração daqueles que não puderam participar da votação. Conseguimos mais de dois terços de presença”, comemora. Segundo a síndica, foi um trabalho exaustivo, porém muito importante e indispensável para a boa gestão do condomínio. “Agora, temos o respaldo da convenção para cada decisão tomada”, justifica.

 

Fonte: Folha de Londrina 

Final de ano

Veja dicas para o seu condomínio se programar para as contas do período

Resultado de imagem para contabilidade

É necessário se programar

Advogado especializado ensina síndicos e moradores a se organizarem para as contas de fim do ano

O fim de ano se aproxima e, com ele, crescem as despesas e os conflitos entre moradores. Isso porque nos condomínios, o consumo de água e de energia aumenta, assim como a frequência das manutenções, a piscina e o playground do prédio precisam ser vistoriados e o síndico ainda não pode se esquecer a decoração de natal. Além disso, a maior procura pelas áreas compartilhadas é um prato cheio para desentendimentos – não apenas em relação aos gastos, mas também quanto à convivência.

O advogado especializado em direito imobiliário e administrador de condomínios, Arnon Velmovitsky, explica que a melhor forma de resolver isso é a prevenção: “A convenção é o que rege o condomínio, mas nesse período, vale o administrador fixar algumas lembretes como em relação ao uso dos salões e piscina e também conscientizar sobre o uso de água e luz”.

Uma boa ideia é convocar uma força-tarefa para inspecionar em todas as áreas do condomínio e verificar se há vazamentos, que aumentam consideravelmente o consumo de água. Outro passo é o síndico se organizar antecipadamente e fazer uma análise minuciosa do que se tem em caixa e das estimativas de gastos até dezembro. “Posso adiantar que o aumento de consumo de água chega a 32% e o de energia, dependendo do prédio, pode subir em até 50%”, explica o especialista.

Quando a conta não fecha

É importante também que o síndico desenvolva um trabalho de prevenção à inadimplência crônica do condomínio, chamando o morador para conversar, entender o problema e negociá-lo.

“Muitas vezes o morador quer pagar a dívida, então esse diálogo ajuda o síndico a verificar a melhor forma de lidar com a situação”, diz Velmovitsky.

Com mais gente, maior o uso e maiores as chances de necessitar de reparos nas áreas comuns. “Ele pode fazer o controle de horários ou rodízios para o uso. Alguns prédios costumam distribuir pulseirinhas de manhã entre os moradores que irão usar a piscina naquele dia. E, para economizar com os elevadores, pode-se desligar alguns durante os horários de menor fluxo”, recomenda.

Nas casas, o consumo com ar condicionado tende a ser maior

Os moradores tendem a sofrer no fim de ano com custos resultantes das férias, visitas de familiares e o calor do verão. O consumo de ar-condicionado cresce. Para reduzir os gastos, é bom também manter o aparelho limpo, para que gaste menos e instalá-lo no alto, para que demore menos tempo para esfriar o ambiente. Para economizar água, o morador pode instalar válvula dupla na privada, redutores de vazão nos chuveiros e reaproveitar a água usada no banho para lavar o chão.

Quem viaja e tem medo de que bandidos percebam as luzes apagadas pode instalar um timer ou lâmpadas com fotocélulas, que acendem quando escurece. Uma dica é retirar os eletrodomésticos da tomada, que gastam energia mesmo desligados ou em stand by.

Dicas de economia – Condomínios

  • Instale lâmpadas de LED e sensores de presença;
  • Nas garagens, verifique quais lâmpadas são realmente úteis e quais podem ser desligadas;
  • Implante um rodízio para o uso da piscina em épocas de maior pico. Uma dica é distribuir pulseirinhas para os moradores que forem utilizar a área naquele dia;
  • Desligue a maioria dos elevadores do condomínio durante as horas de menor fluxo;
  • Faça uma inspeção com a equipe do prédio para detectar possíveis vazamentos;
  • Instale válvula dupla nas descargas dos banheiros das áreas comuns;
  •  Verifique a possibilidade de implantar um sistema de reuso de água da chuva;
  • Os painéis fotovoltaicos, que armazenam energia solar, também são um bom investimento. O condomínio pode usá-los para manter as luzes acesas durante a noite;
  • Peça para o seu zelador fazer a manutenção do jardim com regador em vez da mangueira;
  • A mangueira também deve ser abolida para a limpeza de calçadas ou áreas comuns. Use vassoura;
  • O aluguel da cobertura para empresas instalarem antenas de TV pode ajudar a arrecadar dinheiro para o prédio.

 

Fonte: SindicoNet

Subsíndico: Braço direito na gestão

Subsíndico: Braço direito na gestão

Subsíndicos são um importante auxílio para a divisão de tarefas na administração diária dos condomínios.

Para dar conta de administrar grandes empreendimentos, principalmente os que possuem vários blocos, muitos síndicos contam com o auxílio de subsíndicos, que como importantes parcerias na administração do condomínio, dividem as tarefas para não sobrecarregar o trabalho do gestor.
Há quatro anos morador do Residencial Vale das Pedras, em Brusque, Demírio Barth já está no terceiro mandato como subsíndico e foi síndico uma vez. Ele relata que sempre teve liberdade para agir, até porque sempre buscou defender o bem de todos. “Procuramos dividir as tarefas para não sobrecarregar apenas uma pessoa e também temos ótima parceria com a administradora do condomínio”, relata.

Segundo Demírio, todo morador pode ser síndico ou subsíndico, basta se interessar pela gestão do condomínio e participar ativamente, mas não pode jamais se esquecer da importância do respeito e do trato educado com todos, por isso é bom começar como subsíndico para adquirir aos poucos experiência na função.

Convenção

De acordo com o advogado de Brusque, Rogério Bitencourt, no Código Civil a figura do subsíndico não está normatizada, ou seja, não há qualquer previsão legal quanto às suas atribuições. Porém, a criação do cargo de um ou mais subsíndicos, dependendo do tamanho do condomínio, e suas atribuições, eleição, periodicidade, remuneração, podem ser deliberados na convenção, explica. “A convenção pode incumbir ao cargo a representatividade legal do condomínio quando houver impedimento, renúncia ou falecimento do síndico, e inclusive, convocar nova eleição e, substituí-lo quando necessário, se assim estiver previsto. Porém, o subsíndico só assume na ausência esporádica e não definitiva”, ressalta Rogério.

Segundo o advogado, com as atribuições e autonomia definidas pela convenção do condomínio, o subsíndico também pode substituir o síndico nos casos de férias, viagem, ou doença desde que estejam previstas na convenção. Entretanto, nada impede que tenha funções coadjuvantes ao síndico na administração diária do condomínio, como um trabalho em parceria. “Em ambos os casos, ele responde ao condomínio e não ao síndico, ou seja, não há subordinação entre eles, portanto, quando estiver exercendo a representatividade legal do condomínio possuirá responsabilidade civil e criminal sobre seus atos ou omissões”, salienta.

subsíndicos

Demírio Barth já foi síndico e está no terceiro mandato como subsíndico do Residencial Vale das Pedras

Rogério explica que, com relação à remuneração do cargo, é possível que o subsíndico exerça a atividade remunerada ou que se beneficie com isenções, especialmente em grandes condomínios. “Será na convenção onde se definirá a possibilidade de obter ou não remuneração e isenções. Entretanto, é possível alterar a remuneração em assembleia, desde que convocada para este fim e aprovada por maioria absoluta dos membros, e que não haja previsão contrária na convenção”, esclarece.

Fonte: CondominioSC

Administração imobiliária

Para atender geração Y, imobiliárias devem ser claras e ter preço competitivo

Resultado de imagem para administração condominial

Futuro da administração imobiliária está no ‘generalista-especialista’, aponta espanhol

Uma geração que marcha rumo a novos paradigmas de comunicação, interações sociais e, como não poderia deixar de ser, relações comerciais. Os millenials, ou membros da geração Y, como são chamados os nascidos após 1980, têm representado um desafio a diversos setores econômicos, inclusive à administração imobiliária.

A afirmação é do administrador espanhol Pepe Gutiérrez, que esteve no Secovi Rio em 3 de outubro (segunda-feira) para apresentar algumas das conclusões do Projeto Eureka. A iniciativa surgiu para compreender as necessidades desse público, não apenas na Europa, mas em todo o mundo.

Em uma palestra com tradução simultânea, o administrador abordou como o mercado tem inovado para se aprofundar nessas figuras. Segundo Gutiérrez, o millenial está interessado em preços mais competitivos e serviços que possam ser elucidados visualmente, de maneira a permitir uma assimilação ágil de seu conteúdo.

“Isso pode ser aplicado ao edital de convocação para a reunião da assembleia e o balancete condominial, por exemplo”, explicou Gutiérrez, apresentando documentos com modelos de design mais simples e com pouco texto.

Nas relações administrativas, o espanhol acredita que a atividade imobiliária vai depender também de trabalhadores com visão ampla dos serviços.

“O futuro do administrador de imóveis é ser um profissional generalista, mas com gente especializada em cada atividade”, ressaltou.

Globalização

Parcerias internacionais  fazem parte das ações do Secovi Rio para trocar conhecimentos  e promover o desenvolvimento do setor de comércio e serviços imobiliários. Um dos frutos desses intercâmbios foi a visita do administrador de imóveis espanhol à sede da entidade. O evento foi aberto pelo presidente da entidade, Pedro Wähmann, que apresentou o convidado.

“Pepe foi o responsável por nos carregar para o mundo. É uma oportunidade muito rara poder trazê-lo aqui para apresentar esse projeto Indicando tendências e abordando a necessidade crescente dos consumidores por informações mais rápidas. Além de ensinar a  tirar melhor proveito dos recursos”.

Fonte: http://www.secovirio.com.br/

Condomínio, uma pequena cidade

Assim como as prefeituras, os condomínios também contam com uma estrutura administrativa, com direitos e deveres a cumprir

Resultado de imagem para sindico profissional

Todo condomínio é uma pequena cidade e, como tal, precisa ser administrado. Manutenção, contabilidade, contratos trabalhistas, controle de gastos, prestação de contas são obrigações inerentes ao administrador, seja ele um prefeito ou um síndico. Assim como as prefeituras, os condomínios também contam com uma estrutura administrativa, com direitos e deveres a cumprir.

A administração de um condomínio é composta pela assembleia geral, síndico, subsíndico, conselho fiscal e conselho consultivo. “A assembleia geral é o órgão supremo e deve ser convocada pelo síndico ou por condôminos, como determinar a convenção. É realizada para decidir sobre os assuntos constantes no edital de convocação”, explica o advogado Marcio Zuba.

Segundo ele, o síndico é o responsável por administrar o condomínio e zelar pelos interesses dos moradores. Suas atribuições estão previstas no Código Civil e na Lei 4.591/64. “O síndico é o responsável por convocar a assembleia, prestar contas, advertir o condômino que infringe a convenção ou o regulamento interno, apresentar o orçamento trimestral, movimentar as contas bancárias, efetuar seguro do prédio”, lista o advogado, que presta assessoria a condomínios.

Também está entre suas obrigações a administração dos funcionários do condomínio e a cobrança, inclusive judicial, dos moradores devedores. “O síndico também deve verificar prazos e contratos de prestação de serviços, como seguros, elevadores, bombas, manutenções, antenas coletivas”, acrescenta Zuba.

Mas nem só de deveres é feita a vida do síndico. Cabe à convenção e ao regimento interno de cada condomínio estabelecer também os direitos do síndico. “Um dos principais direitos do síndico é uma justa e compatível remuneração mensal, em virtude da responsabilidade assumida”, argumenta o advogado.

Já a função de subsíndico não está prevista em lei, mas é prevista na convenção da maioria dos condomínios. “A função do subsíndico é substituir o síndico quando dos seus impedimentos, qualquer que seja o motivo”, afirma Zuba. “O subsíndico também pode auxiliar o síndico em suas funções, se assim estiver previsto na convenção ou regimento”.

Conselhos

O Código Civil diz que ao Conselho Fiscal compete dar parecer sobre as contas apresentadas pelo síndico. “O principal objetivo do Conselho Fiscal é conferir mensalmente os gastos do condomínio, verificando se são os mesmos aprovados em assembleia, se o dinheiro do condomínio está sendo investido como previamente combinado e se as contas e tributos estão em dia”, explica o advogado.

Já nas tomadas de decisões, quem auxilia o síndico é o Conselho Consultivo, cujas atribuições devem ser previstas pela convenção do condomínio. “Usualmente é atribuição do conselho consultivo fiscalizar a gestão do síndico, autorizar despesas não previstas no orçamento, acompanhar execução de medidas recomendadas pela assembleia, manifestar-se previamente quanto a atos ou contratos, acompanhar a preparação das assembleias”, conta o advogado.

Responsabilização

Perante a Justiça, o síndico é quem responde civil e criminalmente pelo condomínio. A responsabilização dele se dá quando as atribuições do cargo não são cumpridas adequadamente, ocasionando prejuízos aos condôminos ou a terceiros ou configurando prática criminosa. “O síndico precisa conhecer bem sua função, as leis, o regimento interno e a convenção do condomínio”, alerta o assessor jurídico do Sindicato da Habitação e Condomínios (Secovi), Danilo Serra Gonçalves.
Segundo ele, muitas dúvidas e erros cercam o desempenho do síndico. Tanto que o sindicato realiza atividades mensais de orientação. “Todo mês, temos encontros e cursos para orientar os síndicos sobre determinados temas. O próximo assunto será assembleia, porque eles costumam ter muitas dúvidas e qualquer erro na preparação de uma assembleia pode anulá-la”, explica.

Fonte: Folha de Londrina

A “Lei do Silêncio” no condomínio existe?

Foto: Arquivo

Regras para melhorar a convivência com vizinhos

Na maioria das reuniões de condomínios, a “Lei do Silêncio” é sempre lembrada e exigida pelos condôminos e inquilinos, que se incomodam com barulhos fora de hora. Para a empresa administradora de condomínios Pro Domo pode-se citar duas categorias de barulho que se sobressaem das demais: o contínuo – seja uma festa no salão ou na própria unidade, que acalorada, segue madrugada a fora -, ou os breves ou esporádicos, como o caminhar com salto, arrastar móveis ou utilizar aparelhos eletrodomésticos, que costumam fazer muito barulho, repetidamente, em vários dias. Hoje, a administradora vai abordar o funcionamento das regras, com o intuito de melhorar a convivência entre os vizinhos.

Mas essa lei realmente existe? Bem, a legislação, devidamente registrada pelo poder legislativo e denominada de “Lei do Silêncio”, não. Porém, existem inúmeras regras sobre o assunto, que ao serem desrespeitadas podem resultar em infrações ao Regimento Interno do Condomínio e até em atos considerados contravenções ou crimes tratados em leis federais.

Limites de decibéis

Sabemos que qualquer tipo de som pode ser medido através dos decibéis, por exemplo, sons até 20 decibéis são praticamente imperceptíveis para os ouvidos humanos. Segundo a OMS, 50 decibéis é considerado um ruído/barulho saudável, ou seja, que não prejudica quem ouve. Entre eles, podemos citar alguns, como a conversa em tom baixo, uma rua sem tráfego ou até mesmo um escritório com poucas pessoas.

Agora, se o nível de ruído/barulho exceder 55 até 65 decibéis, ele pode influenciar negativamente a pessoa que o escuta, gerando redução na capacidade de concentração, da produtividade no trabalho intelectual e também, do descanso. Essa quantidade de decibéis é comum em local de trabalho com diversas pessoas, uma rua com trânsito normal, televisão ligada com volume médio.

Infelizmente, os problemas causados pelo excesso de barulho não se limitam apenas à nossa concentração. Se a pessoa for exposta por um médio ou longo período de 65 a 70 decibéis, pode resultar em mudanças químicas no nosso próprio organismo, algo que, a longo prazo, pode provocar alterações na saúde da pessoa atingida pelo som.

Lugares comuns que podem contar com essa taxa de som são as ruas movimentadas, secador de cabelo, cinema e restaurante muito cheio.

Agora, se a pessoa tiver uma longa e duradoura exposição a sons que excedam os 70 decibéis, as consequências são o estresse degenerativo além de complicações à saúde mental.

Ações dentro dos condomínios

No caso dos sons contínuos, sua verificação é mais fácil e pode ser realizada pelo sindico, subsíndico ou mesmo o zelador. A presença desses responsáveis pelo prédio deve ser considerada, afinal, esses “porta-vozes do prédio” estão no condomínio também para evitar animosidades entre os moradores. Portanto, caso aquela festa esteja fazendo barulho demais, nada melhor do que informar a um desses responsáveis para que alertem o dono da festa.

Ter uma terceira pessoa intermediando a situação pode gerar resultados positivos e satisfatórios, levando em consideração sua discrição para não revelar qual vizinho solicitou tal intervenção.

Conforme a administradora de condomínio. tal intervenção pode ser adotada, tendo em vista a ocorrência de possíveis situações desagradáveis. Não se pode deixar de considerar que, em festas, o consumo de bebidas alcoólicas é comum, algo que pode gerar desentendimentos muito mais graves do que apenas alguma mágoa ou desaforo, comentou.

Nestes casos, um primeiro aviso, de forma verbal é o mais viável para não gerar desavenças, agora, se por ventura o festeiro for avisado e não tomar iniciativa para se corrigir, neste caso uma multa regimental poderá ser aplicada e ainda, será possível chamar a Polícia em casos mais graves, como agressão física.

Agora, se o som não exceder os limites de malefícios à saúde, mas estiver incomodando, os policiais também poderão ser acionados, segundo art. 42 da Lei de Contravenções Penais, configurando Contravenção Penal de Perturbação do Sossego.

Para usar a proteção desse artigo, a medida avalia o local, o horário e o dia da semana. Seu infrator pode pegar três meses de prisão ou pagar multa.

Vale destacar que, nos crimes acima mencionados, não existe um horário determinado como as 22 horas (10h da noite) que costumamos utilizar como limite “à hora do silêncio”. Tudo vai depender das circunstâncias do momento, por exemplo, a lei do silêncio em um resort pode chegar às 00h. Da mesma maneira, qualquer excesso de barulho diante de um hospital é caracterizado como crime, podendo ser colocado entre as penalidades previstas em Lei.

O que fazer com os barulhos esporádicos

Quanto aqueles barulhos que são esporádicos, breves, mas que vão se repetindo ao longo dos dias, nada mais aconselhável que uma conversa franca e amigável entre vizinhos, neste caso, melhor manter apenas entre a parte causadora e a afetada, não coloque terceiros nesta conversa e tente de uma maneira calma expor o incomodo causado por determinada ação.

Mas digamos que você não conhece o vizinho que está lhe incomodando e que, provavelmente, nem sabe que está lhe incomodando. Nem mesmo neste caso, recorra a terceiros, se apresente formalmente e tenha a conversa, frente a frente, ou seja, não tente resolver seus problemas por e-mail, comunicado ou alguma mensagem no mural do Facebook ou pelo WhatsApp (isso caso conheça seu vizinho), geralmente, esse meio de comunicação pode gerar intrigas devido à possíveis más interpretações.

E agora que conhece um pouco mais a respeito de seus direitos quanto à Lei do Silêncio nada melhor do que fazer valê-los, claro, sempre aconselhando a tentar resolver seus problemas da melhor maneira possível para que o relacionamento entre vizinhos continue sempre positivo e saudável.

Fonte: Folha do Condominio

Fornecedores






Mais serviços para você

Op1
Claudia
Effect
Condoaureum